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	<title>Arquivos Ingrid Guimarães - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Ingrid Guimarães - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: De Pernas pro Ar 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 01:14:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Investindo num terceiro capítulo, a franquia De Pernas pro Ar retorna aos cinemas com De Pernas pro Ar 3. Protagonizado por Alice Segretto, empresária do ramo do sex shop interpretada por Ingrid Guimarães, a comédia mais uma vez aposta em temáticas que são pauta de um universo feminino circunscrito por ela, dessa vez colocando em voga a estimulada rivalidade entre mulheres com a chegada de uma jovem concorrente para a personagem principal. A franquia de Ingrid Guimarães rendeu duas boas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Investindo num terceiro capítulo, a franquia <em>De Pernas pro Ar</em> retorna aos cinemas com <em><strong>De Pernas pro Ar 3</strong></em>. Protagonizado por Alice Segretto, empresária do ramo do sex shop interpretada por Ingrid Guimarães, a comédia mais uma vez aposta em temáticas que são pauta de um universo feminino circunscrito por ela, dessa vez colocando em voga a estimulada rivalidade entre mulheres com a chegada de uma jovem concorrente para a personagem principal.</p>
<p>A franquia de Ingrid Guimarães rendeu duas boas comédias que apostavam no ótimo <em>timing</em> cômico da atriz, abordando com nenhuma vulgaridade (o que é raro em se tratando de comédias populares) a sexualidade e o universo de produtos do ramo. O terceiro filme chega com uma certa falta de fôlego, exaurindo conflitos já explorados nos filmes anteriores, entre eles a dificuldade que Alice tem de conciliar vida doméstica e trabalho. Nada de novo.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10393" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1725438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="De Pernas pro Ar 3" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1725438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1725438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1725438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>De Pernas pro Ar 3</strong></em> até que se esforça para encerrar com originalidade a franquia nacional, dando nuances a relações como aquela que Alice estabelece com a jovem empresária Leona, mas deixa para trás o tom divertido e despretensioso dos filmes anteriores para apostar em longuíssimas DRs entre as personagens femininas e duas entediantes figuras masculinas do elenco, o esposo de Alice interpretado por Bruno Garcia e o filho da protagonista, praticamente um clone do pai em se tratando de chatice.</p>
<p>A direção de Julia Rezende é protocolar, mas não é algo que afeta o longa, o seu problema mesmo é um roteiro que parece não ter o mesmo despojamento dos anteriores e ganha ares artificialmente sério. O terceiro <em>De Pernas pro Ar</em> surge como algo protocolar e nem mesmo explora as possibilidades da sua talentosa protagonista como o primeiro e o segundo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Julia Rezende<br />
<strong>Elenco:</strong> Ingrid Guimarães, Bruno Garcia, Denise Weinberg, Cristina Pereira, Samya Pascotto, Maria Paula, Stepan Nercessian, Claudia Mauro Cauã Reymond</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/u-16ASkGlaE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Fala Sério, Mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 16:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Larissa Manoela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em plena semana entre Natal e Ano Novo, chega aos cinemas de todo o país o longa nacional Fala Sério, Mãe!, baseado no livro homônimo da escritora juvenil de sucesso Thalita Rebouças. O filme conta com a participação de Ingrid Guimarães e Larissa Manoela. Com uma premissa bem interessante, a película é mais atraente do que parece. O enredo fala da relação de mãe e filha, desde o nascimento da menina até o momento em que ela sai de casa. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em plena semana entre Natal e Ano Novo, chega aos cinemas de todo o país o longa nacional Fala Sério, Mãe!, baseado no livro homônimo da escritora juvenil de sucesso Thalita Rebouças. O filme conta com a participação de Ingrid Guimarães e Larissa Manoela. Com uma premissa bem interessante, a película é mais atraente do que parece.</p>
<p>O enredo fala da relação de mãe e filha, desde o nascimento da menina até o momento em que ela sai de casa. A narrativa vai construindo essa relação, focando muito nas inconstâncias da mãe, nas crises emocionais e nas dúvidas que surgem ao longo das diferentes fases de vida da filha.</p>
<p>Preciso deixar claro, antes de qualquer coisa, que tenho certa antipatia por Larissa Manoela. Tenho fobia dessas crianças que querem parecer adulto, e no caso dela, ela parece mais adulta do que qualquer coisa. Aliás, ela não convence como uma garota da idade dela, o que é preocupante. Mas independente desta antipatia gratuita (ou não), preciso ser honesta e dizer que ela é uma atriz com potencial. Apesar de um pouco forçada, mostra para o que veio e é humilde em cena.</p>
<p>A relação de Larissa com Ingrid não poderia ser melhor. As duas se dão muito bem em cena, convencem como mãe e filha e demonstram uma sintonia muito grande. É uma dupla que definitivamente funcionou. É muito legal ver, por exemplo, que o foco é em Ingrid. A história é contada da perspectiva da mãe e como ela lida com as mudanças constantes. Embora ela tenha 3 filhos, é a primogênita que coloca tudo à prova, testando sempre a mãe. Lá pela segunda metade do longa é que a menina assume o leme e continua contando a história.</p>
<p>A narrativa evolui muito bem, construindo as relações sem pressa, mas também sem enrolar. Os momentos de risada são sinceros e mesclados com emoção. O roteiro é bem cuidadoso com isso, deixando claro que o objetivo não é ser uma comédia escrachada, e sim uma adaptação fiel à um livro tão fofo. Os arcos narrativos são bem definidos e conectados entre si.</p>
<p>Para quem foi super descrente assistir ao filme, foi com alegria que recebi a surpresa de saber que o filme é realmente bom e bem dirigido. Acredito que será um sucesso, principalmente pela escolha acertada de protagonistas.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/elwmYV_Sxvo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Homem Só</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 20:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Claudia Jouvin]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Homem Só]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Brichta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine ter a possibilidade de se afastar do seu emprego insuportavelmente maçante, do seu relacionamento fadado ao fracasso, enfim, da sua própria existência &#8220;medíocre&#8221;. Um Homem Só, estreia na direção da roteirista Cláudia Jouvin (de O Gorila e Entre Idas e Vindas), traz para o espectador essa hipótese através da história de Arnaldo, personagem interpretado por Vladimir Brichta. No longa, Arnaldo é um homem infeliz no casamento e no seu trabalho dentro de uma repartição. Através de colegas de escritório, Arnaldo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Imagine ter a possibilidade de se afastar do seu emprego insuportavelmente maçante, do seu relacionamento fadado ao fracasso, enfim, da sua própria existência &#8220;medíocre&#8221;. <i>Um Homem Só</i>, estreia na direção da roteirista Cláudia Jouvin (de <i>O Gorila </i>e <i>Entre Idas e Vindas</i>), traz para o espectador essa hipótese através da história de Arnaldo, personagem interpretado por Vladimir Brichta.</p>
<p>No longa, Arnaldo é um homem infeliz no casamento e no seu trabalho dentro de uma repartição. Através de colegas de escritório, Arnaldo fica sabendo de uma clínica clandestina especializada em criar clones que substituem os seus pacientes em suas respectivas rotinas. O protagonista se submete ao experimento sem ter ciência dos riscos que o mesmo trará a sua própria vida, sobretudo quando se apaixona por Josie, vivida por Mariana Ximenes, que ajuda sua madrasta em um cemitério para animais.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6758" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/umhomemso_creditopapricafotografia_300326.jpg" alt="umhomemso_creditopapricafotografia_300326" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Trabalhando com o universo do fantástico, Jouvin procura refletir metaforicamente sobre temas profundamente humanos. Assim, <i>Um Homem Só </i>lança luz sobre o potencial que temos de nos reinventar criando versões melhores de nós mesmos. Esse é o caso de Arnaldo que descobre ter muitas diferenças com o seu clone na maneira de se portar na vida, com as pessoas e de se lançar em novas experiências, vivências que até então não faziam parte da sua entediante biografia.</p>
<p>O longa não é de todo irretocável, ele demora a decolar no seu ritmo e traz a leve sensação de retroalimentação de filmes com propostas semelhantes de abordagem, e, nesse sentido, Cláudia Jouvin se apropria de todo o <i>modus operandi </i>do cinema <i>indie </i>norte-americano, inclusive na sua trilha sonora afetivamente sedutora com clássicos da cultura pop e achados do circuito alternativo. Contudo, o filme é muito honesto em sua mensagem e preciso na costura do seu roteiro. Além disso, Jouvin conta com um elenco afiado que se apoia no complicado trabalho de Vladimir Brichta, que tira de letra a composição de duas personagens sutilmente opostas, e Mariana Ximenes, jovial como a encantadora Josie. Ximenes, por sinal, protagoniza um dos desfecho mais líricos que você poderá ver no cinema esse ano.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4-0FL0xtzzY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Loucas Pra Casar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 12:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Suzana Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É engraçada a capacidade de cópia que o cinema brasileiro tem nos modelos de roteiro americanos. A princípio, Loucas Pra Casar prometia justamente isso: um clone do longa Mulheres ao Ataque, que vale lembrar, foi extremamente criticado pelo estilo machista de enredo e pela história superficial e sem fundamento. Não me pareceu, portanto, inteligente da parte brasileira se espelhar neste tipo de narrativa. A surpresa, no entanto, melhorou um pouco o resultado e fez valer razoavelmente a pena ir ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/465179.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2662 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/465179.jpg" alt="465179" width="610" height="348" /></a></p>
<p>É engraçada a capacidade de cópia que o cinema brasileiro tem nos modelos de roteiro americanos. A princípio, <em>Loucas Pra Casar</em> prometia justamente isso: um clone do longa <em>Mulheres ao Ataque</em>, que vale lembrar, foi extremamente criticado pelo estilo machista de enredo e pela história superficial e sem fundamento. Não me pareceu, portanto, inteligente da parte brasileira se espelhar neste tipo de narrativa. A surpresa, no entanto, melhorou um pouco o resultado e fez valer razoavelmente a pena ir ao cinema.</p>
<p>Malu é uma mulher bem sucedida no trabalho e na vida amorosa. Ela namora ninguém menos que o dono da empresa onde trabalha como corretora de imóveis e ele é interpretado pelo gatíssimo Márcio Garcia. Tudo seria perfeito não fosse sua idade. Ela está com 40 anos e aguardando impacientemente o pedido de casamento do namorado de mais de três anos. Organizada ao extremo, ela acaba suspeitando um dia que dormiu na casa do amado que ele a esteja traindo, já que a quantidade de camisinhas é inferior ao que ela lembrava. Malu decide colocar um detetive na cola do bonitão e descobre que ele realmente está com outra.</p>
<p>O que se sucede é um desdobramento bem escrachado da mulher traída que resolve reconquistar o homem a qualquer custo. Machista, eu sei. “Mas você não disse que esse filme era diferente?”. Então, ele é. Você acha durante todo o longa que ele é machista e cópia brasileira do americano, que já não era grande coisa. E realmente até certo momento, ele é. No entanto, no terceiro ato do filme, ele muda completamente. E essa mudança, que eu não vou falar porque acredito que algumas pessoas queiram assistir ainda, faz toda a diferença. Ele deixa de ser machista para ser mais dramático, expondo questões da sociedade. A mulher que vai chegando aos 40 e fica desesperada para casar porque o mundo exige que ela faça isso e a biologia já diz que ela não está tão bem assim para ter filhos. Ela acaba pirando e esta piração é o resultado do filme.</p>
<p>Como bom filme brasileiro (e fique claro aqui que eu tenho muitas restrições com o cinema brasileiro, mas me esforço para ver a maioria dos longas para quebrar isso), ele tem um estilo de comédia “trapalhão”. Você ri bastante, mas não é aquela gargalhada gostosa. Tem muita piada besta, sem sentido e forçada. Mas o fato é que você consegue rir mesmo assim. <em>Loucas Pra Casar</em> tem dividido opiniões no Brasil inteiro. Os críticos renegam, mas o público em geral está aprovando. Então acredito que ele tenha algo interessante para refletir ou apenas uma risada boa para dar.</p>
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		<title>Estreias da semana: 08 a 14 de janeiro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-08-a-14-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 12:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Acima das Nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[Juliette Binoche]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
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		<category><![CDATA[Loucas pra Casar]]></category>
		<category><![CDATA[Olivier Assayas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Tatá Werneck]]></category>
		<category><![CDATA[Whiplash - Em Busca da Perfeição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O circuito nacional tem como destaque as estreias da comédia nacional Loucas pra Casar, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck,e o drama Acima das Nuvens, protagonizado por Juliette Binoche e Kristen Stewart. Algumas cidades do eixo Sul-Sudeste receberão em suas salas Whiplash &#8211; Em Busca da Perfeição, filme que promete ser um dos destaques do próximo Oscar. Há ainda a pré-estreia de Leviatã, finalista da Rússia na cateogoria melhor filme estrangeiro do Oscar. Confira detalhes dos títulos abaixo: Loucas pra Casar Dir.: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito nacional tem como destaque as estreias da comédia nacional <strong><em>Loucas pra</em> Casar</strong>, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck,e o drama <strong><em>Acima das Nuvens</em></strong>, protagonizado por Juliette Binoche e Kristen Stewart. Algumas cidades do eixo Sul-Sudeste receberão em suas salas <strong><em>Whiplash &#8211; Em Busca da Perfeição</em></strong>, filme que promete ser um dos destaques do próximo Oscar. Há ainda a pré-estreia de <strong><em>Leviatã</em></strong>, finalista da Rússia na cateogoria melhor filme estrangeiro do Oscar. Confira detalhes dos títulos abaixo:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/filme1689_f2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2581 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/filme1689_f2.jpg" alt="filme1689_f2" width="595" height="336" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Loucas pra Casar</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Roberto Santucci</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Ingrid Guimarães, Tatá Werneck, Suzana Pires</p>
<p>Depois de namorar por três anos o seu chefe, Malu (Guimarães) se dá conta que jamais conseguirá casar com ele. Ela passa a desconfiar que exista outra mulher na sua vida e descobre que ele mantém uma relação com Lúcia (Pires), uma dançarina de boate, e Maria (Werneck), uma fanática religiosa, ao mesmo tempo. O diretor da comédia é Roberto Santucci, o mesmo responsável por <em>Até que a sorte nos separe </em>e <em>O Candidato Honesto.</em></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zLE0xOr6urU?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/SIls-Maria.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-2560 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/SIls-Maria-620x338.jpg" alt="SIls-Maria" width="620" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Acima das Nuvens</strong></p>
<p style="text-align: center;">Dir.: Olivier Assayas</p>
<p style="text-align: center;">Elenco: Juliette Binoche, Kristen Stewart, Chloe Grace Moretz</p>
<p>Maria Enders (Binoche) é uma atriz de sucesso internacional que, após receber a notícia do falecimento do dramaturgo que ajudou sua carreira no teatro e no cinema, resolve aceitar o convite para participar de uma nova montagem da peça que a revelou. Enders viaja com sua assistente Valentine (Stewart) até os Alpes para buscar inspiração na composição da sua personagem e acaba se deparando com inseguranças sobre a passagem do tempo ao começar a ter contato com sua nova parceira de cena, a problemática jovem estrela JoAnn (Moretz). O filme encerrou a última edição do Festival de Cannes, a crítica já pode ser lida <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/">aqui no site</a>.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/8OOXg4jJGak?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Whiplash.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-2582 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Whiplash-620x349.jpg" alt="Whiplash-5547.cr2" width="620" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Whiplash &#8211; Em busca da Perfeição (ESTREIA EM ALGUMAS CIDADES)</strong></p>
<p style="text-align: center;">Dir.: Damien Chazelle</p>
<p style="text-align: center;">Elenco: Miles Teller, J.K. Simmons, Paul Reiser</p>
<p>Andrew (Teller) é um jovem baterista que pelo seu talento chama a atenção de um experiente músico de jazz (J.K. Simmons), um homem pode colocá-lo na orquestra da maior escola de música dos EUA, a Shaffer. Contudo, até conseguir alcançar o seu sonho, Andrew terá que lidar com o comportamento instável do seu novo mestre, uma relação obsessiva que passa a afetar a vida do rapaz em diversos níveis. <em>Whiplash </em>foi um dos destaques do último Festival de Sundance e promete ser um dos títulos do próximo Oscar. O ator J.K. Simmons é o favorito, até o momento, ao prêmio de melhor ator coadjuvante.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/BjyCGE32Xdo?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/O-Leviata-Andrei-Zviaguintsev-size-598.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2583 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/O-Leviata-Andrei-Zviaguintsev-size-598.jpg" alt="O-Leviata-Andrei-Zviaguintsev-size-598" width="597" height="336" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Leviatã (PRÉ-ESTREIAS)<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;">Dir.: Andrey Zvyagintsev</p>
<p style="text-align: center;">Elenco: Aleksey Serebryakov, Elena Lyadova, Roman Mayanov</p>
<p>Em uma cidade da Rússia, um pai de família resolve enfrentar o prefeito corrupto do local que resolve demolir a sua casa. Ele chama um amigo para ajudá-lo na missão, porém esse apoio acaba lhe custando ainda mais caro. O filme foi um dos destaques da última seleção do Festival de Cannes.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tqyL0h4AYQw?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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