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	<title>Arquivos Joanna Calo - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Thunderbolts*</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 12:59:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o final da Saga do Infinito com a estreia de Vingadores: Ultimato (2019), o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não tem tido bons resultados em suas produções. A Saga do Multiverso começou bem com WandaVision (2021), mas logo em seguida começou a se perder pela quantidade de produções e pelos questionamentos sobre sua qualidade. De lá para cá, poucas coisas fizeram sucesso suficiente para convencer o público geral sobre a nova fase da Marvel Studios, assim como não renderam boas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o final da Saga do Infinito com a estreia de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato (2019)</em></a>, o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não tem tido bons resultados em suas produções. A Saga do Multiverso começou bem com <em>WandaVision (2021)</em>, mas logo em seguida começou a se perder pela quantidade de produções e pelos questionamentos sobre sua qualidade. De lá para cá, poucas coisas fizeram sucesso suficiente para convencer o público geral sobre a nova fase da Marvel Studios, assim como não renderam boas bilheterias. 2025, no entanto, chegou com a promessa de ser esse novo momento, iniciado com a estreia de <em><strong>Thunderbolts</strong></em>.</p>
<p>A promessa é de que o novo longa-metragem do MCU, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (1º), seja diferente de tudo que a Marvel já fez. Mas será que é mesmo? <em><strong>Thunderbolts </strong></em>traz a comicidade e a ação esperada de um projeto da franquia, tem as referências a algumas das histórias pregressas que costuram eixos narrativos do filme e se baseiam em alguns personagens já conhecidos dos fãs. Até então, uma estrutura bem básica e comum para o estúdio. Há, contudo, um olhar mais voltado para a construção dos personagens nesse longa do que em outros.</p>
<p>A costura de <em><strong>Thunderbolts </strong></em>é feita a partir justamente da relação desse grupo disfuncional de criminosos anti-heroicos. Isso por si só já é um elemento um pouco diferente do comum por tornar o novo projeto da Marvel guiado por personagens e não pelo problema. Ainda assim, não é como se fosse a primeira vez que isso é feito e nem é a vez mais bem trabalhada. A produção traz um pouco mais de camadas do que é usual nas dinâmicas narrativas do MCU, mas ainda deixa muito a desejar, especialmente quando pensamos no cerne que move as figuras centrais da história.</p>
<p>O roteiro de Eric Pearson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viuva-negra/"><em>Viúva Negra</em></a>, de 2021) e Joanna Calo (<em>Rixa</em>, de 2023) se esforça para desvendar um pouco mais das nuances psicológicas dos personagens, especialmente de Yelena e Bob (interpretados, respectivamente, por Florence Pugh e Lewis Pullman). Mesmo com essa preocupação clara, ainda é pouco para o que a narrativa escancara como dilema moral e pessoal para essas personagens. No caso de Yelena e Bob, eles têm claramente indicativos de ansiedade e depressão e isso, ainda que posto, segue na superfície, diante do que <em><strong>Thunderbolts</strong></em> se propõe a ser.</p>
<figure id="attachment_19409" aria-describedby="caption-attachment-19409" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19409" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2-750x500.jpg" alt="Thunderbolts* (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Thunderbolts-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19409" class="wp-caption-text">Cena de &#8216;Thunderbolts* (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Quando um filme tem como vilão esse vazio que nos corrói por dentro, é preciso que o projeto mergulhe de cabeça num drama existencial e psicológico. O filme até tenta elencar momentos-chave para debater de forma mais aprofundada esses elementos, mas não tem a força suficiente para isso. A sensação é que <em><strong>Thunderbolts </strong></em>varia de uma comédia ácida da relação disfuncional desses ex criminosos para um drama existencial sensível e delicado que nunca se concretiza de forma plena.</p>
<p>E eis que este é o maior problema de produzir histórias hoje em dia para o MCU. Há muito o que se comparar. Já foram mais de 20 filmes e mais de 10 séries e minisséries e é inevitável que o público esteja cansado de ver as mesmas histórias com roupagens diferentes. Além da repetição, o Universo Compartilhado Marvel sofreu muito com esse excesso de produções nos primeiros anos da Saga do Multiverso, o que reverbera até hoje &#8211; e <em><strong>Thunderbolts</strong></em> não consegue sair ileso disso. A fórmula de sucesso da Marvel não parece fazer tanto sentido como em sua primeira década.</p>
<p>Diante de tudo isso, ainda há o fator do controle criativo. Kevin Feige é essa figura que representa a Marvel Studios e todo o seu controle criativo. O plano de comando do MCU, liderado por Feige, por mais que diga o contrário, não permite extrapolações de verdade. Seja por medo de não agradar ou por acreditarem que há limites para os tipos de produções dentro do emblema do MCU, a Marvel não dá liberdade criativa de verdade para seus realizadores. E, das poucas vezes que deu &#8211; como em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eternos/"><em>Eternos (2021)</em></a> -, o público mais radical destruiu as obras com críticas. E, com todo esse cenário, é claro que <em><strong>Thunderbolts</strong></em> acaba sendo castrado criativamente também.</p>
<p>Apesar dessas questões, o longa de fato é mais interessante do que muitos dos últimos filmes lançados nos últimos anos. Mesmo que na superfície, os dramas psicológicos dos personagens permitem que o elenco tenha uma interação positiva que entretém e enriquece as cenas com a química evidente. Intérpretes como Florence (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna-parte-2/"><em>Duna: Parte 2</em></a>, de 2024) e Sebastian Stan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-aprendiz/"><em>O Aprendiz</em></a>, de 2024) ajudam a dar um fôlego a mais para a história, mesmo com todos os problemas que a rodeiam. No fim, apesar dos esforços do elenco e roteiro, ainda falta mais densidade nas camadas desses personagens e desse projeto que é guiado por personagem para que <em><strong>Thunderbolts</strong></em> fosse tudo o que podia &#8211; e se propõe narrativamente a &#8211; ser.</p>
<p>Jake Schreier (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cidades-de-papel/"><em>Cidades de Papel</em></a>, de 2015) parece querer deixar a sua marca como cineasta no novo longa da Marvel, mas ele também sofre com esse controle criativo sob o cabresto. O diretor, ao lado dos roteiristas, tenta criar um pouco mais de nuances para diferenciar esse projeto dos demais. Para muitos, a missão provavelmente terá sido cumprida por fugir levemente dessa fórmula estanque do MCU. No entanto, basta um olhar mais atento e fica perceptível que ainda falta muito para que <em><strong>Thunderbolts</strong></em> alcance o potencial que poderia. Todos esses dilemas giram em torno do controle criativo que poda e afunda a Marvel cada vez mais nessa areia movediça que ela mesmo entrou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jake Schreier</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Florence Pugh, Sebastian Stan, Wyatt Russell, Olga Kurylenko, Lewis Pullman, Geraldine Viswanathan, David Harbour, Hannah John-Kamen e Julia Louis-Dreyfus</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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