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	<title>Arquivos HBO - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos HBO - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Until dawn (HBO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 11:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[David F. Sandberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptação do videogame homônimo, Until Dawn realiza uma das façanhas mais difíceis para um terror slasher. Há aqui uma mistura de imagens gráficas e sanguinolência com desenvolvimento de personagens e figuras centrais carismáticas. Apesar de sua qualidade ir progressivamente caindo durante a sessão, o espectador fica conectado com a trama, na maior parte da projeção, e a produção é daquelas que ficam na memória por um bom tempo. A conexão com a protagonista e seus coadjuvantes, de fato, é a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Adaptação do videogame homônimo, <em>Until Dawn</em> realiza uma das façanhas mais difíceis para um terror slasher. Há aqui uma mistura de imagens gráficas e sanguinolência com desenvolvimento de personagens e figuras centrais carismáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Apesar de sua qualidade ir progressivamente caindo durante a sessão, o espectador fica conectado com a trama, na maior parte da projeção, e a produção é daquelas que ficam na memória por um bom tempo.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A conexão com a protagonista e seus coadjuvantes, de fato, é a responsável por isso. </span>No entanto, a partir da metade da história, o longa passa a ser repetitivo. Obviamente, existe a estrutura do looping. Mas, o que incomoda é a falta de avanço da narrativa em si.</p>
<p style="font-weight: 400;">As personagens não se transformam diante da jornada que vivem. <span style="font-weight: 400;">Quando a trama não avança e o mistério a ser descoberto fica truncado, parece que a produção fica em um beco sem saída.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Isso porque a resolução do conflito parece óbvia e a premissa — salvar a irmã da protagonista — se esvai e a importância dela desaparece praticamente. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É como se fosse um “poxa, entramos em toda essa loucura para buscar Melanie (Maia Mitchell, subaproveitada, diga-se de passagem), mas agora a gente tá indo ali embora, pode ficar morta aí”.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> Sendo assim, o plot se enfraquece e a empatia com o enredo também. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda nessa lógica de pensar o impacto para o espectador, a direção poderia ser mais inventiva. Alguns momentos de câmera parada, com pequenas intervenções, diminuem a emoção das cenas.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para elevar o potencial da suspensão, David F. Sandberg (<em>Shazam!</em>) teria que trabalhar mais na encenação. </span>No entanto, os planos abertos, com câmera parada, na realidade, tornam os acontecimentos mais óbvios.</p>
<p style="font-weight: 400;">Contudo, é a montagem que salva algumas dessas escolhas equivocadas de Sandberg. A precisão dos cortes, ajuda nos sustos e na qualidade da criação do medo. Desta forma, <em>Until Dawn</em> tem altos e baixos.</p>
<p style="font-weight: 400;">No geral, o longa pode ser considerado uma adaptação okay. Todavia, com alguns ajustes técnicos, a produção poderia ser ainda melhor.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Direção: David F. Sandberg</span></p>
<p>Elenco: Ella Rubin, Michael Cimino, Odessa A&#8217;zion</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Until Dawn: Noite de Terror | Trailer Oficial Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/BPhIXLMEBLE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Big Little Lies &#8211; Episódio 1 &#8220;Somebody&#8217;s Dead&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 23:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Big Little Lies]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Dern]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[Reese Whiterspoon]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Destaque no canal HBO nesse início de ano, Big Little Lies é uma minissérie baseado no livro da australiana Liane Moriarty cujos direitos foram adquiridos pelas atrizes Nicole Kidman e Reese Whiterspoon, produtoras e protagonistas da produção.  Hypada pelo seu elenco feminino, que ainda traz Laura Dern, Shailene Woodley e Zoe Kravitz, o projeto reúne elementos que já no primeiro episódio prometem manter a atenção do público pelos seus seis capítulos seguintes: um grupo de mães de classe média/alta, um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Destaque no canal HBO nesse início de ano, <i>Big Little Lies </i>é uma minissérie baseado no livro da australiana Liane Moriarty cujos direitos foram adquiridos pelas atrizes Nicole Kidman e Reese Whiterspoon, produtoras e protagonistas da produção.  <i>Hypada</i> pelo seu elenco feminino, que ainda traz Laura Dern, Shailene Woodley e Zoe Kravitz, o projeto reúne elementos que já no primeiro episódio prometem manter a atenção do público pelos seus seis capítulos seguintes: um grupo de mães de classe média/alta, um assassinato na escola dos seus filhos e muito mistério envolvendo a vida dessas mulheres.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A minissérie começa quando a novata Jane (Woodley) chega em Monterey e conhece Madeline (Whiterspoon) e sua amiga Celeste (Kidman) no trajeto para levar seus respectivos filhos para a escola Pirriwee. Quando voltam para buscar suas crianças após passarem horas conversando, as três são surpreendidas pelo relato de agressão a uma menina que segundo a mesma teve como autor o filho de Jane, Ziggy. Logo, um conflito parece estar prestes a se instaurar entre a mãe da garota, Renata (Dern), e Madeline e suas amigas. Tudo isso é contado em <i>flashback</i>, já que a minissérie entrega que toda a competição entre as mães de Monterey culminou no assassinato de um personagem não revelado ao público pelas mãos de um autor também não descoberto. Cabe ao espectador começar a encaixar as peças desse quebra-cabeça à medida que conhece a vida dessas mulheres.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com todos os seus episódios sob a direção de Jean-Marc Vallée (<i>Clube de Compras Dallas </i>e <i>Livre</i>), <i>Big Little Lies </i>inicia sua narrativa em <i>Somebody&#8217;s Dead </i>apresentando as marcas usuais do realizador no cinema. Vallée é adepto de uma montagem fragmentada que apresenta elementos futuros mesclados em cenas presentes que soa em diversos momentos como dispersão do diretor. Em <i>Somebody&#8217;s Dead</i>, por exemplo, o público é surpreendido com imagens de Ziggy, filho de Jane, aparecendo ao lado da cama da mãe durante a noite ou com uma cena de sexo que, ao que tudo indica, parece ser protagonizada por Celeste e seu marido Perry (Alexander Skarsgaard). Como em <i>Clube de Compras Dallas</i>, mas principalmente <i>Livre</i>, ninguém sabe muito bem o que Vallée pretende fazer com seu retalho de cenas, algo que parece fazer sentido apenas para o próprio diretor e que ele insiste como sua marca autoral.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7408" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/BigLittleLies.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Contudo, uma das maiores qualidades do cinema de Vallée está em <i>Big Little Lies: </i>seu trabalho com os atores. E com um elenco de primeira como esse e um roteiro sedutor como o de David E. Kelley (<i>Ally McBeal)</i>, evidenciando que o formato ideal para esse material era mesmo o de uma minissérie e não um filme para o cinema, Vallée consegue exercitar o seu ponto forte em grande forma. A começar por aquela que foi a protagonista absoluta do primeiro episódio, Reese Whiterspoon. Naquele que tem tudo para ser o melhor desempenho da sua carreira, Whiterspoon nos apresenta a uma Madeline verborrágica que demonstra segurança, controle e protagonismo no seu grupo de amigas, mas que em casa deixa aflorar toda a sua insegurança como mãe, mulher e esposa. Por ser a personagem mais expansiva do trio central e aquela que aparentemente tem muito pouco a esconder, a Madeline da Whiterspoon tomou conta de  <i>Somebody&#8217;s Dead</i>, mas suas colegas não ficaram para trás e prometem render bons momentos nos próximos episódios.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Os mistérios em torno da relação de Celeste e do seu marido Perry, por exemplo, tornam a interpretação de Nicole Kidman uma das maiores incógnitas a serem desvendadas pelo público. Admirada pelas outras mães, Celeste parece viver aos olhos externos uma dinâmica familiar de &#8220;comercial de margarina&#8221;, mas os termos do seu casamento parecem justificar o seu ar artificial, distante e melancólico publicamente, há algo muito errado na maneira como Perry tem tratado a esposa e ela está começando a perceber isso. A Renata de Laura Dern, por sua vez, parece viver assolada pela cobrança da perfeição e entre as mães é àquela que tenta equilibrar uma bem-sucedida trajetória profissional com os cuidados da sua filha, mas existe algo por trás da maneira como encara o comportamento das outras mulheres, principalmente o de Madeline, que, ao que tudo indica, culminará no conflito central da minissérie. As faíscas e provocações entre Dern e Whiterspoon, por sinal, foram os momentos altos desse primeiro episódio. Shailene Woodley, por sua vez, parece ser o elemento cujo histórico é o mais previsível de se identificar. Ao que tudo indica é um daqueles casos de jovem mãe solteira, mas ela está tentando refazer a sua vida em uma outra cidade. Por qual motivo? E seu filho Ziggy? Há alguma razão para seus problemas de socialização?</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com todas estas peças faltando, <i>Big Little Lies </i>conseguiu em seu primeiro episódio cultivar muitas dúvidas na cabeça do público e instigá-lo a retornar ao universo daquelas fascinantes mulheres interpretadas por atrizes acima de qualquer suspeita. Mais do que uma trama policial, o assassinato é oferecido ao público como o desfecho dramático de um barril de pólvora que o precedera, <i>Big Little Lies </i>parece ter uma preocupação com a <i>psiquê </i>dessas mulheres, uma abordagem cujo objetivo ainda parece incerto mas que promete acenar para o público pelos próximos episódios. Com um texto de qualidade, um elenco desse calibre e personagens com muito potencial, a minissérie<i> </i>é um acerto dos bons dos seus envolvidos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>Todo domingo, às 23h, na HBO. </b></p>
</div>
<p><b>Assista ao trailer da minissérie: </b></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IXmAfsKAZ2o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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