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	<title>Arquivos Jane Fonda - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jane Fonda - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Dica do Dia: Sete Dias Sem Fim (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá! Vamos começar com Sete Dias Sem Fim. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série Ozark), Tina Fey (série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá!</p>
<p>Vamos começar com <em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong></em>. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série <em>Ozark</em>), Tina Fey (série <em>30 Rock</em>), Jane Fonda (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Do Jeito Que Elas Querem</em></a>), Adam Driver (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>), Rose Byrne (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-repente-uma-familia/"><em>De Repente Uma Família</em></a>), Corey Stoll (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><em>O Primeiro Homem</em></a>), Kathryn Hahn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-perfeita-e-a-mae/"><em>Perfeita é a Mãe</em></a>), Timothy Olyphant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>), etc. Ufa! É muito ator de qualidade e isso se reflete 100% no andamento do roteiro.</p>
<p>A história traz Judd, um homem que é bombardeado com eventos ruins, como a descoberta ao vivo da traição da esposa com seu chefe. Na sequência, seu pai morre e ele precisa viajar para o funeral. Ao chegar na sua cidade natal e encontrar com a mãe e três irmãos, ele descobre que era da vontade de seu pai que eles fizessem uma cerimônia judia que exige que o núcleo familiar fique em vigília, na mesma casa, por 7 dias. Claro que isso vai render diversos problemas de relacionamento e convivência.</p>
<p>O gênero de comédia dramática é algo que me atrai pela simples premissa de rir das desgraças da vida. Não me soa como desistência, mas como uma resiliência de que tem certas coisas que realmente não têm resolução. Judd vive muitas emoções negativas ao mesmo tempo e é obrigado a lidar com monstros antigos que ele empurrava para debaixo do tapete. Os quatro filhos do falecido são completamente diferentes em personalidade e trazem abordagens diferentes para uma mesma questão: o luto.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12554" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Sete Dias Sem Fim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas <strong><em>Sete Dias Sem Fim</em></strong> não é apenas um filme sobre luto. Ele vai além e fala sobre questões emocionais. Sobre se sentir um perdedor quando as coisas dão errado. Sobre ter medo da mudança. Sobre o inesperado. Não é um filme tão profundo, mas ele consegue passear por esses assuntos de uma maneira muito correta e pertinente.</p>
<p>E claro, o ponto mais alto é que este roteiro interessante é ser liderado por um elenco fantástico. A dinâmica dos artistas é o que torna o filme ainda melhor. Embora tenham muitos atores, a unicidade da equipe dá um tom a mais. Estão todos organicamente conectados e com a química alinhada. Não há excessos e nem tentativas de parecer mais que o outro. E este equilíbrio é que garante um bom filme.</p>
<p><em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong> </em>é um filme que passa rápido, que flui com muita facilidade e atrai a nossa atenção a todo momento. Uma excelente pedida para quem quer curtir um longa mais leve nesse tempo de notícias tão pesadas. Ah, e está facilmente disponível na Netflix, facilitando ainda mais a nossa vida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy<br />
<strong>Elenco:</strong> Jason Bateman, Tina Fey, Jane Fonda, Adam Driver, Rose Byrne, Corey Stoll, Kathryn Hahn, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Glav2KqknV8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Do Jeito Que Elas Querem &#8211; Altos e Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 16:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz, nos cinemas de Salvador, a nova comédia estrelada por Diane Keaton (Alguém Tem Que Ceder). Ao lado da artista está um super elenco: Jane Fonda (Barbarella), Candice Bergen (Encontros e Desencontros) e Mary Steenburgen (A Proposta). As atrizes interpretam quatros amigas que se conhecem de longa data. Elas possuem um clube de leitura, do qual participam mensalmente. Em uma das reuniões, Vivian (Fonda) escolhe o livro 50 Tons de Cinza. A partir disto, a vida dessas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz, nos cinemas de Salvador, a nova comédia estrelada por Diane Keaton (<em>Alguém Tem Que Ceder</em>). Ao lado da artista está um super elenco: Jane Fonda (<em>Barbarella</em>), Candice Bergen (<em>Encontros e Desencontros</em>) e Mary Steenburgen (<em>A Proposta</em>). As atrizes interpretam quatros amigas que se conhecem de longa data. Elas possuem um clube de leitura, do qual participam mensalmente.</p>
<p>Em uma das reuniões, Vivian (Fonda) escolhe o livro <em>50 Tons de Cinza</em>. A partir disto, a vida dessas mulheres começa a mudar. Sim, o <em>plot</em> do longa é como as aventuras de Christian Grey afetam a jornada de um quarteto de idosas!!! Apesar de problemas na sua técnica, como soluções clichês ou direção preguiçosa, alguns elementos do longa fazem com que ele, no final das contas, até mereça ser visto. Ah! Mas, com zero grau de preocupação de ver um bom filme. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo preparou uma lista com altos e baixo de <em>Do Jeito Que Ela Querem</em>. Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9025" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/2848488.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>BAIXOS</strong></p>
<p>1 – <strong>Previsível</strong> – Desde o início da projeção, é possível adivinhar como serão os desfechos do quarteto. Os problemas que cada uma enfrenta possuem um desenvolvimento preguiçoso e um final óbvio. Isto porque existem escolhas e soluções já encontradas em outras comédias românticas. Além do abuso dos clichês, a artificialidade dos conflitos postos reforça esta sensação de certeza sobre os rumos trama. Por exemplo, quando a personagem Diane (Keaton) conhece um piloto dentro do avião, é um tanto claro o que acontecerá depois disso e como será o encerramento da história deles.</p>
<p>2 –<strong><em> Plots</em> individuais</strong> – O enredo particular de cada personagem é criativo, divertido e poderia até ser bem desenvolvido. Contudo, quando Bill Holderman – diretor e roteirista do filme – escolheu investir nas quatros histórias, ele perdeu o foco e não conseguiu fazer com que nenhuma parte da trama tivesse complexidade ou, pelo menos, tempo de tela para que as situações fossem captadas e analisadas pelo espectador. Por esta razão, os desfechos podem ter soado tão mal ajambrados. Afinal, as tramas estavam sendo expostas e quase antes do clímax já chega a hora de terminar. Para piorar, Holderman (<em>Uma Caminhada na Floresta)</em> ainda faz tudo isso sem amarrar as histórias das amigas. O público vai tomando <em>happy end</em> atrás de <em>happy end</em>, sem nenhum retorno para a relação de amizade do quarteto – que foi o que fez o filme “existir” a princípio de conversa.</p>
<p>3 – <strong>Representatividade seletiva</strong> – Apesar do filme conter um quadro bacana de personagens mulheres, acima de sessenta, ele é um longa extremamente branco e heteronormativo. A única cena que possuía uma atriz negra (não creditada) foi deletada e aparece apenas em alguns <em>teasers</em> da produção. Além disso, não tem um homossexual no filme. <em>Do Jeito Que Elas Querem</em> é quase um mais do mesmo, com algumas pinceladas de representatividade, bem específicas. Tem seu mérito? Tem, mas é importante sinalizar para quem eles parecem direcionar o produto deles: caucasianos, classe média para rico, heterossexuais.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9050" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/2918802.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>ALTOS</strong></p>
<p>1 – <strong>Premissa e <em>casting</em></strong> – Não é todo dia que se vê em Hollywood uma projeção que conte com um elenco acima dos 60 anos, ainda mais se forem mulheres. Outro fator que chama a atenção é como as personagens e seus problemas são expostos na tela &#8211; não o desenvolvimento, mas a ideia em si. A discussão sobre o amor carnal entre idosos é o ponto alto do longa. Pessoas mais velhas fazem e/ou querem fazer sexo. O filme parece rejeitar justamente essa morte em vida que os mais jovens oferecem para os mais velhos.</p>
<p>2 – <strong>Dinâmica do elenco</strong> – Quando o quarteto principal está em cena, o filme cresce. É notável que se houvessem quatro longas diferentes, as histórias poderiam estar mais bem desenvolvidas. No entanto, o público perderia o jogo cênico destas atrizes tão talentosas. Elas conseguem fazer o roteiro parecer ter mais qualidade, inclusive. O colorido do texto e as formas como elas jogam entre si, estabelece um clima de intimidade e afeição que as personagens precisam, pois já se conhecem há muito tempo. Além das piadas funcionarem melhor quando elas estão juntas. A sensação é de que uma vai preparando o terreno para a outra e as frases e situações engraçadas vão aumentando até um clímax cômico e tudo começa outra vez.</p>
<p>3 – <strong>Representatividade</strong> – É bem verdade, como foi visto no tópico de pontos baixos do filme, que ele possui uma representatividade específica! Contudo, não é todo dia que se entra na sala de cinema para ver uma projeção com mulheres maduras, tratando sobre suas vidas sexuais e amorosas. Nenhuma personagem é vista como uma vovozinha, caminho tão comum em narrativas ficcionais como um todo.</p>
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		<title>Crítica: Do Jeito Que Elas Querem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 23:03:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Do Jeito Que Elas Querem pode ser o que chamamos de &#8220;farofa do cinema&#8221;. É aquele tipo de filme que não tem muito propósito nem motivação, mas que está lá e nós assistimos mesmo assim. Quando o elenco é tão de peso quanto esse, aí é que o interesse aumenta mesmo. E devo afirmar que essa &#8220;farofa&#8221; foi deliciosa. A ideia da história é muito simples. Quatro amigas de longas datas e já na casa dos 60 anos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Do Jeito Que Elas Querem</em> pode ser o que chamamos de &#8220;farofa do cinema&#8221;. É aquele tipo de filme que não tem muito propósito nem motivação, mas que está lá e nós assistimos mesmo assim. Quando o elenco é tão de peso quanto esse, aí é que o interesse aumenta mesmo. E devo afirmar que essa &#8220;farofa&#8221; foi deliciosa.</p>
<p>A ideia da história é muito simples. Quatro amigas de longas datas e já na casa dos 60 anos, se reúnem todo mês para fofocar e discutir livros que leem em conjunto. Cada uma tem uma história de vida e de relacionamento amoroso, fazendo o grupo bem diversificado. Quando uma delas sugere a leitura do <em>best-seller</em> <em>Cinquenta Tons de Cinza</em>, todas ganham uma sacudida na vida, para o bem ou para o mal.</p>
<p>Que elenco não sustenta filme ruim, isso nós já sabemos. Mas quando o filme é apenas sem graça e coloca uma lista de atores ótimos, a coisa muda de figura. Neste longa nós temos Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen, Mary Steenburgen, Andy Garcia, Alicia Silverstone e correlatos. Não preciso nem dizer que é muito bom assistir esse time de peso contracenando, mesmo que o roteiro seja fraquinho e super previsível.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9024" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/1286901.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Estão todos bem e em clima de parceria constante. A química do elenco contribui muito para o resultado final de <em>Do Jeito Que Elas Querem</em>, pois confere fluidez. O filme, mesmo que curto, passa que o espectador nem sente. A curiosa relação imprevisível de Andy Garcia com Diane Keaton se mostra muito acertada, no final das contas. Já Jane Fonda é um espetáculo a parte em qualquer cena em que aparece.</p>
<p>Claro que o roteiro poderia ter sido melhor trabalhado. É uma série de clichês e desfechos óbvios que chega a duvidar da capacidade do espectador de ir além do que é proposto. E sim, isso frustra. Frustra pois não é porque a proposta do filme é ser uma comédia sem pretensão que a trama não pode ser melhor desenvolvida.</p>
<p>Mas é muito bom ver a terceira idade sendo retratada de uma forma mais atual e certeira. O filme tira aquele estigma de que a pessoa mais velha vai perdendo os objetivos e os desejos. Ele mostra que, sim, todos podemos ter sonhos e fazer planos, independente da idade. E isso é positivo em muitos níveis. Além disso, assistindo ao lado de uma pessoa de 67 anos, eu vi o quanto que esse público específico pode se identificar com a trama e se sentir representado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LXxYHjCvNes" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Como 2018 pode ser o ano das atrizes veteranas no Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 20:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Glenn Close]]></category>
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		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2018]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano, a máxima de que as categorias de interpretação feminina do Oscar consagram uma jovem estrela do momento que com a estatueta galga mais um degrau na sua ascendente carreira &#8220;persegue&#8221; a Academia. Por tal ímpeto, tivemos vitórias recentes como as de Alicia Vinkander (A Garota Dinamarquesa), Brie Larson (O Quarto de Jack) e Emma Stone (La La Land). Me entendam, não estou &#8220;falando mal&#8221; do desempenho de nenhuma dessas atrizes em seus respectivos filmes ou mesmo diminuindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano, a máxima de que as categorias de interpretação feminina do Oscar consagram uma jovem estrela do momento que com a estatueta galga mais um degrau na sua ascendente carreira &#8220;persegue&#8221; a Academia. Por tal ímpeto, tivemos vitórias recentes como as de Alicia Vinkander (<i>A Garota Dinamarquesa</i>), Brie Larson (<i>O Quarto de Jack</i>) e Emma Stone (<i>La La Land</i>). Me entendam, não estou &#8220;falando mal&#8221; do desempenho de nenhuma dessas atrizes em seus respectivos filmes ou mesmo diminuindo seu talento, mas é fato que Hollywood se transforma num território espinhoso para atrizes com mais de 40 anos.</p>
<p>No geral, seus papeis de protagonistas no cinema acabam diminuindo drasticamente por uma falta de interesse de estúdios, diretores e roteiristas de endossarem histórias com personagens nessa faixa etária. Tudo isso acaba se refletindo no Oscar.</p>
<p>Notamos, no entanto, que 2018 tem tudo para mudar esse cenário e como a agitação em torno das especulações para o prêmio já começaram nesse segundo semestre com a proximidade da estreia de alguns desses títulos em circuito comercial e em alguns festivais, elencamos 10 nomes de veteranas que podem ser alvo de indicações da Academia. Para a nossa felicidade, a lista ainda deixou de fora muitas outras possibilidades!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/annette_bening_getty_h_2016.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#01. Annette Bening</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Por pouco a veterana indicada quatro vezes ao prêmio (<i>Minhas Mães e Meu Pai</i>, <i>Adorável Julia</i>, <i>Beleza Americana </i>e <i>Os Imorais</i>) não foi nomeada por seu trabalho em <i>Mulheres do Século 20</i>. Sua ausência na seleção de melhores atrizes do ano passado foi sentida por muitos e como Annette é muito bem relacionada em Hollywood e há anos sua vitória bate na trave é bem possível que esse ano surja mais uma indicação e, quem sabe, até uma vitória.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa <b><i>Film Stars Don&#8217;t Die in Liverpool</i></b>, Bening interpreta a estrela do cinema <i>noir</i> Gloria Grahame, vencedora do Oscar em 1953 pelo filme <i>Assim Estava Escrito</i>, que viveu um romance com o jovem ator Peter Turner e escandalizou Hollywood. O longa é dirigido por Paul McGuigan, cujas credenciais são <i>Xeque-Mate </i>e <i>Heróis</i>, longas que fogem completamente da abordagem desse drama, mas que pode surpreender. O parceiro de cena de Annette no longa é Jamie Bell. Ainda em 2018, Bening também pode surgir na categoria coadjuvante já que terá um papel coadjuvante na adaptação de <i>A Gaivota </i>de Tchekov, com Saoirse Ronan e Elisabeth Moss no elenco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/1490729748907.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#02. Michelle Pfeiffer</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Desde que vimos o trailer de <i><b>Mãe!</b></i> de Darren Aronofsky (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-trailer-do-horror-mae-de-darren-aronofsky-com-jennifer-lawrence-no-elenco/" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer aqui</a>), estamos indóceis! O papel de Pfeiffer parece ter uma importância significativa nesse horror delirante do diretor de <i>Cisne Negro </i>e promete não ser uma ponta como a participação de Winona Ryder no longa que rendeu o Oscar a Natalie Portman. <i>Mãe! </i>é veículo para Jennifer Lawrence, sua protagonista incontestável, mas Pfeiffer ofereceu momentos sinistros no trailer e, a depender de como for a trajetória do longa na temporada de premiações, pode render uma indicação e, quem sabe, uma vitória a atriz na categoria coadjuvante (pensa em como a Academia, pontualmente, abraça personagens e filmes assim nessas categorias como o próprio <i>Cisne Negro </i>ou mesmo <i>Elle </i>do ano passado e <i>Reino Animal</i>, não em casos como os de <i>Precisamos Falar sobre o Kevin</i>, que excluiu Tilda Swinton da festa). Em <i>Mãe!</i>, Pfeiffer vive uma das hóspedes <i>creepies</i> que os personagens de Lawrence e Javier Bardem recebem em casa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Caso as coisas não andem como desejado em <i>Mãe!</i>, Pfeiffer ainda estará em 2017 na mais recente versão de <i>Assassinato no Expresso do Oriente</i>, também em papel coadjuvante. Há ainda <i>Where is Kyra</i>?, a única possibilidade da atriz concorrer na categoria principal dos prêmios de atuação. Porém, como nessa altura dos acontecimentos o filme ainda encontra-se com distribuidor incerto, fica difícil saber como sobreviverá diante de uma concorrência tão acirrada.  Qualquer coisa também, <i>Where is Kyra</i>? pode ficar para o próximo ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em sua carreira, Pfeiffer já recebeu indicações por <i>Ligações Perigosas</i>, <i>Susie e os Baker Boys </i>e <i>As Barreiras do Amor</i>. Assim como Bening, apesar de ser uma das atrizes mais celebradas da sua geração, nunca ganhou a estatueta do Oscar.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/meryl-streep.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#03. Meryl Streep</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Streep é uma das poucas atrizes que podem se gabar de ganhar indicações a prêmios mesmo que seus filmes não sejam lá essas coisas. Ela até já ganhou um Oscar por <i>A Dama de Ferro</i>! Além disso, Streep tem um talento incontestável e conta com uma <i>fanbase </i>enorme nos bastidores dos processos de votação dessas premiações. Claro que no meio disso tudo há merecimento, mas não podemos negar que quando o assunto é Streep há todo um contexto que a favorece.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i><b>The Papers</b></i>, o próximo trabalho da veterana que possui 3 estatuetas no bolso, é dirigido por ninguém mais ninguém menos do que Steven Spielberg, outro queridinho da Academia não importa o trabalho que faça (alô, <i>Cavalo de Guerra</i>!) portanto, as chances são reais.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em<i> The Papers</i>, Streep vive a primeira editora de jornais dos EUA, Kay Graham do <i>Washington Post</i>. Junto com seu colega de trabalho, o também editor Ben Bradlee (Tom Hanks), Kay enfrenta uma batalha contra todo um sistema para publicar documentos que comprovaram a papel do governo americano na Guerra do Vietnã.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8088" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/olive-kitteridge-hbo-premiere.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><b>#04. Frances McDormand</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Vencedora do prêmio de melhor atriz por <i>Fargo </i>em 1997, Frances McDormand chega esse ano com o mais recente título do cineasta Martin McDonagh (o mesmo de <i>Na Mira do Chefe </i>e <i>Sete Psicopatas e um Shih Tzu</i>), <i><b>Three Billboards Outside Ebbing, Missouri</b></i>. Como os longas anteriores do realizador, o título é bem incomum, parece uma comédia dramática de humor negro que traz a atriz como uma mulher em busca de vingança pelo assassinato brutal de sua filha. Para a missão, a personagem de McDormand contrata um grupo de pistoleiros a fim de matar o responsável pelo crime. O trailer já foi divulgado,<a href="https://www.youtube.com/watch?v=IBLIowfucCs" data-blogger-escaped-target="_blank"> assista aqui</a>. O longa faz parte da seleção do Festival de Veneza desse ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não acredito que o tom do filme seja um obstáculo para McDormand como costuma versar o senso comum quando o assunto é Oscar (&#8220;ah, o material é muito <i>dark </i>para Oscar&#8221;). Assim como o caso de Pfeiffer em <i>Mãe!, </i>a Academia já deu provas de que abraça histórias &#8220;difíceis&#8221; e tons &#8220;sombrios&#8221; sobretudo em categorias de interpretação.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8086" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/judi-dench.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#05. Judi Dench</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dench chegará na temporada de prêmios com um filme com o autêntico selo Harvey Weinstein, produtor que endossou alguns dos seus principais trabalhos indicados ao Oscar como <i>Philomena </i>e <i>Shakespeare Apaixonado</i>, pelo qual ganhou a estatueta de melhor atriz coadjuvante em 1999. Dame Dench protagoniza <i><b>Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha</b></i>, no qual interpreta a rainha Vitória numa época específica da sua vida quando se tornou grande amiga de um empregado indiano chamado Abdul Karim. Já tem trailer disponível, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hAjR1vy9NJI" data-blogger-escaped-target="_blank">assista aqui</a>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Perceba a combinação de elementos atrativos para a Academia: o filme é dirigido por Stephen Frears (mesmo de <i>Philomena </i>e <i>Sra Henderson Apresenta</i>, ambos renderam indicações para a atriz, além de <i>A Rainha</i>, que deu a Helen Mirren o prêmio de melhor atriz) e Dench interpreta uma rainha!</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Caso não seja indicada por <i>Victoria e Abdul</i>, Dench pode ter chances como coadjuvante de <i>Assassinato no Expresso do Oriente</i>, como sua colega Michelle Pfeiffer.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8087" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/glenn-close1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#06. Glenn Close</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É um absurdo Glenn Close ser uma das maiores da sua geração e não ter sequer um prêmio em sua estante sendo que já foi indicada sete vezes ao Oscar. E tem gente que ainda acha que Leonardo DiCaprio ou Amy Adams são os maiores injustiçados da história da Academia&#8230; Olha o currículo dessa mulher!</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na próxima temporada, Close traz ao público o drama <i><b>The Wife</b></i>, no qual interpreta uma mulher casada há anos com um homem controlador, escritor premiado. Por força dessa relação, a personagem de Close nunca se dedicou à sua carreira de escritora. Quando o marido está prestes a receber o Prêmio Nobel de Literatura, ela decide abandoná-lo e cuidar da sua própria vida profissional.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2011 quase achamos que Close finalmente colocaria as mãos na bendita estatueta do Oscar por <i>Albert Nobbs</i>, projeto pelo qual fora premiada no teatro e que foi gestado por anos pela própria atriz, mas que nos cinemas se mostrou levemente decepcionante, ainda que tenha lhe rendido uma nomeação. Vamos torcer para que dessa vez tudo corra bem com nossa eterna Alex Forrest.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8085" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/BERLIN-FILMFESTIVAL_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
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<p><b>#07. Kristin Scott Thomas</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É incrível constatar que em anos de carreira, a Academia só tenha reconhecido uma atriz do calibre de Kristin Scott Thomas por sua interpretação em <i>O Paciente Inglês</i>, única indicação no currículo da inglesa. Na próxima temporada, Thomas chega aos cinemas com <i><b>O Destino de uma Nação</b></i>, drama político de Joe Wright (de <i>Desejo e Reparação</i>) sobre os anos do governo Winston Churchill, a ser vivido por Gary Oldman (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/trailer-comentado-o-destino-de-uma-nacao/" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer aqui</a>). No longa, Thomas interpreta a esposa do político, Clementine Churchill, e parece ter um papel fundamental na trama.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>E só torcemos para que o gosto amargo pela não indicação da atriz por <i>Há tanto tempo que te amo </i>em 2010 não se repita. Caso seja indicada por <i>O Destino de uma Nação</i>, é provável que Thomas concorra na categoria atriz coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8081" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Halle-Berry-Kingsman-2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>#08. Halle Berry</strong></p>
<p class="separator">Ela foi a primeira (e única) negra a vencer um Oscar de melhor atriz por sua atuação no filme <i>A Última Ceia </i>de 2001, mas desde então Hollywood não tem sido muito grata a Halle Berry condenando a atriz a um número sem fim de papeis pouco expressivos no cinema. Aos 50, nem mesmo a tentativa de ir para a TV com a série <i>Extant</i>, que sobreviveu a apenas duas temporadas, fez jus ao que a eterna Tempestade de <i>X-Men </i>pode nos oferecer.</p>
<p class="separator">Na primeira incursão da diretora de <i>Cinco Graças </i>em solo americano, <i><b>Kings</b>, </i>Halle interpreta uma mulher moradora de uma região marginalizada de Los Angeles ajudada por um policial interpretado por Daniel Craig. O filme trata do clima na cidade após o violento assassinato de um taxista negro sem motivo por policiais locais (quem assistiu o documentário <i>OJ Made in America </i>e a minissérie <i>O Povo contra OJ Simpson: American Crime Story </i>está familiarizado com o caso). Correm boatos de quem está próximo da produção de que a atuação de Berry é uma das melhores de sua carreira.</p>
<p class="separator">Berry tem retornado às conversas com suas declarações sobre a falta de diversidade entre os indicados ao Oscar e até mesmo sobre o que sua vitória de fato representou para mudar o quadro. Uma indicação para a atriz agora poderia oferecer uma narrativa de <i>comeback </i>interessante na temporada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8084" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/P_Fonda_PS.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#09. Jane Fonda</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Jane Fonda dominou as manchetes com uma cena de <i>Juventude </i>em 2015, mas isso não foi o suficiente para chamar a atenção da Academia naquele ano. A vencedora de duas estatuetas do Oscar (<i>Klute: O Passado Condena </i>e <i>Amargo Regresso</i>) chega na próxima temporada de prêmios com o romance produzido pela Netflix <b><i>Our Souls at Night</i>,</b> atuando ao lado de Robert Redford.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que tem sido dito sobre o longa é que nele há ecos de <i>As Pontes de Madison</i>. Já tratamos dele aqui no blog (v<a href="http://coisadecinefilo.com.br/netflix-lanca-o-teaser-de-our-souls-at-night-com-jane-fonda-e-robert-redford/" data-blogger-escaped-target="_blank">eja aqui</a>). O longa promete trazer uma parceria entre os dois atores veteranos que interpretam viúvos que se apaixonam.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Todo mundo tá cansado de saber como Fonda tem trânsito livre no corpo a corpo com os votantes do Oscar, mas para ser nomeada por esse trabalho precisa vencer uma resistência ainda a ser quebrada na Academia: o prêmio vai finalmente ceder aos apelos dos títulos lançados diretamente via <i>streaming</i>? O elogiado <i>Beasts of No Nation</i>, por exemplo, não conseguiu quebrar essa resistência, nem mesmo quando em 2015 diversos previsores da temporada apontavam Idris Elba como vencedor natural dos prêmios de melhor ator coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8083" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/download.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>#10. Melissa Leo</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Muita gente torce o nariz para Melissa Leo pelo seu comportamento na campanha do Oscar de 2011, quando venceu o prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu desempenho em <i>O Vencedor</i>, de David O.Russell, mas não podemos negar que ela é uma atriz maravilhosa e destacar o fato de que, diferente de muitas de suas colegas, ela tem o feito de construir sua carreira basicamente na maturidade. Leo acaba de receber muitos elogios por seu desempenho em <i><b>Novitiate</b> </i>no qual interpreta a freira diretora de um convento lidando com as transformações da Igreja Católica em plena década de 1960, quando alguns movimentos começaram a abordar a questão da sexualidade feminina (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=o6QrP53BEug" data-blogger-escaped-target="_blank">veja o trailer do filme aqui).</a></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há a dúvida se o nome de Leo será sugerido como protagonista ou coadjuvante desse longa já que a trama da sua personagem é atravessada pela de uma noviça interpretada por Margaret Qualley (da série <i>The Leftovers</i>). Os trailers indicam que Leo tem nas mãos uma personagem densa que parece dominar as atenções. <i>Novitiate </i>é a estreia da diretora Margaret Betts.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/nicole-kidman.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Mais alguns nomes fortes para 2018:</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Salma Hayek, <i>Beatriz at the Dinner</i>;</p>
<p><strong>Nicole Kidman por <i>O Estranho que Nós Amamos</i>, <i>The Killing of a Sacred Deer </i>e <i>How to Talk to Girls at Parties;</i></strong></p>
<p>Debra Winger por The Lovers<i>;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Julianne Moore por <i>Suburbicon </i>ou <i>Sem Fôlego;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Holly Hunter por <i>The Big Sick </i>ou <i>Strange Weather;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Lois Smith, por <i>Marjorie Prime; </i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Lesley Manville por <i>Phantom Thread;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Emma Thompson, por <i>The Children Act;</i></p>
<p>Catherine Keener por <i>Corra!;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Kate Winslet por <i>Wonder Wheel;</i></p>
<p>Octavia Spencer por <i>The Shape of Water</i>;</p>
<p>Mary J. Blidge por <i>Mudbound</i>;</p>
<p>Carrie Coon por <i>The Papers</i>;</p>
<p>Sarah Paulson por <i>The Papers</i>;</p>
<p>Sally Hawkins por <i>Maudie </i>ou <i>The Shape of Water</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Penélope Cruz por <i>Loving Pablo </i>ou <i>Assassinato no Expresso do Oriente.</i></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8080" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/jlaw.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Jovens que podem &#8220;estragar&#8221; a festa:</b></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Emma Stone por <i>Battle of the Sexes;</i></p>
<p>Rooney Mara por <i>Mary Magdalene</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Jessica Chastain por <i>Womans Walks Ahead</i>, <i>The Death and Life of John F. Donovan</i><b> </b>ou <i>Molly&#8217;s Game;</i></p>
<p><b>Jennifer Lawrence por <i>Mãe!;</i></b></p>
<p>Carey Mulligan por <i>Mudbound</i>;</p>
<p>Florence Pugh por <i>Lady Macbeth</i>;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Michelle Williams por <i>The Greatest Showman</i>, <i>Sem Fôlego </i>ou  <i>All the Money in the World;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tatiana Maslany por <i>Stronger;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Margot Robbie por <i>Goodbye Christopher Robbin;</i></p>
<p>Betty Gabriel por <i>Corra</i>!;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Rebecca Fergusson por <i>Boneco de Neve </i>ou <i>The Greatest Showman;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Claire Foy por <i>Breathe;</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Saoirse Ronan por <i>On Chesil Breach</i>, <i>Lady Bird </i>ou <i>The Seagull.</i></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/como-2018-pode-ser-o-ano-das-atrizes-veteranas-no-oscar/">Como 2018 pode ser o ano das atrizes veteranas no Oscar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Netflix lança o teaser de Our Souls at Night, com Jane Fonda e Robert Redford</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/netflix-lanca-o-teaser-de-our-souls-at-night-com-jane-fonda-e-robert-redford/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 16:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Our Souls at Night]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Redford]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunindo os veteranos Robert Redford (Até o Fim) e Jane Fonda (da série Grace &#38;amp; Frankie) cinquenta anos depois de Descalços no Parque, o romance Our Souls at Night acaba de ganhar seu primeiro teaser trailer e terá sua premiere mundial na próxima edição do Festival de Veneza, que acontecerá entre os dias 30 de agosto e 09 de setembro. A ocasião será ainda aproveitada para prestar uma homenagem à carreira dos dois astros do filme. O filme é uma produção da Netflix e tem direção Ritesh Batra, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/netflix-lanca-o-teaser-de-our-souls-at-night-com-jane-fonda-e-robert-redford/">Netflix lança o teaser de Our Souls at Night, com Jane Fonda e Robert Redford</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Reunindo os veteranos Robert Redford (<i>Até o Fim</i>) e Jane Fonda (da série <i>Grace &amp;amp; Frankie</i>) cinquenta anos depois de <i>Descalços no Parque, </i>o romance <i><b>Our Souls at Night</b> </i>acaba de ganhar seu primeiro teaser trailer e<i> </i>terá sua <i>premiere </i>mundial na próxima edição do Festival de Veneza, que acontecerá entre os dias 30 de agosto e 09 de setembro. A ocasião será ainda aproveitada para prestar uma homenagem à carreira dos dois astros do filme.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme é uma produção da Netflix e tem direção Ritesh Batra, de <i>O Sentido do Fim</i>. Na história, Fonda interpreta a viúva Addie Moore, que vive reclusa desde que seu marido faleceu. Quando resolve fazer uma visita ao seu vizinho Louis Waters, papel de Redford, Moore acaba se envolvendo com ele, que também é viúvo.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa estará disponível na Netflix brasileira dia 29 de setembro de 2017.</p>
</div>
<p><b>Assista ao trailer: </b></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/i9jw4f5YO8E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Assista ao trailer de Youth, novo filme de Paolo Sorrentino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 12:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Harvey Keitel]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Sorrentino]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Weisz]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Youth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques no último Festival de Cannes, Youth arrancou alguns dos elogios mais rasgados dos críticos e das plateias que conferiram o longa.  O filme acaba de ter o seu primeiro trailer divulgado. Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino (vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro por A Grande Beleza), o filme conta com as atuações elogiadas de Michael Caine e Harvey Keitel como dois amigos de mais de 80 anos que passam as férias juntos em um hotel onde passam a recordar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3449" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault1-620x349.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="349" /></a></p>
<p>Um dos destaques no último Festival de Cannes, <em><strong>Youth </strong></em>arrancou alguns dos elogios mais rasgados dos críticos e das plateias que conferiram o longa.  O filme acaba de ter o seu primeiro trailer divulgado.</p>
<p>Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino (vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro por <em>A Grande Beleza</em>), o filme conta com as atuações elogiadas de Michael Caine e Harvey Keitel como dois amigos de mais de 80 anos que passam as férias juntos em um hotel onde passam a recordar as suas paixões de juventude.</p>
<p>O longa ainda conta com Rachel Weisz e com a veterana Jane Fonda no elenco. Não há previsão de estreia no Brasil, mas como estrará nos EUA no final do ano e espera-se que <em>Youth </em>tenha uma campanha para o próximo Oscar, é possível que chegue nos nossos cinemas entre outubro desse ano e março do ano que vem. É só aguardar.</p>
<p>Confira trailer de <em>Youth</em>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zJNxQ8Wzr2I" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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