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	<title>Arquivos Jacki Weaver - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jacki Weaver - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Grito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 02:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os estúdios americanos insistem em criar novas versões de filmes que foram, originalmente, produzidos em outros países. Esse é o caso de O Grito. O longa japonês de 2004 fez um grande sucesso na época, reunindo fãs de terror. O diretor Takashi Shimizu soube orientar o elenco de forma a criar uma tensão constante no espectador, assim como não se furtava de dar sustos. Nesta versão de 2020, a cautela parece ter tomado conta das cenas, nos apresentando um produto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estúdios americanos insistem em criar novas versões de filmes que foram, originalmente, produzidos em outros países. Esse é o caso de <em><strong>O Grito</strong></em>. O longa japonês de 2004 fez um grande sucesso na época, reunindo fãs de terror. O diretor Takashi Shimizu soube orientar o elenco de forma a criar uma tensão constante no espectador, assim como não se furtava de dar sustos. Nesta versão de 2020, a cautela parece ter tomado conta das cenas, nos apresentando um produto raso e sem propósito.</p>
<p>Começamos o longa com uma mulher fugindo do Japão depois de presenciar movimentações estranhas dentro da casa onde morava. Dá-se início então a uma sucessiva mixagem de períodos. O filme não é linear e nos apresenta anos diferentes e histórias paralelas. O objetivo é que elas se cruzem em algum momento, embora isso não se dê de forma satisfatória.</p>
<p>A ideia dos paralelos de tempo seria criar uma tensão no espectador para o que poderia acontecer mais adiante. Como uma previsão de um futuro que nós já sabemos qual é. O que acontece, no entanto, é uma imensa confusão sem propósito. As mudanças de tempo não são bem feitas, assim como as ambientações de cada ano. Vemos em 2001 carros antigos demais, como se fossem da década de 1980. Para além desses detalhes, as histórias parecem que nunca vão se cruzar. É como se o filme estivesse o tempo todo ensaiando para começar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12442 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/4260283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Grito" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/4260283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/4260283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/4260283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Surge aí um grande problema. <em><strong>O Grito</strong></em> tem apenas 90 minutos de projeção e passa praticamente 70 criando o enrendo de uma história, que no final das contas, não é tão interessante assim. É angustiante para o espectador saber que o filme está perto de acabar, quando temos a sensação de que ele nem começou. Personagens vazios, sem carisma, que não causam impacto no público. Para além disso, a sucessão de clichês mal trabalhados prejudica ainda mais a experiência.</p>
<p>Esta é uma temática que está cansada e foi exaurida até onde podia. Para trazer mais um longa, a proposta teria que ser bem inovadora e trazer uma nova roupagem. O que vemos, no entanto, é um filme que tenta se espelhar totalmente no primeiro que fez sucesso, adicionando elementos que não conversam com os demais e deixam o roteiro ainda mais pobre e vazio. Falta, sobretudo, susto e medo. O que é no mínimo estranho, visto que falamos de um filme de &#8220;<a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-filmes-de-terror/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">terror</a>&#8220;<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-227834/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">.</a></p>
<p><strong>Direção:</strong> Nicolas Pesce<br />
<strong>Elenco:</strong> Andrea Riseborough, Demian Bichir, John Cho, Betty Gilpin, Lin Shaye, Jacki Weaver, Frankie Faison</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EnAJ99Q77DY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: As Rainhas da Torcida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 15:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alisha Boe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sair da caixinha no que diz respeito aos estilos de filmes e enfoques que eles dão é muito importante, especialmente quando pensamos na representatividade que isso pode ter para as pessoas. Falar da terceira idade se encaixa neste espectro e o cinema busca explorar essa temática sob várias possibilidades. Infelizmente, As Rainhas da Torcida escolheu a pior alternativa. Martha é uma senhora rabugenta e amargurada com o câncer que descobriu recentemente. Sem querer fazer o tratamento, ela decide ir morar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sair da caixinha no que diz respeito aos estilos de filmes e enfoques que eles dão é muito importante, especialmente quando pensamos na representatividade que isso pode ter para as pessoas. Falar da terceira idade se encaixa neste espectro e o cinema busca explorar essa temática sob várias possibilidades. Infelizmente, <em><strong>As Rainhas da Torcida</strong></em> escolheu a pior alternativa.</p>
<p>Martha é uma senhora rabugenta e amargurada com o câncer que descobriu recentemente. Sem querer fazer o tratamento, ela decide ir morar em um lar de idosos. Chegando lá, ela acaba encontrando muito mais do que a paz e tranquilidade que esperava.</p>
<p>O clichê começa com o roteiro, que é mais do mesmo que estamos acostumados atualmente. Eles colocam a melhor idade como algo muito caricato, especialmente quando o grupo resolve se tornar líder de torcida. Somos constantemente lembrados de que elas são idosas e têm limitações. Ao invés do roteiro focar em outras coisas, como explorar o passado das personagens e sua motivações, prefere andar em círculos e ficar nos reiterando do óbvio.</p>
<p>Como se não bastasse isso, ainda temos o elemento de contraposição que são as líderes de torcida jovens e sem educação, que decidem (a troco de nada) afrontar um grupo de idosas. As motivações ficam pouco convincentes e a construção deste embate é bem precária.</p>
<p>Focando no elenco, temos Diane Keaton (<em>Alguém Tem Que Ceder</em>) interpretando ela mesma, já que o personagem é semelhante a tantos outros filmes. Sem paciência, utilizando o mesmo guarda-roupa e cheia de manias. Acho Diane uma ótima atriz, mas ela realmente se colocou numa zona de conforto que está bem difícil de sair. Jacki Weaver (<em>As Viúvas</em>) é que consegue movimentar um pouco mais em cena, nos apresentando bons momentos.</p>
<p>Entre poucas risadas e muita caricatura, <strong><em>As Rainhas da Torcida</em></strong> é um longa excessivamente clichê e facilmente esquecível. Lamentamos a orientação que a diretora novata Zara Hayes deu ao roteiro, que já não era grande coisa. Uma pena!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zara Hayes<br />
<strong>Elenco:</strong> Diane Keaton, Jacki Weaver, Pam Grier, Celia Weston, Phyllis Somerville, Alisha Boe, Charlie Tahan, Bruce McGill</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/S6X18noHZQc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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