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	<title>Arquivos Henry Golding - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Uma Segunda Chance para Amar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 20:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comédia romântica Uma Segunda Chance para Amar chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28 de novembro, e conta a história de Kate (Emilia Clarke, Como Eu Era Antes de Você), uma jovem promissora que lida com as consequências emocionais de quase ter morrido por conta de um problema de saúde. Com um péssimo relacionamento com a família, um emprego que detesta e destruída emocionalmente, ela ainda foi expulsa do apartamento onde morava. Em meio a toda essa confusão, Kate conhece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comédia romântica <strong><em>Uma Segunda Chance para Amar</em></strong> chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28 de novembro, e conta a história de Kate (Emilia Clarke, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>), uma jovem promissora que lida com as consequências emocionais de quase ter morrido por conta de um problema de saúde. Com um péssimo relacionamento com a família, um emprego que detesta e destruída emocionalmente, ela ainda foi expulsa do apartamento onde morava. Em meio a toda essa confusão, Kate conhece o misterioso Tom (Henry Golding, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/"><em>Podres de Ricos</em></a>), que vai dar um <em>looping</em> na sua vida.</p>
<p>O gênero de comédia romântica, infelizmente, está em baixa nos últimos anos. Depois de um pico na década de 1990, atualmente o que vemos nos cinemas é basicamente adaptação de franquias e quadrinhos. Para a fanática crítica que aqui escreve, ir ao cinema para ver seu gênero favorito é momento de empolgação. Ainda mais com um elenco tão bom e envolvendo o Natal. Já adianto, de antemão, que o resulto é bem legal.</p>
<p><em><strong>Uma Segunda Chance para Amar</strong></em> é um filme cuidadoso com os detalhes. Quando achamos que ele vai dar pequenos tropeços no roteiro, logo em seguida as ações são explicadas ou justificadas. Isso torna a história muito mais real, por mais que um certo fascínio fantástico a permeie. Kate está visivelmente confusa e perdida, se sujeitando a qualquer tipo de situação, pela simples inércia da falta de sentimentos. A medida que o roteiro evolui, descobrimos novas camadas da personagem, como sua relação complicada com a mãe ou o fato de ter uma carreira de cantora frustrada.</p>
<p>Na contramão, Tom é um completo mistério. Pouco se sabe sobre o personagem, o que ele faz, onde mora, o que gosta de fazer. A atração do espectador por ele é magnética, não apenas pela beleza do ator, como pelas palavras carinhosas. Kate precisa desesperadamente de carinho e atenção, e é justamente isso que ele representa.</p>
<p>Em paralelo ao casal principal, os coadjuvantes são muito bons e oferecem uma história secundária interessante. Como é o caso do romance de Noel, a chefe de Kate na loja de artigos natalinos. Michelle Yeoh (<em>Memórias de Uma Gueixa</em>) dá o tom equilibrado no exagero que a personagem exige, sem beirar o caricato. O mesmo vale para a fantástica Emma Thompson (<em>Simplesmente Amor</em>), que vive a mãe angustiada e desnorteada da protagonista.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11975" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Uma Segunda Chance para Amar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para o casal principal, Emilia Clarke e Henry Golding possuem uma ótima química em cena, com muita naturalidade e intensidade, ao mesmo tempo. Ela está cheia de expressões, como sempre. E ele, que já nos conquistou em <em>Podres de Ricos</em>, mostra ainda mais o seu potencial de galã que sabe atuar.</p>
<p>O acréscimo da trama é, definitivamente, o próprio Natal. Não apenas pela loja em que Kate trabalha, como o fato dela ter que se vestir como um elfo do Papai Noel. Além disso, a trilha sonora nos oferece o clássico &#8220;Last Christmas&#8221;, de Wham!, que inspirou o nome original do longa, e sucessos de George Michael. Uma combinação perfeita de música boa e empolgante, com o clima natalino e o romance com pintadas de comédia.</p>
<p>O que pode frustrar o espectador mais desatento, porém, é o <em>plot twist</em> dramático em certo ponto da trama. Não entrarei em maiores detalhes para evitar spoilers. No entanto, acredito que foi uma ação necessária que vinha sendo construída desde o início do roteiro. Não é uma covardia narrativa o que acontece e o diretor Paul Feig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) não precisou ser desleal com seu espectador, criando um caminho que surgisse do nada.</p>
<p><em><strong>Uma Segunda Chance para Amar</strong></em> se beneficia de um roteiro comum que tem elementos atraentes, como o ótimo elenco e trilha sonora. É uma boa comédia romântica, que aquece nossos corações nesta chegada de temporada de longas de Natal. Mesmo que não seja tão maravilhoso quanto poderia, cumpre muito bem seu objetivo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Paul Feig<br />
<strong>Elenco:</strong> Emilia Clarke, Henry Golding, Michelle Yeoh, Emma Thompson, Lydia Leonard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6ABmXDV7y-w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Podres de Ricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 13:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Awkwafina]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Golding]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Yeoh]]></category>
		<category><![CDATA[Podres de Ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores fenômenos de bilheterias do ano, tendo acumulado mais de US$ 200 milhões em todo o mundo custando apenas US$ 30 milhões, Podres de Ricos é baseado num best-seller homônimo de autoria de Kevin Kwan. O filme tem uma premissa extremamente simples: conta uma viagem empreendida por uma americana, filha de imigrante e professora universitária de economia para conhecer a família do seu rico namorado durante um casamento luxuoso em Singapura. O destaque internacional da produção americana é seu elenco inteiramente asiático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos maiores fenômenos de bilheterias do ano, tendo acumulado mais de US$ 200 milhões em todo o mundo custando apenas US$ 30 milhões, <i><b>Podres de Ricos</b> </i>é baseado num <i>best-seller </i>homônimo de autoria de Kevin Kwan. O filme tem uma premissa extremamente simples: conta uma viagem empreendida por uma americana, filha de imigrante e professora universitária de economia para conhecer a família do seu rico namorado durante um casamento luxuoso em Singapura.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O destaque internacional da produção americana é seu elenco inteiramente asiático usado para narrar uma história inserida em um gênero tradicionalmente lucrativo em Hollywood, a comédia romântica. O <i>marketing </i>bem feito e a história convencional, mas bem contada, garantiram o fôlego desta produção por três semanas consecutivas no topo das bilheterias americanas na temporada extremamente concorrida do verão americano e deve ganhar uma continuação dentro de alguns anos.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9488" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Crazy-Rich-Asians.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na essência, <i>Podres de Ricos </i>não apresenta nada que outra produção do gênero já não tenha feito. Nem mesmo esmiuça com mais profundidade algumas informações do contexto da sua história (como a cultura chinesa e o papel dos asiáticos na economia americana nas últimas décadas). No entanto, seria até injusto não reconhecer o valor do filme por outros méritos quando outros títulos de gêneros distintos passam batido aos olhos da crítica ao simplesmente seguir bem uma fórmula. É isso que <i>Podres de Ricos </i>faz, segue de maneira exemplar uma fórmula.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É possível que <i>Podres de Ricos </i>seja um dos melhores trabalhos da carreira do diretor Jon M. Chu (responsável por <i>Truque de Mestre: O 2º Ato </i>e <i>G.I Joe: Retaliação</i>), ancorado no trabalho de um elenco competente, dos protagonistas Constance Wu e Henry Golding, passando pelas participações de Awkwafina (impagável como a melhor amiga de Wu) e da veterana Michelle Yeoh como a matriarca dos Young. O filme apela para algumas muletas desnecessárias em alguns momentos, sendo a principal delas um drama de infidelidade envolvendo a personagem de Gemma Chan, que também possui um vício por compras sugerido no primeiro ato e que nunca retorna à trama. No entanto, são detalhes que não estragam o grande entretenimento que <i>Podres de Ricos </i>inegavelmente é.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KIv42RveGs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
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