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	<title>Arquivos Jason Statham - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jason Statham - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Megatubarão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 17:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1963, o mestre do suspense, Alfred Hitchcock, entregou um dos primeiros trabalhos que marcariam uma vertente dos gêneros de terror e suspense. Nesse ano, com a estreia de Os Pássaros, o público começou a dar atenção para as películas que usavam os animais como representação dos maiores medos humanos. Entretanto, só com a estreia de Tubarão, de 1975, dirigido pelo brilhante Steven Spielberg, que o subgênero se concretizou e teve seu auge durante a década de 1970. Duas décadas depois, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1963, o mestre do suspense, Alfred Hitchcock, entregou um dos primeiros trabalhos que marcariam uma vertente dos gêneros de terror e suspense. Nesse ano, com a estreia de <i>Os Pássaros</i>, o público começou a dar atenção para as películas que usavam os animais como representação dos maiores medos humanos. Entretanto, só com a estreia de <i>Tubarão</i>, de 1975, dirigido pelo brilhante Steven Spielberg, que o subgênero se concretizou e teve seu auge durante a década de 1970. Duas décadas depois, o cinema resolve dar vida a novas produções que seguiriam essa premissa, como as franquias <i>Anaconda</i> (1997 – 2009) e <i>Pânico no Lago</i> (1997 – 2018), existindo, inclusive, um <em>crossover</em> entre as duas em 2015 intitulado <i>Pânico no Lago: Projeto Anaconda</i>. Mais recentemente, o canal Syfy trouxe ao público <i>Sharknado</i> (2013 – 2018), a franquia trash do subgênero.</p>
<p>Por conta de todos esses projetos cinematográficos – tenham sido seus resultados bons ou ruins – foram eles os responsáveis por perpetuar a ideia do subgênero. Graças a isso, essa semana os cinemas ao redor do mundo terão a oportunidade de presenciar mais uma dessas produções. A Warner Bros. Pictures lança o longa-metragem <i>Megatubarão</i> como uma tentativa de reviver a tensão do clássico de 1975 de uma maneira mais leve e que alcance um público maior. O problema de toda essa ideia é que nada consegue alcançar a maestria do trabalho de Spielberg, ainda mais quando se tenta popularizar um filme como esse. Todos os elementos cômicos – como as personagens de Rainn Wilson e Page Kennedy – e a escolha de um ator conhecido por seus trabalhos em longas de ação como Jason Statham para ser a estrela do filme, são motivos que impedem uma segunda dose do que foi <i>Tubarão</i>.</p>
<p>A tripulação de um submarino fica presa na fossa mais profunda do Oceano Pacífico após ser atacada por uma criatura pré-histórica. O até então tido como extinto Megalodonte cerca o submarino e se mantém à espreita para atacá-lo. Para tentar resgatar a equipe antes que ela morra – seja sem oxigênio ou pelos afiados dentes do tubarão pré-histórico de 20 metros – o oceanógrafo chinês, Dr. Zhang (Winston Chao), contrata o mergulhador, Jonas Taylor (Jason Statham), por sua experiência com resgates em águas profundas. Agora Jonas terá que enfrentar mais do que a difícil missão de salvar a tripulação do submarino, ele terá que enfim derrotar o seu já conhecido adversário, o Megalodonte.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9214" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/3122098.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Cena do Filme Megatubarão" width="610" height="348" /></p>
<p>O grande erro da produção foi acreditar que apenas a mistura entre a premissa do clássico de Spielberg, a presença de Statham e bons efeitos especiais seriam o suficiente para sustentar a obra. Baseado no livro de Steve Alten, Meg: Um romance de terror profundo, a película falha com o intuito da obra literária de Alten e da obra cinematográfica de 1975. O teor da história demanda algo mais sombrio, mais brutal. Não só o subgênero pede por essa vertente mais gore como a narrativa também. É evidente em vários momentos da trama que falta algo. E o erro nesse tom do filme faz uma diferença enorme no resultado final da produção.</p>
<p>Tecnicamente não existem muitos erros no novo trabalho da Warner Bros., sendo o maior deles a falta da verdadeira essência dark que a história pede. A parte técnica é razoável, o diretor faz algumas referências interessantes ao clássico <i>Tubarão</i>, o teor de tensão é quase agradável e o elenco desempenha seu papel de acordo com o que foi pedido. Dessa forma, não há culpa em setor x ou y pelo resultado bem esquecível dessa obra. Tudo isso foi devido a uma única escolha: fazer um filme sobre uma criatura assustadora da maneira mais leve e familiar possível. Essa decisão é comprovada em todas as cenas de ataque do tubarão, uma vez que essas não são assustadores, e com os momentos de comédia estrelados por Wilson e Kennedy, cujo se mostram bem desnecessários quando comparados a real proposta de uma história como essa.</p>
<p><i>The Meg</i> (título original) é a prova viva de que, em alguns casos, um filme pode ser coeso com a sua intenção, ser bem executado e, mesmo assim, não ser nada extraordinário. Por conta da decisão do estúdio de tornar o filme o mais democrático possível, ele eliminou suas chances de verdadeiramente ser um terror (ou até mesmo thriller) cujo medo vem de algo comum, como um animal. Ou seja, a tentativa de se igualar ao brilhante marco do subgênero falhou. A tentativa de criar uma atmosfera aterradora também falhou. A obra do Megalodonte acaba sendo apenas mais um filme que pode vir a ter uma bilheteria interessante, mas que não marcará a memória do público e acabará sendo esquecido com o tempo.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SSkGwPj5YHw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos 8</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 15:34:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vin Diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme que chega a seu oitavo episódio com certeza merece a atenção dos críticos e do público. O caso de Velozes e Furiosos é ainda mais especial quando se pensa que o sucesso só parece crescer com o tempo. O fôlego que se preserva é impressionante e consegue ser muito bem mostrado nesta versão atual, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13). Dom está feliz com seu casamento e curtindo a lua de mel com Letty, quando é surpreendido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme que chega a seu oitavo episódio com certeza merece a atenção dos críticos e do público. O caso de <em>Velozes e Furiosos</em> é ainda mais especial quando se pensa que o sucesso só parece crescer com o tempo. O fôlego que se preserva é impressionante e consegue ser muito bem mostrado nesta versão atual, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13).</p>
<p>Dom está feliz com seu casamento e curtindo a lua de mel com Letty, quando é surpreendido por Cipher, uma hacker que exige seus serviços ameaçando com algo misterioso. Ele, então, é forçado a trair seus amigos para cumprir a missão que lhe é dada.</p>
<p>Com o passar do tempo e dos filmes, o foco não ficou apenas nos carros e nas corridas, o que é muito bom. Não consigo imaginar uma série tão grande de filmes cujo único foco fosse correr e mostrar veículos caros e estonteantes. A adição de tramas paralelas, humor, muita ação e drama é fundamental para manter a força da história, que sempre atrai o público. Ainda assim, a essência não é perdida e o público não vai se decepcionar com as corridas e carros apresentados. É como uma evolução do roteiro mesmo.</p>
<p>Dom está castigado pelo tempo, amargurado, mas ainda consegue manter a força e a esperança por dias melhores. Vin Diesel consegue incorporar mais uma vez o protagonista com fluidez, sem cair na mesmice e perder o interesse do público. O seu envolvimento com Letty é verdadeiro e forte, dando apoio a ideia de união e família que a história propõe desde o primeiro filme. Dom sempre trata todos os amigos como uma família e essa sensação é muito bem passada para o público.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7566" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/04/129755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="609" height="348" /></p>
<p>A adição de alguns personagens nesta trama, no entanto, foram fundamentais para o sucesso do filme. Temos Helen Mirren que está sensacional num papel sarcástico e durão. Mas a cereja do sorvete é, realmente, Dwayne Johnson, o eterno The Rock, que está incrível. Ele é forte, bruto, absurdo e sensível. Tudo isso junto e misturado, resultando em um combo maravilhoso que rende muitas risadas e &#8220;uau&#8221; do público. Na verdade, ele se encaixa tão bem no roteiro que fica o questionamento do por quê ele não entrou antes.</p>
<p>E sim, não podemos esquecer de Charlize Theron. Ela etá diferente de seu perfil costumeiro, mas sem perder a sua alma. A contradição de sua beleza inebriante com a ruindade da personagem faz com que o público fique na dúvida se torce ou não para ela. Não podemos deixar de valorizar o combo que já existia anteriormente, que traz muita graça e ação aos personagens principais.</p>
<p>As cenas de ação são um espetáculo à parte. Além de extremamente bem feitas e bem filmadas, contam com uma edição impecável e uma equipe de efeitos visuais afiada. Não é aquela confusão que alguns filmes propõem para esconder os erros de fluidez. É tudo muito bem encaixado e destacado, tornando as cenas ainda mais fortes e atrativas. O 3D, no entanto, é completamente dispensável. Dá apenas aquela velha sensação de profundidade e não acrescenta em nada a trama. Um pena, pois o potencial era grande.</p>
<p>Equilibrando ação com comédia, o filme consegue ser divertido, manter a essência da série e ainda apresentar elementos novos. É um grato resultado que certamente agradará gregos e troianos.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KvSlvtPnZTo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/">Crítica: Velozes e Furiosos 8</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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