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	<title>Arquivos Joy - O Nome do Sucesso - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Joy - O Nome do Sucesso - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>A carreira de Jennifer Lawrence – De Tributo à Matriarca Bilionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2016 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Inverno da Alma]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Vorazes]]></category>
		<category><![CDATA[Joy - O Nome do Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[O Lado Bom da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Trapaça]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men: Primeira Classe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz Jennifer Lawrence, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em Joy &#8211; O Nome do Sucesso. Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como Monk e Company Town. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz <strong>Jennifer Lawrence</strong>, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>.</p>
<p>Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como <em>Monk</em> e <em>Company Town</em>. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público intitulado <em>The Big Engvall Show</em>. O programa ficou no ar por dois anos e foi a primeira personagem de destaque da artista.</p>
<p>O próximo papel que Lawrence faria seria Ree, em <em>Inverno da Alma</em> (Winter’s Bone, 2010). A interpretação lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar, em 2011, e é considerada por alguns críticos como uma das melhores interpretações de sua carreira. Naquele ano, o prêmio ainda não foi seu. A estatueta foi para Natalie Portman, por <em>Cisne Negro</em>.</p>
<p>Depois da indicação, a atriz bombou nas telonas, mesclando participações em sucessos de público e filmes prestigiados pela crítica. No que diz respeito aos<em> blockbusters</em>, Jennifer têm dois longas importantes: a nova trilogia <em>X-Men</em> e a saga <em>Jogos Vorazes</em>. No primeiro, ela interpreta a já conhecida personagem Mística. Porém, diferentemente de Rebecca Romijn (<em>X-Men,</em> 2000-2006), na encarnação da atriz a sensualidade não é o único elemento explorado na &#8220;vilã&#8221;.</p>
<figure id="attachment_4678" aria-describedby="caption-attachment-4678" style="width: 760px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4678 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Jennifer-Lawrence-as-Mystique-580x400.jpg" alt="Jennifer-Lawrence-as-Mystique" width="760" height="448" /><figcaption id="caption-attachment-4678" class="wp-caption-text">Vilã ou mocinha: Mística de Lawrence possibilitou ao público conhecer as camadas da personagem que inicialmente tornou-se célebre na versão da atriz Rebecca Romijn.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lawrence trouxe diversas camadas para a personagem, fazendo uma Mística &#8211; também conhecida como Raven Darkhome &#8211; sem muitos maniqueísmos, demonstrando inseguranças, balanceando o peso e a leveza na interpretação. Essas características a humanizam, deixando o público mais próximo da Raven do que da sua figura de Mutante do passado. A atriz tem força em cena e possui uma grande química com os dois principais parceiros de cena: James McAvoy (Professor Xavier) e Michael Fassbender (Magneto). É quase impossível não <em>shippar</em> Mística com os dois, principalmente em <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em> (2011).</p>
<figure id="attachment_4679" aria-describedby="caption-attachment-4679" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4679 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence-552x400.jpg" alt="SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence" width="552" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4679" class="wp-caption-text">Triângulo: Lawrence ao lado dos seus parceiros de cena em Jogos Vorazes em apresentação do filme na Comic Con. Da esquerda para a direita, Liam Hemsworth, Josh Hutcherson e Lawrence.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro longa com múltiplos <em>ships</em> de uma personagem da Jennifer é <em>Jogos Vorazes</em>, no qual a intérprete faz Katniss Everdeen. Os fãs se dividiam entre torcedores de Peeta Mellark (Josh Hutcherson), de Gale Hawthorne (Liam Hemsworth) e Finnick Odair (Sam Claflin). A película foi um estrondoso sucesso de público, com destaque para <em>Em Chamas</em> (2013), que arrecadou quase 900 milhões de dólares, mundialmente, durante seu tempo de exibição nos cinemas.</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="http://rainhadobaille.files.wordpress.com/2013/02/o-lado-bom-da-vida-pipoca-cafe-e-cinema.jpg" alt="" width="600" height="316" /><figcaption class="wp-caption-text">Parceria duradoura: O Lado Bom da Vida foi o primeiro filme protagonizado pela atriz ao lado de Bradley Cooper e sob a batuta de David O.Russell, os demais seriam Trapaça e Joy &#8211; O Nome do Sucesso.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, Jennifer Lawrence não fica apenas nos filmes <em>blockbusters</em>. Com <em>O Lado Bom da Vida</em> (2012),<em> Trapaça</em> (2013) e <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em> (2015), a atriz foi todas as três vezes ao Oscar e ganhou uma estatueta na edição de 2013 do prêmio. Além da Academia, a intérprete recebeu diversos outros prêmios, como Globo de Ouro e SAG Awards. Apesar de todas essas películas serem comandadas pelo mesmo cineasta, David O. Russell, Lawrence demonstrou uma versatilidade em sua atuação nesses papéis.</p>
<p>Seja em longas de ação, drama ou aventura, Jennifer Lawrence se tornou um nome importante em Hollywood, conquistando o coração do público, dos críticos e da Academia. As suas próximas estreias são <em>X-Men: Apocalipse</em>, em maio desse ano, e <em>Passengers</em>, ao lado de Chris Pratt, previsto para dezembro. Com o gancho da indicação da moça ao Oscar 2016 por <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>, o Coisa de Cinéfilo traz um perfil de duas de suas personagens: Katniss Everdeen e Joy Mangano.</p>
<p>Qual a sua preferida?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5b/Katniss_Everdeen.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Katniss Everdeen</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong>Jogos<em> Vorazes </em>(2012); <em>Jogos Vorazes &#8211; Em Chamas </em>(2013); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 </em>(2014); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 2 </em>(2015)</p>
<p>Personagem vinda da trilogia de livros <em>Jogos Vorazes</em>, Katniss Everdeen é o Tributo mais amado e odiado da narrativa. Pertencente ao Distrito 12, a menina se sacrifica para proteger sua irmã, se voluntariando para participar da 74ª edição dos Jogos, criados pelo vilão Snow (Donald Sutherland), presidente da Capital. Ao lado do seu parceiro, o padeiro Peeta Mellark (Josh Hutcherson), ela passa por muitos sufocos, batalhas, sofrimentos e indecisões amorosas durante a saga.</p>
<p><strong>Pontos positivos</strong> <strong>da personagem: </strong>Guerreira, corajosa, inteligente, sagaz, honesta, protetora, madura, sensível.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem: </strong>Teimosa, arrogante, impulsiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://www.acontece.com/cache/acontece_magazine_20151222_cinema-10_images_thumb_large740_0.jpg" alt="" width="579" height="311" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Joy Mangano</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong><em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </em>(2015)</p>
<p>A personagem interpretada por Lawrence nesse terceiro filme da atriz com David O.Russell foi baseado na inventora Joy Mangano, que construiu um império bilionário por meio de suas criações. No filme, o público tem contato com passagens breves da infância da moça, pulando para sua na fase adulta, na qual ela luta para não cair na mediocridade e alcançar seus sonhos. Com produtos criados para facilitar o cotidiano doméstico, Joy, com muito carisma e personalidade, trilha o caminho de seus sonhos. Mas, claro, antes de tudo isso, a garota precisou lidar com os problemas familiares, os parceiros desonestos e muitas dúvidas que passavam por sua cabeça. Por esse papel, Jennifer Lawrence com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia Musical e é indicada ao Oscar 2016 na categoria Melhor Atriz.</p>
<p><strong>Pontos positivos da personagem:</strong> Honesta, dedicada, inteligente, engraçada, carismática.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem:</strong> Insegurança.</p>
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		<title>Estreias da Semana: 21 a 27 de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2016 18:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A 5ª Onda]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãs]]></category>
		<category><![CDATA[Joy - O Nome do Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Reza A Lenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem filme para todos os gostos neste fim de semana! A 5ª Onda é uma ficção científica adolescente que promete ser o mais novo blockbuster do momento. Tem o nacional Reza a Lenda com Cauã Reymond e Sophie Charlotte. Tem também a comédia Irmãs, com a super dupla Tina Fey e Amy Poehler. Fechando a semana, temos Joy: O Nome do Sucesso que rendeu a Jennifer Lawrence mais indicações ao Oscar e Globo de Ouro. Confira as sinopses e trailers [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem filme para todos os gostos neste fim de semana! A 5ª Onda é uma ficção científica adolescente que promete ser o mais novo blockbuster do momento. Tem o nacional Reza a Lenda com Cauã Reymond e Sophie Charlotte. Tem também a comédia Irmãs, com a super dupla Tina Fey e Amy Poehler. Fechando a semana, temos Joy: O Nome do Sucesso que rendeu a Jennifer Lawrence mais indicações ao Oscar e Globo de Ouro. Confira as sinopses e trailers abaixo!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4430" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/A-5ª-Onda-09.jpg" alt="A-5ª-Onda-09" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A 5ª Onda</strong><br />
<strong> Direção:</strong> J Blakeson<br />
<strong>Elenco:</strong> Chloë Grace Moretz, Nick Robinson, Alex Roe</p>
<p>No novo filme A 5ª Onda, quatro ondas consecutivas de ataques cada vez mais mortais dizimaram boa parte do planeta Terra. Vivendo em um ambiente de medo e desconfiança, Cassie (Chloë Grace Moretz) está em uma corrida desesperada na tentativa de salvar seu irmão menor. Enquanto ela se prepara para a inevitável e letal quinta onda, Cassie se alia à um jovem rapaz que pode ser sua esperança final &#8211; se ao menos ela pudesse confiar nele.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DxCntPIs38U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4431" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Reza a Lenda</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Homero Olivetto<br />
<strong>Elenco:</strong> Cauã Reymond, Sophie Charlotte, Luisa Arraes</p>
<p>Em uma terra sem lei, a sorte favorece apenas os mais fortes e corajosos. Ara (Cauã Reymond), um homem de ação e poucas palavras, é o líder de um bando de motoqueiros armados que acredita em uma antiga lenda capaz de devolver justiça e liberdade ao povo da região. Quando realizam um ousado roubo, acabam despertando a fúria do poderoso Tenório (Humberto Martins). Agora, Tenório vai concentrar todas as suas forças em uma perseguição para destruir o bando de Ara e recuperar aquilo que acredita ser seu por direito. Durante a perseguição, a jovem Laura (Luisa Arraes) é resgatada de um acidente e tem que seguir o bando contra a sua vontade, despertando ciúmes em Severina (Sophie Charlotte), companheira de Ara.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eHi-lmQTkwI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4432" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/JenniferLawrence.jpg" alt="JenniferLawrence" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Joy: O Nome do Sucesso</strong><br />
<strong> Direção:</strong> David O. Russell<br />
<strong>Elenco:</strong> Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Bradley Cooper</p>
<p>Inspirado em uma história real, o filme mostra a emocionante jornada de uma mulher que é ferozmente determinada a manter sua excêntrica e disfuncional família unida em face da aparentemente insuperável probabilidade. Motivada pela necessidade, engenhosidade e pelo sonho de uma vida, Joy triunfa como a fundadora e matriarca de um bilionário império, transformando sua vida e a de sua família.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jbiMQqKGTxY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4433" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/maxresdefault-1.jpg" alt="maxresdefault-1" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Irmãs</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Jason Moore<br />
<strong>Elenco:</strong> Tina Fey, Amy Poehler, Maya Rudolph</p>
<p>As irmãs Maura Ellis (Amy Poehler) e Kate Ellis (Tina Fey) sempre foram muito diferentes: enquanto a primeira é conhecida por ser responsável e ajudar os outros, a segunda é especialista em perder empregos e namorados, o que deixa a sua filha adolescente furiosa. Quando as duas descobrem que a casa da infância será vendida pelos pais, elas decidem dar uma última festa, e aproveitar tudo que não puderam fazer no local quando eram mais novas. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GJXpZvTYPUg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Joy &#8211; O Nome do Sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 23:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Ladd]]></category>
		<category><![CDATA[Édgar Ramírez]]></category>
		<category><![CDATA[Isabella Rossellini]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Joy - O Nome do Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Robert DeNiro]]></category>
		<category><![CDATA[Virginia Madsen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando começou sua carreira nos anos de 1990 com filmes como Procurando Encrenca ou Três Reis, David O. Russell não dava sinais do tipo de diretor que se tornaria com títulos como O Vencedor, O Lado bom da Vida e Trapaça, longas que lhe renderam três indicações quase que consecutivas ao Oscar de melhor filme e melhor diretor. Naquela época, O. Russell tratava-se &#8220;apenas&#8221; de uma promessa do circuito indie que começava a cair nas graças da crítica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4401" aria-describedby="caption-attachment-4401" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4401 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hoy2-1024x475-620x319.jpg" alt="hoy2-1024x475" width="620" height="319" /><figcaption id="caption-attachment-4401" class="wp-caption-text">Família disfuncional: Como é tradicional dos filmes de David O.Russell núcleo familiar de Joy é um dos enfoques do realizador</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando começou sua carreira nos anos de 1990 com filmes como <i>Procurando Encrenca </i>ou <i>Três Reis</i>, David O. Russell não dava sinais do tipo de diretor que se tornaria com títulos como <i>O Vencedor</i>, <i>O Lado bom da Vida </i>e <i>Trapaça</i>, longas que lhe renderam três indicações quase que consecutivas ao Oscar de melhor filme e melhor diretor. Naquela época, O. Russell tratava-se &#8220;apenas&#8221; de uma promessa do circuito <i>indie </i>que começava a cair nas graças da crítica e chamar a atenção da mídia especializada pelo seu temperamento forte e por suas constantes discussões com seus atores nos sets dos seus longas, como aquela que protagonizou com George Clooney em <i>Três Reis </i>e a mais famosa com Lily Tomlin em <i>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</i>. Desde que começou a seguir um certo tipo de fórmula que tem agradado os votantes do Oscar, os filmes do O. Russell parecem não ser mais os mesmos, mas também adquiriram uma estranha constância nas suas estruturas e apresentações de narrativas e personagens. O mais novo título dessa safra do realizador, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</i>, contudo, parece não ter agradado tanto a Academia quanto os filmes anteriores do diretor, tanto que dele apenas a sua protagonista mereceu uma indicação ao prêmio. A exclusão é merecida, mas não podemos deixar de mencionar que <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>apresenta na sua estrutura e abordagem narrativa riscos muito maiores que os títulos anteriores do diretor.</p>
<figure id="attachment_4403" aria-describedby="caption-attachment-4403" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4403 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/joy-02-620x298.jpg" alt="joy-02" width="620" height="298" /><figcaption id="caption-attachment-4403" class="wp-caption-text">Parceiros habituais: Em seu novo longa, O.Russell volta a trabalhar com antigos colaboradores como Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert DeNiro</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>No longa, Jennifer Lawrence, que ganhou o Oscar de melhor atriz com <i>O Lado bom da Vida</i>, dirigido por O. Russell, e também esteve em <i>Trapaça</i>, interpreta Joy, uma jovem mãe de dois filhos divorciada que assume a responsabilidade de dar suporte para a sua grande e complicada família, mas que encontra-se em uma fase da vida na qual faz um balanço a respeito daquilo que ela esperava ser quando se tornasse adulta e a mulher que ela é de fato. Em meio a essa crise pessoal, Joy inventa um utensílio de limpeza doméstica que pode tirar ela e a sua família de alguns problemas financeiros, tornando-se o nome central de um negócio que viria a ser extremamente lucrativo no futuro.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>David O. Russell adorar trazer como centro das suas histórias famílias disfuncionais formadas por diversos personagens, por vezes, reunidos em um mesmo ambiente. O olhar de O.Russell para esses núcleos familiares é sempre muito forte em seus filmes, foi assim em <i>O Vencedor</i>, em <i>O Lado bom da Vida </i>e isso se repete em <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</i>. Porém, se em dada medida, isso era bem administrado pelo diretor nos outros dois filmes, aqui tudo fica um pouco disperso. Parece muito claro que o filme é de Jennifer Lawrence e do grande feito da sua personagem e são nos momentos em que o realizador centra sua narrativa em Joy que o longa tem os seus melhores momentos. Ao tentar suprir a demanda da apresentação dos familiares da protagonista e suas dinâmicas com ela, tudo fica um tanto quanto disperso, e a centralidade de Joy nesse núcleo disfuncional parece ser &#8220;engolida&#8221; por uma série de personagens que, se parecem interessantes ao próprio filme conferindo um certo humor à história, tem um tempo de cena escasso o suficiente para fazer com que o espectador compreenda muito pouco sobre eles. O caso mais emblemático é o da personagem de Diane Ladd, intérprete da avó de Joy, uma personagem cuja importância é sempre sublinhada pelo longa, mas cujo laço com a protagonista, factualmente, é pouco trabalhado na obra. Quanto aos demais, interpretados por atores do calibre de Robert DeNiro, Virginia Madsen e Édgar Ramirez, tem todos os seus momentos, mas na ânsia de suprir todos eles o diretor acaba não conseguindo desenvolver substancialmente nenhum. Uma pena, pois é através deles e dos seus respectivos laços com Joy que dimensionamos de fato o lugar e a importância dessa personagem nesse núcleo familiar, algo que é dito com frequência ao longo do filme, mas cuja extensão jamais é sentida pelo público.</p>
</div>
<figure id="attachment_4402" aria-describedby="caption-attachment-4402" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4402 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/jennifer-lawrence-channels-joy-mangano-in-joy-teaser-trailer.jpg" alt="jennifer-lawrence-channels-joy-mangano-in-joy-teaser-trailer" width="600" height="325" /><figcaption id="caption-attachment-4402" class="wp-caption-text">Estrela: Jennifer Lawrence é a grande atração do filme na pele de Joy</figcaption></figure>
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<p>Há ainda em <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>o mérito de querer transformar uma história real com mensagens motivacionais e personagens inspiradoras em uma narrativa que fuja dos recursos convencionais a esse tipo de história. Portanto, nada de trilhas grandiloquentes, narrativa linear, muitos picos dramáticos&#8230; O filme de David O. Russell procura se distanciar do lugar comum, o que é particularmente muito bom e interessante. É uma pena que o diretor esgarce sua narrativa a tal ponto que em dado momento fica difícil entender exatamente onde ele quer chegar com a história de Joy. De irretocável mesmo, só a ótima interpretação de Jennifer Lawrence, que se está longe de ter um desempenho tão formidável quanto aquele que a revelou para os holofotes de Hollywood em <i>Inverno da Alma </i>em 2010, pelo menos está magnética e consegue modular com destreza todos os caminhos percorridos por sua personagem ao longo do filme.</p>
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<p>Ao querer transformar a trajetória edificante da sua protagonista em um longa que foge da abordagem comumente conferida a narrativas baseadas em fatos reais, David O.Russell acaba transformando o seu filme em uma &#8220;faca de dois gumes&#8221;: Se por um lado é louvável que o diretor proponha um modo diferente de contar um modelo de história com propósitos e caminhos largamente conhecidos pelo grande público, por outro, o resultado não parece plenamente satisfatório, afinal, na ânsia de ser muito mais do que ele é, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>acaba mostrando-se como um filme de narrativa relativamente frouxa. Um pouquinho mais ousado do que o que o realizador mostrou em filmes como <i>Trapaça</i>, <i>O Lado bom da Vida </i>e <i>O Vencedor</i>, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>é um filme que percorreu formatos e caminhos interessantes, mas cujo resultado &#8211; que está longe do fiasco cinematográfico, diga-se de passagem &#8211; não chega a impressionar.</p>
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