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	<title>Arquivos Jayro Bustamante - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>40º Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata: Cordillera de fuego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:43:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um assunto constante nas críticas desta que vos escreve é a boa vontade. Quando se assiste a um filme é possível perceber quando uma equipe quer contar uma história da melhor maneira possível, ainda que não consiga fazer. Esse é, infelizmente, o caso de Cordilheira de fogo, novo longa-metragem do diretor guatemalo Jayro Bustamante (Tremores). Com uma mensagem potente sobre genocídio indígena, questões ambientais e roubo de terras feitas por brancos, o que falta aqui é qualidade técnica para passar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Um assunto constante nas críticas desta que vos escreve é a boa vontade. Quando se assiste a um filme é possível perceber quando uma equipe quer contar uma história da melhor maneira possível, ainda que não consiga fazer. <span class="s2">Esse é, infelizmente, o caso de<em> Cordilheira de fogo</em>, novo longa-metragem do diretor guatemalo Jayro Bustamante (<em>Tremores</em>). Com uma mensagem potente sobre genocídio indígena, questões ambientais e roubo de terras feitas por brancos, o que falta aqui é qualidade técnica para passar todo esse discurso urgente.</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Com reiterações de discurso e imagens, a obra conta inúmeras sequências que são quase iguais em movimentação e diálogo, roteiro e direção. Ainda assim, com todas as repetições, o roteiro falha em aprofundar as emoções das personagens. Assim, as constantes explicações sobre o perigo do vulcão tiram o espaço para a exploração maior dos diálogos e das relações das figuras dramáticas. Isso se dá principalmente com a figura central, Paula (María Mercedes Coroy). </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Apesar de Coroy ter trabalhado tantos anos com Bustamante há anos e em diversos projetos distintos, ela não parece confortável em cena, tornando-se limitada. Tanto em </span><span class="s2">termos de expressão facial, quanto de tonalidade vocal, a intérprete é monocórdica e as intenções do texto parecem sem consciência de intenção da personagem. Os seus desejos outros e suas gradações de humor não são impressas na tela. Ao seu redor, todos parecem planificados também &#8211; com exceção da figura do pastor, que é a única um pouco mais complexas. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Neste sentido, fica ainda mais desafiador acompanhar a sessão porque os coadjuvantes também não entregam boas performances, tampouco são escritos com camadas. Um exemplo são os diálogos que poderiam estar na boca de qualquer papel. Falta nuances, background e profundidade. Algo que poderia ajudar é elevar momentos de troca sobre o passado, como acontece em uma cena do filme. Esses instantes poderiam estar mais presentes. Ainda assim, pequenas falas e gestos também dizem muito e deveria aparecer durante a projeção.</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">É por esta razão que fica uma sensação de vazio com o longa. Além disso, a montagem não ajuda a amenizar essa frouxidão da obra. Os cortes intensificam a desconexão do espectador com a produção, por deixar um quadro mais ou menos tempo ou, simplesmente, por não selecionar um bom ponto de corte. </span><span class="s2">O maior exemplo dessa questão está em toda a sequência da primeira fuga do vulcão. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">A ausência de liga da edição reduz a tensão, porque o público não consegue ver com nitidez o que ocorre com as personagens e os saltos temporais entre um momento e outro pioram essa impressão. É como se “do nada” as situações mudassem. </span><span class="s2">Desta maneira, Bustamante entrega um longa-metragem de denúncia e reflexão. Isso está lá, estampado na tela. No entanto, a falta de qualidade técnica impede que o filme circule mais e ganhe atenção da indústria e da plateia. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Cinema também é linguagem e o público necessita estar conectado com a história durante a sessão. Com tudo que é dito durante a projeção, a vontade de gostar da obra é imensa, mas o como ela é feita se torna um grande muro para uma fruição prazerosa. </span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Jayro Bustamante</p>
<p><strong>Elenco</strong>: María Mercedes Coroy; Tatiana Palomo; María Telón</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="TRAILER OFICIAL CORDILLERA DE FUEGO l Película dirigida por Jayro Bustamante" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/q0zvNhnkvUc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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