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	<title>Arquivos John Bradley - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Case Comigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa Case Comigo, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (As Golpistas) e Owen Wilson (Extraordinário). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão. Case Comigo conta a história de Kat, uma cantora super famosa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa <strong><em>Case Comigo</em></strong>, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-golpistas/"><em>As Golpistas</em></a>) e Owen Wilson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-extraordinario/"><em>Extraordinário</em></a>). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão.</p>
<p><strong><em>Case Comigo </em></strong>conta a história de Kat, uma cantora super famosa que namora um outro cantor igualmente famoso e que vão se casar numa transmissão ao vivo, enquanto lançam a sua nova música <em>Marry Me</em> (nome original do filme). No entanto, minutos antes de subir ao palco, a popstar tem acesso a um vídeo de traição do amado, que se agarra com a sua assistente. Magoada, ela resolve não dar continuidade ao casamento com ele, mas toma a decisão impulsiva de escolher para casar um homem da plateia que estava com um cartaz de &#8220;Case Comigo&#8221;. A partir daí, podemos imaginar como a história se desenrola.</p>
<p>Se engana quem acha que para uma comédia romântica ser boa, tem que ser super inovadora e sem clichês. Acredito que o filme deste gênero que é bem sucedido é quando consegue fazer o &#8220;feijão com arroz&#8221; bem feito e unir uma dupla de protagonistas que tenha muita química em tela. E é isso que acontece aqui. Os passos que o roteiro dá são previsíveis e sem grandes surpresas, mas isso não frustra o espectador hora alguma. Ficamos empolgados em descobrir como aqueles clichês vão ser aplicados e é sempre de maneira bem feita.</p>
<p>A relação de Kat e Charlie começa como uma boa amizade e parceria. Ela sem tempo para nada, completamente dependente dos assistentes e com a vida exposta, enquanto ele é um professor de matemática comum, cansado da rotina, sem redes sociais e bem simples. Suas realidades opostas é que os unem para que consigam sustentar aquele casamento fake que será mantido por um tempo, como jogada comercial.</p>
<p>A química de Owen Wilson e Jennifer Lopez é realmente impressionante, tanto pela naturalidade quanto pela sensação de lar que eles passam. É como se fossem velhos amigos e amantes de muitos anos, conseguindo sustentar olhares amorosos e toques carinhosos. Uma delícia de acompanhar. Para além deles, os demais personagens tem características muito importantes que auxiliam na jornada do casal principal. O produtor paciente e atrapalhado, a assistente rabugenta, a amiga louca que tenta fazer ele ter mais energia na vida. Todos se combinam de uma forma que acrescentam ainda mais a trama.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15230" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A medida que o amor vai surgindo, os problemas de rotina e convivência também aparecem. Ele começa a ter ciúmes das atividades dela, especialmente quando ela precisa voltar a cantar junto com o ex-noivo traidor. Temos aqui uma tensão de uma possível volta do casal de artistas, mas de maneira muito sutil. Como uma dúvida que pode surgir na cabeça de pessoas comuns quando um ex volta afirmando que está regenerado.</p>
<p><em><strong>Case Comigo</strong></em> é repleto ainda de belas músicas interpretadas pela própria Jennifer Lopes e pelo parceiro musical Maluma, que é uma grata surpresa no quesito performance em cena. Mas não entendam como um filme de gênero musical. É apenas uma comédia romântica com muita música envolvida e nos momentos corretos.</p>
<p>Aproveito aqui para pontuar sobre o quão legal é ver uma comédia romântica com pessoas mais maduras, ao invés de apenas os dramas adolescentes que a Netflix propõe a maior parte do tempo, como se só o jovem pudesse encontrar um grande amor. Embora Jenny interprete uma mulher com menos de 40 anos (o que é impressionante já que ela tem 52 anos), a história deixa ali claro que aquela não é uma mulher bem novinha procurando um príncipe encantado. Trata-se de uma mulher adulta, segura de si e que está em busca do amor verdadeiro. E isso é muito bom de acompanhar.</p>
<p>Sabe aquele filme gostosinho de assistir, que passamos a sessão inteira sorrindo e querendo abraçar os personagens? É justamente essa a sensação de <em><strong>Case Comigo</strong></em>. Um feijão com arroz bem temperado, com ótimas atuações, músicas bacanas, roupas belíssimas e um amorzinho esperançoso para fazer nossos corações vibrarem. Vale muito a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kat Coiro</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jennifer Lopez, Owen Wilson, John Bradley, Sarah Silverman, Chloe Coleman, Maluma, Michelle Buteau, Stephen Wallem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1ww8uD9J76M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Moonfall &#8211; Ameaça Lunar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 22:04:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É muito complicado ir assistir um filme cujo diretor apresentou excelentes trabalhos daquele mesmo gênero. Isso porque invariavelmente a expectativa fica meio fora de controle e a chance de se frustrar é grande. O que acontece com Moonfall &#8211; Ameaça Lunar &#8211; de Roland Emmerich, que dirigiu 2012, O Dia Depois de Amanhã e Independence Day -, no entanto, é quase uma falta de respeito com o público fiel de longas de catástrofes. Jocinda (Halle Berry, John Wick 3 &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito complicado ir assistir um filme cujo diretor apresentou excelentes trabalhos daquele mesmo gênero. Isso porque invariavelmente a expectativa fica meio fora de controle e a chance de se frustrar é grande. O que acontece com <em><strong>Moonfall &#8211; Ameaça Lunar</strong></em> &#8211; de Roland Emmerich, que dirigiu <em>2012, O Dia Depois de Amanhã e Independence Day</em> -, no entanto, é quase uma falta de respeito com o público fiel de longas de catástrofes.</p>
<p>Jocinda (Halle Berry, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-3-parabellum/"><em>John Wick 3 &#8211; Parabellum</em></a>) e Bryan (Patrick Wilson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-invocacao-do-mal-3-a-ordem-do-demonio/"><em>Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio</em></a>) são astronautas da Nasa que passam por um episódio estranho em uma das missões, que acaba resultando na morte de um colega. Anos depois, quando ele já nem trabalha mais no órgão, um jovem cientista curioso acaba descobrindo que a Lua está fora da sua órbita normal e que isso vai resultar em uma série de catástrofes no mundo. Com o tempo, eles descobrem que os fatos estão interligados.</p>
<p>Uma das premissas básicas para este gênero de longa é fazer com que o espectador crie empatia pelos personagens e, posteriormente, entre na ansiedade do grande evento que está por vir. <em><strong>Moonfall &#8211; Ameaça Lunar</strong></em> não dá tempo para que isso aconteça ao despejar o início da catástrofe com menos de 10 minutos de exibição. Não conhecemos os personagens direito, não sabemos suas motivações, suas crises familiares. Tudo isso é tratado com banalidade pelo roteiro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15205" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/22.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/22.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/22-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/22-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/22-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com uma sucessão de diálogos pobres e expositivos, evoluímos para uma corrida absurda e sem lógica para conseguir colocar a Lua de volta à sua órbita original. O filme falha novamente ao não explicar porque isso está acontecendo. Ele opta por colocar isso como um mistério para o final, mas não é algo que funciona em termos de narrativa, já que, assim como os personagens, não nos conectamos com a história em si. Sim, sabemos que este estilo de longa é recheado de absurdos e mentiras. Mas até mesmo isso tem que ter alguma lógica, senão parece que está duvidando da capacidade cognitiva do espectador.</p>
<p>Jo e Bryan voltam a se reunir com o objetivo de tentar resolver o problema e as coisas acontecem magicamente. Eles pegam uma nave de um museu, consertam em menos de 24h e decidem ir ao espaço com um dos motores quebrados. Para piorar essa falta de lógica, em dado momento a Lua está tão perto da Terra, que começa a raspar nas montanhas! É um absurdo tão grande, especialmente quando olhamos para o histórico do diretor, que nos apresentou filmes tão tensos e &#8220;realistas&#8221; quanto <em>O Dia Depois de Amanhã. </em></p>
<p>Se nada disso parece bom, talvez a química e dinâmica dos personagens pudesse salvar. Ao invés disso, vemos uma colcha de retalhos de pessoas que não fazem o menor sentido entre si e que pouco contribuem com o projeto. Halle Berry e Patrick Wilson se salvam neste quesito, pois funcionam muito bem juntos. Ainda assim, o roteiro os coloca em um lugar de precarização tão grande, que nem parece que já protagonizaram grandes franquias e ganharam o Oscar.</p>
<p><em><strong>Moonfall &#8211; Ameaça Lunar </strong></em>é um filme que para ser ruim, precisa melhorar muito. Cansativo, longo demais, completamente fora da casinha e com uma finalização ainda pior. É como se o roteiro achasse que o espectador é privado de inteligência ou capacidade interpretativa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Roland Emmerich</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Halle Berry, Patrick Wilson, John Bradley, Charlie Plummer, Carolina Bartczak, Donald Sutherland, Michael Peña, Eme Ikwuakor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Yt5EGKxpmhE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moonfall-ameaca-lunar/">Crítica: Moonfall &#8211; Ameaça Lunar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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