<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos John Magaro - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-magaro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-magaro/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Mar 2026 06:39:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos John Magaro - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-magaro/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica A Noiva!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noiva-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noiva-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 06:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Annette Bening]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[First Love Films]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Gyllenhaal]]></category>
		<category><![CDATA[Jeannie Berlin]]></category>
		<category><![CDATA[Jessie Buckley]]></category>
		<category><![CDATA[John Magaro]]></category>
		<category><![CDATA[Maggie Gyllenhaal]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew Maher]]></category>
		<category><![CDATA[Penélope Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Sarsgaard]]></category>
		<category><![CDATA[The Bride!]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Zlatko Buric]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20501</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reinvenção é sempre um desafio. Nas artes, especialmente na literatura e no cinema, quando essa proposta envolve um clássico, tudo se torna ainda mais espinhoso. Logo, a coragem para mergulhar de cabeça num projeto que tem como mote recontar uma história conhecida pelo público é um caminho que poucos escolhem seguir, mas Maggie Gyllenhaal (A Filha Perdida, de 2021) parece não se importar com os percalços do trajeto. A atriz, roteirista e diretora traz aos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noiva-2/">Crítica A Noiva!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reinvenção é sempre um desafio. Nas artes, especialmente na literatura e no cinema, quando essa proposta envolve um clássico, tudo se torna ainda mais espinhoso. Logo, a coragem para mergulhar de cabeça num projeto que tem como mote recontar uma história conhecida pelo público é um caminho que poucos escolhem seguir, mas Maggie Gyllenhaal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-filha-perdida-netflix/"><em>A Filha Perdida</em></a>, de 2021) parece não se importar com os percalços do trajeto. A atriz, roteirista e diretora traz aos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira (5), sua visão sombria, tortuosa e cheia de vida sobre a mística narrativa de Mary Shelley, intitulada <strong><em>A Noiva!</em></strong>. O longa-metragem escancara uma estética e uma proposta audaciosa que dividirá opiniões, mas, sem sombra de dúvidas, marca a carreira da cineasta.</p>
<p>O segundo longa da diretora leva ao público um delírio criativo que ultrapassa barreiras narrativas e foge de qualquer limitação de gênero. <strong><em>A Noiva! </em></strong>é uma injeção de ânimo nas mesmices seguras dos grandes estúdios de Hollywood. É o cinema reanimando as possibilidades de adaptações sem medo (aparentemente) de se perder. É um delírio primaveril do que poderia ser essa história se uníssemos criador e criatura. E é assim que, com erros e acertos, Gyllenhaal entrega uma versão corajosa, coerente e insana inspirada na história de Shelley, ao mesmo tempo que parece beber diretamente de outros clássicos &#8211; dessa vez do cinema &#8211; como <em>Bonnie e Clyde &#8211; Uma Rajada de Balas (1967)</em>. Não só isso. A coragem de se perder em sua própria loucura torna esse filme uma versão incomparavelmente melhor de um casal de revolucionários insanos do que o segundo <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa-delirio-a-dois/"><em>Coringa &#8211; Delírio a Dois (2024)</em></a> tenta ser &#8211; e falha miseravelmente.</p>
<p>Assinando também o roteiro, Gyllenhaal costura as partes da sua própria criatura, a partir dos restos mortais (e eternos) da obra de Shelley e do longa de James Whale, de 1935. Antes de acionar a voltagem para dar vida ao seu monstro, a cineasta estadunidense molda as engrenagens de sua mais nova obra com ideais modernos que fazem toda a diferença para a trama &#8211; e, principalmente, para que o filme se encaixe na filmografia da diretora. <strong><em>A Noiva! </em></strong>não tem medo do excesso. O sangue, o suor, a bile do labor cinematográfico transbordam em cada cena &#8211; para o bem e para o mal. Com isso, a diretora acaba entregando momentos narrativos ou certos desenvolvimentos de personagens, que deixam a desejar &#8211; como a falta de solidez e clareza do 3º ato.</p>
<p>O problema, no entanto, está no mesmo lugar que é a força do projeto: o excesso. É uma faca de dois gumes. Em momentos, o exagero e os delírios criativos que <em><strong>A Noiva!</strong></em> traz para a narrativa são essenciais e originais, mas logo em seguida pode ter algo que falta uma lapidada. Definitivamente essa não é uma produção &#8211; dentro dos moldes hollywoodianos &#8211; que fugiu dos riscos. As imagens grotescas, os momentos verborrágicos, as estranhezas aparentemente sem propósito. O filme não é uma ode ao livro de Shelley, ele é uma carta aberta ao desafio de criar, ao risco de quem acredita em sua ideia e consegue levá-la adiante.</p>
<figure id="attachment_20506" aria-describedby="caption-attachment-20506" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20506" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg-750x422.jpeg" alt="A Noiva! (2026)" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg-750x422.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg-1536x864.jpeg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg-770x433.jpeg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg-1400x788.jpeg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/A-Noiva-2.jpg.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20506" class="wp-caption-text">Christian Bale e Jessie Buckley em cena de &#8216;A Noiva! (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Apesar dos tropeços, a bravura da cineasta em fazer sua história sair do papel evoca o outro lado do lâmina. É a inebriante confusão do roteiro que permite que Jessie Buckley (<em>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet</em>, de 2025) brilhe. <strong><em>A Noiva!</em></strong> é impactante porque é uma narrativa insana estrelada por uma atriz que sustenta o desafio com maestria. Buckley eleva as cenas, ela transporta o público para essa caótica jornada de anti-heróis. O patamar é outro, especialmente quando ela precisa encarnar a espécie de esquizofrenia possessiva desenhada pelo roteiro de Gyllenhaal. Mias uma vez, a atriz prova que seu alcance de interpretação não tem limites e que o desafio é o que a alimenta.</p>
<p>Outro destaque no longa é Christian Bale (<em>O Pálido Olho Azul</em>, de 2022). Sua versão do monstro de Frankenstein é tocante, sensível e cuidadosa. Como de costume, Bale parece medir cada movimento e trejeito de seu personagem, como parte da sua lógica de construção, mas, num filme como <strong><em>A Noiva!</em></strong>, é preciso abraçar o caos e ele o faz muito bem. Talvez os seus melhores momentos em cena são os de cumplicidade com Buckley durante os grandes delírios da narrativa &#8211; como uma sequência coreografada no 2º ato.</p>
<p>Assim como Bale, Annette Bening (<em>Nyad</em>, de 2023) é outro presente para o espectador. Ver um rosto tão querido e talentoso num projeto voraz e corajoso como esse dá um fôlego a mais. Além, é claro, da presença de Bening aterrar a trama com sua experiência e maestria como atriz. Contudo, Bening também se permite brincar com as nuances que a proposta traz para sua personagem. Ela consegue se equilibrar ao lado de Jessie Buckley para que sua contracena seja coesa e redonda. Com isso, talvez as melhores cenas do filme envolvem os três, em qualquer que seja a combinação de contracena,  <strong><em>A Noiva!</em></strong> dá ao público um frescor ao ter três artistas tão competentes e entregues ao projeto como eles.</p>
<p>Na contramão do trio principal, existe um outro trio no filme, mas seus momentos não são tão felizes como os de Buckley-Bale-Bening. Peter Sarsgaard (<em>Setembro 5</em>, de 2024), Penélope Cruz (<em>Ferrari</em>, de 2023) e Jake Gyllenhaal (<em>Matador de Aluguel</em>, de 2024) estão no hall das estranhezas negativas do longa. Seus personagens não são tão bem desenvolvidos e parecem ter uma condução direção-elenco menos crível que seus colegas de cena &#8211; ainda que eles façam monstros ressuscitados. Há um claro esforço na tentativa de incorporá-los ao máximo à trama, mas isso não chega de forma limpa como deveria. <strong><em>A Noiva!</em></strong> peca por não ser capaz de encaixar seus personagens mais comuns numa narrativa sobre o que não é nada banal.</p>
<p>Fechando o time responsável pelas belas composições imagéticas de Maggie Gyllenhaal estão os departamentos de fotografia e arte. Ambos atuando <span style="font-weight: 400;">em total consonância</span>. Quando necessário, é a arte e a foto que ajudam a tornar tudo ainda mais insano ao mesmo tempo que são capazes de controlar o caos. Acima de tudo, <strong><em>A Noiva!</em></strong>  é uma obra de desafios. Acreditar na ideia, angariar pessoas e financiadores para que o filme aconteça, e orquestrar tudo isso sem perder a sua criatividade é de tirar o chapéu, especialmente quando lembramos que esse é apenas o segundo longa-metragem da carreira de Gyllenhaal como diretora. Dividindo ou não opiniões, é imprescindível entender que colocar esse projeto no mundo foi preciso acreditar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Maggie Gyllenhaal</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jessie Buckley, Christian Bale, Peter Sarsgaard, Annette Bening, Penélope Cruz, Jake Gyllenhaal, John Magaro, Matthew Maher, Jeannie Berlin e Zlatko Burić</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Yk8oW7wky1g?si=pjDi9TC6ggNGhmVr" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noiva-2/">Crítica A Noiva!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-noiva-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Vidas Passadas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidas-passadas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidas-passadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 20:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Celine Song]]></category>
		<category><![CDATA[Choi Won Young]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Greta Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Ji-Hye Yun]]></category>
		<category><![CDATA[John Magaro]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Seung-ah Moon]]></category>
		<category><![CDATA[Seung-min Leem]]></category>
		<category><![CDATA[Vidas Passadas]]></category>
		<category><![CDATA[Yoo Teo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17683</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vidas Passadas é um dos longas que está indicado na categoria de Melhor Filme e Melhor Roteiro Original do Oscar 2024 e que com certeza merece a sua atenção. O drama conta a história de Nora (Greta Lee, Jogo do Dinheiro) e Hae Sung (Teo Yoo, Quando Te Conheci), dois jovens amigos e confidentes que viviam na Coreia do Sul e acabam se separando quando a família da garota resolve imigrar para o Canadá. Acompanhamos várias etapas da vida da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidas-passadas/">Crítica: Vidas Passadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Vidas Passadas</strong></em> é um dos longas que está indicado na categoria de Melhor Filme e Melhor Roteiro Original do Oscar 2024 e que com certeza merece a sua atenção. O drama conta a história de Nora (Greta Lee, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogo-do-dinheiro/"><em>Jogo do Dinheiro</em></a>) e Hae Sung (Teo Yoo, <em>Quando Te Conheci</em>), dois jovens amigos e confidentes que viviam na Coreia do Sul e acabam se separando quando a família da garota resolve imigrar para o Canadá. Acompanhamos várias etapas da vida da protagonista, que está atualmente casada com um americano e acaba tendo que lidar com memórias do passado que ressurgem.</p>
<p>O que mais nos chama a atenção neste filme é que ele é um romance que quebra completamente a lógica do romance tradicional que estamos acostumados. Daqueles em que a sua alma gêmea é arrebatadora e você vai mover o mundo para estar ao lado dela e finalmente viverem um conto de fadas. A vida real é um tanto diferente e é sobre isso que <strong><em>Vidas Passadas</em></strong> se concentra.</p>
<p>Com uma delicadeza impar, a diretora e roteirista Celine Song nos introduz à história completa da vida de Nora e como as coisas evoluíram até o lugar que ela ocupa hoje. Uma garotinha sonhadora que teve boas oportunidades e foi se transformando ao longo dos anos. Isso fica muito claro com a mudança dos sonhos que ela vai tendo com o passar o tempo, se tornando mais realistas e menos inspiradores. Tal qual a nossa vida a medida que entramos na fase adulta.</p>
<p>Do outro lado, Hae Sung um apaixonado rapaz que nunca esqueceu o seu amor de infância e teve uma vida bem tradicional na Coreia. E ele tem expectativas que atendem a esse propósito, enquanto ela abriu asas e saiu voando. Essa dinâmica de vidas opostas que voltam a se cruzar vai sendo costurada com as diferenças principais do estado de cada um, como trabalho, expectativas e realidades.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17684" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-1.png" alt="Vidas Passadas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O mais incrível de <strong><em>Vidas Passadas</em> </strong>é nos mostrar as nuances do amor verdadeiro e o amor romântico. O quanto que é possível compreender as facetas da paixão em face da realidade que nos bate à porta. Então por mais que uma pessoa tenha a sensação de ter encontrado a sua alma gêmea (e pode ser isso mesmo), não necessariamente a sua vida estará atrelada a ela, já que existem vários formatos que englobam a vida adulta.</p>
<p>Nora percebe que não casou com o príncipe encantado de conto de fadas e que teve motivações muito práticas que envolveram seu matrimônio. Mas seu marido oferece inúmeras qualidades importantes na vida adulta, como companheirismo, respeito, afeto e parceria. Dentro da realidade deles (que, diga-se de passagem, é muito real), eles são, sim, o casal perfeito, já que encontram perfeição na realidade palpável.</p>
<p>Em dado momento, nos damos conta de que aquele amor puro e verdadeiro que existe entre Nora e Hae Sung é uma construção do passado e que deve ficar lá, como uma memória incrível e distante. Eles falam sobre o conceito oriental de In-Yun, que significa destino, e é completamente incrível. Segundo o conceito, quando duas pessoas cruzam as suas vidas, significa que elas já se cruzaram milhares de vezes antes, em vidas passadas. Então esse elo que os une é muito mais profundo do que eles mesmos podem entender.</p>
<p>A grandeza de <em><strong>Vidas Passadas</strong> </em>é nos mostrar que é possível ter vários In-Yun, de diversas formas, sob várias óticas. E que por mais que a sensação de &#8220;e se?&#8221; possa passar por nossas mentes em algum momento, não significa que não estamos vivendo plenamente e intensamente a vida que escolhemos.</p>
<p>Muito mais do que um romance cheio de ternura, <strong><em>Vidas Passadas</em></strong> é uma reflexão profunda e acolhedora da vida adulta como ela é e das conexões que nos inspiram todos os dias. É um filme que fica com você por um bom tempo, promovendo ótimos questionamentos sobre as nossas próprias vidas. É de uma delicadeza e ternura sensacional!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Celine Song</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Greta Lee, Yoo Teo, John Magaro, Seung-ah Moon, Seung-min Leem, Ji-Hye Yun, Choi Won Young</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pK73iGzO6jE?si=o8nvPIsgJs0nq75Q" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidas-passadas/">Crítica: Vidas Passadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidas-passadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
