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	<title>Arquivos Jessica Chastain - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jessica Chastain - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>40º Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata: Dreams</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 20:34:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a câmera parada e planos mais abertos, Michel Franco (Memória) convida o espectador a se conectar com a intimidade das personagens de Jennifer McCarthy  (Jessica Chastain) e Fernando Rodríguez (Isaac Hernández). A obra é um retrato curioso da visão de um mexicano sobre os Estados Unidos. Ainda que reforce estereótipos do corpo e dos sonhos do homem latino americano, Franco se revela confuso em investigar as camadas das suas personagens, em criar um roteiro dentro da lógica da narrativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a câmera parada e planos mais abertos, Michel Franco (Memória) convida o espectador a se conectar com a intimidade das personagens de Jennifer McCarthy  (Jessica Chastain) e Fernando Rodríguez (Isaac Hernández). A obra é um retrato curioso da visão de um mexicano sobre os Estados Unidos. Ainda que reforce estereótipos do corpo e dos sonhos do homem latino americano, Franco se revela confuso em investigar as camadas das suas personagens, em criar um roteiro dentro da lógica da narrativa clássica &#8211; que ele mesmo propõe &#8211; e ainda cai no clichê do <em>male gaze</em> em cenas de violência sexual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem muitas questões técnicas que serão declaradas aqui nesta crítica, mas é preciso salientar antes que, em pleno 202,5 não deveriam existir cenas que estetizassem o estupro. A maneira como o ato é perfomado na tela, transforma a possibilidades de diálogo sobre o mesmo. Ângulos, movimentações, ruídos, todos os elementos da mise-en-scène e do som constroem sentido. Com qualquer questão e tema isso se passa, sobretudo com encenação de ações violentas. É necessário pensar o male gaze e a violação do corpo feminino ainda hoje. Ainda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa poderia ser uma obra sensual, que discute com força as relações entre gênero e poder. De certa maneira, o discurso fica posto, porém com uma cena de estupro gráfica sem necessidade e uma encenação que revela todo um desejo masculino por uma dominação feminina &#8211; algo clichê e desagradável. Mas, não são apenas esses breves minutos que condenam a produção de Franco ao fracasso &#8211; que inclusive pode agradar a muitos que se enganem fácil com algumas escolhas do roteirista e diretor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente de pensar que Franco abre o quadro para criar tensão sexual entre o casal central já fica óbvio de compreender que Franco quer mais causar a impressão de que é um bom diretor, do que ser um bom diretor de fato. A discussão sobre a tensão de gênero e classe é bem-vinda, porém tornar ela fútil e &#8220;masculinizada&#8221; não ajuda no fomento da discussão da trama. Falta problematizar os sentimentos e as motivações de Fernando, deixar ele menos fútil e mimado. Seria necessário elevar a carga emocional de Jennifer, para que existissem nuances na construção dela. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro desta lógica, as atuações quase chegam a convencer. Jessica soa distante, como se sua mente estivesse em outro lugar. Esse fator retira a sua expressividade facial, algo que é sutil em sua atuação, mas que funciona em outros títulos. Já Isaac, bom, ele dança bem. Todavia, mesmo que seja bastante esforçado, o máximo de emoção que o jovem consegue expressar é o de dúvida porque franzir o cenho ajuda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez essa seja a grande questão de <em>Dreams</em>. É tudo tão quase que o espectador pode sair esgotado da sessão. O casal central quase que tem química, a discussão política quase que é amarrada, a direção quase que é autoral e com um estilo que dialoga com o roteiro. </span><span style="font-weight: 400;">Nesse quase, Jessica e Isaac procuram investir na fisicalidade dessa paixão doentia, fomentada pelo poder de uma mulher branca estadunidense mais velha, com um jovem bailarino mexicano em situação de vulnerabilidade social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os intérpretes se deslocam e se tocam com tônus corporal, porém com ausência de sensibilidade. As falas soam vazias, porque não há força e gradação na forma de dizer o texto. Falta aqui explorar as camadas das condições psicológicas das personagens. Claro que brancos ricos são ambiciosos e controladores. Óbvio que um artista iniciante quer vencer em sua profissão. Esse tédio pelo óbvio ainda se reafirma na visualidade. </span><span style="font-weight: 400;">Os tons pastéis, a câmera parada, os planos que são mais gerais e médios contribuem para essa sensação de ausência de personalidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, <em>Dreams</em> parece querer ser um retrato de uma paixão tórrida, com diferenças de idade, classe e gênero. </span><span style="font-weight: 400;">Alguns debates estão presentes na narrativa e há uma tentativa de criação de universo ficcional plácido do mundo de ricos brancos do Norte Global. No entanto, a procura por revelar as especificidades desse mundo doente e usurpador de ideais acaba por deixar a obra morna e uma sessão entediante.</span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Michel Franco</p>
<p><strong>Elenco</strong>: <span style="font-weight: 400;">Jessica Chastain, Isaac Hernández, Rupert Friend</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Sonhos (2025) - Trailer Legendado Oficial HD Dreams Jessica Chastain" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/mCo_S6BgZ9c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Enfermeiro da Noite (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 15:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo de Charles Graeber e em fatos reais, O Enfermeiro da Noite, novo drama policial da Netflix, tenta trazer para sua narrativa uma empatia profunda com sua protagonista e elevar a tensão durante a projeção, através de uma relação próxima com a personagem principal, a Amy Loughren (Jessica Chastain). Ao mesmo tempo, a narrativa tenta desenvolver a relação dela com seu novo colega de trabalho, Charlie Cullen (Eddie Redmayne) que, para ela, inicialmente, seria um homem bom, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no livro homônimo de Charles Graeber e em fatos reais, <strong><em>O Enfermeiro da Noite</em></strong>, novo drama policial da Netflix, tenta trazer para sua narrativa uma empatia profunda com sua protagonista e elevar a tensão durante a projeção, através de uma relação próxima com a personagem principal, a Amy Loughren (Jessica Chastain). Ao mesmo tempo, a narrativa tenta desenvolver a relação dela com seu novo colega de trabalho, Charlie Cullen (Eddie Redmayne) que, para ela, inicialmente, seria um homem bom, que a ajuda a enfrentar longos turnos de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos são enfermeiros e Amy possui uma doença cardíaca grave e é ajudada por Charlie a esconder sua condição e a conseguir dar conta de seu trabalho, até que seu plano de saúde entre em ativa e ela possa fazer sua cirurgia. Todavia, a moça vai descobrindo que Charlie não é quem ela pensa. Ao invés de ser um rapaz generoso e bondoso, ele é um assassino, que mata já matou não apenas os pacientes de onde ela trabalha, mas de vários outros hospitais também. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, entre construir a imagem de Amy como uma mocinha quase perfeita, em explorar o desenvolvimento de sua amizade com Charlie e inserir o suspense vindo do fato que <em><strong>O Enfermeiro da Noite</strong></em> também é um filme criminal, o roteiro se perde, cortando e pulando momentos de tensão e intensidade e se alongando em detalhes menos necessários. </span>Até o primeiro ato, há espaço para que o público conheça Amy e sua rotina, o que é positivo, porque é possível se criar uma relação com a boa enfermeira (como se é dito no título original), o que gera uma torcida por ela.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16044" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Enfermeiro da Noite" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Todavia, a partir do segundo ato, não há mais espaço para se olhar para Amy e os crimes de Charlie precisam ser inseridos no enredo, bem como a investigação destes assassinatos e a sua resolução. É por isso que o longa-metragem não funciona como deveria. <span style="font-weight: 400;">O espectador é empurrado abruptamente para o clima de suspense, enquanto as tramas particulares de Amy são deixadas de lado. Para conseguir dar conta de todos os subplots inseridos ali, é preciso recorrer ao uso da cartela no final da sessão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O recurso em si não é equivocado, mas neste caso, ele vem para reparar a falta de espaço para solucionar todas os nós da narrativa. </span><span style="font-weight: 400;">Por fim, é possível falar também sobre a fotografia e da direção. Em termos de temperatura, os tons azulados/esverdeados funcionam aqui.</span><span style="font-weight: 400;"> Eles deixam uma sensação de permanência da melancolia e criam uma atmosfera de ambiente hospitalar. Mas, o jogo de luz e sombra compromete a fruição da atuação dos intérpretes em diversas sequências, como na conversa que Amy tem com Charlie sobre seu estado de saúde. Quem assiste não consegue ver todas as expressões faciais de Chastain e Redmayne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quando se observa a decupagem, o cineasta Tobias Lindholm (<em>Sequestro</em>) parece um tanto contido. </span><span style="font-weight: 400;">Enquadramentos muito fechados, durante a maioria da projeção fazem com que a tensão fique diluída. </span>Os closes são certeiros nos instantes de troca e de construção de amizade entre Amy e Charlie, porém, não há muita distinção dos momentos de drama &#8211; no sentido do gênero cinematográfico -, com os de ação/crime. Essa falta de diferenciação, deixa a obra monocórdica, o que pode gerar tédio. Talvez, a maior questão de <strong><em>O Enfermeiro da Noite</em></strong> seja a tentativa desesperada de criar um grande contraponto entre Amy, a boazinha e Charlie, o super vilão. No final das contas, este caminho deixa o filme raso.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tobias Lindholm</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jessica Chastain, Eddie Redmayne, Judith Delgado</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LvGSlwdulwE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: It &#8211; Capítulo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:07:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com It &#8211; Capítulo 2, pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, It &#8211; A Coisa. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse. Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com <strong><em>It &#8211; Capítulo 2, </em></strong>pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, <em>It &#8211; A Coisa</em>. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse.</p>
<p>Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e seguiram sua vida em outras cidades. Isso permitiu que eles esquecessem a maior parte dos acontecimentos daquele período. Menos Mike (Isaiah Mustafa), que continuou morando no mesmo lugar e lembrando constantemente de tudo que passou.</p>
<p>No primeiro filme, o grupo de crianças funcionava perfeitamente bem. O elenco era muito equilibrado, com ótimas atuações de todos e características peculiares de cada personagem. Nos envolvemos individualmente com eles, o que poderia tornar difícil a tarefa do segundo filme de inserir novos atores para os mesmos personagens.</p>
<p>Um dos pontos altos de <strong><em>It &#8211; Capítulo 2</em></strong> é, definitivamente, o <em>casting</em>. Conseguiram escolher precisamente os atores que eram fisicamente mais parecidos com as crianças e que pudessem transmitir as mesmas sensações, com as características peculiares de cada um. E isso, por si só, já torna o filme bom, já que acertou no ponto principal.</p>
<p>James McAvoy (<em>Fragmentado</em>) e Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>) são nomes mais fortes do elenco e que conseguem vestir bem as personalidades de seus papéis, mesmo que eles acabem tendo um pouco menos de holofote do que poderiam. O destaque fica mesmo por conta de James Ransone (<em>A Rebelião</em>) e Bill Hader (série <em>Barry</em>), que são definitivamente o foco nas cenas em que aparecem. Não apenas a construção de personagem está bem feita, como a história que cruza os dois de maneira sutil e assertiva.</p>
<p>O roteiro acerta ainda em esmiuçar os personagens na individualidade, além do grupo como um todo. Cada um tem seu medo particular, seus traumas e marcas na vida que justifiquem seus comportamentos e decisões. Isso traz mais realidade para a história e fluidez para os atos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11208" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Pontos polêmicos são tratados ao longo da trama, como a homofobia, o suicídio, o <em>bullying</em>, relacionamentos abusivos, etc. Falta um pouco de cuidado em alguns pontos, com excessivas piadas de gordo, uma relativa falta de tato com o suicídio ou o simples ignorar de um casamento abusivo. No entanto, ao tocar nestes assuntos, mesmo que não da melhor forma, as temáticas já propõe um debate necessário e um olhar do espectador para pontos constantemente deixados de lado.</p>
<p>O filme se demora demais em momentos desnecessários, alongando cenas que não têm tanta representatividade. Tudo isso rendeu um longa de quase 2h50, que poderia muito bem ter 30 minutos a menos de duração, sem nenhum prejuízo. Por mais que seja intercalado com cenas de susto e muito nojo, a experiência fica prejudicada e cansativa no meio da história.</p>
<p>Como filme de terror, um ponto muito importante é o susto e o medo que implica no espectador. Neste quesito, um ótimo acerto. Cenas nojentas e repugnantes, sustos em momentos certeiros e o medo que transpassa por toda a narrativa, fazem com que <em><strong>It &#8211; Capítulo 2</strong> </em>cumpra o seu objetivo principal de causar horror. Mesmo assim, ele contem pinceladas de riso e romance que funciona como um respiro necessário na narrativa.</p>
<p>O mote principal do longa é o medo e como ele pode aniquilar sonhos, transformar vidas e destinos. A finalização de filme é outro ponto alto. Eles conseguem fazer de maneira grandiosa e honesta, respeitando toda a trajetória que foi construída até ali e dando o devido desfecho aos personagens.</p>
<p>Com um pouco de excesso de nostalgia, o roteiro mescla os adultos com as crianças, unificando cada dupla e nutrindo um carinho entre as partes. Tanto quanto poderia se esperar. Mesmo que funcione muito bem, o sentimento de que o primeiro filme é melhor fica conosco o tempo todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti<br />
<strong>Elenco:</strong> Bill Skarsgård, James McAvoy, Jessica Chastain, Bill Hader, Jay Ryan, Isaiah Mustafa, James Ransone, Andy Bean, Jaeden Martell, Sophia Lillis, Wyatt Oleff, Jack Dylan Grazer, Finn Wolfhard, Chosen Jacobs, Jeremy Ray Taylor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hTiR6qD3Ow" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: X-Men: Fênix Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:40:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa X-Men: Fênix Negra, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção. Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong>, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção.</p>
<p>Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem já se mostrou uma decisão acertada nos<em> X-Men</em>, vide <em>Logan</em>, que é um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Esse aqui não chega ao nível de <em>Logan</em>, é bem verdade, mas não faz feio também. Tem um tom certeiro ao tratar da origem de Jean, uma das personagens mais fortes e de importância da trama.</p>
<p>O filme se passa em 1992, quando Charles Xavier (James McAvoy) curte o fato dos X-Men serem bem aceitos na sociedade e considerados heróis nacionais. Tudo isso devido a uma missão no espaço em que eles resgatam astronautas. No entanto, durante o processo de resgate, Jean Grey (Sophie Turner) precisou chegar ao seu limite para garantir a segurança de todos e foi exposta ao que parecia ser uma explosão solar. Desde então, ela lida com uma força ainda mais poderosa dentro de si e a incapacidade de controlar suas emoções.</p>
<p>A construção do roteiro é um dos pontos altos do filme. Ele vai, gradativamente, tecendo a trama e conectando os fios da evolução da protagonista, mostrando desde a sua infância até o momento atual, em que lida com crises internas e conflitos emocionais. Tudo isso acompanhado dos demais X-Men, que dão suporte ao enredo, sem roubar a cena da personagem principal.</p>
<p>O espectador sabe que essa parceria entre a sociedade e os mutantes é algo muito furtivo e pode acabar a qualquer momento. Eles aceitam o diferente enquanto é conveniente para eles. Mas ao sinal de qualquer erro, serão questionados e rechaçados. E isso fica suspenso no ar o tempo inteiro. Então, quando Jean começa a ter reações estranhas depois da explosão, o primeiro medo de Xavier é justamente colocar essa relação com a sociedade em risco.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10665" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que me incomoda em <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong> é que ele não faz uso completo de todos os artifícios que a franquia X-Men oferece. Para mim, é uma das sagas mais interessantes e atraentes, do ponto de vista dos personagens e da criação de enredo. E este longa me parece ficar mais na superfície, no quesito de utilizar as ferramentas que estão postas na mesa.</p>
<p>A parte de maquiagem e efeitos especiais, por exemplo, é muito boa e acertada. No entanto, certos questionamentos são feitos, como a necessidade de Jennifer Lawrence (<em>Mãe!</em>), no personagem Mística, ficar aparecendo como pessoa normal dentro da casa dos X-Men. Ainda mais depois que a sociedade já passou a aceitar os mutantes.</p>
<p>O filme apresenta ainda ótimas cenas de luta, como a do trem no final, que envole a maioria dos personagens. Vemos, no entanto, um subaproveitamento da vilã Vuk, interpretada por Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>). Um grande potencial de ser alguém realmente apavorante, mas que é renegada a cenas curtas, com poucas falas e momentos pouco marcantes. O mesmo poderíamos dizer de Sophie Turner, no papel da protagonista. Ela tem pouco espaço para efetivamente se mostrar como atriz e só podemos culpar o roteiro por isso.</p>
<p>Ainda assim, <strong><em>X-Men: Fênix Negr</em></strong>a é um bom filme que traz uma história competente sobre a construção de uma das principais personagens deste universo. Tem ser percalços e quedas no caminho, mas com certeza é superior a outros longas, como <em>X-Men: Apocalipse</em>, por exemplo. Vale a pena conferir nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Simon Kinberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Evan Peters</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xrbBVIpssDQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Armas na Mesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 02:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Armas na Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[John Madden]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Strong]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discutir questões políticas sob a ótica feminina e ainda levantar a importância do papel da mulher nas escolhas do futuro é um caminho cada vez mais frequente e certeiro nos roteiros de filmes atuais. Isso mostra a evolução da sociedade como um todo, já que o mundo cinematográfico apenas reflete este meio. Mas tratar destas questões não se tornou mais fácil e continua requerendo um cuidado especial, para não cair na mesmice ou no pecado de não valorizar um tema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir questões políticas sob a ótica feminina e ainda levantar a importância do papel da mulher nas escolhas do futuro é um caminho cada vez mais frequente e certeiro nos roteiros de filmes atuais. Isso mostra a evolução da sociedade como um todo, já que o mundo cinematográfico apenas reflete este meio. Mas tratar destas questões não se tornou mais fácil e continua requerendo um cuidado especial, para não cair na mesmice ou no pecado de não valorizar um tema tão importante.</p>
<p>Jessica Chastain vem de um histórico interessante de longas, como <em>A Hora Mais Escura</em>, <em>O Ano Mais Violento</em>, <em>Interestelar</em>, entre outros. Ela normalmente ocupa o papel de mulher forte e decidida, que resolve as pendências de forma independente e nunca precisa de ninguém (leia-se: homem) para nada. Isso é muito importante de ser debatido, mas requer muita cautela. Em <em>Armas na Mesa</em>, o roteirista peca pelo excesso. A protagonista é a interpretação do <em>workaholic</em>, intragável, que ninguém quer por perto, que ninguém consegue se relacionar. Transita pela sociopatia, com toda certeza. Ela se basta e repulsa os homens. Vejo tudo isso como muito delicado, uma vez que coloca a mulher no papel de que para se conquistar o sucesso profissional, é preciso abrir mão da vida pessoal.</p>
<p>Já o diretor John Madden traz filmes bons na carreira um tanto frenética. Seu último filme, para se ter uma ideia, foi o desenho animado <em>O Bom Gigante Amigo</em>. Além do sucesso <em>O Exótico Hotel Marigold</em> e sua continuação. Ele conduz bem o trabalho, nos mostrando uma protagonista forte, que transita nesta loucura, fazendo absolutamente tudo para atingir o seu objetivo de ser a melhor lobista do ramo. Ela quer a perfeição e não exita em ir em buscar disso. Não há ética em suas ações, ela não respeita as pessoas, não leva em consideração os sentimentos de ninguém. É como se ela mesmo não sentisse nada.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7292" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/slone_embreve_sp1.jpg4_.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
A questão, no entanto, é que por mais que o filme possua uma narrativa interessante, ela evolui de forma muito lenta e extremamente entediante. O espectador passa um longo período só no vai e vem dos personagens tentando entender o que está acontecendo na dinâmica de luta contra e a favor das armas, com diálogos construídos de maneira propositalmente rápida para confundir quem assiste. Técnica mais comum em filme de ação, mas que se perde neste longa, sem necessidade. É irritante, excessivamente frenético e não acrescenta em nada à narrativa.</p>
<p>O longa apresenta uma reviravolta muito empolgante no final que tira o tédio do restante do filme, mas não é o suficiente para tirar a sensação de cansaço. As duas horas de duração parecem muito mais que isso. A temática é tão interessante e importante. Falar da questão do porte de armas por cidadãos comuns, se isso deve ou não existir, como funciona. Tudo é tratado de uma forma política, mas se perde no meio do caminho, então o espectador fica um pouco disperso. Não sabe efetivamente qual o foco.</p>
<p>A presença de Chastain, no entanto, rouba qualquer cena. Independente da qualidade do roteiro que lhe é dado, ela consegue conduzir as cenas muito bem e marcar presença em todas as tomadas. É, efetivamente, uma excelente atriz, que merece destaque.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/591hCwxsNsM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Caçador e a Rainha de Gelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 17:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Caçador e a Rainha de Gelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sendo uma continuação da história do longa Branca de Neve e o Caçador, este filme traz uma nova perspectiva, focando na história do Caçador e da Rainha Má. O que sinceramente é bom de várias formas, porque além de dar mais espaços para personagens mais interessantes, tira o foco daquela dicotomia absurda de Branca de Neve ser mais bonita que a Rainha Má, sendo que Kristen Stewart não é nem de longe mais bela que Charlize Theron. A história mostra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo uma continuação da história do longa <em>Branca de Neve e o Caçador</em>, este filme traz uma nova perspectiva, focando na história do Caçador e da Rainha Má. O que sinceramente é bom de várias formas, porque além de dar mais espaços para personagens mais interessantes, tira o foco daquela dicotomia absurda de Branca de Neve ser mais bonita que a Rainha Má, sendo que Kristen Stewart não é nem de longe mais bela que Charlize Theron.</p>
<p>A história mostra Ravenna (Charlize Theron), a Rainha Má, e sua irmã Freya (Emily Blunt) governando o reino com o auxílio do espelho mágico. Em dado momento a personagem de Blunt engravida de um rapaz da baixa corte e enfurece Ravenna, que descobre que a criança que vai nascer será mais bonita do que ela. Com raiva, ela manda matar a criança e faz Freya acreditar que foi o seu grande amor que cometeu o assassinato. Decepcionada, Freya acaba descobrindo seus poderes de gelo e foge do reino para governar longe de todos. Ela passa então a recrutar crianças para criar um exército invencível e ir conquistando cada vez mais terras.</p>
<p>Sim, também achei que parece um pouco com <em>Frozen</em> e Elsa. Na verdade, bastante. E isso me incomodou profundamente por um tempo, enquanto não havia um desenvolvimento maior. Claro que depois que a história foi se desenrolando, o espectador acaba esquecendo isso e entrando na narrativa. Mas ainda assim, é impossível não ver as semelhanças (poder de gelo, foge do reino para um castelo de gelo distante, duas irmãs, etc). Vale ressaltar que tudo isso se passa antes da história da Branca de Neve do primeiro filme. Uma das crianças recrutadas por ela é Eric (Chris Hemsworth), que se tornará o Caçador.</p>
<p>A história depois é avançada para depois do tempo do primeiro longa. Ravenna está morta, o Caçador fugiu por conta da determinação de que ele não poderia se apaixonar, a Guerreira (Jessica Chastain), que era o grande amor de Eric, também morreu e Freya está lá conquistando terras.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5925" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/142411.jpg" alt="142411" width="610" height="348" /></p>
<p>Muitas coisas incomodam no longa, mas ele não deixa de ser bom por isso. A primeira coisa e a mais notória é a ausência da Branca de Neve. Sim, em tese é uma continuação do filme <em>Branca de Neve e o Caçador</em>, mas a personagem não está nesse filme. Eles fazem breves referências a ela e mostram uma cena de costas, mas só. Kristen Stewart foi deixada completamente de lado. Não que eu não tenha gostado, mas acredito que tinha espaço para a personagem.</p>
<p>O protagonismo do longa também fica um tanto confuso. Embora seja do Caçador, as três protagonistas femininas ficam se revezando neste papel e em alguns momentos fica estranho. Mas pelo lado positivo, conseguimos curtir essas excelentes atrizes quase que igualmente. Aliás, que elenco! Charlize segue dando aquele show que acompanhamos na primeira película, nos deslumbrando não apenas com sua beleza, mas com sua assertividade na atuação. Ainda acrescentaram Jessica Chastain que é igualmente maravilhosa e Emily Blunt, que embora tenha um perfil um pouco diferente das demais, consegue roubar a cena com a mesma facilidade. O Caçador acaba sendo um pouco secundário, apesar de apresentar um bom trabalho. Isso dá um pouco de desequilíbrio na atmosfera, mas nada que prejudique o todo.</p>
<p>Em um mundo de fantasia e conto de fadas, a história vai se desenrolando com fluidez e facilidade, atraindo cada vez mais o espectador. O resultado acaba sendo superior ao primeiro longa, na minha análise. O enredo tem muita convicção, mesclando romance com ação e dosando muito bem cada gênero. Os detalhes, como os trajes e os cenários,fazem toda a diferença e dão ainda mais força ao filme. Vale muito a pena conferir no cinema!</p>
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		<title>Crítica: A Colina Escarlate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 19:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Colina Escarlate]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Hunnam]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Guillermo Del Toro]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[Mia Wasikowska]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hiddleston]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Se formos enquadrar A Colina Escarlate em um gênero, o filme poderia ser classificado com mais propriedade como um romance de horror ou romance gótico. A força motriz do novo longa de Guillermo Del Toro (O Labirinto do Fauno) são as paixões que mobilizam todos os seus personagens, toda a história é centrada no amor vivido por Edith Cushing (Mia Wasikowska) e Thomas Sharpe (Tom Hiddleston). Contudo, o caminho dos amantes é atravessado por medos da infância, fantasmas, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3799" aria-describedby="caption-attachment-3799" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/mia-crimson-peak.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3799 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/mia-crimson-peak-620x349.jpg" alt="mia-crimson-peak" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3799" class="wp-caption-text">Atmosfera: Del Toro explora a estética gótica uma das marcas de toda a sua filmografia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se formos enquadrar <i>A Colina Escarlate </i>em um gênero, o filme poderia ser classificado com mais propriedade como um romance de horror ou romance gótico. A força motriz do novo longa de Guillermo Del Toro (<i>O Labirinto do Fauno</i>) são as paixões que mobilizam todos os seus personagens, toda a história é centrada no amor vivido por Edith Cushing (Mia Wasikowska) e Thomas Sharpe (Tom Hiddleston). Contudo, o caminho dos amantes é atravessado por medos da infância, fantasmas, uma casa repleta de segredos e violentos assassinatos, enfim, tudo com o &#8220;gostinho de sangue&#8221; que Del Toro adora. Esta mistura de romance vitoriano e terror, no entanto, funciona parcialmente. Se, por um lado, existe toda uma atmosfera que parece contribuir para as intenções do realizador e sua trama consegue prender o espectador até a metade da sua projeção com manutenção dos segredos por trás da relação entre os irmãos Sharpe (Hiddleston e Jessica Chastain), por outro, Del Toro perde-se na contemplação do seu próprio estilo e oferece ao espectador revelações previsíveis e um romance que não empolga em nenhum momento o público.</p>
<p>Ambientado nos EUA e na Inglaterra do século XIX, <i>A Colina Escarlate </i>traz a história de Edith Cushing (Mia Wasikowska), uma jovem escritora que se apaixona por Thomas Sharpe (Hiddleston), um inglês misterioso que logo ganha a antipatia do pai da moça. Edith insiste na relação e se casa com Sharpe, partindo para a Inglaterra junto com ele e sua fria irmã mais velha, Lucille (Jessica Chastain). Os três passam a morar no casarão da família Sharpe e Edith começa a presenciar eventos sobrenaturais que confirmam premonições que ela teve na infância: o lugar não é nada amistoso e sua vida corre um sério risco se ela permanecer lá.</p>
<figure id="attachment_3800" aria-describedby="caption-attachment-3800" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/film_crimson_peak_1600x900_gallery_1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3800 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/film_crimson_peak_1600x900_gallery_1-620x349.jpg" alt="film_crimson_peak_1600x900_gallery_1" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3800" class="wp-caption-text">Destaque: Interpretação de Jessica Chastain é um dos pontos altos do longa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez a grande &#8220;sacada&#8221; de <i>A Colina Escarlate </i>seja salientar que o mundo dos vivos é muito mais assustador, perigoso e doentio do que o mundo dos mortos, mas o grande problema do filme é lidar com o seu romance central. A história de Edith e Thomas não chega a ser inspiradora e isso é problemático para o filme sobretudo se pensarmos que trata-se do seu grande mote. Apesar de toda a atmosfera gótica que Del Toro sabe oferecer como ninguém ao público, o realizador não consegue sustentar sua história de amor, detectada pela plateia apenas pelas palavras proferidas pelos personagens, jamais ela é de fato sentida por quem está do outro lado da tela.</p>
<p>Tecnicamente, <i>A Colina Escarlate </i>enche os olhos, fazendo do seu visual um dos elementos responsáveis por conferir a atmosfera sombria que virou marca do Del Toro, mas nada que surpreenda. Trata-se de uma variação daquilo que já conhecemos em <i>O Labirinto do Fauno</i>, <i>A Espinha do Diabo </i>e a franquia <i>Hellboy</i>. Sobre o elenco, Mia Wasikowska, Tom Hiddleston e Charlie Hunnam estão corretos em seus respectivos papéis, mas não resta dúvidas ao final da projeção que a grande performance desse longa é a de Jessica Chastain. A despeito das revelações em torno da sua personagem não serem nada surpreendentes, a atriz consegue ser precisa na composição de Lucille, uma mulher que tenta esconder suas obsessões por trás de uma persona fria e austera.</p>
<figure id="attachment_3801" aria-describedby="caption-attachment-3801" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/crimson-peak-10-1500x844.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3801 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/crimson-peak-10-1500x844-620x349.jpg" alt="crimson-peak-10-1500x844" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3801" class="wp-caption-text">Calcanhar de Aquiles: Aspecto fundamental da história, romance entre os personagens de Mia Wasikowska e Tom Hiddleston é fraco</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falhando por uma certa falta de sensibilidade do realizador naquilo que deveria ser mais à flor da pele na história, <i>A Colina Escarlate </i>não é um desastre na carreira de Guillermo Del Toro, trata-se de um filme no qual a sintonia do cineasta não está na mesma frequência da sua narrativa. <i>A Colina Escarlate </i>não evoca a passionalidade que deveria evocar e por vezes fica emperrado no admirável senso estético do realizador. Se em <i>O Labirinto do Fauno </i>ou <i>A Espinha do Diabo</i>, Del Toro soube lidar com o choque entre o universo inocente da infância e os monstros e fantasmas do nosso imaginário, em <i>A Colina Escarlate </i>o romance de Edith e Thomas causa indiferença no espectador e o horror fica somente na exposição visual, sendo poucas vezes sentido. Em suma, falta sensorialidade e sobra estilo.</p>
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		<title>Crítica: Perdido em Marte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2015 11:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Daniels]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Mara]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Wiig]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Peña]]></category>
		<category><![CDATA[Perdido em Marte]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ridley Scott é um diretor de ficções científicas. Não é por acaso que dois dos filmes mais celebrados da carreira do realizador  são Alien &#8211; O 8º Passageiro e Blade Runner e que na sua filmografia recente um dos pontos altos tenha sido seu retorno ao gênero com Prometheus. Existe algo no formato que parece inspirar o realizador e trazer uma faceta bem diferente do Scott burocrático e aborrecido de Robin Hood, Cruzada ou Falcão Negro em Perigo. Perdido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3706" aria-describedby="caption-attachment-3706" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Matt-Damon-as-Mark-Watney-in-The-Martian.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3706 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Matt-Damon-as-Mark-Watney-in-The-Martian-620x310.jpg" alt="Matt-Damon-as-Mark-Watney-in-The-Martian" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-3706" class="wp-caption-text">Sobrevivente: Protagonista é dado como morto em Marte e tem que sobreviver no planeta vermelho</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ridley Scott é um diretor de ficções científicas. Não é por acaso que dois dos filmes mais celebrados da carreira do realizador  são <i>Alien &#8211; O 8º Passageiro </i>e <i>Blade Runner </i>e que na sua filmografia recente um dos pontos altos tenha sido seu retorno ao gênero com <i>Prometheus. </i>Existe algo no formato que parece inspirar o realizador e trazer uma faceta bem diferente do Scott burocrático e aborrecido de <i>Robin Hood</i>, <i>Cruzada </i>ou <i>Falcão Negro em Perigo</i>. <i>Perdido em Marte </i>é prova viva disso. Dá para sentir em cada sequência do longa um realizador pulsante, envolvido com sua histórias e seus personagens e comprometido a fazer do seu filme uma experiência marcante para o espectador. Dá para perceber cada fibra de Ridley Scott em <i>Perdido em Marte</i> e talvez seja por isso que este seja um dos melhores longas da filmografia recente do realizador.</p>
</div>
<div>
<p>Em <i>Perdido em Marte</i>, Matt Damon vive um astronauta que é dado como morto por seus companheiros de missão em Marte. Todos acreditam que Mark Watney (Damon) não conseguiu sobreviver a uma tempestade no planeta vermelho. Watney, no entanto, está vivo e em busca de uma maneira de sobreviver e retornar ao planeta Terra. Com suprimentos escassos, o astronauta tenta estabelecer contato com a Nasa antes que seja impossível manter-se de pé no planeta.</p>
</div>
<figure id="attachment_3705" aria-describedby="caption-attachment-3705" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-3705 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/1499188_orig-620x362.jpg" alt="1E2FE3AD" width="620" height="362" /><figcaption id="caption-attachment-3705" class="wp-caption-text">Coadjuvantes de peso: Damon divide cena com um elenco de primeira. Na foto, o ator, Jessica Chastain, Sebastian Stan, Kate Mara e Aksel Hennie</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Em linhas gerais, <i>Perdido em Marte</i> é um filme de sobrevivência estabelecendo paralelos com produções como <i>Gravidade </i>e <i>Alien &#8211; O 8º Passageiro, </i>do próprio Ridley Scott. Portanto, <i>Perdido em Marte </i>explora o temor hipotético de estar sozinho no espaço e todo o empreendimento heróico para tentar sair de uma situação aparentemente incontornável. A grande diferença é que <i>Perdido em Marte </i>apresenta uma faceta improvável do Ridley Scott, o humor. O longa consegue fugir das &#8220;obviedades&#8221; de um tipo de narrativa ao explorar o riso até mesmo nas situações de risco iminente, sem perder o fio da meada e compreender que a situação na qual o seu protagonista se encontra é angustiante. É genial, por exemplo, a maneira como Scott explora a trilha sonora em determinadas sequências do filme, trazendo canções  icônicas de artistas como o ABBA e até mesmo o clássico &#8220;I will survive&#8221;.</p>
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<p>Assim, através de um Ridley Scott que oferece uma condução equilibrada e interessada no material que tem em mãos (bem diferente do Scott de filmes anteriores que somente &#8220;batia o cartão&#8221; nos sets de filmagem), <i>Perdido em Marte </i>proporciona ao público um espetáculo com múltiplas gamas de emoções, Emoções estas que também são proporcionadas é claro, pela inteligente e carismática performance de Matt Damon. É claro que apesar do <i>star power </i>de Damon outros atores disputam as atenções do espectador como a sempre impecável Jessica Chastain, o experiente Jeff Daniels, o recém indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor e até mesmo uma Kristen Wiig mais séria que o costume, mas o filme é do seu protagonista e ele segura as rédeas da história como poucos.</p>
</div>
<div></div>
<figure id="attachment_3707" aria-describedby="caption-attachment-3707" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/martian.png"><img decoding="async" class="wp-image-3707 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/martian-620x306.png" alt="martian" width="620" height="306" /></a><figcaption id="caption-attachment-3707" class="wp-caption-text">Humor: Filme de Ridley Scott cresce ao inserir um elemento improvável em um trabalho com a assinatura do realizador, o bom humor</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Visualmente interessante e tecnicamente irretocável, <i>Perdido em Marte </i>traz um Ridley Scott interessado no seu ofício ou, se preferir, inspirado. O filme parece um apanhado de recursos e tramas já vistas em outros longas, mas encontra nos esforços e na experiência do seu realizador uma maneira vibrante de cativar o interesse da sua platéia. Trata-se de uma prova cabal de que Ridley Scott deveria evitar dramas existencialistas sobre o mundo do crime (<i>O Conselheiro do Crime</i>) e até mesmo épicos que em nada lembram a exceção do acaso <i>Gladiador</i>. Ridley Scott não deveria nunca mais sair do espaço. O público agradece.</p>
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		<title>Perfil: Jessica Chastain</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 21:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Árvore da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[A Hora Mais Escura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Cruzadas]]></category>
		<category><![CDATA[Interestelar]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Como a atriz se tornou uma das vozes femininas mais importantes da nova Hollywood &#160; &#160; Estávamos em 2011 e nada menos do que sete produções estreiam no cinema, todas elas encabeçadas pelo nome de uma única atriz: Jessica Chastain. O fato poderia ser encarado com naturalidade se estivéssemos falando de uma estrela hollywoodiana com mais tempo no mercado, como Angelina Jolie ou Meryl Streep, mas estamos falando de uma californiana, ruiva e de pele bem clara que na ocasião [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong> Como a atriz se tornou uma das vozes femininas mais importantes da nova Hollywood</strong></p>
<hr />
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<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mgid-uma-image-mtv.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2839" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mgid-uma-image-mtv-620x348.jpg" alt="mgid-uma-image-mtv" width="620" height="348" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estávamos em 2011 e nada menos do que sete produções estreiam no cinema, todas elas encabeçadas pelo nome de uma única atriz: Jessica Chastain. O fato poderia ser encarado com naturalidade se estivéssemos falando de uma estrela hollywoodiana com mais tempo no mercado, como Angelina Jolie ou Meryl Streep, mas estamos falando de uma californiana, ruiva e de pele bem clara que na ocasião ainda não tinha feito uma grande estreia no cinema. Ocorre que somente em 2011, Jessica Chastain interpretou a esposa de Brad Pitt em <em>A Árvore da Vida</em>, filme do cultuado diretor Terrence Malick (o longa venceu a Palma de Ouro em Cannes); protagonizou <em>O Abrigo</em>, título que revelou o cineasta Jeff Nichols; atuou ao lado de Helen Mirren  (<em>A Grande Mentira</em>) e Ralph Fiennes (<em>Coriolano</em>); e recebeu a primeira indicação ao Oscar da sua carreira, como atriz coadjuvante no longa <em>Histórias Cruzadas</em>, protagonizado por Emma Stone e Viola Davis.</p>
<figure id="attachment_2840" aria-describedby="caption-attachment-2840" style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-chastain-2895777_0x410.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2840 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-chastain-2895777_0x410-604x400.jpg" alt="jessica-chastain-2895777_0x410" width="604" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2840" class="wp-caption-text">Revelação: Em 2011, Chastain foi apresentada ao grande público como a esposa de Brad Pitt em A Árvore da Vida, filme que venceu a Palma de Ouro em Cannes.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Chastain, nada disso foi proposital. O que aconteceu com a atriz é que produções filmadas dois ou três anos antes de 2011 só ficaram prontas naquele ano e então Jessica acabou estreando nas telonas com a sensação de já ser uma veterana no cinema. <em>A Árvore da Vida</em>, por exemplo, como toda obra de Terrence Malick que se preze, levou quase dois anos no processo de pós-produção. Em maio 2011, o filme chegou a Cannes junto com outro longa estrelado pela atriz, o drama apocalíptico <em>O Abrigo</em>, apresentando  Chastain ao grande público. Nas duas produções, a interpretação da atriz foi muito elogiada.</p>
<p>Naquele mesmo ano, em agosto, <em>Histórias Cruzadas </em>chegava ao topo das bilheterias norte-americanas contando a história de duas empregas domésticas negras em meio a preconceituosa elite dos EUA da década de 1960. O papel de Chastain na produção era pequeno, mas foi o suficiente para a performance da atriz sobressair-se. Diferente das frágeis e introspectivas donas de casa que interpretou em <em>O Abrigo </em>e <em>A Árvore da Vida</em>, a Celia Foote de Chastain em <em>Histórias Cruzadas</em> era uma esposa alegre e sensual que ostentava um cabelo oxigenado e um avantajado derié e se tornava amiga da sua empregada, personagem da vencedora do Oscar Octavia Spencer. A popularidade de <em>Histórias Cruzadas </em>e a recepção da crítica a <em>O Abrigo </em>e <em>A Árvore da Vida </em>fez com que Jessica fosse lembrada pela Academia na cerimônia do Oscar por sua Celia Foote.</p>
<figure id="attachment_2838" aria-describedby="caption-attachment-2838" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/418_1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2838 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/418_1-620x256.jpg" alt="418_1" width="620" height="256" /></a><figcaption id="caption-attachment-2838" class="wp-caption-text">Escolhas ecléticas: Da esquerda para a direita, Jessica em Histórias Cruzadas, A Hora mais Escura e Interestelar.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar que antes dos títulos já citados, Jessica já havia aparecido nas telonas em longas de pouca expressão que foram exibidos em festivais selecionados, como os dramas independentes <em>Jolene </em>e <em>Salomé</em>, dirigido por Al Pacino, praticamente um padrinho na carreira de Chastain.</p>
<p>Um ano depois do <em>boom </em>da atriz, a diretora Kathryn Bigelow retornaria aos cinemas com <em>A Hora mais Escura,</em> filme que contaria a caçada a Osama Bin Laden empreendida pelos EUA nos primeiros anos do século XXI. No papel de Maya, mulher que esteve à frente desse processo, Jessica recebeu sua segunda indicação ao Oscar, desta vez como melhor atriz.</p>
<p>O longa de 2012 deu vazão à faceta politizada de Chastain em uma Hollywood com sintomas de misoginia, homofobia e racismo. Com muita frequência a atriz vem à público posicionar-se sobre a ausência de papéis interessantes no cinema americano para as mulheres, sobretudo quando elas atingem a maturidade. Recentemente, ao receber um prêmio no Critic&#8217;s Choice Awards pelo conjunto de filmes que apresentou em 2014 &#8211; <em>Interestelar</em>, <em>O Ano mais Violento, Miss Julie </em>e <em>Dois Lados do Amor</em> &#8211;  , Chastain fez um discurso que dialogava com a ausência sentida de representantes de minorias (negros, mulheres, gays etc.)  entre os indicados ao Oscar daquele ano, fator evidenciado pela exclusão de <em>Selma </em>entre os indicados. No palco, Jessica falava:</p>
<p>&#8221; <span style="color: #303030;">Hoje é o aniversário de </span><a style="font-style: italic; color: #920149;" href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=6&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0CEMQFjAF&amp;url=http%3A%2F%2Fbafon.pop.com.br%2Ftudo-sobre%2Fmartin-luther-king-jr%2F&amp;ei=L1a5VOifHMqpgwTSgYLwCw&amp;usg=AFQjCNFvakwBvqPojqwwWyjnw0E6E7MBOg">Martin Luther King Jr. </a><span style="color: #303030;">e isso me fez pensar sobre a nossa necessidade de fortalecer a diversidade em nossa indústria e de nos juntar contra quadros homofóbicos, sexistas, misóginos, anti-semitas e racistas. Eu sou uma pessoa otimista, não há o que eu possa fazer contra isso. Tenho esperança sobre o futuro do cinema, especialmente olhando para todas as belas pessoas nesta sala.&#8221;</span></p>
<p>Assista ao vídeo do discurso abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1GWYaM0cXNQ" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de posicionar-se em prol destas minorias em Hollywood, Chastain também apresenta-se como o modelo de estrela de cinema do novo século. A atriz é assídua em redes sociais como o Facebook, o que a aproxima ainda mais do público, e faz questão de atender com simpatia aos jornalistas em tapetes vermelhos, mostrando-se mais afetuosa e despojada que suas colegas veteranas. Agir desta forma em cerimônias glamourosas como o Oscar ou o Globo de Ouro, no entanto, não retira de Jessica características da antiga Hollywood, já que ela é uma das preferidas dos críticos de moda e dos estilistas mais renomados do nosso tempo. Jessica consegue ser parte do jogo, rendendo-se aos desfiles dos tapetes vermelhos e a toda a política das premiações, ao mesmo tempo que apresenta-se como alguém diferenciado nesse nicho, renunciando à frieza e o ar blasé das celebridades que fazem parte do mesmo universo que ela mas dizem que não compactuam com tudo isso. Talvez esta combinação de fatores dê pistas sobre a razão da atriz ter caído nas graças da indústria e de alguns dos melhores diretores de sua geração.</p>
<figure id="attachment_2897" aria-describedby="caption-attachment-2897" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-guillermo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2897 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-guillermo-569x400.jpg" alt="jessica guillermo" width="569" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2897" class="wp-caption-text">A Colina Escarlate: A atriz é dirigida pelo cineasta Guillermo DelToro (O Labirinto do Fauno)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos próximos anos, ainda veremos muito de Jessica Chastain nas telonas. Entre os filmes com a atriz previstos para estrear estão o novo e esperado longa de horror do mexicano Guillermo Del Toro (<em>O Labirinto do Fauno</em>), <em>A Colina Escarlate</em>, no qual ela atua ao lado de Mia Wasikowska e Tom Hiddleston. Além dele, Jessica estará em <em>The Martian</em>, nova ficção-científica de Ridley Scott protagonizada por Matt Damon. Em 2016, ela se juntará a Charlize Theron, Emily Blunt e Chris Hemsworth em <em>O Caçador</em>, <em>prequel</em> do filme <em>Branca de Neve e o Caçador, </em>de 2012.</p>
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		<title>Crítica: O Ano mais Violento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 20:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[J.C. Chandor]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações O Ano mais Violento, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2758 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg" alt="2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4" width="620" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Conto sobre a corrupção: Casal Morales tentam manter o controle em meio a falta de ética da concorrência</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações <i>O Ano mais Violento</i>, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. Chandor, de <i>Margin Call </i>e <i>Até o Fim</i>.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Narrando um conto sobre a corrupção e a ética, J.C. Chandor torna <i>O Ano mais Violento </i>uma espécie de retorno à escola cinematográfica norte-americana da década de 1970 e seus melhores exemplares, como <i>O Poderoso Chefão</i>, guardadas as devidas proporções. O filme é marcado pelas negociatas perigosas e personagens de caráter nebuloso que circundam o seu protagonista, Abel Morales, interpretado por Oscar Isaac, um imigrante que vive o seu sonho americano ao prosperar no trabalho mas que a todo momento tem o seu caráter testado em prol da sua própria sobrevivência e de sua família.</p>
</div>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2759 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg" alt="A Most Violent Year2" width="620" height="322" /></a><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Atuação poderosa: Jessica Chastain domina todas as cenas do filme como Anna Morales</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">O grande mérito de J. C. Chandor é manter a tensão da sua trama e a atenção do espectador através de uma atmosfera que sugere a iminência do perigo a todo momento ao invés de preencher seus quadros com cenas de violência gráfica. Com muita elegância o diretor traz para o seu filme planos interessantes e utiliza recursos como a trilha sonora e a edição a favor da sua narrativa, jamais se colocando a frente dela. O resultado é um filme com uma trama bem amarrada, personagens consistentes, mas sempre dúbio, deixando o espectador em um estado de insegurança permanente já que nunca se tem a certeza sobre o desfecho da história e o destino dos seus personagens. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2760" aria-describedby="caption-attachment-2760" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2760 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201-620x372.jpg" alt="la_ca_1125_most_violent_year" width="620" height="372" /></a><figcaption id="caption-attachment-2760" class="wp-caption-text">Carreira ascendente: Oscar Isaac em mais um papel de grande visibilidade nas telonas. O próximo passo? A saga Star Wars.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Os méritos do filme também recaem na sua dupla de protagonistas. Cada vez mais presente no cinema norte-americano, mesclando projetos como este e <i>Inside Llewyn Davis</i> até <i>Star Wars: Episódio VII &#8211; O Despertar da Força </i>e <i>X-Men: Apocalipse</i>, a serem lançados em breve, Oscar Isaac tem um desempenho certeiro como o conflituoso Abel Morales, sempre se equilibrando na sua retidão moral, uma tarefa complicada e que ganha nuances questionáveis no decorrer da trama. Isaac conduz bem essa natureza &#8220;existencialista&#8221; do personagem sem transformá-lo em uma figura excessivamente frágil, o que entediaria o espectador e dissolveria as pretensões do longa. Já Jessica Chastain chama o filme para si ao viver Anna Morales, esposa do protagonista. E quando afirmamos isso, apontamos uma qualidade no desempenho da atriz e não um defeito. Na pele de Anna, Chastain nos apresenta uma mulher enérgica e de sangue frio que não entra em tantos conflitos éticos quanto o marido quando o que está em jogo é a prosperidade dos negócios da família. Sem cair na caricatura da <i>femme fatale</i>, Chastain está impecável em <i>O Ano mais Violento</i>, o que nos faz pensar quão injusta foi sua ausência na seleção de indicadas a melhor atriz coadjuvante no Oscar passado.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Fazendo a transição de revelação a promissor cineasta da sua geração, J.C. Chandor faz de <i>O Ano mais Violento </i>o grande filme da sua carreira. Com uma direção elegante, nostálgica e uma dupla de atores afiada como Oscar Isaac e Jessica Chastain, o longa é um dos grandes títulos do ano que passou e tem grande potencial para ser revisitado e devidamente reconhecido com o tempo.</p>
</div>
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