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	<title>Arquivos Jurassic Park - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jurassic Park - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Jurassic World: Reino Ameaçado é o destaque nas estreias desta semana (21/06). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 19:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela. Com informações do Adoro Cinema. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela. Com informações do Adoro Cinema. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-reino-ameacado/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xmAK-UQ_7rQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9053" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/0009771.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Hereditário</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Ari Aster<br />
<strong>Elenco:</strong> Toni Collette, Gabriel Byrne, Alex Wolff</p>
<p>Após a morte de Ellen, a matriarca da família Graham, a família de sua filha começa a descobrir segredos cada vez mais aterrorizantes sobre seus ancestrais. Quanto mais eles descobrem sobre o passado, mais eles tentam se livrar do terrível e infeliz destino que herdaram. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-hereditario/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xvCyT6i0EZY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9054" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/5861400.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Desobediência</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Sebastián Lelio<br />
<strong>Elenco:</strong> Rachel Weisz, Rachel McAdams, Alessandro Nivola</p>
<p>A fotógrafa Ronit (Rachel Weisz) retorna para a cidade natal pela primeira vez em muitos anos em virtude da morte do pai, um respeitado rabino. Seu afastamento foi bastante abrupto e o reaparecimento é visto com desconfiança na comunidade, mas ela acaba acolhida por um amigo de infância (Alessandro Nivola), para sua surpresa atualmente casado sua paixão de juventude, Esti (Rachel McAdams).</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1AEIGqGBGno" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8999" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/O-Amante-Duplo.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Amante Duplo</strong><br />
<strong>Direção:</strong> François Ozon<br />
<strong>Elenco:</strong> Marine Vacth, Jérémie Renier, Jacqueline Bisset</p>
<p>Chloé (Marina Vacht) é uma mulher reprimida sexualmente que, constantemente, sente dores na altura do estômago. Acreditando que seu problema seja psicológico, ela busca a ajuda de Paul (Jérémie Renier), um psicólogo. Só que, com o andar as sessões de terapia, eles acabam se apaixonando. Diante da situação, Paul encerra a terapia e indica uma colega para tratar a esposa. Entretanto, ela resolve se consultar com outro psicólogo, o irmão gêmeo de Paul, que ela nunca tinha ouvido falar até então. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-festival-varilux-2018-o-amante-duplo/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7Q3oJPfHAtA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; Reino Ameaçado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 23:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para qualquer fã de Jurassic Park sempre foi uma pena ver a criação de Steven Spielberg e do escritor Michael Crichton perdida em continuações que giravam em círculos, explorando ainda a ideia do retorno de pessoas à ilha que abrigou o mal sucedido parque dos dinossauros do milionário John Hammond (Richard Attenborough), atração que, por sinal, sequer chegou a ver a luz do dia após a desastrosa experiência pré-inaugural com alguns cientistas. O Mundo Perdido: Jurassic Park e Jurassic Park 3 eram filmes sustentados basicamente na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Para qualquer fã de <i>Jurassic Park </i>sempre foi uma pena ver a criação de Steven Spielberg e do escritor Michael Crichton perdida em continuações que giravam em círculos, explorando ainda a ideia do retorno de pessoas à ilha que abrigou o mal sucedido parque dos dinossauros do milionário John Hammond (Richard Attenborough), atração que, por sinal, sequer chegou a ver a luz do dia após a desastrosa experiência pré-inaugural com alguns cientistas. <i>O Mundo Perdido: Jurassic Park </i>e <i>Jurassic Park 3 </i>eram filmes sustentados basicamente na ideia de que seres humanos correndo de dinossauros famintos proporcionava diversão, fazendo com que todas as pontuais discussões de <i>Jurassic Park </i>sobre os limites da descoberta científica através da manipulação genética e as possibilidades de expansão daquele universo nunca estivessem na ordem de preocupações das suas pautas criativas.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Ainda que não seja um ponto pacífico entre fãs e críticos, <i>Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros </i>de 2015 foi o primeiro filme derivado de <i>Jurassic Park </i>que realizou o que acabamos de mencionar. O filme de Colin Trevorrow revitalizou o parque, permitindo que, pela primeira vez o víssemos em &#8220;perfeito&#8221; funcionamento, trazendo de volta ainda questões relativas ao uso da ciência através do conflito em torno do híbrido Indominus Rex, a cobiça de homens gananciosos pelo feito genético (sempre eles) e o uso dos animais para fins que não fossem apenas o do entretenimento, como era o caso do interesse de militares pelos velociraptors treinados por Owen Grady (Chris Pratt). Claro que &#8220;humanos correndo de dinossauros&#8221; fazia parte do pacote, mas <i>Jurassic World </i>se esforçou bem mais que seus antecessores na busca por novos horizontes para aquele universo.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9016" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Jurassic-World-Reino-Ameaçado_.jpeg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i><b>Jurassic World: Reino Ameaçado</b> </i>segue a mesma linha do filme de 2015 de Trevorrow, que agora assume a produção e passa a direção para o espanhol J. A. Bayona (de <i>O Impossível </i>e <i>O Orfanato</i>). Na história, Claire (Bryce Dallas Howard), a administradora do extinto Jurassic World, retorna à ilha Nublar agora como ativista ambiental interessada na preservação dos dinossauros ameaçados de extinção pela atividade de um vulcão prestes a entrar em erupção. Com a ajuda de um milionário, ela retorna ao local para levar algumas espécies a um santuário localizado em uma outra ilha, onde viveriam livre e supostamente isolados da presença humana. Como uma das espécies em questão é a velociraptor Blue, Claire chama o ex-namorado Owen Grady para a missão e parte para o local junto com alguns membros da sua ONG. Ao chegar na ilha, o grupo descobre que existe muito mais por trás da missão de resgate da qual participa.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Jurassic World: Reino Ameaçado</i> algumas discussões são retomadas. Novamente estamos falando do uso de uma descoberta científica por homens que pela vaidade ou pelo dinheiro passam por cima da história de insucessos do parque e querem encontrar formas de seguirem explorando aqueles animais. O roteiro escrito pela dupla  Colin Trevorrow e Derek Connolly segue investindo em novas possibilidades e o surgimento de uma ONG pró-dinossauros interessada em preservar os animais em um santuário é um ponto forte do filme, sobretudo porque traz novos elementos para Claire, que era da mesma equipe e veio da mesma experiência do Jurassic World do Dr. Henry Wu, mas que por culpa e relação afetiva com as criaturas e o legado de Hammond tem uma consciência maior a respeito do destino de Blue e das demais espécies capturadas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9017" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Jurassic-World-Reino-Ameaçado-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Algo que marca presença nesta continuação de maneira mais intensa que no filme anterior é a relação do treinador Owen Grady interpretado pelo carismático Chris Pratt com a velociraptor Blue, invertendo, como em <i>Jurassic World</i>, toda uma lógica de afirmação da espécie em questão como uma perigosa ameaça para os personagens humanos, ainda que siga implacável como caçadora. Um dos principais vestígios de afeto da nova trilogia está nessa dinâmica estabelecida por Owen com Blue desde que ela era filhote. Aqui está inegavelmente o coração do filme.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tudo o que apontamos é forte em <i>Jurassic World: Reino Ameaçado</i>. Contudo, um aspecto do longa a ser destacado desta vez é mesmo a presença de J. A. Bayona na direção. Quando Bayona foi contratado pelos produtores da continuação, um aspecto levantado por eles que justificaram a escolha foi a destreza com que o cineasta manipula elementos e estratégias do cinema de horror e como isso dialogava com a proposta de Spielberg em sequências de <i>Jurassic Park </i>que marcaram o público por proporcionar igual efeito, como o primeiro ataque do T-Rex ou o cerco empreendido pelos velociraptors nas dependências do parque. Com a criação de um novo dinossauro, o Indoraptor, ainda mais assustador em seu <i>design </i>que o Indominus Rex do longa anterior, o filme de Bayona cria momentos de muita tensão no longa, alguns deles visualmente exemplares que nos remetem a registros imagéticos típicos dos filmes de monstro, como a sequência na qual o personagem de Toby Jones apresenta o dinossauro preso numa jaula à plateia do leilão ou a perseguição do animal à garotinha Maisie Lockwood, investindo em elementos como sombras do animal ou a exposição da sua anatomia disforme.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É certo que, mais uma vez, a franquia adia algo que promete desde <i>O Mundo Perdido: Jurassic Park </i>de 1997, mostrar as consequências da convivência entre humanos e dinossauros no mesmo planeta sem as cercas eletrificadas do parque, algo que só surge aqui no último ato. No entanto, <i>Jurassic World: Reino Ameaçado </i>segue com os mesmos esforços do filme anterior, levando aquele universo para novos lugares, e garantindo muito entretenimento para a plateia com momentos carregados de tensão e senso de aventura sendo mais honesto em seus deslizes e acertos do que boa parte dos <i>blockbusters </i>que tem feito a cabeça da geração atual.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/u2WuN96DSkY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
</div>
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		<title>Vídeo faz piada com o figurino de Bryce Dallas Howard em Jurassic World</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 16:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Bryce Dallas Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Jurassic Park]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até o presente momento, Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros foi o maior sucesso de público em 2015, ocupando a terceira posição entre os filmes com maior arrecadação na história do cinema (perde apenas para Titanic, em segundo, e Avatar, em primeiro). A despeito do recorde, de todo o clima de nostalgia que o retorno desse universo convoca e da consolidação de Chris Pratt como o astro do momento em Hollywood, um aspecto do longa surge constantemente como pauta quando discutimos o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/bryce_dallas_howard_71978.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/bryce_dallas_howard_71978.jpg" alt="bryce_dallas_howard_71978" width="600" height="300" /></a></p>
<p>Até o presente momento, <em><strong>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</strong> </em>foi o maior sucesso de público em 2015, ocupando a terceira posição entre os filmes com maior arrecadação na história do cinema (perde apenas para <em>Titanic</em>, em segundo, e <em>Avatar</em>, em primeiro). A despeito do recorde, de todo o clima de nostalgia que o retorno desse universo convoca e da consolidação de Chris Pratt como o astro do momento em Hollywood, um aspecto do longa surge constantemente como pauta quando discutimos o retorno dos dinos criados por Steven Spielberg ao panteão das franquias cinematográficas: o salto alto da personagem de<strong> Bryce Dallas Howard</strong>, a supervisora do parque Claire Dearing, que mesmo &#8220;mulambenta&#8221;, suja de lama e correndo de um tiranossauro, três velociraptors e do indominus rex preservava intacto um irretocável agulha.</p>
<p>Durante a promoção do filme, Bryce chegou a comentar sobre o assunto em suas entrevistas (acreditem!). A Variety, a atriz disse: &#8220;No começo eu cheguei a ser contra a ideia de usá-los, mas durante um dia das filmagens eu olhei para Colin (Treverrow, diretor do filme) e falei &#8216;Acho que vou continuar com salto'&#8221;. De tão comentado, o assunto virou piada e não podemos esquecer do momento épico em que Chris Pratt, colega de cena de Bryce, correu de salto alto no programa de James Corden (clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=oqwU6SahymQ">aqui </a>para assisti-lo). E a &#8220;zuera&#8221; continua com a divulgação esse mês de um vídeo que promove uma suposta edição da franquia <em>Jurassic Park </em>em DVD na versão <em>high heels </em>(salto alto em inglês). Assista ao vídeo abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_RZi6NCuLbQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros é um daqueles filmes cuja dimensão afetiva está presente na experiência fílmica e até nos permitimos ao relato pessoal em uma crítica ou qualquer outro texto sobre a obra. Não pelo Jurassic World em si, que é um filme repleto de bons momentos e revitaliza de fato uma franquia, coisa que as sequências anteriores de Jurassic Park não conseguem. O afeto em Jurassic World vem pela memória, por todo um legado que o precede e que o filme, para o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2990" aria-describedby="caption-attachment-2990" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/n1l9UFN.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2990 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/n1l9UFN-620x318.jpg" alt="n1l9UFN" width="620" height="318" /></a><figcaption id="caption-attachment-2990" class="wp-caption-text">Revitalização: Novo filme da franquia dá novo ânimo à franquia após as pouco animadoras sequências anteriores.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p><i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros </i>é um daqueles filmes cuja dimensão afetiva está presente na experiência fílmica e até nos permitimos ao relato pessoal em uma crítica ou qualquer outro texto sobre a obra. Não pelo <i>Jurassic World </i>em si, que é um filme repleto de bons momentos e revitaliza de fato uma franquia, coisa que as sequências anteriores de <i>Jurassic Park </i>não conseguem. O afeto em <i>Jurassic World </i>vem pela memória, por todo um legado que o precede e que o filme, para o bem ou para o mal, faz questão de reverenciar.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p> Em 1993, tive uma das maiores experiências cinematográficas da minha vida, assisti por duas vezes no cinema <i>Jurassic Park</i>, de Steven Spielberg. Assim como o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e  Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) ficaram impressionados com a primeira aparição de um braquiossauro, minha geração ficou extasiada com a possibilidade de ver diante dos seus olhos criaturas extintas há milhares de anos atrás, agora vivas em cores, texturas, presença. Vivíamos em uma época na qual os efeitos em CGI não eram tão banalizados no cinema, provavelmente <i>Jurassic Park </i>popularizou o recurso, que daí em diante passou a ser usado não mais para a criação de seres imaginados, como foi o caso de <i>O Exterminador do Futuro 2 </i>ou <i>O Segredo do Abismo</i>, mas também para criaturas reais ou criaturas imaginadas que mimetizavam o real. Além disso, o longa trazia ponderações interessantes sobre a ética na ciência, a relação do homem com os outros seres vivos e até mesmo sua relação com Deus. Enfim, <i>Jurassic Park </i>foi para a minha geração um marco, uma experiência colossal.</p>
<figure id="attachment_2991" aria-describedby="caption-attachment-2991" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic_world_bryce.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2991 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic_world_bryce.jpg" alt="jurassic_world_bryce" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-2991" class="wp-caption-text">Manda-chuva: Personagem de Bryce Dallas Howard é um dos grandes destaques do quarto filme.</figcaption></figure>
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<p>Assim, mesmo que a experiência de ver <i>Jurassic World</i> não possa ser comparada à sensação de assistir a <i>Jurassic Park </i>pela primeira vez em 1993, se você leitor vivenciou aquela época ou de alguma forma foi impactado pela obra original de Steven Spielberg, é impossível não sentir os pêlos do braço arrepiarem ao ouvir novamente a trilha tema do filme original composta por John Williams quando os garotos Zach e Gray adentram no parque (sim, aquele que na nossa infância ou adolescência era só um projeto de um &#8220;velho maluco&#8221;), agora chamado de Jurassic World. As portas do parque estão finalmente abertas. Isso não é maravilhoso?</p>
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<p>Em <i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</i> o sonho de John Hammond torna-se realidade e na Ilha Nublar dinossauros são atrações para vários visitantes que circulam pelo complexo em busca de diversão. Zach e Gray vão para lá em busca não apenas de diversão, mas de momentos mais íntimos com sua tia Claire (Bryce Dallas Howard), atual responsável pela atração, que não vêem há anos. Tudo foge de controle de Claire quando uma espécie de dinossauro geneticamente modificada, o indominus rex, escapa do seu &#8220;cercado&#8221; e invade outras zonas do parque colocando em risco a vida de outras espécies de dinossauros, funcionários e visitantes. Para controlar o animal, a administradora da atração conta com a ajuda de um &#8220;adestrador&#8221; de velociraptors chamado Owen (Chris Pratt).</p>
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<p><i>Jurassic World </i>sabe que está à sombra do seu antecessor. Esta tentativa de revitalização da franquia após dois filmes pouco expressivos, <i>Jurassic Park &#8211; O Mundo Perdido </i>(1997) e <i>Jurassic Park 3 </i>(2001), dirigida por Colin Trevorrow (<i>Sem Segurança Nenhuma</i>), tem plena consciência de que paira sobre si todo um legado deixado por Steven Spielberg em <i>Jurassic Park</i> Esta noção é um dos grandes trunfos de <i>Jurassic World</i>, mas talvez um dos seus maiores tropeços também. É um aspecto positivo pois permitiu que a equipe de Trevorrow ficasse mais alerta e se esforçasse mais para criar novos elementos de interesse para o público e melhores ganchos na trama, estratégias que tirassem <i>Jurassic World </i>das repetitivas motivações dos filmes anteriores da franquia que sucederam <i>Jurassic Park e </i>que simplificaram suas motivações com o plot &#8220;humanos correndo de dinossauros&#8221;<i>.  </i>Nesse sentido, a própria concretização do parque de John Hammond, assim como a tentativa de utilização de dinossauros como armas de guerra, a &#8220;domesticação&#8221; dos velociraptors e principalmente a concepção de uma espécie geneticamente modificada, o indominus rex, são ideias muito bem-vindas e atestam o esforço da &#8220;não repetição&#8221; por parte de Trevorrow e cia.</p>
<figure id="attachment_2992" aria-describedby="caption-attachment-2992" style="width: 599px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2992 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard.jpg" alt="jurassic-world-still-with-chris-pratt-and-bryce-dallas-howard" width="599" height="337" /></a><figcaption id="caption-attachment-2992" class="wp-caption-text">Referências: A reverência ao filme de 1993 é constante durante toda a projeção.</figcaption></figure>
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<p>No entanto, <i>Jurassic World </i>acaba se apresentando à plateia como um longa excessivamente referencial, prestando sempre reverência ao filme de 1993 com a realização de sequências parecidas com a do filme de Spielberg (a entrada no parque, o ataque do indominus rex ao veículo das crianças, a sequência final envolvendo o confronto entre os dinossauros) e até mesmo a inserção de personagens que exercem funções parecidas com àquelas exercidas pelos protagonistas do primeiro filme da franquia. Por esta via, a ciência de que faz parte de um grande legado parece paralizar <i>Jurassic World </i>, fazendo com que o mesmo ímpeto que trouxe para o longa alguns dos elementos mais inventivos da série desde o filme de 1993 também seja responsável por travá-lo diante do seu antecessor, não permitindo que ele percorra caminhos mais ambiciosos do que ele potencialmente poderia seguir.</p>
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<p>Esta tensão entre o potencial reinventivo da franquia que o filme apresenta e a excessiva reverência dele ao passado torna <i>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros </i>um exemplar bem mais interessante que as continuações de <i>Jurassic Park, </i>mas não isento de falhas. Trata-se de um filme que não consegue se desapegar do seu passado, ainda que apresente inúmeras vias temáticas que expandem o universo concebido por Steven Spielberg em 1993. A aposta ousada do longa original é substituída por um tímido potencial em <i>Jurassic World</i>. Talvez <i>Jurassic World </i>seja resultado da recepção nada positiva de <i>O Mundo Perdido </i>e <i>Jurassic Park 3. </i>O longa reinventa determinados elementos da série cinematográfica, mas prefere não arriscar tanto e aposta no seu potencial nostálgico, o que só evidencia que apenas <i>Jurassic Park</i> continua irretocável. <i>Jurassic World</i> ocupa um segundo lugar do podium.</p>
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<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-o-mundo-dos-dinossauros/">Crítica: Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>5 cenas que fizeram de Jurassic Park o evento cinematográfico da década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 21:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic Park]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic World]]></category>
		<category><![CDATA[Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Spielberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia desta semana no circuito, Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros nos faz retornar a 1993 e lembrar do tempo em que Steven Spielberg fez história no cinema ao trazer à vida, em uma mistura de técnicas avançadas de computação gráfica e robótica, os dinossauros, criaturas que até então só tínhamos uma vaga noção de como eram através de fósseis de museus. Aproveitando a ocasião, selecionamos alguns dos momentos mais marcantes de Jurassic Park para vocês: # 05. Ética e ciência: os desígnios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia desta semana no circuito, <em><strong>Jurassic World &#8211; O Mundo dos Dinossauros</strong> </em>nos faz retornar a 1993 e lembrar do tempo em que Steven Spielberg fez história no cinema ao trazer à vida, em uma mistura de técnicas avançadas de computação gráfica e robótica, os dinossauros, criaturas que até então só tínhamos uma vaga noção de como eram através de fósseis de museus. Aproveitando a ocasião, selecionamos alguns dos momentos mais marcantes de <em>Jurassic Park </em>para vocês:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2950" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/JurassicPark_134Pyxurz-1024x745-620x376.jpg" alt="JurassicPark_134Pyxurz-1024x745" width="620" height="376" /></p>
<p><strong># 05. Ética e ciência: os desígnios da natureza</strong></p>
<p>Apesar de <em>Jurassic Park </em>ser em sua essência uma grande aventura escapista, o filme de Steven Spielberg fazia interessantes reflexões sobre a ética na ciência e, consequentemente, os limites da ação humana, sua relação com a natureza (equilíbrio X dominação) e com Deus. Existem diversas cenas nas quais Dr. Alan Grant (Sam Neill), Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) e Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) questionam John Hammond (Richard Attenborough) sobre o parque jurássico. Uma das mais emblemáticas ocorre no terceiro ato do filme quando Hammond faz uma espécie de inventário da sua experiência mal-sucedida com o Jurassic Park e é recriminado por Ellie Sattler:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KQ2OxVzleaE" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-park-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2966" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassic-park-2-620x340.jpg" alt="jurassic-park-2" width="620" height="340" /></a></p>
<p><strong># 04. O sublime braquiossauro</strong></p>
<p>Uma das cenas mais memoráveis de <em>Jurassic Park </em>envolve a primeira aparição de um dinossauro aos nossos olhos e aos olhos dos seus protagonistas. Testemunhamos maravilhados, assim como Alan Grant e Ellie Sattler, um braquiossauro caminhar até uma árvore altíssima e se alimentar das suas folhas. O tema musical de <em>Jurassic Park </em>composto por John Williams dá a dimensão da reação dos personagens e traduz a sensação do espectador diante desse milagre da ficção, os dinossauros voltaram à Terra graças ao cinema. Talvez hoje, tecnicamente, a cena seja encarada pelas novas gerações como trivial. Em tempos de <em>Avatar </em>e Discovery Channel, o que é que tem demais vermos um braquiossauro ganhar vida através do CGI? Até 1993, o recurso era pouquíssimo explorado e somente utilizado para criar seres imaginários, como aconteceu em <em>O Exterminador do Futuro 2 </em>ou <em>O Segredo do Abismo</em>. <em>Jurassic Park </em>anunciava uma nova era:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PJlmYh27MHg" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Jurassic-Park_Kitchen2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2967" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Jurassic-Park_Kitchen2-620x335.jpg" alt="Jurassic-Park_Kitchen2" width="620" height="335" /></a></p>
<p><b># 03. Os velociraptor caçam na cozinha</b></p>
<p>Entre as várias criaturas de <em>Jurassic Park</em>, talvez uma das mais interessantes sejam os velociraptors. Rápidos, inteligentes e letais, esta espécie foi responsável por fazer-nos ficar na ponta da poltrona temendo pela vida de Tim (Joseph Mazzello) e Lex (Ariana Richards) em uma caçada em plena cozinha do parque. Além de ser uma das cenas mais apavorantes do filme, esta sequência comprova a qualidade do resultado de anos de pesquisa realizada pela equipe do longa junto com paleontólogos. Para a composição do dinossauro, os responsáveis pelo projeto utilizaram movimentos de aves e ruídos de diferentes animais. Todos as espécies de dinossauro do filme passaram pelo mesmo processo, mas esta sequência atesta o êxito deste percurso percorrido por Spielberg e cia.:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dnRxQ3dcaQk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassicpark_trex.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2976" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/jurassicpark_trex-620x348.jpg" alt="jurassicpark_trex" width="620" height="348" /></a></p>
<p># <strong>02.</strong> <b>Confronto final</b></p>
<p>A sequência final que põe tiranossauro rex contra os velociraptors é uma das mais emblemáticas da produção. Dois dos maiores protagonistas de toda a franquia disputam território após Alan, Ellie, Tim e Lex se sentirem encurralados pelos raptors no saguão do centro. Segundo o próprio Spielberg, o tiranossauro só entrou nesta cena após ele perceber durante a filmagem da sequência do ataque do animal aos carros de Tim e Alex que o dinossauro era uma das maiores atrações do longa. Mais incrível que este encontro só mesmo a faixa que cai sobre o tiranossauro após o confronto, &#8220;Quando os dinossauros dominaram a Terra&#8221;:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gTWo9oLJOWk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/18jyfksl1kks0jpg.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-2951" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/18jyfksl1kks0jpg-599x400.jpg" alt="18jyfksl1kks0jpg" width="620" height="414" /></a></p>
<p><strong># 01.  Primeira aparição do tiranossauro</strong></p>
<p>A cabra desaparece. A água no copo começa a criar círculos. As cordas da cerca elétrica são rompidas. Dela surge um gigante, o tiranossauro rex, que entra de vez para a história do cinema com esta sequência eletrizante. O ataque do tiranossauro aos carros de Tim e Lex foi uma das cenas mais trabalhosas de todo o filme, isso porque o dinossauro não foi concebido apenas em CGI, mas também por um robô em dimensão gigantesca que preocupava a equipe de Spielberg, afinal toda a cena foi feita na chuva. O resultado valeu muito a pena:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v5Co3A3fLBo" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/5-cenas-que-fizeram-de-jurassic-park-o-evento-cinematografico-da-decada/">5 cenas que fizeram de Jurassic Park o evento cinematográfico da década</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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