<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos John Leguizamo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-leguizamo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-leguizamo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Dec 2022 15:21:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos John Leguizamo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/john-leguizamo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Noite Infeliz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-infeliz/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-infeliz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 15:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Hassell]]></category>
		<category><![CDATA[Alexis Louder]]></category>
		<category><![CDATA[Beverly D'Angelo]]></category>
		<category><![CDATA[Brendan Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Cam Gigandet]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Harbour]]></category>
		<category><![CDATA[Edi Patterson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[John Leguizamo]]></category>
		<category><![CDATA[Noite Infeliz]]></category>
		<category><![CDATA[Tommy Wirkola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16180</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ideário sobre a figura do Papai Noel já foi subvertido diversas vezes no cinema. De cara, a gente pode lembrar de Papai Noel às Avessas de 2003 que trazia Billy Bob Thornton como um vigarista disfarçado do bom velhinho, rendendo cenas que contrariam a esperada boa conduta de Noel. Noite Infeliz brinca um pouco com a noção que temos do Papai Noel para apresentá-lo ao público como um autêntico protagonista de filme de ação, sendo um longa que consegue [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-infeliz/">Crítica: Noite Infeliz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ideário sobre a figura do Papai Noel já foi subvertido diversas vezes no cinema. De cara, a gente pode lembrar de Papai Noel às Avessas de 2003 que trazia Billy Bob Thornton como um vigarista disfarçado do bom velhinho, rendendo cenas que contrariam a esperada boa conduta de Noel. <em><strong>Noite Infeliz</strong></em> brinca um pouco com a noção que temos do Papai Noel para apresentá-lo ao público como um autêntico protagonista de filme de ação, sendo um longa que consegue propor muito bem uma abordagem irônica aos valores cristãos pregados na data sem afastar o otimismo e o <em>feel good</em> que um exemplar do gênero costuma legar às plateias.</p>
<p>A comédia de ação dirigida por Tommy Wirkola (de Zumbis na Neve, Onde está Segunda? e João e Maria: Caçadores de Bruxas) investe pesado no teor violento das suas cenas, na brutalidade da sua ação, mas não esquece de contemplar toda sorte de motes temáticos que costumamos ver em filmes natalinos. A diferença é que <em><strong>Noite Infeliz</strong></em> consegue encontrar um equilíbrio nas &#8220;doses de açúcar&#8221; dos filmes de Natal ao conduzir de forma orgânica e gradual suas emoções. A família apresentada no longa não é aquela do comercial de margarina, na verdade, ninguém se suporta na casa dos ricaços Lightstone, e Noel também não é aquela figura bondosa e paciente, na verdade, ele se encontra bastante cansado de todo o rito de entregar presentes no Natal. Contudo, quando eles se deparam com o perigo representado pela gangue liderada pelo personagem de John Leguizamo, esses personagens passam a cooperar em um plano de ação e todos se reconectam com os valores natalinos, inclusive Noel.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16189" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/5405306.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Noite Infeliz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/5405306.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/5405306.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/5405306.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/5405306.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Noite Infeliz</strong></em> trata esse ideário natalino com um certo cinismo, mas não chega a ser um filme anti-Natal, o que faz dele um trabalho ainda mais interessante e bem-sucedido nessa leva atual de longas com a temática. <em>Noite Infeliz</em> transforma o Papai Noel em uma espécie de John McClane, personagem de Bruce Willis em Duro de Matar. Na pele do personagem, David Harbour, mais conhecido por seu trabalho na série Stranger Things, se dedica à fisicalidade do trabalho, mas faz tudo de forma bastante crível, conferindo até mesmo uma certa falibilidade no desempenho do seu personagem nas lutas &#8211; inclusive, o Noel &#8220;enferrujado&#8221; para a briga chega a apanhar bastante dos bandidos. O Noel do filme não é um homem comum disfarçado do personagem, mas a própria figura mágica do Natal, que, no longa, assumiu um posto de guerreiro, porém tudo parece ter ficado em um passado distante que vem à tona justamente com os eventos do filme. Assim, o Papai Noel de Noite Infeliz é uma espécie de brucutu rabugento de coração mole. Nesse contexto, David Harbour nunca deixa de perder a simpatia do público e, consequentemente, a adesão deste com a sua jornada de reencontro com sua própria essência e sua reconexão com o sentido do Natal. .</p>
<p>O filme de Tommy Wirkola também soa como uma versão Esqueceram de Mim para maiores de 18 anos na medida em que a garota Trudy, interpretada por Leah Brady, tem uma grande importância nos planos de Noel de eliminar o grupo de criminosos que fazem a família dela refém. Inclusive, a personagem cita o filme de Chris Columbus e claramente se inspira nos planos de Kevin (Macaulay Culkin) para se livrar da dupla Harry (Joe Pesci) e Marv (Daniel Stern), já que, assim como eles, a gangue do bandido interpretado por John Leguizamo viola a residência de sua família no Natal. A diferença é que em <strong><em>Noite Infeliz</em> </strong>há um teor a mais de sadismo e violência gráfica do que em Esqueceram de Mim, claro.</p>
<p><em><strong>Noite Infeliz</strong></em> é um filme inusitado para o Natal, recorrendo de maneira interessante às marcas das histórias dessa época. O longa ironiza o espírito natalino e os ritos da festa, mas não a ponto de ser um panfleto contra o Natal, pelo contrário, o celebra o tempo inteiro na sua comédia de ação repleta de inspirações. Bem-sucedido nessas frentes, o longa ainda traz no protagonismo a figura simpática, humana e letal do Noel de David Harbour, um ator que &#8220;cai como uma luva&#8221; no propósito do projeto de contemplar violência e ternura em um bom entretenimento para a temporada de festas de final de ano.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tommy Wirkola</p>
<p><strong>Elenco:</strong> David Harbour, John Leguizamo, Alex Hassell, Alexis Louder, Beverly D&#8217;Angelo, Edi Patterson, Cam Gigandet, Brendan Fletcher</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yI1ahiVe448" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-infeliz/">Crítica: Noite Infeliz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-infeliz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Encanto</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 18:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Byron Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Gaitán]]></category>
		<category><![CDATA[Charise Castro Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Bush]]></category>
		<category><![CDATA[John Leguizamo]]></category>
		<category><![CDATA[Maluma]]></category>
		<category><![CDATA[Stephanie Beatriz]]></category>
		<category><![CDATA[Wilmer Valderrama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14797</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estreia esta semana o fofíssimo novo longa da Disney, Encanto. O filme conta a história da extraordinária família Madrigal, que foi encantada num feitiço e cada membro possui um dom diferente. Quando chega a vez da garotinha Mirabel receber o seu poder, todos ficam frustrados quando ela não é abençoada com a magia. Os anos vão se passando e um mistério começa a sondar a família, que vai aos poucos perdendo os encantamentos. Em um cenário extremamente colorido e alegre, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/">Crítica: Encanto</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia esta semana o fofíssimo novo longa da Disney, <em><strong>Encanto</strong></em>. O filme conta a história da extraordinária família Madrigal, que foi encantada num feitiço e cada membro possui um dom diferente. Quando chega a vez da garotinha Mirabel receber o seu poder, todos ficam frustrados quando ela não é abençoada com a magia. Os anos vão se passando e um mistério começa a sondar a família, que vai aos poucos perdendo os encantamentos.</p>
<p>Em um cenário extremamente colorido e alegre, somos apresentados a história da família Madrigal e como surgiu o dom da magia neste núcleo. Cada personagem vai contando a sua história e revelando seus poderes, tudo isso com a narração da simpática Mirabel. Ela é, no entanto, a única da família que não possui um poder e se sente um pouco deixada de lado por isso. A sua frustração se transforma em motivação para estar sempre disponível a todos, ajudando na dinâmica da casa.</p>
<p>O filme vai inserindo desde o começo a comparação que é comum entre parentes e amigos. Como nos colocamos constantemente em uma balança com os outros para tentar validar a nossa importância. A medida que a trama avança, essa máxima vai se descontruindo e mostrando o quão fundamental todos somos para a constituição de nossa família ou da comunidade onde vivemos. Mirabel luta muito com a decepção de &#8220;não ser mágica&#8221;, até o ponto em que ela percebe que não é preciso um dom para transformar o mundo ao seu redor.</p>
<p>Além dos acertos mencionados, <em><strong>Encanto </strong></em>ainda foca na inclusão de seus personagens. Temos uma protagonista que não é loira (como era usual antigamente), a família tem integrantes de todas as cores, os cabelos são diversos, o foco de Mirabel não é encontrar um marido que preencha a sua vida, etc. Tudo isso vai mostrando a abertura da Disney em mudar o seu repertório e acolher as mudanças necessárias que a sociedade vem estimulando. Foi-se o tempo em que a personagem principal conhecia um rapaz e no mesmo dia já queria casar. Isso, inclusive, é motivo de piada neste longa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14798" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2976541.jpg" alt="Encanto" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2976541.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2976541-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2976541-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2976541-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Encanto</strong> </em>propõe temáticas realista que nos fazer criar laços com a trama e os personagens. A irmã que pensa que seu poder é seu único traço de personalidade, enquanto a outra vive na fachada de filha perfeita, ao passo que deseja transgredir as regras que lhes são impostas. Uma parte que achei bem interessante foi a desconstrução da figura de matriarca perfeita que nunca erra. A avó de Mirabel é a responsável pela magia que surgiu na família e sua força é sempre ressaltada. Ainda assim, o roteiro não se priva de mostrar que ela também erra e comete equívocos. A humanização das personagens é o que torna a história ainda mais amorosa.</p>
<p>A família pode ser, sim, um porto seguro para seus pertencentes, mas pode também ser uma fonte de ansiedade, cobranças, dores e traumas. Ao falar disso de maneira tão cuidadosa, o roteiro desmistifica a ideia de que temos que aceitar a família como ela é, sem questionar ou contrapor as nossas opiniões. O paralelo de que todos temos luz e sombra está presente em todas as cenas do longa, assim como a visão de cada pessoa sobre um mesmo assunto e como isso impacta no resultado final de uma situação.</p>
<p>O longa também apresenta a metáfora de que cada pessoa é um mundo diferente, ao colocar cada ser mágico com seu quarto específico, que é um mundo criado de acordo com suas preferências. Isso nos faz pensar no quanto podemos ser diferentes e conviver pacificamente com as diferenças. Quando cada integrante da família ganha o seu dom, é realizada uma festa dentro de seu quarto mágico e isso representa muito sobre o acolhimento de novas realidades.</p>
<p><em><strong>Encanto </strong></em>tem uma sintonia de abraço constante. É como se a trama, os personagens e a atmosfera estivesse o tempo todo ao nosso redor, nos invadindo com muito carinho e acolhimento. É uma experiência deliciosa e incrível, que vale para crianças e adultos. O filme mostra que está tudo bem se achar fora do lugar em algum momento, mas é preciso lembrar que todos somos especiais de alguma forma. Músicas lindas envoltas em muita cor e alegria, transformam este longa no melhor lançamento de animação de 2021.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Byron Howard, Jared Bush, Charise Castro Smith</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Stephanie Beatriz, John Leguizamo, Wilmer Valderrama, Carolina Gaitán, Maluma</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zRMicKd9IH8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/">Crítica: Encanto</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dica do Dia: Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar (Google Play)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-para-wong-foo-obrigada-por-tudo-julie-newmar-google-play/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-para-wong-foo-obrigada-por-tudo-julie-newmar-google-play/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 21:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Arliss Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Beeban Kidron]]></category>
		<category><![CDATA[Blythe Danner]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Penn]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jason London]]></category>
		<category><![CDATA[John Leguizamo]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Vartan]]></category>
		<category><![CDATA[Para Wong Foo Obrigada por Tudo! Julie Newmar]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Swayze]]></category>
		<category><![CDATA[Robin Willians]]></category>
		<category><![CDATA[Ru Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Stockard Channing]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Wesley Snipes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13002</guid>

					<description><![CDATA[<p>A causa LGBTQI+ está cada vez mais em pauta nos últimos anos, com discussões pertinentes sobre uma temática que envolve muito preconceito e falta de informação. Mas não é de hoje que o cinema discute este assunto. Claro que atualmente a pauta é muito mais usual do que antigamente. No entanto, lá em 1995 o longa Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar já apresentava ao público um outro olhar sobre as Drag Queens e o seu ofício. Após [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-para-wong-foo-obrigada-por-tudo-julie-newmar-google-play/">Dica do Dia: Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A causa LGBTQI+ está cada vez mais em pauta nos últimos anos, com discussões pertinentes sobre uma temática que envolve muito preconceito e falta de informação. Mas não é de hoje que o cinema discute este assunto. Claro que atualmente a pauta é muito mais usual do que antigamente. No entanto, lá em 1995 o longa <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em> </strong>já apresentava ao público um outro olhar sobre as <em>Drag Queens</em> e o seu ofício.</p>
<p>Após vencerem uma competição em Nova York, Noxeema Jackson (Wesley Snipes, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Meu Nome é Dolemite</em></a>) e Vida Boheme (Patrick Swayze, <em>Dirty Dancing &#8211; Ritmo Quente</em>) se qualificam para a <em>Drag Queen of America</em>, que ocorrerá em Hollywood. Um de seus concorrentes é o ingênuo e inexperiente Chi Chi Rodriguez (John Leguizamo, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Sol Também é Uma Estrela</em></a>), que consegue convencer Vida e Noxeema a deixar de lado a ideia de viajar de avião para partir em uma aventura a bordo de um Cadillac conversível.</p>
<p>Só que o estilo de vida deles pode ser bem aceito em grandes cidades como Nova York e Los Angeles, mas não é bem visto no interior dos Estados Unidos. Quando o carro do trio quebra na pequena cidade de Snydersville, eles precisam vencer a resistência inicial e conquistar a confiança dos habitantes locais. A situação piora ainda mais devido à presença do xerife Dollard (Chris Penn, <em>Cães de Aluguel</em>), que é bastante homofóbico e racista.</p>
<p>O filme é uma performance cuidadosa e explicativa sobre a montagem de uma <em>Drag Queen</em>, como ela se sente nos concursos, seus traumas de preconceito, etc. Tudo isso de uma maneira muito leve e envolvente, conquistando o espectador em cada tomada. Logo de início, somos surpreendidos com a presença de Ru Paul, <em>drag queen</em> americana, atualmente ainda mais famosa por conta do reality show <em>RuPaul&#8217;s Drag Race</em>. Quem também dá uma palinha rápida é o querido ator Robin Williams.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13004" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b.jpg" alt="Para Wong Foo Obrigada por Tudo! Julie Newmar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas o trio principal é, de fato, a alma de <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em></strong>. Performáticos e com personalidades fortes e distintas, eles vão se complementando e dialogando com as causas que são apresentadas no filme. Temas como violência contra a mulher, assédio sexual, racismo, homofobia são incorporadas numa trama divertida e gostosa de assistir. Além disso, a descoberta do primeiro amor, o amor maduro, a memória afetiva. Esse filme fala de muitas coisas, especialmente sob a ótica da <em>drag queen</em>. Inclusive, com uma explicação bem didática sobre as diferenças entre <em>drag queen</em>, travesti e transgênero.</p>
<p>Inserido no interior dos EUA, onde o preconceito é ainda mais forte, tanto do ponto de vista da cor da pele quanto da orientação sexual, o longa funciona ainda com várias alfinetadas ao comportamento do típico americano. Vida é renegada pela família rica e tradicional americana, enquanto Noxeema e Chi Chi sofrem ainda mais por serem negra e latina, respectivamente. O trio é, no entanto, resiliente e não se deixa amargurar pelas intemperes da vida.</p>
<p>Com atuações incríveis e um clima aconchegante, <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em></strong> é a sua melhor escolha para o fim de semana. Um filme leve que discute pautas importantes, que com certeza será uma opção acertada para toda a família. Está disponível para aluguel no Google Play.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Beeban Kidron<br />
<strong>Elenco:</strong> Patrick Swayze, Wesley Snipes, John Leguizamo, Stockard Channing, Blythe Danner, Arliss Howard, Chris Penn, Michael Vartan, Robin Willians, Ru Paul, Jason London</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eiSgXV_ziLg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-para-wong-foo-obrigada-por-tudo-julie-newmar-google-play/">Dica do Dia: Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-para-wong-foo-obrigada-por-tudo-julie-newmar-google-play/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Brincando com Fogo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-brincando-com-fogo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-brincando-com-fogo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Fickman]]></category>
		<category><![CDATA[Brianna Hildebrand]]></category>
		<category><![CDATA[Brincando com Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[John Cena]]></category>
		<category><![CDATA[John Leguizamo]]></category>
		<category><![CDATA[Judy Greer]]></category>
		<category><![CDATA[Keegan Michael Key]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12046</guid>

					<description><![CDATA[<p>A última produção da Nickelodeon Movies chega aos cinemas nesta quinta-feira (12). Intitulado Brincando com Fogo, o longa-metragem estrelado por John Cena descreve um caminho padrão no histórico das produções cinematográficas da Nickelodeon. Com foco em um público mais infantil, as obras lançadas com o selo desse estúdio acabam por carregar uma aura infantilizada. Sem fugir dessa regra, Playing with Fire (título original) é desanimador para um espectador um pouco mais maduro. Jake Carson (John Cena) é o líder de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-brincando-com-fogo/">Crítica: Brincando com Fogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A última produção da <em>Nickelodeon Movies</em> chega aos cinemas nesta quinta-feira (12). Intitulado <strong><em>Brincando com Fogo</em></strong>, o longa-metragem estrelado por John Cena descreve um caminho padrão no histórico das produções cinematográficas da <em>Nickelodeon</em>. Com foco em um público mais infantil, as obras lançadas com o selo desse estúdio acabam por carregar uma aura infantilizada. Sem fugir dessa regra, <em><strong>Playing with Fire</strong></em> (título original) é desanimador para um espectador um pouco mais maduro.</p>
<p>Jake Carson (John Cena) é o líder de uma equipe de elite de bombeiros paraquedistas. Jake comanda sua equipe sob rígidas regras e não aceita que as coisas saiam do controle. Durante um dia normal de trabalho, a equipe salva três irmãos de uma casa que estava pegando fogo no meio da floresta. A partir desse momento, a vida de Jake e sua equipe vira de pernas pro ar. Sem notícias dos pais, os bombeiros se veem obrigados a enfrentar a difícil tarefa que é cuidar de três crianças. Bryan (Brianna Hildebrand), Will (Christian Convery) e Zoey (Finley Rose Slater) vão dar muito trabalho para Jake e sua equipe.</p>
<p>A proposta do longa, apesar de não ser inovadora, poderia resultar em um filme mediano &#8211; ou até mesmo bom -, mas o produto final é o oposto disso. Ao ver cada oportunidade de alavancar o roteiro perdida, o público consegue entender o caminho que essa sucessão de escolhas ruins vai ter. <em><strong>Brincando com Fogo</strong></em> entrega uma trama cheia de lacunas, na qual o enxertamento de piadas fora de hora só potencializam os problemas. Seu exagero é notável do início ao fim e isso é o fator principal para torná-lo um filme exageradamente medíocre.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12060" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0842694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Brincando com Fogo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0842694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0842694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0842694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A escolha e construção das personagens prepara o terreno para a desastrosa aura de desinteresse que a produção causará no público. Os estereótipos mais comuns são reunidos em cena na tentativa de gerar uma comicidade que não é possível. Diante do “fortão sisudo”, das “crianças levadas” e dos “amigos atrapalhados e estranhos”, o longa prepara a receita para um desastre. Além disso, para intensificar os problemas da escolha vazia dessas personagens, suas motivações na narrativa são fracas. Com exceção das personagens de John Cena (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Bumblebee</em></a>, de 2018) e das crianças, o resto do elenco não passa de um acessório cênico para o (óbvio) crescimento de Jake Carson.</p>
<p>Da participação estranha de Judy Greer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween/"><em>Halloween</em></a>, de 2018) até a interpretação inexpressiva de Brianna Hildebrand (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>, de 2016), todas as peças do filme se encaixam apenas para desenhar as partes que faltam na personagem de Cena. Judy parece existir na produção apenas para alimentar um preceito social normativo de que um homem precisa de uma companheira. Os colegas de trabalho de Jake são suportes cômicos que mais trazem exagero para tela do que de fato compõem a comédia e/ou completam a narrativa. E a personagem de Brianna, que deveria ser um contraponto à figura do chefe bombeiro, parece ser apática a tudo que está a sua volta.</p>
<p>Diante desta proposta de produção desperdiçada com estereótipos, exageros e lacunas, não há muito o que sentir sobre o filme. Sua apatia é tão forte que impacta no público. Dessa forma, o maior problema de <strong><em>Brincando com Fogo</em></strong> não é seu viés de comédia infantil, mas a forma como eles tentaram criar essa comicidade. O resultado não poderia ser pior: a mediocridade. O longa não causa nenhum tipo de impacto no espectador. Um filme completamente esquecível que não consegue sequer superar um nível mínimo de qualidade. Esse é aquele filme que, depois de assistido, some completamente de sua memória.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Fickman<br />
<strong>Elenco:</strong> John Cena, Keegan-Michael Key, John Leguizamo, Judy Greer, Brianna Hildebrand</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jMsKI9wX5j4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-brincando-com-fogo/">Crítica: Brincando com Fogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-brincando-com-fogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Sol Também É Uma Estrela</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 18:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Melton]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[John Leguizamo]]></category>
		<category><![CDATA[O Sol Também É Uma Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[Ry Russo-Young]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Yara Shahidi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10540</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vamos lá para mais um filme de temática adolescente que trata do amor e da perda de maneira muito genérica? O Sol Também É Uma Estrela é um longa baseado no livro homônimo de Nicola Yoon, a mesma escritora de Tudo e Todas As Coisas, que também virou filme (confira a nossa crítica clicando aqui). Este último também não era grande coisa. Natasha (Yara Shahidi) é uma jovem prática e objetiva que está prestes a ser deportada dos EUA. Ela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/">Crítica: O Sol Também É Uma Estrela</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá para mais um filme de temática adolescente que trata do amor e da perda de maneira muito genérica? <em><strong>O Sol Também É Uma Estrela</strong></em> é um longa baseado no livro homônimo de Nicola Yoon, a mesma escritora de<em> Tudo e Todas As Coisas</em>, que também virou filme (confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-e-todas-as-coisas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>). Este último também não era grande coisa.</p>
<p>Natasha (Yara Shahidi) é uma jovem prática e objetiva que está prestes a ser deportada dos EUA. Ela e sua família devem retornar à Jamaica, depois de nove anos morando em solo americano. Determinada a resolver a situação e continuar morando no lugar que considera lar, ela vai em busca de um advogado especialista, como um sopro de esperança. Ela tem pouco mais de 24h para resolver tudo e tentar ficar no país. No meio do caminho, Tasha conhece Daniel (Charles Melton), um jovem filho de coreano que cruza seu caminho de forma inesperada.</p>
<p>Tudo isso dito acima é apenas um plano de fundo para uma rasa história de amor. Primeiramente, a personagem principal vivida por Yara Shahidi (<em>Black-ish</em>) não estabelece raízes verdadeiras em Nova York. Por mais que seu discurso seja esse, a trama não mostra amigos, nem sua escola e quase não define o lugar onde mora. Fica difícil para o espectador acreditar na sua luta, uma vez que ela não tem vínculo algum com o ambiente e sua família vai junto com ela para a Jamaica.</p>
<p>Dito isso, já não compramos a ideia de cara. Parece muito mais uma menina birrenta que não aceita mudanças. Paralelo a isso, a inserção do personagem de Charles Melton (<em>Riverdale</em>) é tão aleatória quanto poderia ser. Além da péssima atuação do rapaz, seu personagem é pouco carismático e tem uma personalidade muito volúvel. Se apaixona à primeira vista por uma jovem que vê a metros de distância em uma estação de trem e resolve &#8220;perseguir&#8221; ela para conseguir trocar algumas palavras.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10542" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5351068.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5351068.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5351068.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5351068.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tudo isso bate de encontro com a ideia do filme de ficar enaltecendo o destino, uma vez que o próprio casal principal tem um destino fabricado por uma das partes. Todas as cenas são permeadas com diálogos sofríveis e pobres, sem amparo emocional algum. Parece que pegaram um grande compilado de frases motivacionais da internet e jogaram no roteiro, torcendo para que fizesse algum sentido. Isso se torna ainda pior quando vemos que o protagonista masculino anda com um caderninho de poemas na mão. A clara necessidade de torná-lo um príncipe à moda antiga é triste.</p>
<p>A tentativa de colocar personagens que representem as minorias é válido. Ela é negra e imigrante. Ele é descendente de coreano e vindo de uma família super preconceituosa. Família essa que conta com a presença desnecessária e clichê de um irmão revoltado. Ele personifica um dos piores personagens da trama. Ainda assim, essa representatividade é colocada de lado quando Natasha aceita e dá risada de cenas absurdas de preconceito racial, só porque é proveniente da família de seu amado.</p>
<p>Vale ressaltar que esse amado foi o rapaz que ela conheceu há menos de 2 horas e já está andando para cima e para baixo pela cidade, como se fossem grandes conhecidos. A construção do romance principal é mal feita e deixa o espectador indignado com a chatice do casal.</p>
<p><em><strong>O Sol Também É Uma Estrela</strong></em> é um filme de baixa qualidade, com péssimas atuações e completamente entediante. Aguardamos ansiosamente por uma reviravolta emocionante na trama, que nunca acontece. Nem a presença do ótimo John Leguizamo (<em>De Volta ao Jogo</em>) serve como alívio nesta produção difícil da diretora Ry Russo-Young.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ry Russo-Young<br />
<strong>Elenco:</strong> Yara Shahidi, Charles Melton, John Leguizamo</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/J_QTQx-3eco" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/">Crítica: O Sol Também É Uma Estrela</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
