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	<title>Arquivos Hugh Grant - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Hugh Grant - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Herege</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 01:11:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois que Hugh Grant juntou a sua preguiça de atuar com uma aura de misantropia suas personagens cresceram e ganharam uma qualidade de organicidade e profundidade. Este é o caso de seu novo papel, Mr. Reed. Brincando com o colorido do texto, indo de vozes aveludadas para o grave, entre amável e cruel, Grant é o triunfo de Herege. No entanto, mesmo com toda a sua presença e habilidade de atuação, o longa-metragem falha em estabelecer uma dinâmica rítmica favorável. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Depois que Hugh Grant juntou a sua preguiça de atuar com uma aura de misantropia suas personagens cresceram e ganharam uma qualidade de organicidade e profundidade. Este é o caso de seu novo papel, Mr. Reed. Brincando com o colorido do texto, indo de vozes aveludadas para o grave, entre amável e cruel, Grant é o triunfo de <strong><em>Herege</em></strong>. No entanto, mesmo com toda a sua presença e habilidade de atuação, o longa-metragem falha em estabelecer uma dinâmica rítmica favorável.</p>
<p>Com uma narrativa previsível, o estabelecimento de tensão se esvai por conta desta inabilidade em construir um enredo criativo. A premissa se baseia em mostrar quando duas meninas crentes vão evangelizar um psicopata (Grant). Quando elas entram na casa dele, ficam trancadas na residência para serem torturadas mental e fisicamente. No entanto, não há um estabelecimento de empatia para com as jovens.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se o espectador não torce para que as personagens principais sobrevivam, já há um problema com essas obras. Apesar de tentarem complexificar a dupla, deixando com que a menina que parece mais boba ser mais esperta, a tentativa é ingênua. Além disso, o trecho prévio à entrada das garotas na casa perigosa de Grant não é usado para essa conexão da plateia com elas.</span></p>
<p>Os diálogos são rasos e cotidianos demais para quem está apresentando os papéis principais da trama. A conversa entre Sister Barnes (Sophie Thatcher), Sister Paxton (Chloe East) e Mr. Reed não avança muito. Há uma volta enorme no roteiro para tentar alavancar um mistério que não cola, que seria “quem é esse homem e por que ele está torturando estas meninas?”</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A razão poderia ser a última coisa e o processo de instalação de atmosfera poderia ser feita através dos silêncios, dos movimentos do elenco em cena e da própria câmera. Desta maneira, roteiro e direção de Scott Beck e Bryan Woods — autores de Um Lugar Silencioso —  conseguiriam trabalhar o relacionamento do trio mais do que com este suposto teor místico de Reed, que é posto em dúvida durante boa parte da exibição.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18949" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5.png" alt="Herege" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Nem mesmo a música incidental ajuda na produção de efeitos de suspense e terror de <strong><em>Herege</em></strong>. Um tanto apagada, até a banda sonora soa genérica e óbvia, deixando uma sensação de que já fora ouvida antes em algum outro filme e quem assiste consegue antecipar os que virá em seguida, mais do que ficar tenso com a musicalidade. Na realidade, todos os recursos sonoros do longa se encaixam nessa lógica. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O desenho de som de uma obra de terror precisa ser olhado com cuidado e atenção. Mas, há algo frouxo aqui, mas que fica em uma categoria de um quase alcança. Porque o filme não é exatamente ruim. Há uma tentativa de usar artifícios do gênero para segurar a atenção do público e conectá-lo com a história. Talvez, a grande questão seja que Scott e Bryan não acertem o quando convocar essas convenções para as cenas.</span></p>
<p>Um exemplo pode ser o jogo com a repulsa. Quando esta dinâmica é apresentada em quadro, a impressão é de esta chega tardia, pois as personagens já estão no auge do estresse e pânico. Algum elemento deveria ter sido inserido antes, neste sentido. Assim, é como se blocos discursivos e estilísticos fossem lançados no ecrã sem grandes coesões.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, <strong><em>Herege </em></strong></span><span style="font-weight: 400;">ainda pode ser considerada uma boa experiência justamente pelo trabalho de Hugh Grant. O seu vilão não é o mais bem escrito do cinema, mas carrega dignidade, não apenas pela atuação consciente — corporal e vocalmente — de Grant, mas pela própria escrita de suas falas. Reed é o único ponto interessante e instigante da produção, porém já o suficiente para render um boa sessão.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Scott Beck, Bryan Woods </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Hugh Grant, Sophie Thatcher, Chloe East</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8XylRGjNhgQ?si=KZrLgBfqS2muyCOz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Wonka</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 12:34:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema vive um momento de grandes produções. Seja em orçamento, efeitos especiais, cenas de perseguição ou explosão, há muito que não se vê uma produção que carrega qualidade técnica e narrativa ao mesmo tempo que abraça o espectador. A sétima arte parece estar acompanhando a intensa velocidade da contemporaneidade, deixando de lado esse tipo de projeto que tira o público dessa aceleração e o embala num outro ritmo. O mais novo lançamento da Warner Bros, que chega nesta quinta-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema vive um momento de grandes produções. Seja em orçamento, efeitos especiais, cenas de perseguição ou explosão, há muito que não se vê uma produção que carrega qualidade técnica e narrativa ao mesmo tempo que abraça o espectador. A sétima arte parece estar acompanhando a intensa velocidade da contemporaneidade, deixando de lado esse tipo de projeto que tira o público dessa aceleração e o embala num outro ritmo. O mais novo lançamento da Warner Bros, que chega nesta quinta-feira aos cinemas (7), no entanto, leva o espectador para esse tipo de jornada. <strong><em>Wonka</em></strong> desacelera a realidade do cotidiano do público para que ele possa mergulhar num universo de possibilidades.</p>
<p>A leveza e doçura do longa-metragem encanta desde seus primeiros minutos com o universo fantástico dos doces e sonhos que virá pela frente. O filme, dirigido por Paul King (<em>As Aventuras de Paddington 1 e 2</em>, respectivamente, de 2014 e 2017), é o tipo de produção que se precisa todo ano para renovar as energias e, especialmente, lembrar ao público o quanto é importante sonhar. O universo de fantasia criado em <strong><em>Wonka</em></strong> vai além do evidente empenho técnico dos departamentos de arte e fotografia. Essa empreitada parece vir de um desejo de preencher corações neste período festivo de fim de ano com a renovação do que há de mais precioso nas pessoas: a capacidade de acreditar.</p>
<p>O roteiro co-escrito por King e Simon Farnaby se inspira no conhecido personagem de Roald Dahl para costurar as canções e ações que guiam a narrativa de <em><strong>Wonka</strong></em>. É inevitável que os dois filmes sobre a <em>Fantástica Fábrica de Chocolate</em> (1971 e 2005) venham à mente, no entanto, é importante se afastar dessas imagens para que se aproveite ao máximo a nova experiência proposta neste longa. Os méritos das produções anteriores não são anulados com isso, é apenas necessário que se esteja aberto a ver esse universo já conhecido pelos olhos dos novos criadores. E, acredite, vale a pena dar uma chance para conhecer a história pregressa de como o mais conhecido <em>chocolatier</em> da literatura se tornou o famoso Willy Wonka.</p>
<p>Todos já conhecem a história da Fantástica Fábrica de Chocolate, mas está na hora de conhecer como Willy Wonka se tornou o maior criador de chocolates do mundo. Para isso, é preciso observar os primeiros momentos de sua carreira, enquanto ele começou a vender seus criativos e mágicos chocolates. Wonka (interpretado por Timothée Chalamet) precisará da ajuda e confiança de seus amigos, especialmente da jovem Noodles (interpretada por Calah Lane), para enfrentar o Cartel do Chocolate (interpretados por Paterson Joseph, Matt Lucas e Mathew Baynton) e enfim mostrar ao mundo do que é feito o seu sonho.</p>
<figure id="attachment_17543" aria-describedby="caption-attachment-17543" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-17543" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-750x500.jpg" alt="Wonka (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17543" class="wp-caption-text">Timothée Chalamet em cena de &#8216;Wonka (2023)&#8217; / Divulgação</figcaption></figure>
<p>Através de uma roupagem fantasiosa e repleta de canções, <strong><em>Wonka</em></strong> embala o público numa jornada doce e encantadora. A fantasia está representada em sua forma mais pura: através da imaginação e crença de uma mente infantil. Ainda que Willy não seja tão novo assim, suas intenções e desejos carregam a pureza da infância na tentativa de aproximar o espectador desse universo fantástico e musical que guia o longa. Essa união de forças e de gêneros cinematográficos resultam numa história divertida, leve, engraçada e carregada de afeto, capaz igualmente de emocionar e inspirar o público.</p>
<p>Essa pulsante vontade de gerar o potencial de acreditar em quem assiste parece ser a força motriz do projeto. <strong><em>Wonka</em></strong>, desde sua abertura, é construído com sucessíveis visuais de tirar o fôlego. Essa construção visual, guiada pelo desejo do roteiro de fazer com que o público acredite na fantasia, também é expressa na trilha sonora composta por Joby Talbot e nas canções originais de Neil Hannon. Os números musicais agradarão tanto os fãs de musicais como os espectadores mais resistentes aos mesmos por seu caráter imersivo nos acontecimentos da narrativa e pelo espaçamento entre uma canção e outra.</p>
<p>O projeto como um todo é extremamente coeso em sua missão de gerar encantamento enquanto se cria um espaço para acreditar. O elenco, por exemplo, é um dos principais promotores dessa força em <strong><em>Wonka</em></strong>. Comandados pelo jovem Chalamet (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/"><em>Até os Ossos</em></a>, de 2023), o restante dos atores e atrizes do filme &#8211; sejam eles mocinhos ou vilões &#8211; dão continuidade à mescla de excentricidade, desconexão da realidade e pureza expressados pela interpretação de Timothée. Vale ainda destacar as contribuições excepcionais de Calah Lane, Paterson Joseph, Keegan-Michael Key (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-super-mario-bros-o-filme/"><em>Super Mario Bros. O Filme</em></a>, de 2023), Tom Davis, Olivia Colman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a>, de 2018) e Hugh Grant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dungeons-dragons/"><em>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</em></a>, de 2023).</p>
<p><em><strong>Wonka</strong></em> é uma jornada fantástica sobre o que a habilidade de sonhar e acreditar em seus sonhos pode fazer. É um filme que inspira algo sensível e doce no público e é a mensagem que se precisa para encerrar o ano bem. O projeto é a dose certa de excentricidade com o irônico para construir uma história cativante e crível para um dos personagens mais conhecidos da literatura fantástica infantil. Chalamet consegue honrar as interpretações anteriores sem perder de vista a sua própria potencialidade individual. E é essa receita de exageros controlados que fazem de <strong><em>Wonka</em></strong> o filme que muitos duvidaram, mas todos precisávamos.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Paul King</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Timothée Chalamet, Calah Lane, Keegan-Michael Key, Paterson Joseph, Matt Lucas, Mathew Baynton, Sally Hawkins, Rowan Atkinson Jim Carter, Tom Davis, Olivia Colman e Hugh Grant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/8Hpz6B4FODM?si=RmKipqsby6ot3tsd" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias Senhor dos Anéis e Harry Potter, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de Dungeons &#38; Dragons: Honra Entre Rebeldes surgisse como uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Harry Potter</em>, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> surgisse como uma luz no fim do túnel.</p>
<p>Contudo, assim como outras adaptações e/ou remakes de jogos &#8211; a exemplo do não tão bem recebido <i>Mortal Kombat</i> (2021) -, a nova produção da Paramount dividiu opiniões. Da divulgação da produção de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>até os trailers, muito se especulou e teorizou sobre o que poderia ser o filme. E em meio ao burburinho, os fãs de RPG e da série animada dos anos 1980 ficaram cada vez mais curiosos. Mas será que o tão aguardado lançamento da aventura medieval está a altura da ansiedade estabelecida pelo estúdio?</p>
<p>Ainda que o roteiro de Michael Gilio e dos co-diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de <i>Noite de Jogo</i>, de 2018) não se debruce no aprofundamento de sua história ou personagens, <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> é um longa-metragem divertido. A história consegue prender a atenção do espectador e cativar até mesmo os mais céticos com a produção.</p>
<p>O jogo entre os personagens feito por Gilio, Goldstein e Daley ajuda o resultado do projeto. Existe uma dosagem precisamente medida das participações e interações entre o elenco principal. E é esse equilíbrio entre o drama, a comédia e a aventura que fez de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> um filme interessante para o subgênero.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16658 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg" alt="Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2.jpg 759w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É evidente que a narrativa construída pelo trio nem se compara à complexidade e aprofundamento que as franquias citadas anteriormente. Isso, no entanto, não impede que o longa encontre seu lugar no mercado. Existe uma gama de fãs do jogo e de ficção fantástica que se sentem órfãos de ver na telona o seu tipo de jornada preferida e com <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>isso volta a ser possível &#8211; e com qualidade.</p>
<p>A direção da dupla Goldstein e Daley é dinâmica o suficiente para esconder algumas falhas do roteiro ao mesmo tempo que não perde o <i>timing</i> da ação e comédia. Essa talvez seja a maior conquista dos diretores em <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>. Conseguir manter o público entretido apesar das faltas. Afinal, é inevitável comparar com produções como <i>Game of Thrones</i> (2011 &#8211; 2019) ou <i>A Casa do Dragão</i> (2022-) e os diretores sabiam que o roteiro deles nem se equiparava a isso, por isso o investimento em outros elementos da produção.</p>
<p>Um enfoque maior nas relações entre os personagens distrai o espectador da falta de desenvolvimento dos vilões da história, por exemplo. A coesão em cena dos atores, porém, justifica essa escolha. Além disso, o filme preenche o seu universo com detalhes do mundo do RPG &#8211; sem contar com uma surpresa escondida para os fãs da série animada dos anos 1980. Assim, a narrativa se torna mais atrativa e próxima para que o resultado seja positivo para <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>.</p>
<p>No fim das contas, a ansiedade dos fãs e a curiosidade do público como todo foi bem paga por essa produção que veio para ficar por algum tempo. Não só por vivermos na era das franquias, mas o universo RPG representado no filme permite que <b><i>Dungeons &amp; Dragons </i></b>possa ter uma vida longa nos cinemas. Para isso, entretanto, é preciso que as próximas histórias sejam melhor desenvolvidas. Mais camadas, momentos dramáticos, ação e referências. Essa é a fórmula para o sucesso e a longa vida da possível franquia medieval.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Jonathan Goldstein e John Francis Daley</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pine, Michelle Rodriguez, Regé-Jean Page, Justice Smith, Hugh Grant e Sophia Lillis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/4sN3bTR3NaU?si=yQFpQus9tXJqRqrV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Especial: Atores de Comédia que Mereciam Indicação ao Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 02:01:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival Internacional de Cinema de Toronto está na boca do brasileiro, mas por um motivo peculiar. A edição de 2019, dentre muitos outros filmes, exibiu Uncut Gems, longa estrelado por Adam Sandler. Dirigido pelos irmãos Safdie — responsáveis por Bom Comportamento, que traz uma atuação brilhante de Robert Pattinson — o drama está sendo aclamado pela crítica. Não só isso, mas a atuação de Adam Sandler também chama atenção e especula-se que o ator pode ser indicado ao Oscar. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Festival Internacional de Cinema de Toronto</em> está na boca do brasileiro, mas por um motivo peculiar. A edição de 2019, dentre muitos outros filmes, exibiu <em>Uncut Gems</em>, longa estrelado por Adam Sandler. Dirigido pelos irmãos Safdie — responsáveis por <em>Bom Comportamento</em>, que traz uma atuação brilhante de Robert Pattinson — o drama está sendo aclamado pela crítica. Não só isso, mas a atuação de Adam Sandler também chama atenção e especula-se que o ator pode ser indicado ao Oscar.</p>
<p>No Brasil, Sandler é principalmente identificado por papéis em filmes como <em>Click</em> ou <em>Esposa de Mentirinha</em>. Entretanto, não é de conhecimento geral que volta e meia o ator se arrisca (e se saí muito bem) no drama. Suas atuações em <em>Embriagado de Amor</em> e <em>Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe</em> (filme exclusivo da <em>Netflix</em>) provam sua competência.</p>
<p>Assim, o<em><strong><a href="http://www.coisadecinefilo.com.br"> Coisa de Cinéfilo</a></strong></em> preparou uma lista de atores e atrizes de comédia, tanto do passado quanto do presente, que mereciam pelo menos uma indicação ao Oscar, mas nunca ou ainda não conseguiram.</p>
<p>Antes de mais nada, vale a observação de que a lista reflete como a comédia é um meio predominantemente masculino, sendo marcado pelo machismo, que por muito não deu oportunidade para mulheres se destacarem na área. Felizmente, as coisas estão mudando e já há grandes atrizes sendo reconhecidas, como Melissa McCarthy, que inclusive foi nomeada duas vezes para o Oscar.</p>
<p><strong>Confira a lista!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11260" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Buster-Keaton-Pork-Pie-Hat-3-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Buster-Keaton-Pork-Pie-Hat-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Buster-Keaton-Pork-Pie-Hat-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Buster-Keaton-Pork-Pie-Hat-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>10 &#8211; Buster Keaton (1895-1966)</strong></p>
<p>Quem for fã de Jackie Chan, irá gostar de Keaton. O seu grande azar foi ter surgido na mesma época de Charlie Chaplin. Tendo um dos maiores gênios da história como &#8220;concorrente&#8221;, Keaton foi injustamente esquecido por muitos. O grande diferencial do comediante, além de seu rosto propositalmente inexpressivo (<em>deadpan style</em><span style="text-decoration: underline;">)</span>,  é que ele constantemente se envolvia em sequências grandiosas e perigosas, arriscando sua própria pele para gerar momentos únicos para o cinema.</p>
<p>Seu auge foi durante o cinema mudo e como reconhecimento recebeu um Oscar honorário em 1959, mas que não parece o suficiente por tudo que já fez. Suas principais obras são: <em>O General; Marinheiro de Encomenda; Bancando o Águia e O Homem das Novidades</em>, todas disponíveis no Youtube. Também vale citar Harold Llyod, que junto com Buster e Charlie formava a tríade de ouro da comédia muda, tendo <em>O Homem Mosca</em> como seu trabalho mais famoso.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11252" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5a1d51559d2c1-e1511952845108-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5a1d51559d2c1-e1511952845108.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5a1d51559d2c1-e1511952845108-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5a1d51559d2c1-e1511952845108-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>9 &#8211; Stan Laurel (1890-1965) e Oliver Hardy (1892-1957)</strong></p>
<p>Posteriormente, na década de 1930, houve o ápice da dupla Stan e Ollie. Com o advento do som, muito do humor pastelão da dupla envolvia piadas faladas ou <em>gags</em> sonoras, uma novidade para a época. Decerto, não há como falar de cada um individualmente, pois eles funcionavam de maneira complementar e antagônica, com Stan irritando Oliver o tempo todo com sua inocência. Assim, seus filmes aproveitavam da aparência contrastante entre a dupla para gerar piadas, pois Hardy era bem maior que Laurel. Além disso, o filme Stan e Ollie foi lançado em 2018, protagonizado por Steve Coogan e John C. Reilly e que conta a história deles. Similarmente importante e que vale menção é a dupla Abbott e Costello, que com uma dinâmica semelhante reinou nas décadas de 1940 e 1950.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11257" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/lucille-ball-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/lucille-ball.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/lucille-ball-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/lucille-ball-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>8 &#8211; Lucille Ball (1911-1989)</strong></p>
<p>Considerada a &#8220;Primeira-Dama da TV Norte Americana&#8221;, Lucille Ball ficou famosa principalmente por estrelar a <em>sitcom</em> <em>I Love Lucy</em>, sendo nomeada a diversos Emmys por isso. Uma das maiores comediantes físicas da história, Ball merecia mais crédito por seus trabalhos em uma fase mais madura da carreira, como em <em>Os Seus, os Meus, os Nossos</em> ou <em>O Jogo Proibido do Amor</em>. Apesar de ter sido reconhecida no Globo de Ouro, nunca foi indicada ao Oscar.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11254" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0db97938-85ff-11e7-8f03-5f0754277a16_1280x720_075827-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0db97938-85ff-11e7-8f03-5f0754277a16_1280x720_075827.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0db97938-85ff-11e7-8f03-5f0754277a16_1280x720_075827-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0db97938-85ff-11e7-8f03-5f0754277a16_1280x720_075827-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>7 &#8211; Jerry Lewis (1926-2017)</strong></p>
<p>Surpreendentemente, Jerry Lewis, conhecido com o Rei da Comédia, nunca ganhou um Oscar. Com seu sucesso principalmente na década de 1960, o comediante começou a carreira fazendo dupla com o cantor Dean Martin e seu estilo de comédia física influenciou muitos nomes, entre eles Jim Carrey. Além disso, Lewis exercia total controle sobre a produção de seus filmes, sendo diretor, roteirista e editor. Ele não só estrelou icônicos longas de comédia como <em>Errado para Cachorro</em>, como também é famoso por seu papel em <em>O Rei da Comédia</em>, de Martin Scorsese, interpretando uma versão satírica de si mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11256" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/p052f85d-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/p052f85d.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/p052f85d-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/p052f85d-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>6 &#8211; John Cleese (1939-presente)</strong></p>
<p>Quem não conhece <em>Monty Python</em>? Se a resposta for negativa, pare imediatamente de ler esse texto e vá ver os filmes disponíveis na Netflix. John Cleese é um de seus cofundadores, exercendo a função de roteirista e ator. Embora já tenha sido indicado ao Oscar por seu trabalho de argumentista, Cleese é injustamente esquecido por suas atuações. Assim como todos os integrantes do grupo britânico, ele tinha um humor ácido e rápido. Após abandonar <em>Monty Python</em>, o comediante criou a série <em>Fawlty Towers</em> e fez participações em filmes famosos, como: Nick Quase-Sem-Cabeça em <em>Harry Potter</em>; Q em <em>007 &#8211; Um Novo Dia Para Morrer</em> e o Inspetor Dreyfus em <em>Pantera Cor de Rosa 2</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11259" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/image-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/image.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/image-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/image-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>5 &#8211; Richard Pryor (1940-2005)</strong></p>
<p>Maior comediante de<em> stand-up</em> de todos os tempos? Segundo o <em>Comedy Central</em>, sim. Marcado por seus rápidos diálogos, Pryor utilizava o humor para denunciar o racismo de sua época, sendo chamado de &#8220;Picasso de sua geração&#8221; por Jerry Seinfeld. Além de fazer muitos <em>stand-ups</em>, o humorista participou de alguns filmes de comédia, mas a sua grande atuação realmente foi em um drama, assim como Sandler. Na estreia de direção de Paul Schrader (responsável pelo roteiro de <em>Taxi Driver</em>), no filme <em>Vivendo na Corda Bamba</em>, Pryor traz uma atuação convincente e forte. Em um estilo completamente diferente, seu papel foi bastante elogiado pelo renomado crítico Roger Ebert.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11255" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/steve-martin-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/steve-martin.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/steve-martin-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/steve-martin-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>4 &#8211; Steve Martin (1945-presente)</strong></p>
<p>Apesar de ter cinco nomeações para o Globo de Ouro, Steve Martin só foi lembrado pelo Oscar por um prêmio honorário em 2014. Caso sirva de prêmio de consolação, ele também já apresentou a premiação três vezes. Com seu estilo irônico, Martin fez mais de 70 filmes e chegou a ser comparado com Jerry Lewis no início da carreira. Seus papéis mais conhecidos pelo público são o trapalhão Clouseau em <em>Pantera Cor de Rosa</em> e o pai de muitos filhos em <em>12 É Demais</em>. Com uma carreira tão rica, é claro que o ator não fez apenas comédias, sendo possível vê-lo em filmes de drama como <em>A Trapaça</em>, <em>Uma Virada do Destino</em> e, mais recentemente, <em>A Longa Caminhada de Billy Lynn</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11258" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/IW_HughGrant47640-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/IW_HughGrant47640.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/IW_HughGrant47640-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/IW_HughGrant47640-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>3- Hugh Grant (1960-presente)</strong></p>
<p>Uma das figuras mais populares do cinema britânico, não há como dizer que Hugh Grant é totalmente esquecido. Ganhador do BAFTA e do Globo de Ouro, Grant ainda não foi lembrado pelo Oscar. Com sua comédia sarcástica, Grant já chamava a atenção na década de 1990 em filmes como <em>Quatro Casamentos e um Funeral</em> e <em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>. Indo para o lado dramático, ele também não desapontou atuando em <em>Cloud Atlas</em> e <em>Florence: Quem é Essa Mulher?</em>. Mais recentemente, Grant fez o antagonista de <em>Paddington 2</em>, com uma atuação extremamente caricata e exagerada, roubando o filme para si.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11250" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1511563690343905-shutterstock_9040454g-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1511563690343905-shutterstock_9040454g.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1511563690343905-shutterstock_9040454g-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1511563690343905-shutterstock_9040454g-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2 &#8211; Jim Carrey (1962-presente)</strong></p>
<p>Um dos homens mais excêntricos e complexos do mundo, Jim Carrey é muito mais do que o Lóide, de <em>Debi &amp; Lóide</em>. Afinal, além de comediante, Carrey se mostrou um ótimo ator dramático em<em> O Show de Truman</em>, que na época já levantou especulações de que ele poderia ser nomeado ao Oscar de Melhor Ator. Posteriormente, ele iria reafirmar sua excelência no drama como o protagonista de <em>O Mundo de Andy</em> e <em>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</em>. Ainda que tenha sido premiado diversas vezes, o ator sempre pareceu ser rejeitado pela Academia. Será preconceito só porque ele participou de <em>Batman Forever</em>?</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11253" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2.14BenStillerCvr-FTR-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2.14BenStillerCvr-FTR.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2.14BenStillerCvr-FTR-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2.14BenStillerCvr-FTR-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1 &#8211; Ben Stiller (1965-presente)</strong></p>
<p>Outro ator que é popularmente conhecido por filmes mais acessíveis como <em>Uma Noite No Museu</em>, Stiller também já provou que sabe fazer drama. Em constante parceria com o diretor Noah Baumbach, Stiller está em papéis convincentes em <em>Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe</em> (assim como Sandler),<em> Enquanto Somos Jovens</em> e <em>O Solteirão</em>. Seguindo essa mesma linha, o humorista já trabalhou com Wes Anderson em <em>Os Excêntricos Tenenbaum</em>s, também com uma atuação impressionante.</p>
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		<title>Crítica: O Bebê de Bridget Jones</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-bebe-de-bridget-jones/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 03:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Sharon Maguire]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;</em></span>. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon Maguire mostra logo para o que veio, sem fazer arrodeios e sem arriscar em novos estilos das comédias românticas atuais. Podemos perder um pouco no quesito inovação, talvez, mas à medida que a narrativa engrena, ninguém nem lembra disso.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser (aliás, poderia, mas ainda bem que não foi o caso), Maguire, que também foi diretora do primeiríssimo longa lá de 2001, retoma a essência da personagem, seu jeito desastrado, seus medos, suas falas inconvenientes. É como se a gente conseguisse reviver tudo outra vez, especialmente depois do segundo episódio, que, embora tenha agradado, foge um pouco à regra.</p>
<p>Falando um pouco da sinopse, Bridget Jones está na casa dos 40 anos e não alcançou o sucesso amoroso que esperava. Ela terminou com Mark há algum tempo e ele chegou a casar com outra mulher. Logo no início desta trama, ela ainda tem que lidar com a morte de Daniel, com quem também já não se envolvia há anos.</p>
<p>Nós precisamos falar muito sobre Renée Zellweger. Sim, é impossível imaginar uma Bridget melhor do que ela e, após um período um pouco afastada dos filmes, fiquei receosa do resultado deste longa. Mas acredito que uma vez Bridget, sempre Bridget. Ela encarna o personagem tão perfeitamente que parece que nem se passaram 15 anos desde o primeiro longa (sim, também fiquei chocada com tantos anos). E claro que os sinais da idade se mostram e isso apenas acrescenta mais charme à personagem e seu estilo confuso. A sua dualidade de sempre pode ser vista em tantos momentos que é como se você realmente conhecesse a personagem pessoalmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6737" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/053951.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="BRIDGET JONES' BABY" width="610" height="348" /></p>
<p>Sua relação com Mark consegue sustentar o cansaço de uma relação de vai-e-vem e o encanto do amor verdadeiro. E é possível imaginar o quão difícil é esta dinâmica. Contracenar com Colin Firth definitivamente ajuda, principalmente quando ele traz toda a elegância e frieza de um britânico típico. O tempo, por sinal, foi generoso com ele.</p>
<p>Se sentimos falta de Hugh Grant e seu inconstante Daniel Cleaver? Certamente! Mas a compensação foi justa e bem representada por Patrick Dempsey. E é aí que reside o diferencial deste longa. Bridget não briga mais entre um romântico frio e um safado apaixonado. Ela está entre dois homens românticos e apaixonados, tornando tudo ainda mais confuso para ela.</p>
<p>Um ponto muito importante do filme é que, assim como <em>Casamento Grego</em> conseguiu fazer com sua continuação 15 anos depois, <em>O Bebê de Bridget Jones</em> também reuniu o elenco original, desde os principais aos coadjuvantes, o que claramente favoreceu para a atmosfera e o clima do longa como um todo. É muito bom ver personagens divertidos como a mãe, o pai e os amigos, interagindo de forma memorável com a protagonista.</p>
<p>Claro que o filme tem altos e baixos. A barriga falsa da gravidez de Bridget certamente é um dos pontos baixos, de tão mal feita que é. Além disso, algumas repetições dispensáveis e alguns diálogos previsíveis. Mas como você pode imaginar, nada que tire o brilho e o glamour de uma das melhores personagens da ficção cinematográfica. (Sim, posso ter deixado minha paixão pelo longa falar mais alto, o que fez vista grossa em alguns defeitos).</p>
<p>Quando a sessão acabou e os sorrisos tomavam conta de todos os jornalistas da sessão, eu literalmente me senti de volta à minha pré-adolescência, com todas as confusões femininas e crises amorosas. E uma sensação dessa, definitivamente, só Bridget Jones pode nos oferecer.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZQtx7CE47oY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Florence &#8211; Quem é essa Mulher?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 10:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Florence: Quem é Essa Mulher?]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Frears]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das maiores qualidades de Florence: Quem é essa Mulher?, do inglês Stephen Frears (Ligações Perigosas e A Rainha), é conseguir humanizar uma protagonista que tinha tudo para cair no ridículo e que, em determinado momento da trama, testa o senso de humor do espectador. Claro que Frears conta com uma atriz como Meryl Streep no comando da sua personagem, o que facilita seu exercício de humanização de Florence Foster Jenkins, mas não fosse a usual delicadeza que o diretor costuma imprimir em suas histórias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores qualidades de <i>Florence: Quem é essa Mulher?</i>, do inglês Stephen Frears (<i>Ligações Perigosas </i>e <i>A Rainha</i>), é conseguir humanizar uma protagonista que tinha tudo para cair no ridículo e que, em determinado momento da trama, testa o senso de humor do espectador. Claro que Frears conta com uma atriz como Meryl Streep no comando da sua personagem, o que facilita seu exercício de humanização de Florence Foster Jenkins, mas não fosse a usual delicadeza que o diretor costuma imprimir em suas histórias e o interessante olhar que ele tem para a situação da sua protagonista, o longa poderia se tornar uma obra de humor escrachado sobre uma socialite aspirante a cantora de ópera que não tem o menor talento vocal para tanto.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama, baseada em eventos reais, é conhecida do público brasileiro e fora daqui também. A vida de Florence Foster Jenkins, a pior cantora que já se teve notícia, ganhou uma montagem teatral no Brasil com Marília Pêra no papel principal intitulada <i>Gloriosa </i>e, recentemente, teve uma versão cinematográfica na França batizada de <i>Marguerite</i>, longa Xavier Giannoli vencedor de 6 Césars (prêmio máximo do cinema francês), incluindo o de melhor atriz para Catherine Frot. Florence era filha de um banqueiro e herdeira de um grande patrimônio que era apaixonada pelos palcos e sempre sonhou em soltar a sua voz como cantora de ópera. Receoso em desapontar a esposa, St. Clair Bayfield contrata um professor de canto, um pianista particular e organiza uma apresentação para Florence, mas tudo é arranjado de uma maneira que ela não descubra o desastre que é quando resolve soltar a voz. Acontece que as ambições de Florence crescem e ela passa a desejar uma apresentação no Carnegie Hall, importante casa de shows americana, fazendo com que todo o aparato criado por Bayfield para protegê-la das opiniões de terceiros saia do controle.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6422" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/florence.jpg" alt="florence" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como já antecipado, o mérito de Stephen Frears em <i>Florence: Quem é essa Mulher? </i>foi buscar na história potencialmente jocosa da sua protagonista o teor humano. Frears transforma a desastrosa jornada de Florence nos palcos em uma história de verdadeira e sincera devoção à arte. Apesar de não fugir das situações potencialmente cômicas criadas pelas bizarras apresentações de  Jenkins, Frears enriquece a história da sua protagonista com dados sobre a sua vida que fazem com que ela e o filme ultrapassem a barreira do ridículo, do absurdo e do estapafúrdio. Existem informações sobre o passado de Florence que tornam nobres as razões pelas quais Bayfield protege tanto a sua esposa da verdade e que fazem o espectador cúmplice dos seus atos e cada vez mais apaixonado pela pureza da aspirante a cantora. Por diversos momentos, o público se enternece com a situação de Florence e passa da gargalhada à empatia em razão de segundos. A cada um dos esforços sinceros e apaixonados de Florence em sua busca pela carreira de cantora e os movimentos daqueles que a cercam a fim mantê-la sob uma redoma de mentiras, o espectador dá de cara com momentos que tornam a biografia simpática e terna.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Parte do interessante resultado alcançado em <i>Florence: Quem é essa Mulher? </i>é fruto do desempenho de Meryl Streep, que consegue acessar particularidades das emoções de Florence com as nuances e sutilizas que são usuais em alguns dos seus melhores desempenhos. Há também esforços louváveis de Hugh Grant, que está muito bem na pele de St. Clair Bayfield e torna sua relação com Florence um dos pontos altos do filme através de uma cumplicidade com Streep que salta a tela. Infelizmente, o mesmo não pode ser dito de Simon Helberg, intérprete do pianista Cosmé McMoon. O ator vai por um caminho completamente oposto ao dos colegas e no lugar de buscar a humanidade que existe por trás de toda a situação vivida por seu personagem, opta pelo humor com tonalidades fortes e exageradas, algo fora de tom e que soa deslocado sobretudo no terceiro ato do filme, quando a história ganha contornos mais dramáticos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No fim das contas, <i>Florence: Quem é essa Mulher? </i>é uma história de amor e dedicação à arte que ultrapassa a própria vocação ou talento artístico. Ao final da sessão, saímos com a certeza de que em Florence existe um sentimento sincero de carinho e respeito aos palcos que, provavelmente, artistas com mais talento que ela não têm. Frears conduz tudo isso com muito cuidado através de uma direção que, se não consegue estar em pé de igualdade com alguns dos seus melhores trabalhos, ao menos é coerente com seus propósitos e afetuosa com sua protagonista, conferindo múltiplas e profundas camadas de leitura e emoção ao filme.</p>
</div>
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		<title>Crítica: O Agente da U.N.C.L.E.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vinkander]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Debicki]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[O Agente da U.N.C.L.E.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Até chegar aos cinemas, O Agente da U.N.C.L.E. teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3422" aria-describedby="caption-attachment-3422" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-3422 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189-620x335.jpeg" alt="pegasus_LARGE_t_1581_106482189" width="620" height="335" /></a><figcaption id="caption-attachment-3422" class="wp-caption-text">Trio: Da esquerda para a direita, Armie Hammer, Alicia Vinkander e Henry Cavill são o centro da história do filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até chegar aos cinemas, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos e Ritchie escolheu Henry Cavill (o Superman de <i>O Homem de Aço</i>) e Armie Hammer (de <i>O Cavaleiro Solitário </i>e <i>A Rede Social</i>), para interpretarem os agentes Napoleon Solo da CIA e Illya Kuryakin da KGB, respectivamente.</p>
<p>Esta trajetória cheia de reviravoltas de <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>poderia ter um desfecho mais feliz não fosse a gélida recepção do filme nos EUA. A crítica oscilou entre a reprovação e a indiferença e o público não foi assistir ao longa no seu final de semana de estreia, fazendo-o amargar o terceiro lugar nas bilheterias. Uma pena pois o resultado não é tão catastrófico assim.</p>
<figure id="attachment_3423" aria-describedby="caption-attachment-3423" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3423 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill-620x367.jpg" alt="XXX MAN UNCLE MOV JY 1187 .JPG A ENT" width="620" height="367" /></a><figcaption id="caption-attachment-3423" class="wp-caption-text">Desarmônico: Falta um pouco de química na dupla principal</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>tem como centro da sua narrativa o ódio mortal entre os agentes Napoleon Solo (da CIA, EUA) e Illya Kuryakin (KGB, União Soviética) em plena Guerra Fria. Os dois acabam sendo obrigados a unirem forças para combaterem uma organização que tem o intuito de desenvolver armamentos nucleares. A improvável união acaba fazendo com que seja criada uma nova organização, a U.N.C.L.E..</p>
<p>Sob a enérgica e vibrante direção de Guy Ritchie, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>adapta a estrutura e a abordagem dos filmes de espionagem dos anos 60 ao estilo &#8220;moderninho&#8221; do realizador. O longa está longe de ter o <i>aproach </i>sisudo e sombrio dos filmes do <i>007 </i>mais recentes e está mais próximo de um descompromisso que era a marca dos longas do seu gênero. Ao formato, Ritchie injeta a sua montagem clipeira e sua vocação para escolher trilhas sonoras certeiras, ambientando a trama no espírito da época através de artistas como Nina Simone,  Ennio Morricone e até o brasileiro Tom Zé (!), o que faz com que o filme seja muito charmoso.</p>
<figure id="attachment_3424" aria-describedby="caption-attachment-3424" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3424 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle-620x349.jpg" alt="cavill-debicki-man-from-uncle" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3424" class="wp-caption-text">Charme: Direção e trilha que o transformam filme em uma experiência bem agradável</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ponto fraco do longa talvez seja o desnivelamento dos desempenhos dos seus dois protagonistas. Enquanto temos um Armie Hammer muito interessante na pele do explosivo e anti-social Illya, Henry Cavill não se acerta como o cafajeste <i>bon vivant </i>Napoleon. Por esse motivo fica tão evidente a falta de encaixe entre os dois atores na tela, Cavill parece não acompanhar o <i>timing </i>cômico de Hammer e aquele que poderia ser o elemento responsável por dar uma maior consistência à narrativa parece nunca estar presente. Completam o elenco, Alicia Vinkander (ótima na pele de Gaby, a dúbia protegida da dupla de agentes), Elizabeth Debicki (que surge igualzinha ao seu desempenho em <i>O Grande Gatsby</i>) e Hugh Grant (razoável como um personagem que poderia ser aproveitado em sequências que, pelo rumo da recepção do filme, podem não acontecer).</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>não merece o destino que anda tendo. É <i>old fashioned</i>, mas também é muito contemporâneo, trabalhando com uma variação interessante do seu gênero. É claro que existem determinados elementos que o enfraquecem como a desajustada interpretação de Henry Cavill, uma certa displicência do roteiro com alguns dos seus personagens e a sua excessiva duração, mas é um filme de espionagem divertido e que se sustenta graças à direção sempre eficiente de Guy Ritchie. <i> </i></p>
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		<title>Memória: Um Lugar Chamado Notting Hill, com Julia Roberts e Hugh Grant</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 19:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Roberts]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>
		<category><![CDATA[Um Lugar Chamado Notting Hill]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 15 anos era lançado o romance “Um Lugar Chamado Notting Hill”. Primeiro longa do diretor Roger Michell (“Um Final de Semana em Hyde Park”), o filme traz um clássico modelo de filmagem britânica, misturando atores locais e americanos e seguindo uma narrativa acompanhada de linda trilha sonora. No enredo, Will, interpretado pelo galã de comédia romântica Hugh Grant, é o dono fracassado de uma livraria especializada em turismo. Sua vida segue rotineira depois que ele se divorciou da mulher, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/notting2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-498 aligncenter" alt="notting2" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/notting2.jpg" width="596" height="337" /></a></p>
<p>Há 15 anos era lançado o romance “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>”. Primeiro longa do diretor Roger Michell (“<em>Um Final de Semana em Hyde Park</em>”), o filme traz um clássico modelo de filmagem britânica, misturando atores locais e americanos e seguindo uma narrativa acompanhada de linda trilha sonora. No enredo, Will, interpretado pelo galã de comédia romântica Hugh Grant, é o dono fracassado de uma livraria especializada em turismo. Sua vida segue rotineira depois que ele se divorciou da mulher, que o traiu. Em estado de quase depressão, ele pouco conhece do mundo artístico ao seu redor, quando se depara com Anna, famosa atriz americana, vivida pela belíssima Julia Roberts. Claro que, inicialmente, ele não a reconhece, mas se encanta de cara com sua beleza. Depois de um incidente com um copo de suco de laranja e um beijo roubado, ela liga para sua casa, dando início a um romance tímido.</p>
<p>Possivelmente por conta do sotaque fortíssimo da maior parte do elenco, o filme aconchega e mescla a frieza do inglês com a sua vivacidade no relacionamento. Os amigos de Will são importantíssimos na trama, superando os papéis de coadjuvantes. A louca irmã que só se dá mal em namoros (Emma Chambers), a amiga que foi seu primeiro amor e agora vive numa cadeira de rodas (Gina McKee), o amigo que “roubou” sua paixão (Tim McInnerny), o conhecido perdedor (Hugh Bonneville) e o colega de quarto completamente sem noção e hilário (Rhys Ifans). Seguindo uma narrativa leve e envolvente, o longa traz com naturalidade um possível conto de fadas, onde um reles empresário falido consegue conquistar uma artista super famosa e viver uma história de amor. É interessante observar o equilíbrio que o diretor traz ao não colocar nenhum dos dois protagonistas em posição de superioridade, colocando-os em patamar horizontal no relacionamento. Embora Anna mude completamente a vida de Will, ele também traz o “pé no chão” que ela precisa para dar sentido a dela.</p>
<p>Uma das comédias românticas mais lindas dos últimos tempos, “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>” chama a atenção para a possibilidade de criar um filme do gênero que possua conteúdo e não beire o patético. É perceptível a qualidade do longa e como ele se destaca das produções que o seguiram. Atenção especial para trilha sonora que encanta a cada cena. Uma excelente pedida para o fim de semana.</p>
<p><strong>Os envolvidos 15 anos depois</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/roger-michell-hyde-park-on-hudson.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-500" alt="roger-michell-hyde-park-on-hudson" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/roger-michell-hyde-park-on-hudson.jpg" width="480" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Roger Michell</strong></p>
<p>Depois do sucesso de “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>”, o diretor acumulou uma filmografia nada excepcional que inclui “<em>Amor Para Sempre</em>” (2004), onde ele repetiu a parceria com Rhys Ifans, e “<em>Uma Manhã Gloriosa</em>” (2010), que se anunciou como uma comédia romântica diferente, mas caiu no usual e não impressionou. Michell se redimiu com “<em>Um Final de Semana em Hyde Park</em>” (2012), no entanto, continuou deixando na expectativa o público que assistiu e se encantou com sua obra-prima.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/hugh.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-502" alt="hugh" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/hugh.jpg" width="480" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Hugh Grant</strong></p>
<p>Seguindo sua tendência de atuar em comédias românticas, Grant teve altos e baixos na carreira, de “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>” para cá. Apesar do fracasso de “<em>Amor à Segunda Vista</em>” (2002), ele conseguiu emplacar ótimos personagens em “<em>Simplesmente Amor</em>” (2003) e “<em>O Diário de Bridget Jone</em>” (2001 &#8211; e continuações). Contrastando com seu perfil mulherengo e cafajeste na vida real, no cinema ele tende a interpretar o bom moço que sofre para conseguir manter um relacionamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/julia-roberts-in-paris.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-501" alt="julia-roberts-in-paris" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/julia-roberts-in-paris.jpg" width="480" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julia Roberts</strong></p>
<p>Apesar do seu nome de peso e enorme sucesso nos anos 90 (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por “<em>Uma Linda Mulher</em>” (1990) e a estatueta por “<em>Erin Brokovich &#8211; Uma Mulher de Talento</em>” (2000)), Roberts passou um período em baixa no final dos anos 2000. Logo após seu papel como Anna, ela emplacou “<em>A Mexicana</em>” (2001), “<em>O Sorriso de Mona Lisa</em>” (2002) e “<em>Closer – Perto Demais</em>” (2004), mas esteve também no chato “<em>Duplicidade</em>” (2009) e no indeciso “<em>Amor, Felicidade ou Casamento</em>” (2010). Na cerimônia do Oscar deste ano, ela concorreu ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel impressionante em “<em>Álbum de Família</em>”, mostrando que voltou aos tempos áureos com toda força.</p>
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