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	<title>Arquivos Josef Hader - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A História da Minha Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 20:34:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado na década de 1980, o romance A História de Minha Esposa: As Reminiscências do Capitão Sorr foi escrito pelo húngaro Milan Fust e causou um certo alvoroço ao narrar a jornada introspectiva do seu protagonista, um marinheiro que faz um inventário de sua complicada vida amorosa. A adaptação desse romance ficou a cargo da cineasta húngara Ildikó Enyedi, que anos atrás trouxe para as telas o drama Corpo e Alma (2017), indicado ao Oscar de melhor longa internacional e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado na década de 1980, o romance A História de Minha Esposa: As Reminiscências do Capitão Sorr foi escrito pelo húngaro Milan Fust e causou um certo alvoroço ao narrar a jornada introspectiva do seu protagonista, um marinheiro que faz um inventário de sua complicada vida amorosa. A adaptação desse romance ficou a cargo da cineasta húngara Ildikó Enyedi, que anos atrás trouxe para as telas o drama <em>Corpo e Alma</em> (2017), indicado ao Oscar de melhor longa internacional e vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim.</p>
<p>A adaptação de Enyedi é intitulada <strong><em>A História da Minha Mulher</em> </strong>e mantém algumas das características notórias do seu romance, como a recusa de muitas vezes ceder a qualquer linearidade narrativa e seu compromisso de se debruçar sobre uma análise psicológica profunda nos desejos amorosos dos seus protagonistas. Como resultado, na tela, o espectador acompanhará o jogo de provocações estabelecido entre o Capitão Sorr (de Gijs Naber, de filmes como A Espiã de Paul Verhoeven) e sua jovem esposa Lizzy, interpretada por Léa Seydoux (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><em>007 &#8211; Sem Tempo Para Morrer</em></a>).</p>
<p>Falado totalmente em língua inglesa, possivelmente uma estratégia para facilitar a &#8220;vida comercial&#8221; do longa, <strong><em>A História da Minha Mulher</em> </strong>é beneficiado pela direção elegante de Ildikó Enyedi, que a despeito da escolha do idioma, recusa mastigar seu já complexo material-base para o espectador. Enyedi faz um filme atento ao potencial dos seus registros visuais na composição da psicologia atormentada do seu protagonista e em momento algum julga os passos da sua personagem feminina principal. Os momentos mais inspirados da diretora são quando ela contrapõe cenários vastos e o silêncio que eles trazem com a melancolia do seu protagonista masculino.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16794" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/0561828.jpg" alt="A História da Minha Mulher" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/0561828.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/0561828-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/0561828-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/0561828-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A diretora conta com uma dupla de atores muito comprometida em cena. Quando compartilham o mesmo cenário, Gijs Naber e Léa Seydoux sabem aproveitar as potencialidades um do outro e usá-las em benefício da própria construção que cada um deles faz dos seus próprios personagens. O jogo de cena de Naber e Seydoux é marcado por muita tensão e por dubiedades que colocam em crise qualquer crença cristalizada a respeito de temas como a monogamia, o amor e a sexualidade. O filme ainda conta com uma participação de Louis Garrel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>) como uma potencial terceiro elemento nessa trama amorosa, mas a despeito da presença interessante, ele não se destaca tanto quanto os protagonistas desta história.</p>
<p><strong><em>A História da Minha Mulher</em> </strong>é menos explosivo que o trabalho anterior da sua realizadora, mas não menos sintomático do seu talento para tecer histórias complexas e observar os meandros psicológicos da jornada dos seus protagonistas. Ildikó Enyedi mantém as rédeas desta adaptação com muita segurança e confia plenamente na sua competente dupla principal. Se não chega a ser memorável, o resultado de <em>A História da Minha Mulher</em> ao menos é contundente e confirma a habilidade da sua cineasta para tecer histórias com esse tipo de abordagem.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ildiko Enyedi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Léa Seydoux, Gijs Naber, Louis Garrel, Sergio Rubini, Jasmine Trinca, Luna Wedler, Josef Hader, Ulrich Matthes</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/M9hApfvLhZw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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