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	<title>Arquivos Javier Bardem - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Javier Bardem - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica F1: O filme (Apple TV)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 15:56:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de toda a obviedade da história de F1: O Filme, Joseph Kosinski (Oblivion) mostra como uma boa direção e uma boa equipe podem salvar um roteiro mediano. Em sua decupagem, Kosinski eleva a tensão através de close-ups. Além disso, os ruídos elaborados no desenho de som, os momentos de aceleração dos cortes e as sensações vindas dos efeitos de câmera são acentuados pelos quadros fechados.  Mas, se na técnica cinematográfica a obra apresenta destreza, é no estabelecimento de empatia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de toda a obviedade da história de<em> F1: O Filme</em>, Joseph Kosinski (<em>Oblivion</em>) mostra como uma boa direção e uma boa equipe podem salvar um roteiro mediano. Em sua decupagem, Kosinski eleva a tensão através de close-ups. Além disso, os ruídos elaborados no desenho de som, os momentos de aceleração dos cortes e as sensações vindas dos efeitos de câmera são acentuados pelos quadros fechados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, se na técnica cinematográfica a obra apresenta destreza, é no estabelecimento de empatia com as personagens que ela cresce ainda mais. Sonny Hayes (Brad Pitt) e Joshua Pearce (Damson Idris) são figuras simpáticas, que aproximam o espectador do enredo. Sonny é o protagonista com a narrativa de redenção, aquele que vem para quebrar os estereótipos etaristas e que possui tem síndrome de pai presente – algo bem ficcional, porém que aparece muito em Hollywood.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Joshua é uma espécie de antagonista, mas daqueles que o <em>ship brotp</em>* é  uma espécie de <em>enemies to lovers</em>**. Além de ser jovem e ingênuo, ele é totalmente ligado à mãe e é um sonhador, que sabe escolher o caminho mais certo quando a trama aperta. Para completar, a interação entre Pitt e Idris é bem construída. A contracena é o que faz a potencialidade das sequências que os dois estão juntos crescer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As reações de Hayes para Pearce e vice-versa criam subtextos importantes sobre a personalidade da dupla, principalmente naquilo que os une: a necessidade de se provar. O que falta ao roteiro está impresso na construção de papel dos dois intérpretes, que conseguem mesclar rivalidade e parceria em olhares e gestos. Neste sentido, Kosinski também pode levar os louros, pois as marcações do elenco geram sensações importantes e no momento correto. O jeito como os deslocamentos ocorrem provoca tensão, relaxamento, lágrimas e risadas. Um exemplo é o momento no qual Joshua está hospitalizado e a plateia vê a reação da dupla ao mesmo tempo, no mesmo frame, mesmo eles estando em locais separados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, toda a equipe de som do longa-metragem brilha e contribui para aumentar todas estas emoções. O barulho das rodas dos carros, dos exercícios de Sonny, da equipe de Ruben Cervantes (Javier Bardem) trabalhando para a vitória, cada ação é escutada com detalhes pelo público, que consegue imaginar como é estar dentro daqueles momentos inseridos no ecrã.  Desta maneira, a <em>F1: O Filme</em> é mediano no que está contado, por sua obviedade e saídas fáceis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, quando se olha para o resultado geral, ele é positivo porque <em>cast</em> e <em>crew</em> foram talentosos o suficiente para salvar uma obra que poderia ser entediante. Assim, a sessão surpreende porque vale a pena de ser consumida. Tem-se aqui conexão com as personagens e o sensorial experienciado através do que diretor, editores e captadores de imagem e áudio conseguiram realizar nas filmagens e na pós-produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>*Ship brotp</strong> &#8211; relacionamento de amizade entre duas figuras. Ship é um diminutivo para relationship, uma palavra em inglês, que quer dizer relacionamento. Brotp é sigla para Brothers true pairing, ou seja, almas gêmeas fraternas. Amigos, amigas e amigues muito incríveis formam ships brotps. Ex.: Chandler e Joe, de Friends.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>**Enemies to lovers:</strong> inimigos à amantes, em português, esse é o tipo de história que personagens se odeiam e terminam como affair. Nesse caso aqui foi usado para tratar de amizade, mas na trama eles começam como opositores e terminam muito amigos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção</strong>: Joseph Kosinski</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Brad Pitt, Damson Idris, Javier Bardem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="F1 | Trailer Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/hbNVZvDr9U0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Duna &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em Blade Runner 2049 (2017) que ele sabia como dar continuidade num universo sci-fi. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><i><span style="font-weight: 400">Blade Runner 2049 (2017)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> que ele sabia como dar continuidade num universo </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400">. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><i><span style="font-weight: 400">Duna (2021)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> foi admirável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia de continuar uma história do escopo da adaptação de <strong><em>Duna</em></strong>, ainda sobre o primeiro livro, impressionou o público, mas Villeneuve não decepciona. O trabalho do diretor e roteirista canadense em </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é ainda mais louvável. A sequência </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) com a promessa de ser o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400"> do ano. O novo longa-metragem consegue superar as expectativas (e seu antecessor) e leva o espectador numa odisseia espacial ainda mais estonteante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como já foi visto inúmeras vezes ao decorrer da história do cinema, alcançar expectativas de filmes que se tornam uma espécie de ‘clássico instantâneo’ para o seu respectivo gênero é um desafio gigante. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, contudo, vem na contramão disso. O segundo capítulo da saga </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> interestelar é maior em escopo, qualidade e sensações. Tanto no que Villeneuve e seu colega de roteiro, Jon Spaihts (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/"><i><span style="font-weight: 400">Doutor Estranho</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-passageiros/"><i><span style="font-weight: 400">Passageiros</span></i></a><span style="font-weight: 400">, ambos de 2016), fazem ao criar saídas e novas rotas para a adaptação, como no empenho do diretor ao orquestrar essa odisseia espacial, existe uma condução de narrativa invejável no novo longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Talvez o maior mérito de Denis Villeneuve seja este. Construir imagética e esteticamente um universo diferente de tudo já visto &#8211; e o fazer com qualidade técnica e artística &#8211; ao mesmo tempo que ele entrega um produto acessível e possível de alcançar uma bilheteria astronômica. O cineasta canadense justamente é capaz de unir o que alguns chamam de ‘cinema de arte’ com o popular </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400">. E isso é fascinante sobre </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">. O longa será capaz de abarcar um número imenso de espectadores com suas possibilidades narrativas, artísticas e técnicas.</span></p>
<figure id="attachment_17766" aria-describedby="caption-attachment-17766" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17766" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg" alt="Duna: Parte 2 (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6.jpg 1053w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17766" class="wp-caption-text">Timothée Chalamet e Austin Butler em cena de &#8216;Duna: Parte 2&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda sobre essa colisão de mundos gerada pela produção, </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> também se torna um evento por envolver um tipo de projeto que há muito não se via &#8211; ao menos não com a dimensão da saga de Villeneuve. Talvez, na ficção, a última vez que o público vislumbrou algo dessa magnitude tenha sido com a saga </span><i><span style="font-weight: 400">Harry Potter (2001-2012)</span></i><span style="font-weight: 400"> ou </span><i><span style="font-weight: 400">Star Wars (1977-2019)</span></i><span style="font-weight: 400">. Em ambos os projetos, no entanto, nunca houve um processo autoral tão claro como em </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continuando o olhar sob os aspectos técnicos de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> que se destacam, é possível imaginar um futuro repleto de indicações em diversas categorias. O departamento de arte, fotografia, som e efeitos especiais são os principais motivadores desse resultado de tirar o fôlego. Hans Zimmer (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><i><span style="font-weight: 400">007 &#8211; Sem Tempo para Morrer</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021) media o filme com sua trilha sonora epopeica. Para elevar o trabalho do compositor alemão, o restante do departamento de som constrói camadas sensoriais dessa jornada prometida de Paul Atreides. É inevitável não se arrepiar ao ver o personagem de Timothée Chalamet sendo aclamado pelos seus seguidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma que o som, a composição visual encabeçada pela tríade fotografia, efeitos visuais e arte cria imagens surpreendentes. Seja no quesito construção de universo ou no fator de vislumbre, as três equipes formam imagens inesquecíveis sobre esse universo espacial ficcional idealizado por Frank Herbert. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é um presente aos olhos. Quanto maior a tela e melhor o som, a experiência se intensifica. Para a surpresa do público, a sequência <em>sci-fi</em> consegue entregar um trabalho técnico ainda mais impressionante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não menos importante do que o texto, a técnica ou a direção, o elenco que compõe </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> completa essa ópera espacial perfeitamente conduzida. Os conhecidos nomes do primeiro filme, como Chalamet (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-wonka/"><i><span style="font-weight: 400">Wonka</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), Zendaya (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><i><span style="font-weight: 400">Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021), Rebecca Ferguson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-acerto-de-contas-parte-1/"><i><span style="font-weight: 400">Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023) e Javier Bardem (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-pequena-sereia/"><i><span style="font-weight: 400">A Pequena Sereia</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), e as novas adições, como Austin Butler (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-elvis/"><i><span style="font-weight: 400">Elvis</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2022), Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/"><em>Não Se Preocupe, Querida</em></a>, de 2022) e Christopher Walken, formam um elenco estelar. Essa reunião de talentos, assim como feita no longa anterior, eleva o projeto a um outro patamar com performances meticulosas e poderosas, como Butler interpretando Feyd-Rautha, o violento e cruel sobrinho do Barão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa união de fatores faz de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> um filme fora da curva. Há muito que não se via uma construção de universo tão detalhada e rica como nesse projeto. Para além de conseguir transpor o mundo interestelar criado por Herbert, um dos maiores méritos de </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400"> é continuar se levando a sério e, por conta disso, manter a missão de sempre evoluir. A sequência é a prova desse compromisso orquestrado por Denis Villeneuve. O cineasta parece ter tido como meta criar uma odisseia espacial ainda maior, mais bela e impactante. E, com a </span><b><i>Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, ele foi capaz de realizar isso da forma mais impressionante possível.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Denis Villeneuve</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Timothée Chalamet, Zendaya, Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Dave Bautista, Christopher Walken, Léa Seydoux, Stellan Skarsgård, Charlotte Rampling e Javier Bardem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/QqmbrvluQRA?si=OfC4g2nhRANkAzG9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Pequena Sereia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 22:19:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! A Pequena Sereia é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir. Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir.</p>
<p>Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras imagens e cenas que a Disney liberou me deixaram bem frustrada. A animação <em>A Pequena Sereia</em> é cheia de cores vivas e contrastes marcantes, algo que não apareceu nos trailers, com suas cores desbotadas e sombrias. Outro detalhe são os melhores amigos da protagonista, Linguado e Sebastião, que eram super expressivos, enquanto que no live-action eles pareciam provenientes da mesma cesta que saíram os animais da desnecessária adaptação de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei-leao/"><em>O Rei Leão</em></a>. Por fim, a cor do cabelo de Ariel, que é de um vermelho sangue vivo no desenho e aqui era um ruivo laranja desbotado.</p>
<p>Com base em tudo isso, fui ao cinema com a expectativa lá embaixo, esperando uma bomba. Mas como é incrível ser bem surpreendida! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é uma graça de filme, da melhor maneira que eu poderia esperar. Eles conseguiram inspirar ainda mais interesse nos personagens a partir da acertada escolha de seu elenco. Ariel (Halle Bailey, <em>As Férias da Minha Vida</em>) é bem natural e traz uma leveza bem característica, sempre brincalhona e curiosa. Os seus amigos Linguado (Jacob Tremblay, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-quarto-de-jack/"><em>O Quarto de Jack</em></a>), Sebastião (Daveed Diggs, <em>Soul</em>) e Sabichão (Awkwafina, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/"><em>Podres de Ricos</em></a>) são cheios de personalidade e conseguem driblar a naturalidade gráfica dos animais com expressões que surgem através da fala. Até o Rei Tritão (Javier Bardem, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>), que é bem sisudo na animação, consegue arrancar risadas do espectador. O mesmo vale para a excelente vilã Ursula, interpretada com maestria por Melissa McCarthy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-amor-e-trovao/"><em>Thor: Amor e Trovão</em></a>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16737" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg" alt="A Pequena Sereia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa navega então por mares conhecidos, seguido fielmente a animação e seu roteiro. A emoção de Halle em todas as cenas faz com que nós consigamos simpatizar ainda mais com a protagonista e pequenas mudanças de motivação da trama a deixaram menos machista. Aqui Ariel quer largar tudo para desbravar o mundo e conhecer novos lugares, não apenas correr atrás de um carinha que ela conheceu há um minuto. E isso dá um tom todo especial na trama.</p>
<p>A preocupação que eu tive com as cores não se sustentou, pois a Disney regulou tão bem a saturação que o filme é uma explosão de arco-íris (muito bem feita) nas nossas vistas. Músicas muito bem cantadas, cenas bem construídas e uma intensidade de emoções que nos faz comprar cada segundo do que vivemos ali. É como voltar ao tempo de infância e viver aquele sentimento de nostalgia gostoso.</p>
<p>Outro detalhe é que é maravilhoso ver a representatividade que ele traz, especialmente na sua protagonista. Não há nada que impeça Ariel de ser negra e o filme é a prova disso. Outros detalhes de personagens também trazem esta pauta, de maneira bem sutil e acertada, mostrando que a Disney tem mudado o seu perfil antigo, machista e racista, se atualizando aos novos tempos e necessidades. Já consigo visualizar as pequenas meninas negras querendo um aniversário da Pequena Sereia, com direito a cauda e peruca vermelha. E isso é incrível!</p>
<p><em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> tem lá seus problemas, claro. Existe um ar um pouco infantilizado que permeia algumas cenas e é desnecessário diante da forma como a trama foi construída. Ainda assim, não é algo que faça com que o todo seja prejudicado.  Trata-se de um live-action bem interessante, divertido e gostoso de assistir. Daqueles que a gente quer ver mais de uma vez!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rob Marshall</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy, Javier Bardem, Jude Akuwudike, Awkwafina, Jacob Tremblay, Daveed Diggs</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E-qPSU-OSb8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Lilo, Lilo, Crocodilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 19:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Brett Gelman]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Constance Wu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lilo, Lilo, Crocodilo já entrega no título o quão fofinho o filme será. E que bom que ele cumpre a promessa! Baseado em um livro infantil homônimo, o longa conta a história de Lilo, um crocodilo cantor que é descoberto por um mágico com a carreira quase perdida, que vê no animal a oportunidade de ascender profissionalmente. Depois de um bom tempo de ensaios, a dupla vai participar de uma apresentação para o grande público. No entanto, o réptil trava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Lilo, Lilo, Crocodilo</em></strong> já entrega no título o quão fofinho o filme será. E que bom que ele cumpre a promessa! Baseado em um livro infantil homônimo, o longa conta a história de Lilo, um crocodilo cantor que é descoberto por um mágico com a carreira quase perdida, que vê no animal a oportunidade de ascender profissionalmente. Depois de um bom tempo de ensaios, a dupla vai participar de uma apresentação para o grande público. No entanto, o réptil trava de nervoso e acaba dando um vexame, acabando com a carreira de seu tutor.</p>
<p>Com um elenco que conta com ninguém menos que Javier Bardem (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-apresentando-os-ricardos-prime-video/"><em>Apresentando os Ricardos</em></a>), o filme carrega aquela leve aura de graça infantil, com piadas simples e cenas com alguma previsibilidade. E entendam: isso é super bem-vindo aqui! Em se tratando de um longa que é primordialmente para crianças, não podemos esperar que o roteiro seja complexo, pois iria perder completamente o sentido. Para contrapor esta questão, existe um aprofundamento na construção dos personagens.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16076" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0789028.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Lilo, Lilo, Crocodilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0789028.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0789028.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0789028.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0789028.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É muito fácil se conectar com todos os integrantes daquela trama fofinha em que o foco principal é um crocodilo simpático e um garoto espertinho. Ah, e ainda temos a parte da música que está presente na maioria das cenas. Sem beirar o excesso, o filme consegue dosar muito bem o tom de musical com enredo infantil. O destaque maior é a voz do próprio Lilo, interpretada pelo excelente cantor Shawn Mendes.</p>
<p>Outro detalhes bem interessante do filme é a sua diversidade. Temos todas as cores, estilos e jeitos. Algo que vem sendo trabalhado repetidas vezes por animações da Disney e Pixar, por exemplo, para mostrar às nossas crianças o quanto o mundo é plural e cheio de possibilidades. Por aqui, ainda que não seja o foco principal, é algo tão naturalizado que se encaixa perfeitamente com o enredo leve e divertido.</p>
<p><em><strong>Lilo, Lilo, Crocodilo</strong></em> é um longa infantil com tudo que tem direito para este gênero. Vilão que é um vizinho chato, pais que vivem discordando mas se amando, criança sapeca e um doido no meio do caminho. É uma receita que sempre dá certo e não é diferente por aqui. Vale super a pena levar os pequenos, com a garantia que os adultos vão se divertir também. O filme é uma sensação de abraço com gargalhada solta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Will Speck, Josh Gordon</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Shawn Mendes, Constance Wu, Scoot McNairy, Javier Bardem, Brett Gelman, Winslow Fegley</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yg-NzwB-u3g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Apresentando os Ricardos (Prime Video)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 20:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Sorkin]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentando os Ricardos]]></category>
		<category><![CDATA[Being The Ricardos]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Procurando apresentar uma fase crítica na vida dos intérpretes Lucille Ball e Desi Arnaz, do seriado I Love Lucy, Aaron Sorkin (A Grande Jogada) traz uma produção com um potencial forte, mas que desperdiça seu rico material. Com um roteiro confuso e uma direção que vai se perdendo, à medida que Apresentando os Ricardos avança, o longa-metragem, além de cansativo, é falho em contar a história de Lucille (Nicole Kidman, O Escândalo) e Desi (Javier Bardem, Duna). A grande questão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Procurando apresentar uma fase crítica na vida dos intérpretes Lucille Ball e Desi Arnaz, do seriado <em>I Love Lucy</em>, Aaron Sorkin (<em>A Grande Jogada</em>) traz uma produção com um potencial forte, mas que desperdiça seu rico material. Com um roteiro confuso e uma direção que vai se perdendo, à medida que <strong><em>Apresentando os Ricardos </em></strong>avança, o longa-metragem, além de cansativo, é falho em contar a história de Lucille (Nicole Kidman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/"><em>O Escândalo</em></a>) e Desi (Javier Bardem, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>).</p>
<p>A grande questão é que Sorkin foi ambicioso em querer mostrar diversos conflitos presentes na jornada do casal, seja em termos de intimidades ou de trabalho deles. Para realizar tal intento, o enredo possui algumas idas e vindas temporais, que não conseguem ser colocadas de forma amarrada. Falta ligação imagética, textual e/ou de ação para que os acontecimentos surjam e se estabeleçam de maneira fluida.</p>
<p>Dentro de tantos <em>subplots</em>, fica complicado saber qual é, de fato, a premissa central, o arco principal da narrativa. Desta maneira, Sorkin não consegue sair da primeira camada que é a própria introdução dos conflitos das personagens, deixando impossível existir espaço para aprofundá-los. Neste sentido, o único acerto aqui são os instantes nos quais o espectador acompanha o processo criativo de Lucille.</p>
<p>As transições do mundo “real” com o da série de TV acontecem com organicidade. O público enxerga, através desta estratégia de universo dual – o da mente de Lucille e o da sua rotina –, a inteligência e a sensibilidade da personagem, algo que falta em outros momentos do longa. A atuação de Nicole Kidman fomenta estes instantes prazerosos da exibição.</p>
<p>Kidman entrega um trabalho sólido, inclusive. Em muitos casos de projetos nos quais figuras notáveis e históricas são mostradas uma mimese é estabelecida, o que não é o caso da Lucy de <strong><em>Apresentando os Ricardos</em></strong>. Nicole realmente interpreta aqui, pois marcas e traços estilísticos seus estão presentes na tela, mas, ao mesmo tempo, também os de Lucille. Em seus gestos, movimentações e tom de voz, é notável que aquele olhar sobre Lucille Ball é o de Nicole Kidman.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14982" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/nicole-kidman-being-the-ricardos-amazon-foto-reproducao-1200x900-1.jpg" alt="APRESENTANDO OS RICARDOS" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/nicole-kidman-being-the-ricardos-amazon-foto-reproducao-1200x900-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/nicole-kidman-being-the-ricardos-amazon-foto-reproducao-1200x900-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/nicole-kidman-being-the-ricardos-amazon-foto-reproducao-1200x900-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/nicole-kidman-being-the-ricardos-amazon-foto-reproducao-1200x900-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Esta é uma grande diferença entre atrizes boas e excelentes. Quando alguém consegue colocar a sua perspectiva de uma personagem, mantém as suas bases de composição e ainda não perde de vista as características fundamentais daquela persona – sobretudo quando se faz uma pessoa célebre –, pode-se dizer que aquela construção foi feita com sucesso. Infelizmente, a produção não faz jus ao esforço e talento de Kidman.</p>
<p>Ainda assim, outros membros do elenco se destacam ao seu lado. Alia Shawkat (<em>Arrested Development</em>) e Tony Hale (<em>Veep</em>), mais conhecidos por seus papéis cômicos na televisão, equilibram os tons das cenas, através de seus papéis. Durante a exibição, a direção exagera em movimentos de câmera e os diálogos contêm intensidades desmedidas, sem que houvesse sido construído um caminho para tal instalação.</p>
<p>Alia e Tony convocam sobriedade para os seus Madelyn e Jess, respectivamente. Neste jogo de tonalidades, a direção de Aaron Sorkin tem pontos positivos e negativos. No início da sessão, é empolgante observar a sua decupagem. Há uma sensação de que uma atmosfera está sendo construída. Entre <em>travelings in</em> e <em>out</em> e a seleção de enquadramentos, um grande destaque é a extensa discussão na mesa de ensaio.</p>
<p>Com uma quantidade alta de personagens envolvidas, além do desafio que é filmar este tipo de cena, os planos deixam que as emoções das personagens sejam nítidas e uma compreensão da dinâmica da equipe de <em>I Love Lucy</em> ocorra rapidamente. No entanto, Sorkin não consegue manter o fôlego de suas ideias. A partir da segunda metade da obra, a sua direção fica menos inventiva.</p>
<p>De todo modo, os recursos usados pelo cineasta no início da produção ficam repetitivos, perdendo a força. Assim, talvez, todas as fichas tenham sido gastas logo de cara, criando uma lógica inversa, na qual o começo do filme é mais elaborado e todo o restante é embolado e entediante. As ideias de Aaron Sorkin não são desenvolvidas em <strong><em>Apresentando os Ricardos</em></strong>, a vida e a relação de Lucille e Desi não são aprofundadas e poucos elementos se destacam positivamente. Faltou um entendimento do que contar, como contar e o que escolher da linguagem cinematográfica para narrar esta história.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Aaron Sorkin</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Nicole Kidman, Javier Bardem, Alia Shawkat</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jBnFQQGQcIA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-apresentando-os-ricardos-prime-video/">Crítica: Apresentando os Ricardos (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Todos Já Sabem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 18:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Asghar Farhadi]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Penélope Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Darín]]></category>
		<category><![CDATA[Todos Já Sabem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 21 de fevereiro, o longa Todos Já Sabem, de Asghar Farhadi. O diretor iraniano foi responsável por grandes filmes como O Apartamento e A Separação, ambos vencedores de diversos prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Neste novo longa, ele traz a história de Laura, uma mãe dedicada que mora na Argentina e vai visitar a família na Espanha, para o casamento de uma das irmãs. Durante a festa, sua filha mais velha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 21 de fevereiro, o longa <em><strong>Todos Já Sabem</strong></em>, de Asghar Farhadi. O diretor iraniano foi responsável por grandes filmes como <em>O Apartamento</em> e <em>A Separação</em>, ambos vencedores de diversos prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Neste novo longa, ele traz a história de Laura, uma mãe dedicada que mora na Argentina e vai visitar a família na Espanha, para o casamento de uma das irmãs. Durante a festa, sua filha mais velha é sequestrada e o transtorno começa a partir daí, com a busca da garota e as desconfianças que vão surgindo ao longo da trama.</p>
<p>O filme tem uma narrativa expositiva e lenta, com poucos fatos acontecendo. Trata-se de uma crônica em tela. No primeiro ato, antes do sequestro, o espectador é apresentado ao cenário e a realidade que aquela família está inserida. Alguns fios vão ficando no caminho justamente para deixar o público intrigado e ansioso para entender o que está acontecendo. Ao mesmo tempo, questões de moral, relacionamento e aceitação vão sendo travadas cuidadosamente nas arestas da trama.</p>
<p>No protagonismo, temos a dupla e casal na vida real Penélope Cruz e Javier Bardem. Ambos falando em suas línguas originais, estão visivelmente à vontade com os personagens e entregues naqueles momentos. A química dos dois e a naturalidade com que contracenam é impressionante e gostoso de se ver. Para além deles, o marido da protagonista é vivido por Ricardo Darín, outro excelente ator, que dá ainda mais força às cenas. Todos os coadjuvantes também funcionam muito bem para dar suporte aos sentimentos que são experienciados. Impressionante como conseguiram encontrar mulheres tão parecidas com Penélope para interpretar suas irmãs.</p>
<p><em><strong>Todos Já Sabem</strong></em> trabalha com a dúvida o tempo todo. O espectador fica se questionando quem está falando a verdade e quem está apenas manipulando a situação. Enquanto vemos um sofrimento real por parte da mãe da menina sequestrada, o pai se mostra muito calmo e indiferente em alguns momentos. Para além disso, o amigo da família e ex-namorado de Laura, se dedica &#8220;demais&#8221; na busca pela garota, deixando todos com uma pulga atrás da orelha sobre o seu real interesse.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9998" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/4990321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Todos Já Sabem" width="610" height="348" /></p>
<p>A trama vai se desdobrando e se revelando como uma jogada de interesses. O personagem mais desconectado, inicialmente, da história, é o que mais se envolve e sofre com as consequências do sequestro. Paralelo a isso, questões de dinheiro e dívidas passadas são retomadas, colocando em voga questões sociais que pareciam inexistir no começo de tudo. Aquela fachada de família perfeita e equilibrada que é mostrada no começo vai sendo desmontada ao longo do roteiro, mostrando que muitos ali usam máscaras permanentes.</p>
<p>O drama de suspense faz uso de diversos artifícios para dar ao espectador a ferramenta de analisar e &#8220;julgar&#8221; os personagens. Todos ali possuem seu lado sombra e seu lado luz, mas cabe a nós decidir em quem acreditar. O final do longa, por sinal, deixa margem para muitas dúvidas e tantas outras interpretações. Mas ainda assim, com um desfecho honesto com o espectador e tão bom quanto a condução da trama.</p>
<p>Embora o clima de suspense esteja presente a maior parte do tempo, com apelo para a criação de um cenário onde todos são possíveis culpados, o foco de <strong><em>Todos Já Sabem</em></strong> não é exatamente esse. Isso funciona como palco para um drama muito mais denso do que a &#8220;simples&#8221; tragédia que nos é posta. Relações emocionais são colocadas a prova o tempo todo, em uma narrativa bem costurada em todos os momentos.</p>
<p>Este é um longa muito eficaz e contundente que vai se desdobrando em muitas camadas ao longo do roteiro. Unido à um elenco de ouro, definitivamente é um filme que merece a atenção do público, que será presenteado com uma ótima história e excelentes atuações.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wILdh91gpYU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Escobar &#8211; A Traição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 11:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Escobar: A Traição]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
		<category><![CDATA[Penélope Cruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pegando carona na leva de produtos interessados em narrar parte da vida do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, Escobar: A Traição chega aos cinemas na ressaca da série de TV Narcos, que trazia o brasileiro Wagner Moura como Escobar, e tantos outros produtos, como filmes ficcionais e documentários. Escobar: A Traição é uma produção espanhola com roteiro e direção de Fernando León de Aranoa e é protagonizado pelo casal Penélope Cruz e Javier Bardem. Falado inteiramente em inglês, o filme não acrescenta muito a quem ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Pegando carona na leva de produtos interessados em narrar parte da vida do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, <i><b>Escobar: A Traição </b></i>chega aos cinemas na ressaca da série de TV <i>Narcos</i>, que trazia o brasileiro Wagner Moura como Escobar, e tantos outros produtos, como filmes ficcionais e documentários. <i>Escobar: A Traição </i>é uma produção espanhola com roteiro e direção de Fernando León de Aranoa e é protagonizado pelo casal Penélope Cruz e Javier Bardem. Falado inteiramente em inglês, o filme não acrescenta muito a quem ainda deseja se aprofundar um pouco mais na história do seu biografado, tampouco faz um grande serviço à carreira dos seus astros.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Soando como uma versão esterilizada da biografia de Pablo Escobar, <i>Escobar: A Traição</i> tem o título original <i>Loving Pablo</i>. Isso porque, supostamente, o interesse do filme é pelos meandros da relação amorosa entre o traficante e a jornalista da TV colombiana Virginia Vallejo, interpretada por Penélope Cruz. Escobar, vivido por Bardem, acaba, no final das contas, sendo o único interesse do filme e, ainda que a obra queira acentuar a importância de Vallejo na vida pessoal do personagem e na sua perseguição e posterior captura, a apresentadora de TV surge como uma personagem completamente deslocada em cena, uma grande &#8220;forçação&#8221; de barra de Aranoa. Mais curioso ainda é saber que <i>Escobar: A Traição </i>é baseado num livro da própria Virginia, portanto, ou a mesma se deu uma importância histórica que lhe falta ou estamos diante de uma péssima adaptação do material original.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9260" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Loving-Pablo.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A relação entre Vallejo e Escobar jamais é esmiuçada a contento e o espectador nunca compreende o que move o encontro daquele casal &#8211; atração sexual, afinidade ideológica, interesse financeiro, todas são possibilidades levantadas por momentos específicos do filme. Enfim, jamais fica esclarecido porque a passagem da jornalista pela biografia de Pablo Escobar é tão importante e porque o que ela tem a dizer sobre tudo o que surge como relato sobre esse personagem importa para o longa. O roteiro do projeto insiste em sublinhar um lugar importante para Virginia nessa história, não abrindo mão de oscilar seu interesse nas ações dela e de Pablo Escobar, quando, no final das contas, nem mesmo aquilo que a jornalista tem a oferecer ao agente americano interpretado por Peter Sarsgaard sobre a vida privada do traficante é essencial para que ele consiga chegar ao verdadeiro paradeiro do fora-da-lei interpretado por Bardem.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Cruz e Bardem se esforçam para dar alguma classe ao projeto, mas a direção de Aranoa e seu olhar excessivamente plástico para o tema do seu filme e sua paisagem aproxima <i>Escobar: A Traição </i>de outros tantos projetos que artificializaram uma realidade latino-americana e a transformaram em espetáculo para gringo ver. A sensação de assistir ao filme é a mesma de acompanhar uma dessas biografias excessivamente assépticas e moralmente filtradas de figuras célebres do  cenário brasileiro com o selo Globo Filmes por aqui, com um elenco repleto de rostos conhecidos cuja bagagem de informação que temos de suas vidas fora das telas não conseguimos deixar de lado ao assistirmos suas interpretações, por mais que eles movam esforços válidos para esquecermos quem eles são e os imaginarmos como as figuras que interpretam. <i>Escobar: A Traição </i>é puro artifício, não imagino em que dimensão será relevante para quem ainda se interessa pela biografia do personagem ou mesmo para quem gosta do trabalho da sua dupla de protagonistas.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZvSxisV-VMA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2017 12:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Aronofsky]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe!]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Darren Aronofsky é um cineasta de extremos. As tramas, personagens e universos de seus filmes quase sempre representam muito mais do que aquilo que as imagens denunciam, ele é um cineasta eminentemente metafórico e possivelmente Mãe! é o seu trabalho mais radical nesse sentido. O diretor e roteirista não está interessado numa narrativa linear e que se contenta com a sucessão de eventos e personagens realistas oferecidos ao espectador. Aronofsky quer usar seu filme e suas tramas para discutir temas variados, todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Darren Aronofsky é um cineasta de extremos. As tramas, personagens e universos de seus filmes quase sempre representam muito mais do que aquilo que as imagens denunciam, ele é um cineasta eminentemente metafórico e possivelmente<em> Mãe!</em><b data-blogger-escaped-style="font-style: italic;"> </b>é o seu trabalho mais radical nesse sentido. O diretor e roteirista não está interessado numa narrativa linear e que se contenta com a sucessão de eventos e personagens realistas oferecidos ao espectador. Aronofsky quer usar seu filme e suas tramas para discutir temas variados, todos eles vinculados à natureza humana e seus conflitos psicológicos, representando no mundo externo  àquilo que seus personagens vivenciam internamente, como ocorreu em <i>Réquiem para um Sonho </i>e <i>Cisne Negro</i>. Em <i>Mãe! </i>isso é convertido em divagações pessoais sobre a muitas vezes impiedosa experiência de estar vivo. Aronofsky aparenta querer conversar conosco por meio de alegorias em seu cinema sempre metafórico.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Darren também é um diretor que costuma burlar alguns manuais do cinema, indo na contramão de convenções técnicas e estéticas no que diz respeito aos seus roteiros, composições de planos etc. Assim, não surpreende que <i>Mãe! </i>seja um filme divisivo como tantos outros de sua carreira. Aronofsky segue abusando da rebeldia, questionando dogmas cinéfilos e traçando o seu próprio manual de linguagem cinematográfica com uma assinatura narrativa e estética que lhe é peculiar. Contudo, pouco do que já foi vivenciado até aqui na carreira do diretor pode preparar o espectador para o que será visto nesse longa protagonizado pela atriz Jennifer Lawrence &#8211; e olha que estamos falando de títulos controversos como <i>Réquiem para um Sonho</i>, <i>Cisne Negro, Fonte da Vida </i>e até <i>Noé. </i>Por ser alegórico ao extremo, não espere de <i>Mãe!</i> um suspense ou horror ambientado numa casa mal assombrada como denunciam os trailers, o filme não é nada disso, mas também não vá ao cinema esperando algo similar aos exemplares da carreira do diretor, as marcas do seu cinema são preservadas nesse longa, mas ele surge aqui muito mais &#8220;fora da casinha&#8221; que o habitual.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No filme, Lawrence e Javier Bardem interpretam um casal que começa a receber estranhas visitas na casa que reformaram. Os primeiros hóspedes são um médico e sua esposa, vividos por Ed Harris e Michelle Pfeiffer, respectivamente, ambos bastante esquisitos, por sinal. Conforme a trama do longa avança, novos personagens surgem e a jovem interpretada por Lawrence passa a ficar às voltas com a maternidade, mas também extremamente incomodada com a exagerada hospitalidade do esposo no tratamento dos intrusos. Adiantar mais do que isso seria estragar a experiência do leitor com o filme, então, por precaução, acredito ser recomendável parar qualquer descrição por aqui. A partir das próximas linhas trarei detalhes do longa e possíveis <b>SPOILERS</b> que podem evitar, caso queiram uma experiência com o longa mais &#8220;crua&#8221;.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8223" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/09/mother.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Como <i>Cisne Negro </i>e <i>Requiém para um Sonho</i>, <i>Mãe! </i>tem alguns dos méritos da direção e do roteiro de Aronosfky, o principal deles é o manejo que o cineasta tem na construção do estado inebriante e delirante de tensão em espiral que seus protagonistas experimentam. Assim como a bailarina Nina de Natalie Portman em <i>Cisne Negro </i>entrava em colapso com toda sorte de fatores que interferiam no seu processo de afirmação profissional e os  <i>junkies </i>de <i>Réquiem para um Sonho </i>eram corroídos pelos efeitos alucinógenos das drogas que consumiam, a personagem de Jennifer Lawrence experimenta uma tensão crescente e insuportável na medida em que aquilo que ocorre na sua casa lhe foge do controle. Isso traz para o filme um desempenho muito intenso da atriz, talvez um dos mais fortes da sua carreira junto com <i>Inverno da Alma</i>. O espectador presenciará na tela uma exaustiva e complicada jornada psicológica, mas também física, desenvolvida com muito cuidado por um desempenho inspirado da precoce vencedora do Oscar.</p>
<p>Aronofsky explora também a fisicalidade da casa, um organismo vivo em ebulição, como estímulo para a interpretação de Lawrence. Além disso, a dinâmica da personagem da atriz com os demais personagens que surgem em cena são importantes para o crescente e inquietante estado de tensão do longa. Os principais deles são aqueles vividos por Javier Bardem e a esposa do médico interpretada por Michelle Pfeiffer. Enquanto Bardem interpreta uma figura aparentemente dócil e amorosa, se revelando posteriormente um ególatra perigoso, Pfeiffer vive um momento inspirado na sua carreira dando vida a uma provocadora intrusa que desestabiliza as convicções da protagonista.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8224" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/09/jennifer-lawrence-mother-sickest-movie-ever-made-disgusting-torture-porn-c.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O estado febril da personagem de Lawrence toma conta da própria história na medida em que Aronofsky transforma a estrutura de <i>Mãe! </i>em algo que possui estreita vinculação com a Bíblia aliado a reflexões sobre o próprio percurso da humanidade na Terra. Há passagens no filme que tornam claras estas vinculações como a vivência de Adão e Eva no Paraíso, a vinda do Messias, o fanatismo religioso a partir da idolatria a uma figura e a barbárie humana. Fazendo as vezes de mãe natureza, Lawrence vive um símbolo da esperança de um novo ciclo na Terra, completamente destroçada pela gradual corrupção, inveja e violência que arruina por completo o mundo que concebera com a melhor das intenções, ou seja, a casa sempre referenciada na obra. Assim, Aronofsky nos põe em contato com um processo, que, pelo caminhar do seu desfecho, é cíclico, mas também não significa que se repetirá, apesar de dar a entender que tudo aquilo que vivenciamos foi mais uma tentativa frustrada de fazer o mundo dar certo. Quem sabe na próxima?</p>
<p><i><br />
</i>Além da corrupção do homem e seu dom de destruir qualquer fagulha de esperança que sua vista alcance, <i>Mãe!</i> também pode ser interpretado como um filme que quer abordar a maternidade ou o casamento e como, na sociedade em que vivemos, muitas vezes, essa jornada é marcada por perdas violentas para a mulher (sua juventude, inocência, vivacidade), enquanto que ao homem é reservada a possibilidade de recomeçar. Uma interpretação que, por sinal, não deixa de dialogar com aquela que anteriormente traçamos. Fica claro, portanto, que qualquer interpretação de <i>Mãe! </i>não pode ser encarada como uma leitura cerrada do filme, afinal, como já expus, é uma obra que demanda revisões constantes e um tempo maior de maturação da sua experiência espectatorial. Assim, cada espectador terá a sua leitura, que, por sua vez, pode mudar perfeitamente numa segunda visita ao filme e aí está a riqueza desse novo trabalho de Darren Aronofsky.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao nos depararmos com um filme como <i>Mãe!</i>, a certeza que temos diante de tantas interrogações em forma de exclamações visuais e inquietações deixadas pela obra é que quando o assunto é o cinema de Darren Aronofsky estaremos sempre em contato com os traços da arte de um <i>enfant terrible</i>. Autoral em cada fibra dos seus filmes, goste deles ou não, Aronofsky é um artista genuíno numa cinematografia cada vez menos afeita a causar o tipo de comoção que sua obra gera. O cinema do diretor é antes de mais nada provocador. Como traço do caráter da filmografia do realizador até então, <i>Mãe! </i>é um filme que tende a ter uma passagem complicada pelos cinemas, indignando espectadores que talvez sintam uma certa dificuldade no enfrentamento de uma obra tão alegórica. O que posso garantir é que se o leitor der um pouquinho de abertura ao teor de abstração da história de <i>Mãe!</i> se deparará com o tipo de longa que grudará na cabeça por muito tempo, já que é extremamente tentador retornar a ele e pensar um pouco mais sobre suas pistas.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ugn1gqGl7rs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Assista ao trailer do horror Mãe!, com Jennifer Lawrence</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 11:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Arono]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe!]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgado na rede nesta terça-feira (08) o primeiro trailer de Mãe!, mais recente longa do diretor Darren Aronofsky com a atriz Jennifer Lawrence (da franquia Jogos Vorazes) no papel principal. Ainda envolta de muito mistério, a trama parece trazer muitos elementos do horror e uma abordagem psicológica e estilizada dos eventos como o diretor fez em sua carreira em títulos como Réquiem para um Sonho e Cisne Negro. O que sabemos por ora sobre a história de Mãe! é que o longa acompanha um casal, formado por Lawrence [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgado na rede nesta terça-feira (08) o primeiro trailer de <i>Mãe!</i>, mais recente longa do diretor Darren Aronofsky com a atriz Jennifer Lawrence (da franquia <i>Jogos Vorazes</i>) no papel principal. Ainda envolta de muito mistério, a trama parece trazer muitos elementos do horror e uma abordagem psicológica e estilizada dos eventos como o diretor fez em sua carreira em títulos como <i>Réquiem para um Sonho </i>e <i>Cisne Negro</i>.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O que sabemos por ora sobre a história de <i>Mãe! </i>é que o longa acompanha um casal, formado por Lawrence e Javier Bardem (<i>007: Operação Skyfall</i>), e alguns convidados não desejados em sua casa. No elenco ainda estão Michelle Pfeiffer (<i>A Família</i>), Ed Harris (<i>Noite sem Fim</i>), Domhnall Gleeson (<i>Brooklyn</i>) e Kristen Wiig (<i>Caça-Fantasmas</i>).</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O melhor de tudo é que o público brasileiro nem esperará muito para conferir o resultado do novo trabalho de Aronofsky. O filme estreia em 21 de setembro nos cinemas do Brasil.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><b>Assista ao trailer legendado do filme: </b></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ugn1gqGl7rs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Franco-Atirador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2015 12:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Bardem]]></category>
		<category><![CDATA[O Franco-Atirador]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Penn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa O Franco-Atirador chegou bastante silencioso aos cinemas. Também, pegou ainda toda a força de Os Vingadores, que continua fazendo o maior sucesso em todo o mundo, mesmo com quase três semanas de estreias. Mesmo assim, a verdade é que O Franco-Atirador não teve lá uma boa repercussão na crítica internacional. A história traz Sean Penn no papel principal de um atirador profissional que se envolve em uma missão super perigosa no Congo e tem que largar tudo, inclusive [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/O-Franco-Atirador.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2877 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/O-Franco-Atirador.jpg" alt="O-Franco-Atirador" width="610" height="348" /></a></p>
<p>O longa O Franco-Atirador chegou bastante silencioso aos cinemas. Também, pegou ainda toda a força de Os Vingadores, que continua fazendo o maior sucesso em todo o mundo, mesmo com quase três semanas de estreias. Mesmo assim, a verdade é que O Franco-Atirador não teve lá uma boa repercussão na crítica internacional.</p>
<p>A história traz Sean Penn no papel principal de um atirador profissional que se envolve em uma missão super perigosa no Congo e tem que largar tudo, inclusive o amor de sua vida, para se proteger. Anos se passam quando ele resolve voltar ao país, mas é alvo de uma tentativa de homicídio. Desconfiado, ele começa a procurar as pessoas envolvidas no episódio do passado para ver o que está acontecendo.</p>
<p>O enredo tem altos e baixo, momentos mais fortes e mais fracos. Mas no geral, o filme é bem interessante. Verdade seja dita, temos Sean Penn e Javier Bardem como protagonistas do longa. Não teria como ele ser completamente ruim, mesmo que eles quisessem muito. E não é o caso. A história vai evoluindo com calma e bem tralhada. Uma calmaria que às vezes se aproxima da monotonia chata, mas logo sai e segue para uma cena de mais ação.</p>
<p>Algo que deve ser destacado é que Penn mostra demais seus músculos ao longo das quase duas horas de sessão. Inicialmente o espectador pensa: “Olha que legal. Sean Penn no alto de seus 54 anos está super bem e conservado”. Mas depois da terceira ou quarta vez, você apenas acha que ele realmente tá querendo se valorizar e subir a autoestima.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/franco-atirador_6.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2880 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/franco-atirador_6.jpg" alt="franco-atirador_6" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Passado esta emoção, o espectador percebe que o filme se perde um pouco em alguns momentos. Ora o foco principal é o ciúme do personagem louco de Bardem. Outra, e absolutamente do nada, o foco é no acerto de contas com as ações do passado do protagonista. É bem esquizofrênico esse roteiro, mas devo afirmar que ele funciona relativamente bem. Entretém, se assim podemos dizer.</p>
<p>A mocinha em perigo é que irrita no final da trama. No começo ela é ótima, participativa e mostra uma excelente química com todos. De repente, quando a coisa muda e ela descobre tudo, passa a ser uma simples mulher correndo de um lado pro outro sem entender nada. Podiam ter trabalhado melhor isso aí. A atriz tem seu potencial, que foi desnecessariamente subaproveitado.</p>
<p>A verdade é que o grande destaque de toda a trama são os personagens. Sim, eles valem a pena o tempo do filme. E não que o filme seja ruim. Bem pelo contrário. Ele é muito interessante. Apenas não oferece muitas novidades e acaba se tornando um pouco previsível. Ainda assim, vale a sessão.</p>
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