<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Judy Garland - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/judy-garland/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/judy-garland/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2020 23:42:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Judy Garland - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/judy-garland/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Especial: A Filmografia de Judy Garland</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 01:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Agora seremos felizes]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile de Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Especial: A Filmografia de Judy Garland]]></category>
		<category><![CDATA[Judy - Muito além do arco-íris]]></category>
		<category><![CDATA[Judy Garland]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento em Nuremberg]]></category>
		<category><![CDATA[Nasce Uma Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[O Magico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12274</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, flashbacks de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando. Estrelado por Renée Zellweger (Cold Moutain) e dirigido por Rupert Goold (A História Verdadeira), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/">Especial: A Filmografia de Judy Garland</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme <em>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</em> mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, <em>flashbacks</em> de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando.</p>
<p>Estrelado por Renée Zellweger (<em>Cold Moutain</em>) e dirigido por Rupert Goold (<em>A História Verdadeira</em>), o longa tem a dupla como ponto alto da produção. Zellweger quase desaparece na personagem, deixando a sensação de que quem está em cena é a própria Garland, mas, ainda assim, não há uma representação ou mimese aqui. Claramente, é a Judy da Renée. Até alguns trejeitos da intérprete surgem em alguns instantes, levemente. A direção de Goold é cuidadosa e sensível, conseguindo transmitir o que eles gostariam de passar que a protagonista estava sentindo em cada cena, principalmente nas sequências dos shows.</p>
<p>A personagem principal, vivida por Renéé, foi uma atriz extremamente importante para o cinema hollywoodiano, não apenas na parte rentável, como no legado artístico que a própria deixou. Atuando, cantando e dançando em musicais ou performando caracterizações em dramas “oscarizados”, Garland marcou a história do audiovisual e, pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu as suas produções essenciais.</p>
<p><strong>Confira o Especial: A Filmografia de Judy Garland</strong>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12314" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg" alt="Especial: A Filmografia de Judy Garland" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>5 – Desfile de Páscoa</strong> (1948):</h5>
<p>No final da década de 1940, a MGM reúne Judy Garland e Fred Astaire (<em>Vamos Dançar?</em>) em um musical cheio de cores, canções animadas e figurinos pomposos. As coreografias de Astaire e Charles Walters (<em>Lili</em>) são complexas e envolvem, em sua maioria, um grande número de pessoas. Mas, são nas danças mais íntimas, por assim dizer, que envolvem Judy e Fred, que o filme cresce. Ambos atores possuem em suas interpretações um jeito um tanto sapeca e descontraído. A dinâmica da dupla funciona bastante neste sentido da sintonia e a química cresce bastante por eles possuírem uma vibração semelhante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12316" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg" alt="Julgamento em Nuremberg" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Julgamento em Nuremberg (1961):</strong></h5>
<p>Todas as características clássicas da atuação Judy Garland somem neste filme de Stanley Kramer (A<em>divinhe Quem Veio Para Jantar</em>). Judy imprimia uma graça e leveza em seus musicais. Aqui, a sua Irene Hoffman é contida, porém desesperada. O seu trabalho de corpo é notável.  A intérprete parece desejar passar todo o peso, lamento e ansiedade em sua postura tesa e voz quase esganiçada. A sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante, em 1962.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12311" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg" alt="Nasce uma Estrela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Nasce uma Estrela (1954):</strong></h5>
<p>Muito antes do “<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Shallow Now</em></a>”, Hollywood realizou três versões de Nasce uma Estrela. O primeiro filme a ser um musical foi o estrelado por Judy Garland e ainda em <em>Technicolor</em> e tudo! Além de conseguir passar emoções que a personagem sentia através das canções, Garland demonstra versatilidade e progressão em sua construção. É possível notar como sua Vicki Lester vai amadurecendo e sentindo o impacto tanto da sua fama, quanto da queda de seu marido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12312" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg" alt="Agora Seremos Felizes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Agora Seremos Felizes (1944):</strong></h5>
<p>Dirigida por Vincent Minnelli (Gigi), Judy Garland performa aqui um de seus papéis mais icônicos. O tom que a atriz coloca para a Esther Smith é a sua marca registrada. Vibrante, numa mescla entre timidez e leveza, com sarcasmo e brincadeira, ela equilibra juventude e melancolia, fazendo com que um musical um tanto frívolo tenha mais personalidade e força, desde o início da projeção. Depois, Garland faz uma transição de idade de Esther e coloca em sua atuação não apenas certos traços de conformidade da idade, como a serenidade e a decepção. Contudo, ela não perde o ar meio taciturno, meio alegre que escolheu imprimir no papel. No longa, também tem Judy cantando clássicos como &#8220;Trolley Song&#8221; e &#8220;Have Yourself a Merry Little Christmas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg" alt="O Mágico de Oz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – O Mágico de Oz (1939):</strong></h5>
<p>&#8220;There is no place like home!!!&#8221; O primeiro filme da lista, não poderia faltar no <em>Especial: A Filmografia de Judy Garland</em>, justamente porque foi a produção que, definitiva e efetivamente, colocou Judy Garland no mapa. A sua Dorthy virou um símbolo do cinema estadunidense e representa uma das personalidades que os estúdios da época queriam: o da garota da casa ao lado. A mistura de suavidade e coragem é o traço mais forte da construção feita por Garland.</p>
<p>No auge dos seus 17 anos, o resultado de seu trabalho parece mais intuitivo do que planejado. Ainda assim, a interpretação de Judy é repleta de camadas e, talvez, vá além do que a MGM conseguia enxergar em 1939. A intérprete possuía uma força que transbordava a tela, deixando ela ser maior do que uma menina obediente, que a sociedade parece aceitar com bastante tranquilidade. Aqui também foi onde ela cantou, pela primeira vez, a clássica canção &#8220;Somewhere Over the Rainbow&#8221;.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/">Especial: A Filmografia de Judy Garland</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
