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	<title>Arquivos Jeff Bridges - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jeff Bridges - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Qualquer Custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 22:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Qualquer Custo]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[David Mackenzie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de A Qualquer Custo, o público acompanha a ação dos irmãos Toby e Tanner Howard, Chris Pine (da franquia Star Trek) e Ben Foster (de Os Indomáveis), em um dos assaltos que empreendem por agências bancárias do Texas. No outro lado da ação está Marcus Hamilton, papel de Jeff Bridges (de  Bravura Indômita), que está prestes a se aposentar e assume ao lado do parceiro mestiço, descendente de índios e mexicanos, a missão de levar os responsáveis pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No início de <i>A Qualquer Custo</i>, o público acompanha a ação dos irmãos Toby e Tanner Howard, Chris Pine (da franquia <i>Star Trek</i>) e Ben Foster (de <i>Os Indomáveis</i>), em um dos assaltos que empreendem por agências bancárias do Texas. No outro lado da ação está Marcus Hamilton, papel de Jeff Bridges (de <i> Bravura Indômita</i>), que está prestes a se aposentar e assume ao lado do parceiro mestiço, descendente de índios e mexicanos, a missão de levar os responsáveis pela limpa nos bancos à justiça. Independente do quão questionáveis são os atos dos personagens desse filme, todos são movidos por um senso de dever, cada um atende ao mesmo da sua maneira. Assim funciona a engrenagem de <i>A Qualquer Custo</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa se apresenta como um <i>western </i>com as tradicionais marcações do gênero, com direito a ter como cenário da ação o interior do Texas, uma terra vulnerável aos fora-da-lei, mas que está sob a vigília de alguns homens honrados, um protagonista fazendo de um tudo para garantir o futuro da sua família e temas que gravitam em torno de valores como justiça, honra etc. Claro que aqui tudo ganha uma roupagem  do século XXI, com direito até a uma contextualização na crise financeira que tem reflexos até hoje, mas no fundo o que o longa deseja ser é um competente filme do seu gênero e o consegue cumprir a sua função com muita dignidade.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No comando do título está o diretor escocês David Mackenzie, de filmes pequenos como <i>Sentidos do Amor </i>e <i>Jogando com Prazer</i>, ou seja, nada que prenunciasse que em sua carreira ele estaria destinado a dirigir um <i>western </i>como este. E Mackenzie faz isso com muita propriedade, compondo soluções visuais que oscilam entre a beleza plástica e a eficiência na orquestração das suas exemplares sequências de ação, sobretudo àquelas que jogam a dupla interpretada por Pine e Foster em caçadas policiais. O realizador ainda tem a seu favor um roteiro econômico e preciso de Taylor Sheridan, que não perde tempo com firulas verbais, mas ao mesmo tempo consegue desenhar com complexidade e com um certo pragmatismo os caminhos da sua trama e as motivações dos seus personagens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7383" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/hell-or-high-water-ben-foster-chris-pine-reviews-1.png" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No terreno das atuações, <i>A Qualquer Custo </i>conta com um trio de atores que faz toda a diferença no resultado do filme. Chris Pine agarra uma rara oportunidade de interpretar um protagonista que inspira empatia na sua trajetória sem mostrar-se como uma figura isenta de qualquer ranhura de caráter, tendo a sua honradez na consciência de que suas ações extremas não são exemplo algum para seus filhos. Ao lado de Pine, o público tem Ben Foster, um ator acima de qualquer suspeita, já que não é de hoje que entrega performances fascinantes ainda que não tenha o destaque merecido em seus títulos, e que aqui compõe mais um tipo interessante, um criminoso igualmente consciente dos caminhos tortos da sua vida, mas, diferente do irmão, se inebriando pela adrenalina da fora-da-lei. Na outra ponta da história, Jeff Bridges cumpre com autoridade sua farda de xerife em um tempo que parece funcionar sob uma lógica circular que não tem previsão para se extinguir.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao final do longa, fica claro que os tempos são outros, mas que certas coisas nunca mudam. A mola propulsora das ações de Toby Howard (Pine) é a terra, àquilo que dará a seus filhos uma dignidade que ele e seus antepassados nunca tiveram. No final das contas, os personagens de <i>A Qualquer Custo </i>são velhos conhecidos apesar de inseridos em um outro contexto que transforma seus cavalos em <i>pick ups </i>ou conversíveis e que os faz transitar em cassinos e restaurantes de beira de estrada no lugar dos antigos <i>saloons</i>. É de encher os olhos e os corações de qualquer fã de <i>western</i>.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bFNcVACX7kM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Doador de Memórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 14:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Skarsgård]]></category>
		<category><![CDATA[Brenton Thwaites]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bridges]]></category>
		<category><![CDATA[Katie Holmes]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[O Doador de Memorias]]></category>
		<category><![CDATA[Odeya Rush]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Doador de Memórias é o tipo do filme que cria toda uma expectativa principalmente pelo fato de ter Meryl Streep. O que por si só, vamos combinar, já é o suficiente para tirar qualquer pessoa de sua casa para ir ao cinema. Mas nem mesmo Meryl consegue sustentar sozinha um filme mediano que se propõe muito além do que efetivamente cumpre. O enredo conta a história de uma sociedade futurista, onde a humanidade atingiu a perfeição e ninguém passa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/3.jpeg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1918 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/3.jpeg" alt="3" width="610" height="348" /></a></p>
<p>O Doador de Memórias é o tipo do filme que cria toda uma expectativa principalmente pelo fato de ter Meryl Streep. O que por si só, vamos combinar, já é o suficiente para tirar qualquer pessoa de sua casa para ir ao cinema. Mas nem mesmo Meryl consegue sustentar sozinha um filme mediano que se propõe muito além do que efetivamente cumpre.</p>
<p>O enredo conta a história de uma sociedade futurista, onde a humanidade atingiu a perfeição e ninguém passa fome, nem fica doente, nem briga, nem nada. Tudo isso foi possível, no entanto, graças à exclusão de sentimentos dos humanos. Diariamente eles tomam uma injeção que os impede se sentir e com isso, as pessoas não brigam, não iniciam guerras nem nada. As pessoas não sabem de nada do passado, nenhum detalhe, nem uma parte da história. Tudo isso é designado ao doador de memórias. Ele é representado por um homem que abriga todas as memórias do mundo, toda a história que ninguém lembra e serve de conselheiro dos anciãos, dizendo que decisões devem ser tomadas.</p>
<p>Quando os jovens atingem determinada idade, eles são escolhidos para representar papéis na sociedade. Têm as mães, os professoras, os esportistas e por aí vai. O protagonista, interpretado por Brenton Thwaites (o príncipe encantado de “Malévola”), é escolhido para ser o próximo doador de memórias e deve passar os próximos meses aprendendo o ofício. Acontece que ele começa a se chocar com essa nova realidade e entrar em confronto com a própria sociedade.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/DF-03407R.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1919 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/DF-03407R.jpg" alt="DF-03407R" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Em tese, a história já é comum o suficiente para segurar um filme inteiro. Toda a fotografia é em preto e branco e vai ganhando cores à medida que Jonas vai descobrindo as memórias. Ok, se não fosse o fato de que esse é um dos maiores ápices do longa. Aliás, reside aí o grande problema do enredo. Ele não tem um pico em momento nenhum. O filme segue morno o tempo todo e de repente acaba. O espectador fica esperando por algo que nunca acontece.<br />
É incrível dizer que a própria atuação de Meryl Streep fica bem apagada diante de todo o cenário sem graça da narrativa. Ela é ótima como sempre, mas passa facilmente despercebida. Jeff Bridges é outro que tem a interpretação abafada pelo enredo ruim. Uma grande pena.</p>
<p>Aliás, no geral, ninguém se sobressai no filme. Temos pessoas interessantes como Katie Holmes e Alexander Skarsgård, mas o espectador não consegue descobrir qual a deles o longa todo.</p>
<p>Talvez a falta de um vilão efetivo seja uma justificativa plausível para toda calmaria do filme. Ninguém é exatamente ruim nem se contrapõe totalmente ao protagonista. Por isso, certamente, que o filme acaba sem que tenha um confronto final nem nada do tipo. A sensação que fica é uma espécie de conto, que não sustenta as quase duas horas de filme.</p>
<p>No final das contas, O Doador de Memórias não é ruim, não. É legal e ponto. Mas esse ponto é que decepciona quem assiste, já que poderia ser um filme infinitamente melhor e mais bem trabalhado. Nada se sobressai, trilha sonora, fotografia, atuações, nada. Uma grande pena e desperdício de elenco.</p>
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