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	<title>Arquivos Jason Blum - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jason Blum - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Exorcista: O Devoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 12:53:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro é o mesmo do terror. A tradição estadunidense do dia das bruxas se espalhou mundo à fora e estabeleceu esse contexto de lançamentos majoritários (ou principais) do gênero ao longo do mês do Halloween. Com isso, os fãs aguardam ansiosos pelas principais promessas anuais dessa safra. No caso de 2023, o filme mais aguardado foi a continuação direta de O Exorcista (1973). Ainda que seja o sexto longa-metragem da franquia, O Exorcista: O Devoto, que estreia nesta quinta-feira (12), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Outubro é o mesmo do terror. A tradição estadunidense do dia das bruxas se espalhou mundo à fora e estabeleceu esse contexto de lançamentos majoritários (ou principais) do gênero ao longo do mês do <em>Halloween</em>. Com isso, os fãs aguardam ansiosos pelas principais promessas anuais dessa safra. No caso de 2023, o filme mais aguardado foi a continuação direta de <em>O Exorcista (1973)</em>. Ainda que seja o sexto longa-metragem da franquia, <em><strong>O Exorcista: O Devoto</strong></em>, que estreia nesta quinta-feira (12), funciona como uma sequência ao projeto original, lançado há 50 anos. A expectativa com um <em>requel</em> (sequência do longa original que apaga capítulos posteriores ao primeiro) de uma das mais célebres histórias do universo literário e cinematográfico do horror/terror foi altíssima. Sua queda, no entanto, também será.</p>
<p><em><strong>O Exorcista: O Devoto</strong></em> é uma produção mesquinha. Está no <em>hall</em> daqueles projetos que se percebe a clara ganância de quem produziu. Não é sobre contar uma nova história ou assustar o público, aqui o discurso que comanda é o lucro, único e exclusivamente. Dentro de uma lógica de trilogia, o primeiro capítulo é uma cópia fracassada do longa seminal de William Friedkin. Não existe apego aos personagens como no original. A atmosfera de horror e desespero não chega nem perto da construída em 1973. E, para taxar ainda mais a produção como uma aproveitadora de fãs, a participação da &#8216;personagem-legado&#8217; é curta, esquecível e sem emoção.</p>
<p>Mais uma vez o diretor e roteirista David Gordon Green (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween-ends/"><em>Halloween Ends</em></a>, de 2022) conseguiu tornar irrelevante uma das maiores franquias de terror. Assim como ele fez com o segundo e terceiro capítulo de sua trilogia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-trilogia-halloween/"><em>Halloween (2018-2022)</em></a>, em <em><strong>O Exorcista: O Devoto</strong></em>, os acontecimentos são renegados a mimese do que se espera de uma produção sobre possessão. A estrutura da narrativa criada por Gordon Green e Peter Sattler é frágil e soa como qualquer coisa. Parece que é apenas mais uma repetição de um subgênero que um dia deu certo. Não há surpresa. Não existe espaço para emoção. Não tem sequer um resquício de sentimento de pertencimento ao universo criado pelo longa original.</p>
<figure id="attachment_17326" aria-describedby="caption-attachment-17326" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17326 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-750x500.jpg" alt="O Exorcista: O Devoto (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/O-Exorcista-O-Devoto-4.jpg 1155w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17326" class="wp-caption-text">Ellen Burstyn e Leslie Odom Jr. em cena de &#8216;O Exorcista: O Devoto&#8217; (2023) &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O problema da produção que tem sido comentado e atacado pela crítica é justamente essa desconexão com o sentimento gerado pelo filme de 1973. Essa falta de unidade, de força e de cuidado é a maior falha do projeto &#8211; falha essa que pode fazer com que a trilogia tenha sua vida encurtada. <em><strong>O Exorcista: O Devoto</strong></em> não é, no entanto, um filme de terror ruim. Ele tem uma condução correta, uma montagem dentro dos moldes esperados e cenas que possivelmente irão assustar os mais desavisados. A lacuna presente no longa é a inventividade &#8211; ou até mesmo, a já comentada, sensação de similaridade. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween/"><em>Halloween (2018)</em></a>, Gordon Green foi capaz de reconstituir e se aproximar, de forma surpreendentemente fiel, da atmosfera criada por John Carpenter. Aqui, contudo, ele não chegou nem perto do que Friedkin criou.</p>
<p>Dessa forma, o texto do longa não inspira, aterroriza ou choca como o original. Criatividade não está presente na produção e, muito menos, originalidade. Para tristeza dos fãs da franquia, <em><b>O Exorcista: O Devoto</b></em> é um filme genérico de possessão. Está longe de ser o pior de todos, mas também não chega perto de nenhum dos que se preocuparam em tentar ir além do óbvio. E, quando se fala de uma produção que envolve fãs de décadas e um clássico do gênero, a resposta não tem como ser imparcial. A paixão pelo filme de terror favorito vai falar mais alto e é por isso que as respostas estão sendo majoritariamente duras ao filme. Se esperou demais do novo capítulo e a decepção é grande pela pobreza do resultado.</p>
<p>Ainda que as atuações sejam boas, não há sustentação para justificar a continuidade na história iniciada por Friedkin há cinco décadas. <em>Halloween</em>, ainda que tivesse seus problemas, continha um argumento natural: a presença de Michael Myers. Aqui não se tem essa figura que reforça a continuidade. Pazuzu não é citado sequer uma vez. Os personagens sofrem os horrores e traumas da possessão, mas não parece existir motivo aparente para seguir nessa história. O diretor e a Blumhouse vão, no entanto, nos forçar a ver por, pelo menos, mais um filme, a destruição do que é até hoje um dos maiores acontecimentos do cinema de horror. Basta esperar para ver se <em><b>O Exorcista: O Devoto </b></em>vai ter ou não ter bilheteria suficiente para sustentar comercialmente mais duas sequências ou se o público vai se ver livre do terror que é David Gordon Green destruindo mais um favorito do gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Gordon Green</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Leslie Odom Jr., Lidya Jewett, Olivia O’Neill, Jennifer Nettles, Norbert Leo Butz, Ann Dowd e Ellen Burstyn</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="O EXORCISTA - O DEVOTO | Trailer 2 Oficial (Universal Studios) - HD" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/rf3KTNQ8T9c?start=21&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Especial: A trilogia Halloween</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 15:50:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após 44 anos de espera, o fim do embate entre Laurie Strode e Michael Myers chegou aos cinemas. Halloween Ends estreou no dia 13 de outubro trazendo o aguardado encerramento da clássica franquia de terror. Como lançamento do terceiro longa-metragem da trilogia dirigida por David Gordon Green (O Que Te Faz Mais Forte, de 2018) e co-criada por ele e Danny McBride (A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas, de 2021), o 13º filme mexeu com as estruturas da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após 44 anos de espera, o fim do embate entre Laurie Strode e Michael Myers chegou aos cinemas. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween-ends/"><strong><em>Halloween Ends</em></strong></a> estreou no dia 13 de outubro trazendo o aguardado encerramento da clássica franquia de terror. Como lançamento do terceiro longa-metragem da trilogia dirigida por David Gordon Green (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-que-te-faz-mais-forte/"><em>O Que Te Faz Mais Forte</em></a>, de 2018) e co-criada por ele e Danny McBride (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/"><i>A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</i></a>, de 2021), o 13º filme mexeu com as estruturas da franquia ao trazer uma história inesperada em seu desfecho. Por conta disso, o filme não foi tão bem recebido pela crítica e, principalmente, pelos fãs.</p>
<p>Para entender a divisão de opiniões sobre a mais recente produção sobre o Bicho-Papão, é preciso revisitar seus dois antecessores. Dentre as inúmeras linhas cronológicas da franquia <strong><em>Halloween</em></strong> (ler mais sobre as cronologias no <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-cronologia-halloween/">especial do site</a>), a mais recente se estabelece a partir apenas do original e dos três novos filmes. Assim, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-halloween/"><strong><em>Halloween</em></strong></a> (2018) funciona como uma <em>requel</em> &#8211; filme que recomeça uma linha temporal de uma saga/franquia, ao mesmo tempo que continua a narrativa a partir de algum dos seus capítulos anteriores -, continuando a jornada iniciado por John Carpenter e Debra Hill em 1978.</p>
<p>A escolha de ignorar os nove projetos lançados entre 1981 e 2009 foi essencial para que a ideia de Green e McBride se estabelecesse de forma concreta. A partir desse novo caminho, a narrativa seguiu a aura criada pela direção de Carpenter em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xvii-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-halloween-a-noite-do-terror/"><em><strong>Halloween: A Noite do Terror</strong></em></a> e entregaram um sucesso ao público. A estreia do primeiro longa-metragem da trilogia conquistou tanto a crítica quanto o público e garantiu que o projeto da trilogia se tornasse real, fazendo com que a Blumhouse desse a luz verde para que as outras duas sequências fossem produzidas. Na tentativa de levar essa energia do original até o final, a história criada se preocupou em expandir e renovar a franquia a partir de uma narrativa sobre traumas e marcas de feridas do passado.</p>
<figure id="attachment_16068" aria-describedby="caption-attachment-16068" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16068" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-750x500.jpg" alt="Halloween (2018)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-9.jpg 945w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16068" class="wp-caption-text">James Jude Courtney em cena de &#8220;Halloween&#8221; (2018)</figcaption></figure>
<h3>De volta à Haddonfield</h3>
<p>Ao pensar no primeiro episódio desta trilogia, o público recebeu uma produção que se preocupa com o retorno. É um longa que tem por objetivo esclarecer suas escolhas que geraram sua origem, reintroduzir os personagens conhecidos e apresentar os novos rostos. Além disso, <em><strong>Halloween</strong></em> (2018) concentra a sua trama central no trauma e o que ele pode causar nas pessoas próximas. Assim, o foco principal do primeiro filme é mostrar como Laurie passou esses 40 anos após os eventos da noite de Halloween de 1978 e de que forma isso interferiu em sua vida. Ou seja, o roteiro co-escrito por Green, McBride e Jeff Fradley mergulha num drama sobre uma família atormentada pelo passado.</p>
<p>Três gerações das Strode foram afetadas pelo legado violento deixado por Michael Myers. Laurie, por ter sido a vítima direta da Figura, carrega a culpa do sobrevivente, além de viver em constante alerta, no aguardo do retorno do seu algoz. Por conta das feridas de Laurie, sua filha Karen (Judy Greer), cresceu num lar onde a inocência e a infância deram espaço para treinamentos de sobrevivência e um clima de insegurança. Na tentativa de quebrar essa corrente de traumas, Karen se afasta da mãe, o que interfere diretamente na relação de Laurie com sua neta Allyson (Andi Matichak). Essa cama de gato trançada por problemas não resolvidos do passado é o pano de fundo do longa-metragem lançado em outubro de 2018.</p>
<p>Esse desenho caótico de uma família despedaçada pelo medo é a força motriz da narrativa que retoma a franquia. Além da alta qualidade e precisão do roteiro, as dinâmicas por trás dos traumas das Strode complementam a narrativa. Assim como Laurie, o espectador se vê 100% em alerta a todo tempo, esperando que Michael apareça no canto da tela, preparado para ceifar mais vidas, mas essa insegurança e paranoia não para por aí. Uma vez que o público toma dimensão do que aconteceu com Laurie, a pergunta que fica é o que será dos sobreviventes dos eventos ainda mais violentos de <strong><em>Halloween</em></strong> (2018).</p>
<p>Com sequências de mortes surpreendentes e cada vez mais brutais, o espectador se choca com a força devastadora dos novos acontecimentos em Haddonfield. A contagem de corpos de <strong><em>Halloween</em></strong> (2018) supera a do filme de Carpenter e a antecipação para o confronto com Laurie só cresce. Quando é chegada a hora dessa luta cara a cara, o fã não fica decepcionado com uma sequência final tensa até o último minuto. A direção de David Gordon Green é poderosa na condução do pavor e da surpresa, ainda que não seja sutil e sugestiva como a do criador do filme original.</p>
<p>Por conta desse cenário de sucesso, as expectativas se tornaram estelares para seus sucessores. Com uma marca de mais de 255 milhões de dólares arrecadados, <strong><em>Halloween</em></strong> (2018) elevou a exigência dos fãs para outro nível, agora que o público teve o vislumbre de um filme consciente de seu legado que provou ser capaz de se aproximar das sensações causadas pelo original. A partir de agora, o espectador estaria contando os minutos para ver o que os próximos capítulos da trilogia guardariam de surpresa.</p>
<figure id="attachment_16069" aria-describedby="caption-attachment-16069" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16069" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-750x500.jpg" alt="Halloween (2018)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-8.jpg 900w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16069" class="wp-caption-text">Judy Greer, Jamie Lee Curtis e Andi Matichak em cena de &#8220;Halloween&#8221; (2018)</figcaption></figure>
<h3>O legado de Michael</h3>
<p>Depois de um final eletrizante &#8211; e que, para muitos fãs, poderia ter sido a conclusão da história do Bicho-Papão -, <strong><em>Halloween Kills: O Terror Continua</em></strong> (2021) tem a difícil missão de começar a sua jornada de uma forma tão apoteótica quanto o encerramento do seu antecessor. Como esperado, esse tipo de expectativa tão elevada não é o ideal para uma produção ser construída. Para dificultar ainda mais o processo do segundo filme, a pandemia de covid-19 teve seu <em>boom</em> na época das gravações, fazendo com que o cronograma inicial da produção mudasse por completo.</p>
<p>Com os atrasos e as novas dinâmicas vindas da pandemia, o projeto teve a sua estreia postergada em um ano e acabou sendo lançado tanto nos cinemas, como pelo <em>streaming</em> Peacock, nos Estados Unidos. Apesar dos fatores externos que tornavam ainda mais difícil a entrega da produção, a ideia para o capítulo dois sempre esteve clara para os co-criadores da trilogia. <strong><em>Halloween Kills</em></strong> se preocupa em descrever o outro lado da moeda sobre os ataques de Michael.</p>
<p>Qualquer evento brutal deixa marcas numa comunidade. Seja ele em grande escala ou não, assassinatos como os cometidos por Michael Myers não poderiam deixar de respingar na cidade. Esse reflexo das ações da Figura vão além da memória e da criação de um mito assustador, mas também deixou feridas abertas em Haddonfield. Não foi só Laurie e sua futura família que se viu marcada naquela noite de 1978, mas toda a cidade. E essa é a missão de <em><strong>Halloween Kills</strong></em>: explorar a relação entre os traumas vividos pela cidade e a violência que isso reverberou na pacata Haddonfield.</p>
<p>Diferente do primeiro filme que foca nas três gerações das Strode, <em><strong>Halloween Kills</strong></em> vai mostrar outros personagens que tiveram as suas vidas transformadas por conta de Myers. Os fãs podem descobrir como o encontro com Michael mudou a vida de personagens de 1978, como Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Lindsey Wallace (Kyle Richards), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Marion Chambers (Nancy Stephens). O retorno não apenas dos personagens mas dos atores e atrizes que os viveram há mais de 40 anos cria um efeito nostálgico nos fãs, o que ajuda a narrativa.</p>
<p>Além do retorno deles, o espectador passa a entender melhor a relação de outros personagens de <strong><em>Halloween</em></strong> (2018) com os eventos de 1978, como Cameron (Dylan Arnold), ex namorada da Allyson, que é filho de Lonnie Elam (Robert Longstreet), um menino que fazia bullying com Tommy e foi perseguido pelo Bicho-Papão. Outro que teve sua relação direta com a Figura esclarecida em <strong><em>Halloween Kills</em></strong> foi sobre Frank Hawkins (Will Patton). O policial que é atacado no primeiro filme da trilogia foi um dos responsáveis por prender Myers na noite de 1978 e os eventos daquela noite ainda o assombram. Dessa forma, o longa tenta se aproximar do público por trazer uma narrativa focada em indivíduos e na comunidade, mas a recepção disso não saiu como esperado.</p>
<p>Apesar de entender a escolha de aprofundar as narrativas sobre traumas que vão além de Laurie e sua família, isso acabou interferindo em outros pontos da narrativa. Como o roteiro de <strong><em>Halloween Kills</em></strong> segue diretamente os eventos do seu antecessor, a noite de Halloween de 2018 soa como algo interminável. A sensação que fica no espectador ao ver a extrapolação da história central (o embate entre Laurie e Michael) é de que a produção está se estendendo demais para que consiga durar três filmes e lucrar cada vez mais.</p>
<p>Um dos principais argumentos na crítica a <em><strong>Hallloween Kills</strong></em> é a ausência de Jamie Lee Curtis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-entre-facas-e-segredos/"><em>Entre Facas e Segredos</em></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/"><em>Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo</em></a>, de 2021). A <em>scream queen</em> que ajudou a construir o sucesso da franquia é deixada de lado por quase todo o filme, tendo uma participação quase inexistente. O filme se arrasta através da equação trauma + população = violência desenfreada e, ainda assim, a principal vítima disso não está presente, gerando incômodo no público.</p>
<figure id="attachment_16071" aria-describedby="caption-attachment-16071" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16071" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-750x500.jpg" alt="Halloween Kills (2021)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Kills-3.jpg 900w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16071" class="wp-caption-text">Dylan Arnold, Andy Matichak e Robert Longstreet em cena de &#8220;Halloween Kills&#8221; (2021)</figcaption></figure>
<h3>O tortuoso caminho até o confronto final</h3>
<p>Apesar de compreender o caminho que quiseram trilhar em <em><strong>Halloween Kills</strong></em>, a produção deixa para o capítulo final a difícil missão de contornar os problemas do seu antecessor. Além disso, <strong><em>Halloween Ends</em></strong> carrega a responsabilidade de amarrar tudo o que já foi feito e entregar o final que os fãs aguardam há mais de 40 anos. A última parte da trilogia alcança a expectativa dos fãs no quesito do confronto entre Laurie e Michael, mas tropeça em diversas escolhas até chegar em sua conclusão.</p>
<p>Assim como em <strong><em>Kills</em></strong>, <strong><em>Halloween Ends</em></strong> deixa uma das estrelas da história de lado por muito tempo. Desta vez, Michael foi o escolhido (equivocadamente) pela produção para ficar de escanteio enquanto a sua saga se encaminha para um fim. Nesta narrativa, o Bicho-Papão está desaparecido desde o final da noite sangrenta de 2018. Quatro anos se passaram e nenhum sinal de Michael Myers, mas isso não impede que Haddonfield crie um novo monstro para lhe assombrar.</p>
<p>Esse legado de pavor é o peso que a pacata cidade carrega desde o sumiço de Michael. O medo dele aparecer e repetir os horrores vistos em 1978 e 2018 faz com que Haddonfield se torne cada vez mais cruel. É assim que Corey Cunningham (Rohan Campbell) se torna o novo odiado da comunidade. Ao lado de Laurie, ele é a pessoa que os outros fogem na rua ou quem decide atacar por conta do seu passado. A jornada de Corey se confunde com a de Myers no momento em que os dois se encontram no esgoto e algo maligno que residia no jovem rapaz é despertado após ficar cara a cara com a Figura.</p>
<p>Corey, em boa parte do filme, passa a assumir o manto da violência de Michael (figurativa e literalmente quando ele passa a usar a icônica máscara do assassino por um breve tempo). Dessa forma, o roteiro de Paul Brad Logan, Chris Bernier, McBride e Green decide, nos momentos finais da franquia do Bicho-Papão, criar um substituto para ele. Para a surpresa de poucos, essa escolha não foi abraçada por boa parte dos fãs e, menos ainda, pela crítica. Essa versão de um &#8220;Michael Jr.&#8221; somada ao romance entre Corey e Allyson são os maiores algozes de <strong><em>Halloween Ends</em></strong>.</p>
<p>Do outro lado da equação está a personagem de Jamie Lee tentando se libertar da prisão que ela viveu nos últimos 40 anos. Então, em <strong><em>Halloween Ends</em></strong>, o público se depara com uma Laurie que refez a sua vida e está tentando seguir em frente. Paralelamente, ela tenta dar suporte para sua neta fazer o mesmo e não cair na mesma armadilha que ela caiu décadas atrás. A escolha de mostrar uma Laurie buscando melhorar é interessante e coloca o espectador num lugar de conclusão.</p>
<p>A jornada da personagem principal da franquia tem coerência e é interessante, mas isso é posto em segundo plano em comparação com o arco de Corey, por exemplo. Mais uma vez um capítulo da trilogia se vê refém de escolhas que não soam orgânicas para a franquia. Essa percepção sobre a história encabeçada por Green dividiu opiniões e fez de <em><strong>Halloween Ends</strong></em> o mais criticado entre os novos filmes. Apesar disso, o longa foi o número 1 nas bilheterias brasileiras e continua a arrecadar cada vez mais.</p>
<p>Os percalços da franquia não são capazes de impedir que os fãs tenham vontade de ver o desfecho épico de um dos maiores filmes de terror da história do cinema hollywoodiano. <em><strong>Ends</strong></em>, ainda que com inúmeras falhas, consegue entregar um final satisfatório para o arco de Laurie, além de dar ao público uma última luta épica entre ela e Michael. Quanto a extrapolação sobre Corey e o relacionamento dele com Allyson, esses são alguns dos exemplos dos desvios que a história toma para se alongar, reforçando a sensação de que tudo deveria ter acabado em 2018.</p>
<figure id="attachment_16070" aria-describedby="caption-attachment-16070" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16070" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-750x500.jpg" alt="Halloween Ends (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Halloween-Ends-8.jpg 951w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16070" class="wp-caption-text">James Jude Courtney em cena de &#8220;Halloween Ends&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<h3>O fim de uma era</h3>
<p>No final dessa jornada de mais de 40 anos, é inevitável pensar no que deu certo e errado. Ainda que o fã tente apreciar sua obra querida, escolhas narrativas ainda podem incomodar. Aqui, na trilogia que conclui a história de Laurie e Michael, existem caminhos que levantaram questionamentos ao público e à crítica. No entanto, apesar de não concordar com algumas dessas escolhas, ainda é possível enxergar o arco criado pela trilogia da Blumhouse como um produto coerente &#8211; ao menos a sua ideia.</p>
<p>Os longas-metragens são três grandes atos que dialogam sobre trauma, sobrevivência e medo. Em seu primeiro ato, a produção se preocupa em reconstruir o universo, o medo sobre a Figura e mostrar o quanto os traumas dominaram a vida das pessoas de Haddonfield. No segundo, a pauta passa a ser como o medo do Bicho-Papão dominou a vida de uma comunidade inteira, deixando ela cada vez mais paranoica, violenta e incapaz de superar os temores do passado. Por fim, o terceiro ato mostra que, mesmo com o passado supostamente morto (ou, neste caso, desaparecido), se o trauma não é superado, a pessoa ou o grupo vai fabricar ou arranjar um novo canalizador de suas ansiedades e pavores.</p>
<p>Analisando dessa forma, é evidente a coerência desta cronologia. Se comparado com a obra de Carpenter e Hill, é uma chance de aprofundar o mal encarnado que ficou conhecido em 1978. O verdadeiro problema foi o tempo que se levou para fazer isso. Três filmes foi um excesso. Apostar numa dilatação tão grande para uma história que daria, no máximo, dois longas foi o erro que afastou parte dos fãs da conexão desejada com o projeto da Blumhouse Productions em parceria com a Universal Pictures.</p>
<p>Além desse alongamento excessivo, deixar Michael e Laurie na geladeira (cada um em um filme) e dar evidência para <em>subplots</em> que nada mudaram na narrativa geral &#8211; como o romance entre Corey e Allyson &#8211; foram erros (quase) fatais. A produção recebeu críticas por conta dessas escolhas que, ainda hoje, não são bem vistas por parte do público. Apesar disso, em apenas duas semanas nos cinemas, <strong><em>Halloween Ends</em></strong> já faturou quase três vezes o seu orçamento e está cada vez mais próximo da bilheteria de seu antecessor.</p>
<p>Esse alvoroço gerado pela estreia do capítulo final é a prova viva de que a franquia <em><strong>Halloween</strong></em> se mantém poderosa. O fenômeno comercial ao longo das quatro décadas e 13 filmes mostra que o fã só deseja uma nova oportunidade de se assustar. O cuidado que se precisa ter, contudo, está no resultado entregue. Da mesma forma que o público sonha com um novo filme do seu personagem favorito, ele irá cobrar qualidade. Por isso que, apesar da longa vida, a franquia nunca fugiu das críticas ferrenhas do espectador. Mas, no fim da equação, os fãs de <strong><em>Halloween</em></strong> receberam o embate mais aguardado da história do cinema, pondo um ponto final nessa jornada de 44 anos.</p>
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