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	<title>Arquivos Isaiah Mustafa - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Isaiah Mustafa - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Contra o Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 11:30:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (Os Oito Odiados, de 2016, e de Era Uma Vez… Hollywood, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de Contra o Mundo. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-contra-o-mundo/">Crítica: Contra o Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O cinema de ação é um gênero que movimenta milhões de dólares anualmente e tem se mostrado cada vez mais aberto para histórias diferentes. Interseções de estilos em produções, como o cinema de Quentin Tarantino (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/"><i><span style="font-weight: 400;">Os Oito Odiados</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2016, e de </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><i><span style="font-weight: 400;">Era Uma Vez… Hollywood</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) que combina os elementos básicos da ação com um cinema de drama ou  cômico, tem crescido e se tornado cada vez mais presentes. Esse não é o caso de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo filme estrelado por Bill Skarsgård (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-4-baba-yaga/"><i><span style="font-weight: 400;">John Wick 4: Baba Yaga</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) coloca os clichês mais básicos de um longa-metragem do gênero e o replica, tanto na estética, como em seu roteiro. Aqui o público vai vislumbrar uma história de vingança como tantas outras já conhecidas desse tipo de cinema &#8211; os últimos filmes do Liam Neeson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vinganca-a-sangue-frio/"><i><span style="font-weight: 400;">Vingança a Sangue Frio</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-chamada/"><i><span style="font-weight: 400;">A Chamada</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) que o digam. O ponto alto de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, no entanto, é a sua capacidade de pirar dentro desse universo tão básico.5</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa, dirigido por Moritz Mohr, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25) para competir por essa vaga do entretenimento de ação que tanto rende em bilheteria. Sem muitos critérios e camadas, o objetivo de </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é puramente divertir através de números de ação milimetricamente calculados. O elenco estelar também ajuda a chamar o espectador. Além de Bill, a produção ainda conta com nomes como Jessica Rothe (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/"><i><span style="font-weight: 400;">A Morte Te Dá Parabéns 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019), Michelle Dockery (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-downton-abbey-2-uma-nova-era/"><i><span style="font-weight: 400;">Downton Abbey 2 – Uma Nova Era</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022), Famke Janssen (</span><i><span style="font-weight: 400;">Busca Implacável 3</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Sharlto Copley (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-malevola/"><i><span style="font-weight: 400;">Malévola</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2014), Brett Gelman (</span><i><span style="font-weight: 400;">Stranger Things</span></i><span style="font-weight: 400;">, desde 2017), Isaiah Mustafa (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/"><i><span style="font-weight: 400;">It – Capítulo 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019) e Andrew Koji (</span><i><span style="font-weight: 400;">G.I. Joe Origens: Snake Eyes</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2021).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">, o Garoto (Skarsgård) perdeu sua família em um violento ano de Abate e foi torturado, ficando mudo e surdo. Depois de anos de treino, ele se sente preparado para vingar a morte de sua família que foi executada pelas mãos da totalitária dinastia van der Koy, comandada por Hilda (Janssen) e seus irmãos, Melanie (Dockery) e Gideon (Gelman). O problema é que essa aventura vai ser ainda mais sangrenta, dolorosa e confusa do que o Garoto esperava.</span></p>
<figure id="attachment_18006" aria-describedby="caption-attachment-18006" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18006" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg" alt="Contra o Mundo (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Contra-o-Mundo-2.jpg 1893w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18006" class="wp-caption-text">Jessica Rothe em cena de &#8216;Contra o Mundo&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O que a produção peca em inovação e inventividade narrativa, ela investe em cenas de ação maravilhosamente coreografadas, um humor insano e em sangue (muito sangue). </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;"> é uma espécie de </span><i><span style="font-weight: 400;">shake</span></i><span style="font-weight: 400;"> matinal de ação. É como se os roteiristas Tyler Burton Smith e Arend Remmers tivessem colocado no liquidificador uma mistura da violência gráfica e das referências a </span><i><span style="font-weight: 400;">videogames</span></i><span style="font-weight: 400;"> como </span><i><span style="font-weight: 400;">Mortal Kombat</span></i><span style="font-weight: 400;">, a ideia distópica e exagerada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sucker Punch &#8211; Mundo Surreal (2011)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; só que bem executada -, a sanguinolência e o cinema do absurdo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Kill Bill (2003-04)</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e vários outros filmes do Quentin -, a lógica foucaultiana da punição televisionada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Jogos Vorazes (2012-2023)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a ação cômica, hiperbólica e visual de projetos recentes como </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trem-bala/"><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala (2022)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e a franquia </span><i><span style="font-weight: 400;">John Wick (2014-)</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse caldeirão é o resultado que chega ao público e é garantia de diversão. Talvez essa seja a palavra que melhor define a sensação gerada por </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">. A experiência é insana, exagerada e repleta de excessos, mas, para quem se entrega à loucura, o divertimento é garantido. Nesse contexto, a ação, a pancadaria e os litros de sangue fazem valer as quase 2h de entretenimento, ainda que não tenha muita criatividade e inovação narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco, por sua vez, tem poucos momentos para brilhar. Ainda que seja divertido e alguns atores consigam tirar bom proveito disso, o resultado para o público é limitado nesse sentido. A própria estrela da trama não tem muito o que fazer além de caretas e olhares &#8211; ainda que o faço bem. Talvez um destaque vá para as performances de Michelle Dockery, Brett Gelman e Sharlto Copley em </span><b><i>Contra o Mundo</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O trio faz parte da dinastia que comanda a população com o suposto &#8216;punho de ferro&#8217;, mas os três trazem para a trama um <em>timing</em> cômico sem igual. Sharlto, apesar de ter uma participação menor, consegue marcar o público com seu personagem completamente exagerado. Michelle e Brett, por sua vez, acompanham o espectador até os momentos finais do longa e conseguem criar momentos hilários com seus desmandos e chiliques. Afinal, nada melhor do que uma família totalitária que age como um bando de crianças mimadas para tirar boas risadas do público. Mesmo com um roteiro pouco inventivo, é impossível dizer que <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> não tem bons momentos de humor ácido e escrachado com um desses personagens.</p>
<p>Dessa forma, a produção vem para ser um momento de diversão para o espectador. É um filme exageradamente violento e insano, o que faz com que os absurdos e delírios mostrados em cena se tornem dignos de riso. A ação é bem coordena e cria uma adrenalina para os acontecimentos, mesmo que esses sejam previsíveis. Assim, <strong><em>Contra o Mundo</em></strong> é para aqueles que queiram espairecer a mente e <span style="font-weight: 400;">dar altas risada, para isso, basta mergulhar de cabeça na loucura do filme.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Moritz Mohr</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Bill Skarsgård, Jessica Rothe, Michelle Dockery, Famke Janssen, Sharlto Copley, Brett Gelman, Isaiah Mustafa e Andrew Koji</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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		<title>Crítica: It &#8211; Capítulo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:07:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com It &#8211; Capítulo 2, pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, It &#8211; A Coisa. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse. Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com <strong><em>It &#8211; Capítulo 2, </em></strong>pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, <em>It &#8211; A Coisa</em>. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse.</p>
<p>Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e seguiram sua vida em outras cidades. Isso permitiu que eles esquecessem a maior parte dos acontecimentos daquele período. Menos Mike (Isaiah Mustafa), que continuou morando no mesmo lugar e lembrando constantemente de tudo que passou.</p>
<p>No primeiro filme, o grupo de crianças funcionava perfeitamente bem. O elenco era muito equilibrado, com ótimas atuações de todos e características peculiares de cada personagem. Nos envolvemos individualmente com eles, o que poderia tornar difícil a tarefa do segundo filme de inserir novos atores para os mesmos personagens.</p>
<p>Um dos pontos altos de <strong><em>It &#8211; Capítulo 2</em></strong> é, definitivamente, o <em>casting</em>. Conseguiram escolher precisamente os atores que eram fisicamente mais parecidos com as crianças e que pudessem transmitir as mesmas sensações, com as características peculiares de cada um. E isso, por si só, já torna o filme bom, já que acertou no ponto principal.</p>
<p>James McAvoy (<em>Fragmentado</em>) e Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>) são nomes mais fortes do elenco e que conseguem vestir bem as personalidades de seus papéis, mesmo que eles acabem tendo um pouco menos de holofote do que poderiam. O destaque fica mesmo por conta de James Ransone (<em>A Rebelião</em>) e Bill Hader (série <em>Barry</em>), que são definitivamente o foco nas cenas em que aparecem. Não apenas a construção de personagem está bem feita, como a história que cruza os dois de maneira sutil e assertiva.</p>
<p>O roteiro acerta ainda em esmiuçar os personagens na individualidade, além do grupo como um todo. Cada um tem seu medo particular, seus traumas e marcas na vida que justifiquem seus comportamentos e decisões. Isso traz mais realidade para a história e fluidez para os atos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11208" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Pontos polêmicos são tratados ao longo da trama, como a homofobia, o suicídio, o <em>bullying</em>, relacionamentos abusivos, etc. Falta um pouco de cuidado em alguns pontos, com excessivas piadas de gordo, uma relativa falta de tato com o suicídio ou o simples ignorar de um casamento abusivo. No entanto, ao tocar nestes assuntos, mesmo que não da melhor forma, as temáticas já propõe um debate necessário e um olhar do espectador para pontos constantemente deixados de lado.</p>
<p>O filme se demora demais em momentos desnecessários, alongando cenas que não têm tanta representatividade. Tudo isso rendeu um longa de quase 2h50, que poderia muito bem ter 30 minutos a menos de duração, sem nenhum prejuízo. Por mais que seja intercalado com cenas de susto e muito nojo, a experiência fica prejudicada e cansativa no meio da história.</p>
<p>Como filme de terror, um ponto muito importante é o susto e o medo que implica no espectador. Neste quesito, um ótimo acerto. Cenas nojentas e repugnantes, sustos em momentos certeiros e o medo que transpassa por toda a narrativa, fazem com que <em><strong>It &#8211; Capítulo 2</strong> </em>cumpra o seu objetivo principal de causar horror. Mesmo assim, ele contem pinceladas de riso e romance que funciona como um respiro necessário na narrativa.</p>
<p>O mote principal do longa é o medo e como ele pode aniquilar sonhos, transformar vidas e destinos. A finalização de filme é outro ponto alto. Eles conseguem fazer de maneira grandiosa e honesta, respeitando toda a trajetória que foi construída até ali e dando o devido desfecho aos personagens.</p>
<p>Com um pouco de excesso de nostalgia, o roteiro mescla os adultos com as crianças, unificando cada dupla e nutrindo um carinho entre as partes. Tanto quanto poderia se esperar. Mesmo que funcione muito bem, o sentimento de que o primeiro filme é melhor fica conosco o tempo todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti<br />
<strong>Elenco:</strong> Bill Skarsgård, James McAvoy, Jessica Chastain, Bill Hader, Jay Ryan, Isaiah Mustafa, James Ransone, Andy Bean, Jaeden Martell, Sophia Lillis, Wyatt Oleff, Jack Dylan Grazer, Finn Wolfhard, Chosen Jacobs, Jeremy Ray Taylor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hTiR6qD3Ow" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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