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	<title>Arquivos Hong Chau - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Hong Chau - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>39º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara: Tipos de Gentileza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 23:05:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem ame Yorgos Lanthimos. Há quem não o suporte. Intenso, provocativo e inventivo, o cineasta grego é um dos nomes pontuais do cinema hollywoodiano contemporâneo. Com uma produção vasta, que ocupa festivais e premiações globais, bem como as salas de bilheteria (Pobres Criaturas, por exemplo, custou $35 milhões e faturou $10 milhões), suas produções mais conhecidas são certamente renomadas, indo de Dente Canino (2009), passando por O Lagosta (2015) e A Favorita (2018), até Pobre Criaturas (2023), seu cinema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem ame Yorgos Lanthimos. Há quem não o suporte. Intenso, provocativo e inventivo, o cineasta grego é um dos nomes pontuais do cinema hollywoodiano contemporâneo. Com uma produção vasta, que ocupa festivais e premiações globais, bem como as salas de bilheteria (Pobres Criaturas, por exemplo, custou $35 milhões e faturou $10 milhões), suas produções mais conhecidas são certamente renomadas, indo de <em>Dente Canino</em> (2009), passando por <em>O Lagosta</em> (2015) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a> (2018), até <em>Pobre Criaturas</em> (2023), seu cinema é marcado pelo o uso da grande angular, da exploração de trocas repentinas de enquadramento, luz e temperatura, bem como pelo amor para com as histórias peculiares e extracotidianas.</p>
<p>Gostando ou não de Lanthimos, é impossível dizer que suas obras passam despercebidas. É por este motivo que uma expecatativa foi criada em torno de seu novo longa-metragem: <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong>. No entanto, aparentemente confuso com sua própria estética e seu grande desejo de transformar roteiros em imagens, talvez tenha faltado ao diretor se perguntar se não seria um bom momento para tirar umas férias, respirar e criar apenas quando estivesse refrescado e respirado. Isto porque tanto em sua direção, quanto em seu roteiro &#8211; escrito ao lado de Efthimis Filippou -, falta respiro, seja criativo ou técnico.</p>
<p>Contando três histórias distintas, mas repetindo o mesmo elenco em todas elas, as três tramas carecem de progressão e uma própria noção do que quer ser contado. Por esta razão, as personagens se tornam planas, bem como as suas motivações soam como esvaziadas. Falta tempo de tela, e de reflexão dos próprios autores da produção, sobre gênesis das figuras dramáticas e as relações que elas estabelecem entre si. Desta maneira, toda a concepção visual elaborada por Yorgos, ainda que estimulante em termos estéticos, não ganha a força que geralmente possui, justamente porque a decupagem não está à serviço da história.</p>
<p>O espectador aqui acompanha somente trajetórias focadas em efeitos e não em investigação. E o que tudo isso quer dizer? A ficção, antes de mais nada, em sua maioria, é sobre humanos, ainda que com metáforas e outros recursos que possam ser utilizados. Se não há uma profundidade no enredo e nas personagens, o imagético se esvazia. Mesmo que possam haver trabalhos artísticos que tenham apenas esta função (e isto é raro), sobretudo no cinema e, mais ainda, no cinema de Lanthimos, é preciso imbricar técnica e discurso. No longa, ainda que ele busque lançar um olhar sob as facetas mais sombrias, irônicas, hipócritas, egoístas e perversas da sociedade, a multiplicidade destas personalidades não são inseridas nelas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18427" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1.png" alt="Tipos de Gentileza" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>De certa maneira, quando são postas no ecrã situações extremas de violência verbal e física, esse lado da humanidade emerge. No entanto, para inserir três curtas e chamar eles de longa, seria preciso criar uma unidade entre elas e que as mesmas fossem redondas, bastando-se em termos narrativos. A primeira necessidade se cumpre, pois em termos de argumentação e identidade visual, <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong> se completa em si. Já a segunda parte não acontece, porque são produtos inacabados que Yorgos oferta para o público. A sensação ao final da sessão é um vazio que se alastra.</p>
<p>Se personagens dependentes emocionalmente, que se submetem à condiçõe humilhantes, porque precisam da aprovação de alguém &#8211; de uma seita, do chefe, da esposa etc. -, o relacionamento do opressor com o oprimido tem que ser retratado em cena. O jogo de mise-en-scène, dos diálogos e textos não verbais devem marcar esta estratégia, porém para além dos rompantes e das reviravoltas. Falta uma jornada nestes cenários disruptivos, uma Bella Baxter, que descobre o mundo, um David, que quer curar seu coração partido para se encaixar no planeta, uma Abigail, que quer vencer na vida, porque a pobreza lhe convoca desconforto.</p>
<p>Falta Yorgos dentro do próprio Yorgos. Falta a mágica de ver personagens desabrocharem, falharem, tramarem, mas com um objetivo certeiro, que se desenha no ecrã, tal qual uma pintura, criada ao vivo para o comprador. Ainda que Hollywood exija de seus supostos gênios uma produtividade incessante e que Lanthimos seja portador de um dom para instaurar e/ou subverter lógicas do cinema dos Estados Unidos, com toda a sua mente estrangeira, o esgotamento alcança até o mais talentoso artista. Por isso que <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong> é um exercício árduo de espectatorialidade.</p>
<p>A plateia não tem tempo hábil de se conectar com nada que está sendo colocado em cada sequência do filme. Sem digerir uma peripécia mal contada, logo é exposto para a próxima e para a próxima aventura tola, que poderia sim ser um acontecimento cinemaográfico, caso fosse não um, mas três filmes, pensados, estudados, calmamente desenvolvidos. Uma pena&#8230;sobretudo para Jesse Plemons que esbanja talento em cada aparição apresentada, sendo o único a criar papéis realmente distintos entre si.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Yorgos Lanthimos</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jesse Plemons, Emma Stone, Williem Dafoe, Margaret Qualley, Hong Chau, Joe Alwyn, Mamoudou Athie, Hunter Schafer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iO_w4L662ac?si=c8zf4jteEgDk_ngL" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Baleia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 22:55:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Baleia é um dos longas indicados ao Oscar 2023 e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (A Múmia). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Baleia</strong></em> é um dos longas indicados ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/saiu-a-lista-de-indicados-ao-oscar-2023-confira/"><em>Oscar 2023</em></a> e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (<em>A Múmia</em>). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na sala da cinema.</p>
<p>O diretor Darren Aronofsky (<em>Cisne Negro</em>) traz para o cinema o roteiro de uma peça de teatro homônima e conta com o suporte do dramaturgo Samuel D. Hunter, que assina o roteiro e também foi o criador da produção teatral. Então já podemos imaginar que este é um filme de poucos cenários e muita troca de falas. Ainda assim, isso é uma composição da própria situação do personagem e suas limitações da rotina do dia a dia.</p>
<p>Acompanhamos Charlie (Fraser), um professor de literatura inglesa que vive na reclusão de sua casa por conta do quadro de obesidade severa. Ele apresenta várias patologias associadas e conta com a ajuda da amiga Liz (Hong Chau, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-menu/"><em>O Menu</em></a>), uma enfermeira, para cuidar minimamente de sua saúde, já que ele afirma não ter dinheiro para ir ao hospital. O filme já começa com o desespero de um quase infarto por conta de uma atividade comum, algo que já é muito difícil para ele.</p>
<p>Rapidamente percebemos, em <strong><em>A Baleia</em></strong>, que estamos acompanhando os últimos dias de sua vida, algo que ele demonstra não se importar. A forma como Charlie se acalma através da leitura (que descobrimos ao final do que se trata), mostra que ele ainda tem algum lampejo de gosto pela vida. Nos demais momentos, é a decadência da vontade de viver que o move diariamente aos hábitos totalmente contrários à sua saúde.</p>
<p>Enclausurado, o filme faz questão de passar essa sensação para o espectador. Falta iluminação natural, o tempo é sempre chuvoso, ele está sempre meio suado. É uma percepção de abafamento e angústia que nos preenche, exatamente tal qual acontece com o protagonista. Aronofsky é muito certeiro nesta criação real. Para o bem e para o mal, vamos sentindo as emoções do personagem e mergulhando na dor de privação dele.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16478" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg" alt="A Baleia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É um filme extremamente depressivo que trata de suicídio, desistência, morte, angústia, decepção, entre outras temáticas bem difíceis. Então, é bastante possível que o espectador caia em um ou mais gatilhos. Por isso, recomendo fortemente que só assista se estiver num bom dia pois, se assim não for, pode acabar te levando para um lugar obscuro.</p>
<p>Dado o alerta, voltamos ao filme em si. Brendan dá absolutamente tudo de si na atuação. Ele varia entre todas emoções que seu personagem solicita, sem parecer que está atuando efetivamente. É um dor que vem de sua alma e que ele consegue transmitir perfeitamente ao espectador. Confirmo que ele é o favorito ao Oscar deste ano e acrescento que será extremamente decepcionante se não ganhar. Sua performance está irretocável!</p>
<p>A inserção da filha de Charlie, Ellie (Sadie Sink, <em>Stranger Things</em>) só comprova os caminhos que o levaram até ali. Ele é um homem que carrega muitas dores e culpas, algo que o consumiu ao longo de anos, o levando até aquele estado. Ele come para engolir as emoções e tentar se sufocar com elas. Essa é a sensação que temos a todo momento e que comprovamos no final. O suicídio pela comida o coloca no lado oposto do que aconteceu com seu companheiro, como se o protagonista o desafiasse na morte.</p>
<p>Ainda que algumas pessoas possam ter a percepção de que <strong><em>A Baleia</em></strong> é um filme que trata da obesidade com um olhar muito enviesado, acredito que várias leituras podem ser feitas. Do meu lado, entender os caminhos que o levaram até ali, humanizar o personagem e suas dores, assim como tirar o elemento &#8220;vilão&#8221; da narrativa, faz com que sejam possíveis reflexões importantes sobre a temática.</p>
<p>Aronofsky nos presenteia, mais uma vez, com um longa difícil de engolir, mas não por sua qualidade, que considero excelente. Mas por tocar em pontos que claramente não queremos pensar no dia a dia. Além disso, ele consegue ainda dar algumas alfinetadas no sistema de saúde estadunidense, assim como nos preconceitos enraizados na sociedade sobre as pessoas fora do padrão que precisam de ajuda e atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Darren Aronofsky</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Brendan Fraser, Sadie Sink, Samantha Morton, Ty Simpkins, Hong Chau</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vqi1OuxQtJ8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Menu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 18:07:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A explosão da gastronomia nos últimos anos motiva os mecanismos da crítica social desenvolvida em O Menu. O filme de Mark Mylod (de alguns episódios de séries como Game of Thrones e Succession) traz um grupo de convidados de um renomado chef interpretado por Ralph Fiennes para degustar um cardápio exclusivo preparado por ele em um restaurante cuja cozinha administra e está localizado em uma ilha particular. Na lista, onze convidados: um jovem apaixonado por gastronomia e sua namorada, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A explosão da gastronomia nos últimos anos motiva os mecanismos da crítica social desenvolvida em <strong><em>O Menu</em></strong>. O filme de Mark Mylod (de alguns episódios de séries como Game of Thrones e Succession) traz um grupo de convidados de um renomado chef interpretado por Ralph Fiennes para degustar um cardápio exclusivo preparado por ele em um restaurante cuja cozinha administra e está localizado em uma ilha particular. Na lista, onze convidados: um jovem apaixonado por gastronomia e sua namorada, uma crítica gastronômica e seu editor, um casal de ricaços em crise matrimonial, um astro de Hollywood decadente e sua namorada e um grupo de três sócios de uma grande empresa. Ao longo da degustação, os convidados percebem que foram atraídos por uma armadilha do chef.</p>
<p><em><strong>O Menu</strong></em> é movido por um humor ácido e cerca o grupo de visitantes da ilha com um estado de apreensão deixado pelo personagem de Ralph Fiennes. A partir dos primeiros sinais de que aquela não é uma degustação comum e de que todos estão na mira de um chef psicótico, os personagens do filme passam a antever como tudo aquilo tende a piorar e resultar em tragédia. O chef Slowik ultrapassa fronteiras e vai em uma escalada surpreendente de sadismo que colabora com o crescente suspense do longa.</p>
<p>A crítica do filme é localizada e evidente. Através do grupo de vítimas selecionadas por Slowik &#8211; críticos, a alta sociedade, celebridades e entusiastas alienados da alta gastronomia &#8211; , o longa fala sobre o estado das coisas na área. Em tempos de hype midiático dos chefs de cozinha, <strong><em>O Menu</em></strong> escancara o caráter utilitarista da gastronomia, evidenciando como o ramo da alimentação entrou na arena da luta de classes: a prevalência de conceitos em prejuízo do paladar, o uso de termos pomposos para a descrição de sabores, o status social que a gastronomia confere àqueles que performam sua apreciação etc.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16196" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/5619680.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Menu" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/5619680.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/5619680.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/5619680.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/5619680.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No final das contas, o objetivo da prática acaba sendo esvaziado no meio de tanta pompa. Como o próprio desfecho da personagem de Anya Taylor-Joy denuncia, a relação entre clientes e chefs deveria ser baseada em dinâmicas muito simples, o prazer de comer algo bem-feito e que agrada espontaneamente um paladar e a retribuição pecuniária por esse trabalho bem executado na cozinha.</p>
<p>A maneira certeira como o filme analisa os principais problemas em torno do seu tema e como apresenta personagens interessantíssimos, do chef psicologicamente destruído, mas obstinado em seus objetivos interpretado por Ralph Fiennes à deslocada convidada vivida por Anya-Taylor Joy, passando pelo egocêntrico e obcecado fã representado por Nicholas Hoult e a crítica prolixa de Janet McTeer, todos têm um grande momento no filme. <em><strong>O Menu</strong></em> é um filme de elenco, mas que apresenta direção e roteiro maduros no desenvolvimento da sua crítica.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Mark Mylod</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ralph Fiennes, Anya Taylor-Joy, Nicholas Hoult, Hong Chau, Janet McTeer, Reed Birney, Judith Light, Paul Adelstein</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lfbYsIIFYaw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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