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	<title>Arquivos Jaeden Martell - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jaeden Martell - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Metal Lords (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 15:25:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma típica comédia adolescente, Metal Lords poderia ser algo daquele estilo no qual não há muito que se dizer sobre. Contudo, com suas personagens carismáticas, relações bem trabalhadas e situações cômicas e exageradas construídas progressivamente, o longa-metragem, ainda que bobo e ingênuo, conquista a atenção e o coração dos espectadores. O principal ganho aqui é ver como a dinâmica do trio principal se desenvolve. Primeiramente, a história ambienta os espectadores no universo daquela narrativa e isto é feito de uma [&#8230;]</p>
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<p>Uma típica comédia adolescente, <strong><em>Metal Lords</em></strong> poderia ser algo daquele estilo no qual não há muito que se dizer sobre. Contudo, com suas personagens carismáticas, relações bem trabalhadas e situações cômicas e exageradas construídas progressivamente, o longa-metragem, ainda que bobo e ingênuo, conquista a atenção e o coração dos espectadores. O principal ganho aqui é ver como a dinâmica do trio principal se desenvolve.</p>
<p>Primeiramente, a história ambienta os espectadores no universo daquela narrativa e isto é feito de uma forma até simples, mas que surte um efeito marcante. Com uma abertura que se inicia com rock e frames de um cômodo cheio de cartazes e referências do estilo musical, os quadros vão se fechando até se tornarem planos fechados. Em seguida, após a breve contextualização, a dupla central, Kevin (Jaeden Martell) e Hunter (Adrian Greensmith), é vista pela primeira vez.</p>
<p>Este tipo de estratégia é eficiente, pois reduz o risco de diálogos expositivos e já imprime na tela, sem precisar colocar textos falados, bastante da personalidade das figuras principais. Kevin é um nerd típico em sua aparência física, mas que vai, aos poucos, revelando seu lado rock ‘n’ roll. Hunter é um estereotipo do rebelde sem causa, um metaleiro revoltado, que vai ganhando camadas durante a sessão, com a exposição de outros sentimentos além do ódio da humanidade.</p>
<p>Um pouco mais adiante na trama, é possível conhecer Emily (Isis Hainsworth), uma violoncelista, que lida com crises de raiva, porém que gradativamente vai conhecendo as suas emoções e &#8211; mesmo o seu conflito interno não tendo um desfecho tão apropriado -, sem ser escrita apenas como uma side-kick. Ela tem contornos trabalhados, como o paralelo sensibilidade e timidez X ataques físicos de ódio. Tudo isto é trazido para contar a formação da banda destes três amigos: a <em>Skullflower</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Metal-Lords-Trilha-sonora-filme-de-heavy-metal-da-Netflix-com-Jaeden-Martell-e-Adrian-Greensmith-imagem3.jpg" alt="Metal Lords" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Metal-Lords-Trilha-sonora-filme-de-heavy-metal-da-Netflix-com-Jaeden-Martell-e-Adrian-Greensmith-imagem3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Metal-Lords-Trilha-sonora-filme-de-heavy-metal-da-Netflix-com-Jaeden-Martell-e-Adrian-Greensmith-imagem3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Metal-Lords-Trilha-sonora-filme-de-heavy-metal-da-Netflix-com-Jaeden-Martell-e-Adrian-Greensmith-imagem3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Metal-Lords-Trilha-sonora-filme-de-heavy-metal-da-Netflix-com-Jaeden-Martell-e-Adrian-Greensmith-imagem3-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Nesta dinâmica, é perceptível que, através da mescla de fragilidades e forças, quem assiste <strong><em>Metal Lords </em></strong>se sente próximo do trio e pode criar identificações com cada um deles. Aqui não existe nada exatamente de novo. Este é um enredo com <em>teens</em> deslocados, que tentam achar os seus espaços no mundo. Ok, mas o como isto é feito é que deixa a produção divertida e empolgante. Um dos fatos mais potentes é que todas estas características de Emily, Hunter e Kevin são trazidas dentro de situações completamente exageradas.</p>
<p>Tudo é enorme, sentimental, cheio de emoções transbordantes, com rompimentos e atitudes enormes. O que é a adolescência senão um grande combo de exagero, lágrimas e sentimentos aflorados? Este encaminhamento do roteiro – de D.B. Weiss, criador de <em>Game of Thrones</em> – imprime na obra uma perspectiva juvenil dos fatos; É quase como se fosse eles que contassem tudo a durante a exibição. Neste contexto, no qual todos os acontecimentos parecem gigantes e as reações das personagens também são extremas, há aqui apenas um cansaço no final do segundo ato.</p>
<p>Seria preciso que houvesse um respiro ou uma aliviada nesta grandiosidade de ações e emoções para dar um equilíbrio no ritmo do longa. Se ao menos os atores diminuíssem a intensidade em suas atuações em um número maior de sequências esta característica já ficaria mais diluída e aliviaria o seu resultado geral. Além disso, a obviedade das situações também deixa a obra um tanto entediante em determinado momento. Este fator não é algo inesperado para uma comédia <em>teen</em>, porém quando cada cena se torna previsível demasiadamente, a qualidade é afetada.</p>
<p>Todavia, o diretor Peter Sollett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/"><em>Amor por Direito</em></a>) é inteligente em se mostrar mais no desfecho da história, aliviando esta queda de qualidade. Contido até o terceiro ato, Sollett entrega mais movimentos e efeitos próximo do desenlace da trama. Um destaque destas sequências é a câmera subjetiva durante o show da banda <em>Skullflower</em>. Este é um dos momentos que comprovam como a equipe de <strong><em>Metal Lords</em></strong> tem este objetivo de criar uma imersão com aquele universo ficcional, para conquistar a plateia e deixar mais nítido o que as personagens estão sentido.</p>
<p>Assim, ainda que um tanto ingênuo e repetitivo dentro de seu subgênero, o longa vale a pena de ser conferido. Ele é uma espécie de Sessão da Tarde? É, mas é daquelas que todas as crianças deixavam o dever de casa para depois, para conseguir assisti-lo!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peter Sollet</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jaeden Martell, Adrian Greensmith, Isis Hainsworth</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ehbWHZDNzCU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-metal-lords-netflix/">Crítica: Metal Lords (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: It &#8211; Capítulo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com It &#8211; Capítulo 2, pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, It &#8211; A Coisa. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse. Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com <strong><em>It &#8211; Capítulo 2, </em></strong>pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, <em>It &#8211; A Coisa</em>. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse.</p>
<p>Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e seguiram sua vida em outras cidades. Isso permitiu que eles esquecessem a maior parte dos acontecimentos daquele período. Menos Mike (Isaiah Mustafa), que continuou morando no mesmo lugar e lembrando constantemente de tudo que passou.</p>
<p>No primeiro filme, o grupo de crianças funcionava perfeitamente bem. O elenco era muito equilibrado, com ótimas atuações de todos e características peculiares de cada personagem. Nos envolvemos individualmente com eles, o que poderia tornar difícil a tarefa do segundo filme de inserir novos atores para os mesmos personagens.</p>
<p>Um dos pontos altos de <strong><em>It &#8211; Capítulo 2</em></strong> é, definitivamente, o <em>casting</em>. Conseguiram escolher precisamente os atores que eram fisicamente mais parecidos com as crianças e que pudessem transmitir as mesmas sensações, com as características peculiares de cada um. E isso, por si só, já torna o filme bom, já que acertou no ponto principal.</p>
<p>James McAvoy (<em>Fragmentado</em>) e Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>) são nomes mais fortes do elenco e que conseguem vestir bem as personalidades de seus papéis, mesmo que eles acabem tendo um pouco menos de holofote do que poderiam. O destaque fica mesmo por conta de James Ransone (<em>A Rebelião</em>) e Bill Hader (série <em>Barry</em>), que são definitivamente o foco nas cenas em que aparecem. Não apenas a construção de personagem está bem feita, como a história que cruza os dois de maneira sutil e assertiva.</p>
<p>O roteiro acerta ainda em esmiuçar os personagens na individualidade, além do grupo como um todo. Cada um tem seu medo particular, seus traumas e marcas na vida que justifiquem seus comportamentos e decisões. Isso traz mais realidade para a história e fluidez para os atos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11208" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Pontos polêmicos são tratados ao longo da trama, como a homofobia, o suicídio, o <em>bullying</em>, relacionamentos abusivos, etc. Falta um pouco de cuidado em alguns pontos, com excessivas piadas de gordo, uma relativa falta de tato com o suicídio ou o simples ignorar de um casamento abusivo. No entanto, ao tocar nestes assuntos, mesmo que não da melhor forma, as temáticas já propõe um debate necessário e um olhar do espectador para pontos constantemente deixados de lado.</p>
<p>O filme se demora demais em momentos desnecessários, alongando cenas que não têm tanta representatividade. Tudo isso rendeu um longa de quase 2h50, que poderia muito bem ter 30 minutos a menos de duração, sem nenhum prejuízo. Por mais que seja intercalado com cenas de susto e muito nojo, a experiência fica prejudicada e cansativa no meio da história.</p>
<p>Como filme de terror, um ponto muito importante é o susto e o medo que implica no espectador. Neste quesito, um ótimo acerto. Cenas nojentas e repugnantes, sustos em momentos certeiros e o medo que transpassa por toda a narrativa, fazem com que <em><strong>It &#8211; Capítulo 2</strong> </em>cumpra o seu objetivo principal de causar horror. Mesmo assim, ele contem pinceladas de riso e romance que funciona como um respiro necessário na narrativa.</p>
<p>O mote principal do longa é o medo e como ele pode aniquilar sonhos, transformar vidas e destinos. A finalização de filme é outro ponto alto. Eles conseguem fazer de maneira grandiosa e honesta, respeitando toda a trajetória que foi construída até ali e dando o devido desfecho aos personagens.</p>
<p>Com um pouco de excesso de nostalgia, o roteiro mescla os adultos com as crianças, unificando cada dupla e nutrindo um carinho entre as partes. Tanto quanto poderia se esperar. Mesmo que funcione muito bem, o sentimento de que o primeiro filme é melhor fica conosco o tempo todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti<br />
<strong>Elenco:</strong> Bill Skarsgård, James McAvoy, Jessica Chastain, Bill Hader, Jay Ryan, Isaiah Mustafa, James Ransone, Andy Bean, Jaeden Martell, Sophia Lillis, Wyatt Oleff, Jack Dylan Grazer, Finn Wolfhard, Chosen Jacobs, Jeremy Ray Taylor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hTiR6qD3Ow" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/">Crítica: It &#8211; Capítulo 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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