<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos John Lithgow - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-lithgow/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-lithgow/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Oct 2023 15:52:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos John Lithgow - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-lithgow/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Assassinos da Lua das Flores</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinos-da-lua-das-flores/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinos-da-lua-das-flores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 15:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinos da Lua das Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Brendan Fraser]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Plemons]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Gladstone]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[Robert De Niro]]></category>
		<category><![CDATA[Tatanka Means]]></category>
		<category><![CDATA[William Belleau]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17377</guid>

					<description><![CDATA[<p>Assassinos da Lua das Flores é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (Era uma Vez em&#8230; Hollywood) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, X-Men: Fênix Negra) e o tio, William Hale (Robert De Niro, O Irlandês) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinos-da-lua-das-flores/">Crítica: Assassinos da Lua das Flores</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio</em>) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-fenix-negra/"><em>X-Men: Fênix Negra</em></a>) e o tio, William Hale (Robert De Niro, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><em>O Irlandês</em></a>) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, são os indígenas que possuem o dinheiro e o poder, se tornando alvo de brancos interesseiros.</p>
<p>Inspirado no best-seller homônimo do escritor David Grann (que usou uma história real como base), o filme segue traçando todos os detalhes do caminho que levam Ernest a casar com uma indígena muito rica e de sangue puro, algo muito almejado naquela região. Em meio a isso, uma série de assassinatos misteriosos acontecem na região, sem que ninguém dê bola aos fatos, já que a maioria são pessoas de pouca importância. A coisa começa a tomar outro rumo quando as mortes chegam na família de Mollie (Lily Gladstone, <em>Certas Mulheres</em>), a nova esposa do nosso protagonista.</p>
<p>O que vemos à seguir em tela é uma trama sendo criada em cima da ambição daqueles homens brancos em querer enriquecer às custas das indígenas e suas caras heranças do petróleo. Embora Ernest tenha um perfil trambiqueiro duvidoso, ele realmente se envolve emocionalmente com Mollie, o que podemos ver na maior parte do tempo com o cuidado dele com a saúde da esposa. Por isso é tão difícil para ela perceber quando ele começa a aplicar o golpe mais absurdo por sua fortuna, já que no dia a dia ele é um bom marido (na medida das possibilidades da época).</p>
<p>Seu tio, por outro lado, não tem qualquer tipo de escrúpulo ao determinar mortes que lhes sejam proveitosas. Ele vive por nutrir uma boa relação com os indígenas, o que faz com que eles não suspeitem nem um pouco de suas reais intenções por traz daqueles falsos sorrisos. Pelas costas, é racista. Ele faz todos de marionetes no seu tabuleiro sangrento (inclusive Ernest), cujo único objetivo é o enriquecimento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17380" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg" alt="Assassinos da Lua das Flores" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que Scorsese nos apresente é uma dualidade constante no casal protagonizado brilhantemente por DiCaprio e Gladstone, onde vemos uma teia de amor e traição que está sempre em cima de uma linha tênue da moralidade. A ambição leva o marido de colocar a família da esposa como alvo, ainda que ele não esteja completamente de acordo com aquilo. A sua incapacidade de conduzir a própria vida e tomar decisões sem influências só mostra o quanto ele é fraco de espírito. Pelo menos, até o final.</p>
<p>O ritmo de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> </em>é algo que requer uma boa atenção. Para um filme de 3h26 de duração, acredito que ele consegue manter o espectador entretido. Tenho uma ressalva durante cerca de 40 minutos que são dedicados aos criminosos e suas tramoias, que faz com que a energia caia drasticamente. Algo que é recuperado na sequência, mas que incomoda. O fato é que o auge do longa é o casal e a sua história. Quando eles não estão no foco, a trama fica meio sem gosto.</p>
<p>Nada que prejudique o resultado final, por certo. É muito interessante ver como a relação de interesses é estabelecida desde o começo. Mollie percebe o olho grande de Ernest em sua herança, mas ele surge como a possibilidade dela ser cuidada e criar uma família. Ela entende que o seu estado de saúde convoca companhia e ele está disposto a oferecer aquilo (por dinheiro). Então, não há nenhum traço de ingenuidade quando a indígena concorda em seguir em frente.</p>
<p>O enredo é ainda muito contundente em mostrar a toxicidade como foi estabelecida a relação entre brancos e indígenas nos EUA e toda a apropriação cultural e de terras que se desdobrou a partir daí. Scorsese faz uma minuciosa análise do período, com fotografia incrível e figurino cuidadoso. A caracterização de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong></em> faz toda a diferença no seu resultado final. Aliás, no fim, é como se as 3h26 passassem rápido (o que não te impede de levar um lanchinho &#8211; fica a sugestão). Vale muito a pena conferir diretamente nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Martin Scorsese</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Lily Gladstone, Robert De Niro, Jesse Plemons, John Lithgow, Brendan Fraser, William Belleau, Tatanka Means</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/T22WRjooZn4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinos-da-lua-das-flores/">Crítica: Assassinos da Lua das Flores</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinos-da-lua-das-flores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Escândalo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 02:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ahna O'Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Allison Janney]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Lawson]]></category>
		<category><![CDATA[Brigette Lundy-Paine]]></category>
		<category><![CDATA[Brooke Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan d'Arcy James]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Britton]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jay Roach]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[Kate McKinnon]]></category>
		<category><![CDATA[Liv Hewson]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm McDowell]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Duplass]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Moses]]></category>
		<category><![CDATA[Nazanin Boniadi]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[O Escândalo]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Delaney]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12221</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. O Escândalo conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da Fox News denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">Crítica: O Escândalo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. <strong><em>O Escândalo</em></strong> conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da <em>Fox News</em> denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump.</p>
<p>Com um estilo de narrativa similar ao loga <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Vice</em></a>, porém melhor executado, <em><strong>O Escândalo</strong></em> primeiro nos apresenta as três principais personagens da trama: Megyn Kelly (Charlize Theron, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/"><em>Casal Improvável</em></a>), Gretchen Carlson (Nicole Kidman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-passado/"><em>O Peso do Passado</em></a>) e Kayla Pospisil (Margot Robbie, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>). Embora o trio esteja em momentos diferentes de vida e da carreira, a similaridade é apontada constante. E isso vai muito além do fato de que são três loiras, altas, magras e bonitas. Elas são ambiciosas, almejam uma carreira de sucesso e destaque, e fazem vista grossa, em alguns momentos, para os absurdos que as cercam.</p>
<p>Gretchen é a que primeiro coloca em pauta o nome do chefe Roger Ailes (John Lithgow, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/"><em>Cemitério Maldito</em></a>) e seus abusos sexuais. E Kidman faz isso formidavelmente. Ela confere todas as nuances que a personagem convoca, sem soar exagerada ou pretensiosa. A âncora de televisão está cansada de viver nesse ambiente de abusos e, embora se preocupe com a carreira, chegou ao limite de suportar. O roteiro, no entanto, não é tão cuidadoso, deixando ela um pouco no lugar de &#8220;mulher esquecida que se revolta porque perdeu o prestígio&#8221;. Por sorte, existe muitas outras tensões na trama, que tiram o foco deste detalhe.</p>
<p>A medida que o filme evolui para de fato uma exposição dos assédios e abusos que as mulheres sofrem constantemente, tudo se torna mais asqueroso. A sutileza com que a mulher é subjugada diariamente e constantemente é jogada na cara do espectador, que, se minimamente racional, se incomoda. E esse é um grande ponto. O incômodo é necessário e justificado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12224" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Margot está realmente destacada em sua atuação, que acredito que vale a indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela começa como a jovem empolgada com a oportunidade de reconhecimento na profissão e caminha para lugares pesados impostos por sua personagem. Somos apresentados a cenas que falam muito mais pelo olhar do que pelo discurso e ela é assertiva no tom utilizado.</p>
<p>Charlize também é um espetáculo a parte, desfilando elegância, dualidade e pulso firme durante toda a trama de<em><strong> O Escândalo</strong></em>. A sua personagem é complicada, pois ocupa um cargo de importância, mas ao mesmo tempo ela faz questão de afirmar que não é feminista e tem comportamentos que não são exatamente da sororidade. No entanto, cena após cena ela reafirma a boa escolha de elenco. Elenco esse que é composto ainda por grandes nomes como Allison Janney (<em>Eu, Tonya</em>), Kate McKinnon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-yesterday/"><em>Yesterday</em></a>) e Jennifer Morrison (série <em>Once Upon a Time</em>), que teve uma breve, mas importante participação.</p>
<p>O diretor Jay Roach (<em>Trumbo: Lista Negra</em>) fez boas e más escolhas ao longo do filme. Uma péssima decisão foi o uso excessivo de câmera em primeiro plano, mesmo quando faria mais sentido expandir a visão do público. Além de cansar o artifício, pareceu um pouco narcisista da parte dele ao dar foco demais no elenco. Elenco esse que, sim, foi uma escolha acertadíssima.</p>
<p>No geral, <strong><em>O Escândalo</em></strong> é um bom filme, que dá alguns tropeços no meio do caminho. A vaidade exacerbada depõe contra, ainda mais em uma temática que requer tanto cuidado quanto essa. Falta ainda um pouco de coragem de enfrentar e expor os pontos políticos, como a presença do então presidente Trump. Análises que certamente trariam mais riqueza para o enredo e desenvolvimento da trama.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jay Roach<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Nicole Kidman, Margot Robbie, John Lithgow, Allison Janney, Kate McKinnon, Liv Hewson, Brigette Lundy-Paine, Malcolm McDowell, Connie Britton, Rob Delaney, Mark Duplass, Mark Moses, Nazanin Boniadi, Ben Lawson, Brooke Smith, Jennifer Morrison, Ahna O&#8217;Reilly, Bryan d&#8217;Arcy James</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NwJbVCwv15g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">Crítica: O Escândalo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Cemitério Maldito</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2019 01:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Seimetz]]></category>
		<category><![CDATA[Cemitério Maldito]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Widmyer]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Jeté Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Kölsch]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10480</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta semana o longa de terror Cemitério Maldito, inspirado na obra literária de Stephen King. A história já havia sido adaptada em 1989 e foi o maior sucesso na época. Com esse alvoroço, o thriller atual promete atrair muitos espectadores para se assustar nas salas de todo o país. A história gira em torno de uma família que acaba de se mudar para o interior, por conta do trabalho do pai. O casal e os dois filhos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/">Crítica: Cemitério Maldito</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta semana o longa de terror <strong><em>Cemitério Maldito</em></strong>, inspirado na obra literária de Stephen King. A história já havia sido adaptada em 1989 e foi o maior sucesso na época. Com esse alvoroço, o <em>thriller</em> atual promete atrair muitos espectadores para se assustar nas salas de todo o país.</p>
<p>A história gira em torno de uma família que acaba de se mudar para o interior, por conta do trabalho do pai. O casal e os dois filhos, uma garotinha e um bebê, procuram uma vida mais pacata e sem os estresses da cidade grande. No entanto, assim que se estabelecem na casa que compraram, descobrem que um cemitério de animais domésticos faz parte da propriedade. A partir daí, eventos estranhos começam a se suceder na residência e na vizinhança.</p>
<p>Com um enredo que traz elementos do passados dos protagonistas, em especial a mãe, vivida por Amy Seimetz (<em>Alien: Covenant</em>), o filme vai se desenrolando e criando uma atmosfera de terror e suspense que envolve o espectador. Com cenas repugnantes e nojentas, a narrativa caminha para o desdobramento principal, que é a questão da morte e sua permanência.</p>
<p>A morte é o principal elemento de confronto com os protagonistas, que querem driblar o destino final da forma como podem, mesmo que isso signifique a perda da alma e da essência daqueles que conhecem. A cegueira conferida aos personagens é natural ao se pensar que fariam tudo para agradar a quem ama e tê-los de volta.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10481" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1053758.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Cemitério Maldito" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1053758.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1053758.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1053758.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Jason Clarke (<em>A Maldição da Casa Winchester</em>) no papel de pai é tão comum e trivial quanto poderia ser. Embora seja um bom ator, não entendo exatamente o <em>hype</em> em cima dele, especialmente com filmes de terror. Falta um pouco mais de alma na sua atuação, embora ele tenha bons momentos.</p>
<p>Já a garotinha interpretada por Jeté Laurence (<em>Boneco de Neve</em>) é uma grata surpresa que conduz a trama com muita naturalidade. Podemos dizer o mesmo de Seimetz, que interpreta uma mulher traumatizada e assustada com seu passado, que parece ser a pessoa mais consciente da casa e das redondezas (embora tome atitudes duvidosas).</p>
<p>O que peca no filme, no entanto, é o ritmo. Ele demora a engrenar e tem um início lento demais para uma história que é predominantemente assustadora. A trilha sonora dá um bom adicional de suspense à situação, mas isso não muda a informação anterior.</p>
<p>Apesar de tudo, <em><strong>Cemitério Maldito</strong></em> é uma ótima adaptação cinematográfica do livro homônimo de Stephen King, mesmo que não seja a melhor delas. Vale a pena conferir, especialmente para os amantes de um bom terror sangrento!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kevin Kölsch, Dennis Widmyer<br />
<strong>Elenco:</strong> Jason Clarke, Amy Seimetz, John Lithgow, Jeté Lawrence</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tJ8vn2dhc0E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/">Crítica: Cemitério Maldito</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Armas na Mesa</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-armas-na-mesa/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-armas-na-mesa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 02:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Armas na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[John Madden]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Strong]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Discutir questões políticas sob a ótica feminina e ainda levantar a importância do papel da mulher nas escolhas do futuro é um caminho cada vez mais frequente e certeiro nos roteiros de filmes atuais. Isso mostra a evolução da sociedade como um todo, já que o mundo cinematográfico apenas reflete este meio. Mas tratar destas questões não se tornou mais fácil e continua requerendo um cuidado especial, para não cair na mesmice ou no pecado de não valorizar um tema [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-armas-na-mesa/">Crítica: Armas na Mesa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir questões políticas sob a ótica feminina e ainda levantar a importância do papel da mulher nas escolhas do futuro é um caminho cada vez mais frequente e certeiro nos roteiros de filmes atuais. Isso mostra a evolução da sociedade como um todo, já que o mundo cinematográfico apenas reflete este meio. Mas tratar destas questões não se tornou mais fácil e continua requerendo um cuidado especial, para não cair na mesmice ou no pecado de não valorizar um tema tão importante.</p>
<p>Jessica Chastain vem de um histórico interessante de longas, como <em>A Hora Mais Escura</em>, <em>O Ano Mais Violento</em>, <em>Interestelar</em>, entre outros. Ela normalmente ocupa o papel de mulher forte e decidida, que resolve as pendências de forma independente e nunca precisa de ninguém (leia-se: homem) para nada. Isso é muito importante de ser debatido, mas requer muita cautela. Em <em>Armas na Mesa</em>, o roteirista peca pelo excesso. A protagonista é a interpretação do <em>workaholic</em>, intragável, que ninguém quer por perto, que ninguém consegue se relacionar. Transita pela sociopatia, com toda certeza. Ela se basta e repulsa os homens. Vejo tudo isso como muito delicado, uma vez que coloca a mulher no papel de que para se conquistar o sucesso profissional, é preciso abrir mão da vida pessoal.</p>
<p>Já o diretor John Madden traz filmes bons na carreira um tanto frenética. Seu último filme, para se ter uma ideia, foi o desenho animado <em>O Bom Gigante Amigo</em>. Além do sucesso <em>O Exótico Hotel Marigold</em> e sua continuação. Ele conduz bem o trabalho, nos mostrando uma protagonista forte, que transita nesta loucura, fazendo absolutamente tudo para atingir o seu objetivo de ser a melhor lobista do ramo. Ela quer a perfeição e não exita em ir em buscar disso. Não há ética em suas ações, ela não respeita as pessoas, não leva em consideração os sentimentos de ninguém. É como se ela mesmo não sentisse nada.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7292" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/slone_embreve_sp1.jpg4_.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
A questão, no entanto, é que por mais que o filme possua uma narrativa interessante, ela evolui de forma muito lenta e extremamente entediante. O espectador passa um longo período só no vai e vem dos personagens tentando entender o que está acontecendo na dinâmica de luta contra e a favor das armas, com diálogos construídos de maneira propositalmente rápida para confundir quem assiste. Técnica mais comum em filme de ação, mas que se perde neste longa, sem necessidade. É irritante, excessivamente frenético e não acrescenta em nada à narrativa.</p>
<p>O longa apresenta uma reviravolta muito empolgante no final que tira o tédio do restante do filme, mas não é o suficiente para tirar a sensação de cansaço. As duas horas de duração parecem muito mais que isso. A temática é tão interessante e importante. Falar da questão do porte de armas por cidadãos comuns, se isso deve ou não existir, como funciona. Tudo é tratado de uma forma política, mas se perde no meio do caminho, então o espectador fica um pouco disperso. Não sabe efetivamente qual o foco.</p>
<p>A presença de Chastain, no entanto, rouba qualquer cena. Independente da qualidade do roteiro que lhe é dado, ela consegue conduzir as cenas muito bem e marcar presença em todas as tomadas. É, efetivamente, uma excelente atriz, que merece destaque.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/591hCwxsNsM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-armas-na-mesa/">Crítica: Armas na Mesa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-armas-na-mesa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
