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	<title>Arquivos John Corbett - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos John Corbett - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 22:30:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou no catálogo da Netflix o aguardado fim da trilogia Para Todos Os Garotos Que Já Amei, o filme Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre. Neste longa, Lara Jean e Peter tem que enfrentar a iminência de uma separação física, agora que ambos vão para a faculdade e pode ser que não fiquem na mesma cidade. Diferente do segundo filme, esse traz uma demanda mais realista de uma crise no relacionamento. Ao invés de simplesmente inventar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou no catálogo da Netflix o aguardado fim da trilogia <em>Para Todos Os Garotos Que Já Amei</em>, o filme <em><strong>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</strong></em>. Neste longa, Lara Jean e Peter tem que enfrentar a iminência de uma separação física, agora que ambos vão para a faculdade e pode ser que não fiquem na mesma cidade.</p>
<p>Diferente do segundo filme, esse traz uma demanda mais realista de uma crise no relacionamento. Ao invés de simplesmente inventar um terceiro personagem para causar uma tensão no casal (inclusive, esse personagem some completamente neste terceiro filme), <strong><em>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</em></strong> foca em mostrar as dificuldades que um casal que surge no colégio tem de enfrentar quando ambos terminam os estudos e têm que ir para a faculdade.</p>
<p>A própria vida em si acaba fazendo o papel de antagonista quando surge avassaladora colocando ambos para refletir sobre o que de fato importa na vida de cada um e na tomada de decisões. Enquanto duelam com a situação, pequenas tramas vão acontecendo ao redor, como o casamento do pai de Lara Jean. Isso foi bem trabalhado ao longo do três filmes, mostrando ele como um viúvo triste no primeiro, como alguém aberto e disposto a relacionamentos no segundo e agora como um homem apaixonado que está, finalmente, voltando a sorrir.</p>
<p>A irmã mais nova, a Kitty, também se desenvolve um pouco mais. Além de mostrar mais traços de personalidade, ela também tem uma pequena trama amorosa que surge, mostrando que a idade também trouxe uma nova visão para ela.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13794" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas claro, que o roteiro trabalha, na maior parte do tempo, a trama principal do casal apaixonado. A dinâmica e química entre Lana Condor (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-apocalipse/"><em>X-Men: Apocalipse</em></a>) e Noah Centineo (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/"><em>As Panteras</em></a>) é realmente muito boa e dá o tom para a dupla. Eles são muito naturais e carinhosos entre si, tornando muito fácil a missão de se envolver pelos protagonistas.</p>
<p>O que deixa a desejar é a falta de criatividade no aspecto de condução de enredo. Aquela velha fórmula de colocar uma viagem de colégio no meio do caminho e um baile de formatura no final é previsível e desnecessária. Embora funcione como um todo, torna a experiência muito comum para quem acompanhou a saga desde o começo.</p>
<p>As novas experiências do casal e as memórias fofas que são colocadas na trama dão um tom muito mais romântico e sentimental que os dois primeiros. É como uma despedida dos personagens que conquistaram tantas pessoas.</p>
<p>Além disso, é importante ver um filme que toma o devido cuidado de não cair naquelas armadilhas do passado em que a mulher largava tudo em função de um homem, com a justificativa que iria viver um grande amor e blá, blá, blá. Lara Jean é romântica e apaixonada, ela quer viver uma história de comédia romântica, mas não vai se furtar de correr atrás de seus sonhos.</p>
<p>Como entretenimento, <strong><em>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</em></strong> é bem melhor que o segundo filme, mas ainda está bem distante do grande sucesso que foi o primeiro. Existe um desfecho honesto para o casal Lara Jean e Peter, muito de acordo com a realidade do mundo e as expectativas do casal. É como um abraço no coração. Vale a pena conferir para se distrair no fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Fimognari<br />
<strong>Elenco:</strong> Lana Condor, Noah Centineo, John Corbett, Sarayu Blue, Madeleine Arthur, Ross Butler, Janel Parrish, Anna Cathcart</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wwaPEbdu6o4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Medo Profundo &#8211; O Segundo Ataque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 17:28:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas esta semana o longa Medo Profundo &#8211; O Segundo Ataque, a continuação pouco aguardada do primeiro filme, de 2017. Neste capítulo &#8211; que é completamente independente do primeiro &#8211; um grupo de amigas decide explorar um cemitério inca que está submerso em um lago, próximo da praia. Elas possuem alguma experiência em mergulho, mas nada vai ser o suficiente quando elas se depararem com um tubarão gigante. A construção inicial da trama é interessante. As personagens vão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas esta semana o longa <strong>Medo Profundo &#8211; O Segundo Ataque</strong>, a continuação pouco aguardada do primeiro filme, de 2017. Neste capítulo &#8211; que é completamente independente do primeiro &#8211; um grupo de amigas decide explorar um cemitério inca que está submerso em um lago, próximo da praia. Elas possuem alguma experiência em mergulho, mas nada vai ser o suficiente quando elas se depararem com um tubarão gigante.</p>
<p>A construção inicial da trama é interessante. As personagens vão sendo apresentadas e o roteiro nos oferece motivos para amar ou odiar cada uma delas. Ao mesmo tempo, não se demora em começar a criar o clima de tensão que se faz fundamental neste tipo de filme. Ele é objetivo e certeiro ao chegar no lago isolado e dar início à angústia das jovens.</p>
<p>O clima em cada cena favorece a tensão espectador. A escuridão do lago, o jogo de câmeras que pega parte da superfície e parte da profundeza, deixando-nos ansiosos para saber em que momento o mostro vai aparecer. Quando as meninas entram na caverna, tudo se torna ainda mais angustiante. As rochas estreitas nos dão a sensação de claustrofobia imediata, o que é um ponto ainda mais alto da trama, já que elas passam a maior parte do filme com máscaras de mergulho.</p>
<p>É este ponto também que favorece as atuações. Sophie Nélisse (<em>A Fabulosa Gilly Hopkins</em>) consegue ser bastante monotemática, nos oferecendo pouca variação de expressão. Já as demais, embora se excedam em alguns momentos, conseguem trazer mais empolgação em cena e assertividade. Elas têm o apoio dos veteranos John Corbett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-grego-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Casamento Grego 2</em></a>) e Nia Long (<em>NCIS: Los Angeles</em>), que forma um estranho casal em cena.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11923" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1994327.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Medo Profundo - O Segundo Ataque" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1994327.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1994327.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1994327.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No quesito tubarões, o filme tem um bom acerto. Eles são suficientemente assustadores e infligem angústia tanto ao espectador quanto aos personagens. As lutas são realistas e bem orquestradas.</p>
<p>A qualidade do filme, no entanto, cai muito por conta dos excessos. É como se ele não soubesse a hora de parar ao criar percalços nos caminhos das jovens. Além disso, tem uma necessidade questionável de mostrar detalhes das mortes. Especialmente no caso da jovem que morre afogada e a câmera dá um close demorado no rosto.</p>
<p><em><strong>Medo Profundo &#8211; O Segundo Ataque</strong> </em>ainda é um filme previsível e sem grandes novidades que entretenham o espectador. Mesmo com uma boa dose de tensão, a sensação que fica é que já assistimos ao longa anteriormente &#8211; e isso provavelmente é verdade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Johannes Roberts<br />
<strong>Elenco:</strong> Sophie Nélisse, Corinne Foxx, Brianne Tju, Sistine Rose Stallone, Davi Santos, John Corbett, Nia Long</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/amQx_Dq9JAU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 18:05:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Numa leva nova de filmes de terror nos quais um sentido precisa ser sacrificado, O Silêncio  entra no filão dos grupo dos: “vida sem barulhos e sons”. Depois de algumas produções com esta pegada, o espectador pode estar fatigado de premissas semelhantes e ir com as expectativas muito baixas e ser surpreendido. Sim, a surpresa é que o longa consegue ser pior do que a imaginação consegue calcular antes de o assisti. O maior fator para baixa qualidade da produção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa leva nova de filmes de terror nos quais um sentido precisa ser sacrificado, <em><strong>O Silêncio </strong></em> entra no filão dos grupo dos: “vida sem barulhos e sons”. Depois de algumas produções com esta pegada, o espectador pode estar fatigado de premissas semelhantes e ir com as expectativas muito baixas e ser surpreendido. Sim, a surpresa é que o longa consegue ser pior do que a imaginação consegue calcular antes de o assisti.</p>
<p>O maior fator para baixa qualidade da produção mora no roteiro. Escrito pelos irmãos Carey e Shane Van Dyke (<em>Chernobyl</em>), a produção começa buscando traçar as relações entre as personagens principais, internamente e externamente. Ally (Kiernan Shipka) é uma adolescente surda. Ela sofre bastante <em>bullying</em> na escola, mas possui um melhor amigo, que é meio namorado também, o Rob (Dempsey Bryk).</p>
<p>A sua família também é bem unida, afetuosa e relativamente grande, composta por Kelly, a mãe (Miranda Otto), Hugh, o pai (Stanley Tucci), Lynn, a avó (Kate Trotter), Jude, o irmão (Kyle Breitkopf), cachorro e Glenn, o agregado (John Corbett). Todos são muito ligados, conversam em linguagem de sinais, se protegem e se entendem. A qualidade dos atores, a dinâmica deste núcleo e a sacada de “no mundo distópico que não se pode falar, o grupo todo sabe ASL” (Língua de Sinais de Americana) é onde a qualidade se encerra.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10472" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5545362.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Silêncio" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5545362.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5545362.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5545362.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O primeiro grande questionamento que paira são as relações de Ally dentro da trama. Não existe nenhuma ligação com ela ser zoada pelos colegas com nada que aparece na tela em seguida. Isto nem transparece na construção de sua personalidade. Outro fator, é a decisão da inserção de Glenn na história. A forma como eles descartam o rapaz deixa uma impressão de que eles precisavam apenas de uma figura para morrer, mas que não queriam usar nenhum parente nuclear. A morte dele soa gratuita e num momento que a tensão não estava estabelecida para aquele acontecimento.</p>
<p>Na verdade, todas as baixas que ocorrem até o segundo ato de projeção não conseguem causar impacto. Os filmes de terror utilizam sons, jogo de luz e sombra, sussurros, foco e desfoco, planificação, enfim, diversos fatores para contribuir com a instalação de clima de medo. No entanto, aqui, nota-se um desperdício em construir o que são estes monstros que começam a atacar os Estados Unidos, qual a dimensão da tragédia, que respiros podem fazer os sustos que desejam provocar acontecerem. Claro, isso são apenas sugestões, os caminhos para criação de suspense e horror poderiam ser vários.</p>
<p>O resultado final de<strong><em> O Silêncio</em></strong> é uma dúvida forte sobre a existência dele. A técnica é, teoricamente simples, planos americanos, em grande parte, uma luz meio esverdeada, misturada com marrom e uma música pálida, que passa despercebida. Não há um esforço aparente em criar atmosferas e o único elemento que pode salvar o tempo perdido são os atores que demonstram uma grande vontade de estar ali.</p>
<p><strong>Direção:</strong> John R. Leonetti<br />
<strong>Elenco:</strong> Stanley Tucci, Kiernan Shipka, Miranda Otto, John Corbett, Kyle Breitkopf, Kate Trotter, Dempsey Bryk</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oN9DFZiZK0I" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Casamento Grego 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-grego-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2016 20:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento Grego 2]]></category>
		<category><![CDATA[John Corbett]]></category>
		<category><![CDATA[Kirk Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Lainie Kazan]]></category>
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		<category><![CDATA[Nia Vardalos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando fora lançado nos cinemas em 2002, a comédia romântica Casamento Grego foi um grande sucesso comercial que poucas pessoas esperavam. Sem grandes astros no seu elenco, sobretudo no papel da sua heroína Toula Portokalos, o filme contou apenas com o apadrinhamento de Tom Hanks e sua esposa Rita Wilson, que produziram a fita, e com o &#8220;boca-a-boca&#8221; que a sua estreia gerou entre o público. Escrita pela própria Nia Vardalos, que dava vida a personagem principal do longa e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quando fora lançado nos cinemas em 2002, a comédia romântica <i>Casamento Grego </i>foi um grande sucesso comercial que poucas pessoas esperavam. Sem grandes astros no seu elenco, sobretudo no papel da sua heroína Toula Portokalos, o filme contou apenas com o apadrinhamento de Tom Hanks e sua esposa Rita Wilson, que produziram a fita, e com o &#8220;boca-a-boca&#8221; que a sua estreia gerou entre o público. Escrita pela própria Nia Vardalos, que dava vida a personagem principal do longa e assim como Toula era descendente de gregos, <i>Casamento Grego </i>era uma peça de teatro que abordava o conflito cultural e de gerações instaurado na casa dos Portokalos quando uma filha de gregos anuncia para a sua família que pretende se casar com um professor norte-americano. Dos palcos para as telonas, também sob a escrita de Vardalos, a comédia era centrada no romance vivido por sua protagonista com o personagem de John Corbett, mas também tratava com humanidade o humor inerente ao conflito causado pela decisão de Toula em seu enorme núcleo familiar residente nos EUA. Além da bilheteria, o filme possibilitou que Vardalos se transformasse em um nome conhecido do grande público e abocanhasse uma indicação ao Oscar de melhor roteiro na cerimônia de 2003.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quatorze anos depois do primeiro filme, a sua tão aguardada (e gestada) continuação enfim chega aos cinemas e se o resultado está longe de ser decepcionante, também não é dos mais memoráveis ao se afastar em definitivo de elementos que garantiram o sucesso do primeiro longa. Em <i>Casamento Grego 2 </i>somos apresentados a um conflito de ordem geracional semelhante àquele vivido por Toula no filme de 2002. O foco das discussões familiares, agora é a filha adolescente da personagem, Paris, fruto do seu casamento com Ian. Paris chega a uma idade na qual começa a demonstrar sinais de incomodo com a interferência da sua numerosa família em diversas situações da sua vida social no colégio. Ao mesmo tempo, um novo casamento envolvendo os membros da família Portokalos começa a ser pensado tornando-se motivo para mais uma barulhenta reunião familiar.</p>
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<p>O grande problema de <i>Casamento Grego 2</i> é que apesar de revisitar determinadas temáticas presentes no primeiro filme, o longa, que também ganha um roteiro escrito por Nia Vardalos, mas sua direção sai das mãos suaves de Joel Zwick para cair na batuta exagerada de Kirk Jones, do terrível <i>O que Esperar quando você está Esperando</i>, se perde por completo no seu tom. Assim, mesmo que os conflitos da jovem Paris com os seus familiares nos remeta às próprias inquietações de Toula no primeiro longa, esse segundo filme prefere privilegiar um elemento que era bastante presente no filme de 2002, mas tratado na época com sutileza em dosagens homeopáticas e respeitosas, os curiosos hábitos do clã Portokalos. Ao priorizar esse elemento, em detrimento de um olhar mais humano para os seus personagens e que encontrasse o humor nas suas situações cotidianas, conferindo uma organicidade a comédia, <i>Casamento Grego 2 </i>opta pelo tom histriônico ao tratar os seus personagens gregos como figuras simplificadas por suas características, tratadas como excentricidades e não respeitosamente como hábitos culturais, como acontecia de maneira tão responsável no primeiro longa.</p>
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<p>Revelando-se completamente descartável e dissonante se o compararmos ao primeiro filme, <i>Casamento Grego 2</i> é um longa que se equivoca ao não compreender que o que garantira a singularidade do filme de 2002 era o seu tom agridoce e a forma como conseguia imprimir com naturalidade suas situações engraçadas. A continuação da comédia prefere o caminho mais fácil e frágil, apelando para o exagero e para as caricaturas que vencem pelo berro e pelo humor simplificado. É certo que alguns lampejos de preservação do &#8220;espírito&#8221; do primeiro longa garantem que essa continuação renda algum interesse da sua plateia, sobretudo aquela que é apaixonada pelo trabalho de Vardalos e sua equipe em 2002, mas, no geral, tudo se perde em meio aos exageros de personagens conhecidos que se transformam em figuras histéricas, em alguns casos, irreconhecíveis.</p>
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