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	<title>Arquivos Grace Passô - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Grace Passô - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Dia Que Te Conheci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:09:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quinze anos depois da sua fundação, a Filmes de Plástico se transformou em uma produtora de bastante sucesso no cenário nacional e internacional com longas de grande repercussão como Temporada (2018), de André Novais Oliveira, e Marte Um (2022), de Gabriel Martins. Uma das tônicas da produtora mineira é a maneira como seus diretores retratam o cotidiano da região, especificamente a realidade de personagens periféricos, fugindo da estereotipada associação desse contexto a gêneros cinematográficos como o filme policial ou o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quinze anos depois da sua fundação, a Filmes de Plástico se transformou em uma produtora de bastante sucesso no cenário nacional e internacional com longas de grande repercussão como Temporada (2018), de André Novais Oliveira, e Marte Um (2022), de Gabriel Martins. Uma das tônicas da produtora mineira é a maneira como seus diretores retratam o cotidiano da região, especificamente a realidade de personagens periféricos, fugindo da estereotipada associação desse contexto a gêneros cinematográficos como o filme policial ou o drama sobre a realidade social. O mais recente trabalho da produtora é o singelo <em><strong>O Dia Que Te Conheci</strong></em> que reafirma esse propósito ao poder ser enquadrada como uma autêntica comédia romântica brasileira.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por André Novais Oliveira, o filme conta o cotidiano de Zeca (Renato Novaes), um rapaz que mora em Belo Horizonte, mas trabalha como bibliotecário em uma escola no município vizinho. Um dia, por força de circunstâncias infelizes, Zeca acaba se aproximando de Luísa (Grace Passô), uma outra funcionária da escola. A partir dali, a vida desse personagem ganha outro significado e ele passa a ter novas perspectivas.</p>
<p>Em <em><strong>O Dia Que Te Conheci</strong></em>, André Novais Oliveira consegue mais uma vez representar um cotidiano muito próximo da maior parte dos brasileiros, marcado por problemas corriqueiros com o transporte público, inquietações no ambiente de trabalho e quadros de ansiedade e depressão. Os protagonistas dessa história estão imersos nesses problemas e em um dia o cineasta promove um encontro entre esses personagens entregando aos mesmos potenciais ferramentas para ambos lidarem de uma outra forma com toda uma realidade que sempre se apresenta de forma amarga. No fim das contas, <em><strong>O Dia Que Te Conheci</strong></em> aborda o lugar que as relações ocupam no caos cotidiano que vivemos e como elas são fundamentais para conduzirmos tudo de uma forma mais leve.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18817" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image.png" alt="O Dia Que Te Conheci" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em seu novo filme, André Novais Oliveira mergulha no romance com uma direção e um roteiro extremamente enxutos. O mais interessante é perceber como a objetividade do realizador não transforma <em><strong>O Dia Que Te Conheci</strong></em> em um filme que atropela o desenvolvimento das relações entre os seus personagens, pelo contrário, entrega foco e, consequentemente, a intensidade de um olhar direcionado para a realidade de Zeca e Luisa, interpretados com muita química por Renato Novaes e Grace Passô.</p>
<p>O diretor conta com esses dois ótimos atores em cena. Tanto Renato Novaes quanto Grace Passô sabem dar organicidade aos diálogos de um roteiro que cumpre o objetivo de representar o dia-a-dia de  pessoas reais. Passô, em especial, confirma (como se a essa altura precisasse) sua figura carismática na tela, sendo uma presença luminosa desde o primeiro momento que entra em cena. Esse traço da atriz torna crível a transformação de Zeca a partir do seu encontro com Luisa, o interesse desse personagem masculino por ela e a química do casal de protagonistas.</p>
<p>O <em><strong>O Dia Que Te Conheci </strong></em>é mais um acerto do cineasta André Novais Oliveira e da Filmes de Plástico,  reafirmando a importância de diversificar a produção nacional em gêneros, abordagens e olhares. É um filme que impressiona pela multiplicidade de percepções que consegue construir a partir de uma abordagem minimalista, demarcando a presença do nosso cinema em um gênero extremamente popular como o romance, mas que é poucas vezes explorado pela nossa cinematografia, ao menos não com a autenticidade que <em><strong>O Dia Que Te Conheci</strong></em> apresenta desde o primeiro segundo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> André Novais Oliveira</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Renato Novaes, Grace Passô, Kelly Crifer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8ZeRyxqQKfY?si=JyHcTqG1T6JABqE2" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>52º Festival du Nouveau Cinéma de Montreal: Levante </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 22:08:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre repetições discursivas, narrativas e imagéticas, a diretora Lillah Halla parece tentar imprimir sua marca autoral e fazer certos debates políticos avançarem. Há em seu intento sucessos e falhas. De um lado, o público se depara com uma história já muito conhecida em outros títulos voltados para jovens: a gravidez na adolescência. Este é um grande medo das mulheres (com toda razão) e que aparece aqui como em diversas outras obras.  Para tratar do tema, o espectador também se depara [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Entre repetições discursivas, narrativas e imagéticas, a diretora Lillah Halla parece tentar imprimir sua marca autoral e fazer certos debates políticos avançarem. Há em seu intento sucessos e falhas. De um lado, o público se depara com uma história já muito conhecida em outros títulos voltados para jovens: a gravidez na adolescência. Este é um grande medo das mulheres (com toda razão) e que aparece aqui como em diversas outras obras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tratar do tema, o espectador também se depara com uma estratégia também já tão conhecida e repetida que é a de criar uma torcida para os “underdogs”. É como se <em>Barrados no Baile</em> (1990) encontrasse <em>Nós Somos os Campeões</em> (1992) e fosse adicionada a esta mistura uma pitada de 2023, com grupos minoritários em pauta e o voilá: <strong><em>Levante</em></strong>. Todavia, estes detalhes não são algo negativo, que vão exatamente comprometer o resultado total do longa a ponto de torná-lo ruim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de possuir uma trama óbvia, na qual sequência após sequência é fácil saber o que irá acontecer em seguida, existem elementos que tornam a sessão prazerosa. A questão da representação e da representatividade é feita de uma forma poderosa, cuidadosa e respeitosa. A noção de mulheridade plural está viva e transborda na tela. Um dos pontos altos desta lógica é a relação das integrantes do time de vôlei, do qual a protagonista Sofia (Ayomi Domenica Dias) faz parte, com a treinadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, a <em>coach</em> Sol é ninguém mais ninguém menos que Grace Passô (</span><i><span style="font-weight: 400;">República</span></i><span style="font-weight: 400;">), considerada uma grande artista brasileira. A dinâmica criada pela intérprete com as outras atrizes faz com que esta lógica de <em>underdogs</em> se eleve e fique até esquecido o quão isto é clichê. A vontade de que o time vença vai crescendo durante a projeção e, juntamente com as injustiças que Sofia sofre, a sensação de empatia para com ela vai se elevando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da aproximação com a personagem central, com seu sofrimento e sua história, é possível estabelecer uma conexão com a trama. São as fragilidades de Sofia e os absurdos que ela tem que viver, em tão pouca idade, que criam um nó na garganta, que podem grudar a plateia na cadeira. É revoltante demais pensar que a sociedade é, majoritariamente, conservadora, heterornornativa, de pensamento colonial branco, hipócrita, servo de um patriarcado cruel e despudorado.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17310" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2838913.jpg" alt="Levante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2838913.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2838913-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2838913-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2838913-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, a farsa de manutenção da vida extrapola os limites do real e em <strong><em>Levante</em> </strong>isto não é diferente. </span><span style="font-weight: 400;">O que importa para essa gente, dita protetora da vida, é regular e se apoderar dos destinos das mulheres, sobretudo quando se tratam de mulheres com menos dinheiro, mulheres pretas, mulheres que usualmente são desrespeitadas e vilipendiadas no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este desespero sufocante de querer escapar desta condenação a uma maternidade indesejada é o foco central do filme e ele é feliz ao conseguir passar todo o debate que deseja, de forma enxuta e direta. </span><span style="font-weight: 400;">O que incomoda na produção, na verdade, é um desajuste técnico, que poderia ser resolvido com algumas afinações. A retirada de algumas obviedades do roteiro, como nas questões do campeonato de vôlei (expulsão de Sofia do time e seu retorno para as quadras) ou na própria maneira de lidar com a imagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da diretora de fotografia, Wilssa Esser (<em>Temporada</em>), ser brilhante, aqui, ela comete uns deslizes que comprometem qualidade de seu trabalho. </span><span style="font-weight: 400;">Wilssa e Lillah poderiam ter pensado melhor na composição decupagem x luz. Em momentos chaves do filme não é possível enxergar as emoções das personagens, seja por questões de enquadramentos ou de iluminação. É incômodo de acompanhar a estrutura do trabalho da dupla, porque é como se fosse quase negado acompanhar o aprofundamento dos sentimentos das figuras dramáticas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As sombras não compõem, muito menos os escuros intensos. Apesar de tudo isso</span><span style="font-weight: 400;">, <strong><em>Levante</em> </strong>tem carisma e potencial. Ao abordar temas delicados, como gravidez na adolescência e aborto, há uma leveza ao retratar uma juventude liberta e consciente. No entanto, ao mesmo tempo, falta para a equipe uma maturidade maior para que a entrega geral fosse menos previsível e cansativa. Com atores esforçado, por exemplo, existe uma fé cênica que amacia o estado verde da parte jovem do elenco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, este é um filme que vale a pena acompanhar, mesmo com seus tropeços. Poderia existir aqui um trato melhor do enredo, da imagem, das composições individuais sendo pensadas no contexto amplo da história. Mas, no final do dia, <strong><em>Levante</em> </strong>está correndo pelos festivais, ganhou o prêmio Fipresci em Cannes (Parallel Sections) e tudo isso é porque ele carrega consigo uma energia vibrante, um recado de resistência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Lillah Halla</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Ayomi Domenica, Loro Bardot, Grace Passô</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Rsr8pvv4E-w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Festival Internacional de Mulheres no Cinema: Sem Asas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 00:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Construindo uma progressão, na qual o espectador vai, lentamente, se aproximando do cotidiano de uma família, Sem Asas investe em discutir a questão racial de maneira cuidadosa e pontual. Inicialmente, algo bastante corriqueiro é visto: um pai  (Melvin Santhana) ensina matemática para seu filho, explica para ele a importância do estudo. Enquanto isso, a mãe (Grace Passô) está preocupada com o seu trabalho, com as finanças e a dinâmica da casa. A direção de Renata Martins (Aquém das nuvens), que [&#8230;]</p>
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<p>Construindo uma progressão, na qual o espectador vai, lentamente, se aproximando do cotidiano de uma família, <strong><em>Sem Asas</em> </strong>investe em discutir a questão racial de maneira cuidadosa e pontual. Inicialmente, algo bastante corriqueiro é visto: um pai  (Melvin Santhana) ensina matemática para seu filho, explica para ele a importância do estudo. Enquanto isso, a mãe (Grace Passô) está preocupada com o seu trabalho, com as finanças e a dinâmica da casa.</p>
<p>A direção de Renata Martins (<em>Aquém das nuvens</em>), que também assina o roteiro, dialoga com o universo que ela parece desejar criar. O dia a dia, que é interrompido pela ação truculenta e racista da polícia, é encenado, através de uma transição de movimentação de câmera. Esta começa mais regular, com planos mais estáticos e mais abertos. Em seguida, após a virada do curta-metragem, quando Zu (Kaik Pereira), garoto de dez anos, vai comprar farinha de trigo para a mãe, a tensão se eleva, com quadros mais fechados, onde as sensações do menino crescem diante da tela.</p>
<p>A escolha de não mostrar o rosto dos policiais é outro acerto. O público apenas escuta suas vozes e assiste a reação da criança assustada. Além disso, a montagem contribui para o clima de suspense e medo, nesta segunda parte da obra. As sequências mais demoradas ou com um número maior de intervenção da edição de <em><strong>Sem Asas</strong></em>, potencializam os sinais de perigo vindo daquele contexto apavorante, onde a liberdade é cerceada, pela violência do Estado para com a população negra.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13522" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/filme_sem-asas-11.jpeg" alt="Sem Asas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/filme_sem-asas-11.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/filme_sem-asas-11-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/filme_sem-asas-11-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/filme_sem-asas-11-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar dos aspectos positivos, algumas questões incomodam e interferem um pouco na fruição. A primeira é a iluminação, junto com as seleções de paletas de cores do figurino. De alguma forma, a combinação destes dois elementos traz artificialidade ali. A luz quase estourada, ao lado dos tons terrosos e azulados, pode fazer com que o espectador seja lembrado que está vendo um produto ficcional. Isto porque a produção evoca tão profundamente a noção de realismo e de simplicidade, que estes dois pontos ficam descasados.</p>
<p>Outro fator que retira um pouco da força de <em><strong>Sem Asas</strong></em> é a última cena. O seu penúltimo frame é forte e imprime um amplo significado metafórico, porém, em seguida, há uma reiteração disto, reduzindo a amplitude da criação de símbolos maiores. No entanto, no geral, Martins entrega um resultado equilibrado e promove uma discussão relevante, com um discurso claro, onde são mostradas as mazelas que o racismo pode causar versus o poder de resiliência dos negros diante de tanta injustiça.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Renata Martins</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Grace Passô, Kaik Pereira, Melvin Santhana</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZPkWmJvC-Tc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Confira nossas crítica de festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/"><em><strong>aqui</strong></em></a>!</p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-internacional-de-mulheres-no-cinema-sem-asas/">Festival Internacional de Mulheres no Cinema: Sem Asas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Festival Internacional de Mulheres no Cinema: Vaga Carne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 22:10:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um palco traz consigo uma multiplicidade fora do comum. Diversos corpos, vozes e movimentações podem ser montadas e performadas. Aqui em Vaga Carne, o que se consegue imprimir vem, principalmente, das escolhas de mise-en-scène, iluminação e atuação. Estes elementos são chaves para uma obra coesa, que sabe explorar a riqueza dos espaços cênicos e das interações possíveis. Um dos pontos altos disto é algo que poderia ser bastante complicado e ineficaz, mas que este média-metragem consegue entregar com destreza, é [&#8230;]</p>
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<p>Um palco traz consigo uma multiplicidade fora do comum. Diversos corpos, vozes e movimentações podem ser montadas e performadas. Aqui em <strong><em>Vaga Carne</em></strong>, o que se consegue imprimir vem, principalmente, das escolhas de mise-en-scène, iluminação e atuação. Estes elementos são chaves para uma obra coesa, que sabe explorar a riqueza dos espaços cênicos e das interações possíveis. Um dos pontos altos disto é algo que poderia ser bastante complicado e ineficaz, mas que este média-metragem consegue entregar com destreza, é a sensação de que se está dentro de um teatro, vendo, de fato, uma peça.</p>
<p><em><strong>Vaga Carne</strong></em> é uma adaptação do espetáculo homônimo, também estrelado e escrito pela Grace Passô &#8211; que faz sua estreia na direção, ao lado de Ricardo Alves Jr (<em>Russa</em>). Algo que que chama atenção neste trabalho é a capacidade de evocar tantas imagens, sensações e metáforas dentro de certa simplicidade em sua estética. O texto é tão forte e interpretado de maneira intensa e isto engrandece a produção. A forma como Passô colore as palavras e trabalha as intenções é sempre impressionante e aqui não é diferente.</p>
<p>Ela dá o ritmo da cena, através de suas quebras e acelerações. Os tons vão se modificando, enquanto Passô desenvolve sua linha de raciocínio. A sua atuação vem cheia das marcas qualitativas, vistas durante a sua carreira. Quando tem espaço para tal, Passô carrega na sua construção uma mescla de inspirações que remete a interpretações shakesperianas com traços do que se é visto na contemporaneidade no cinema. Isto porque ela utiliza uma tonicidade e enraizamento que podem ser vistos em encenações como <em>Rei Lear</em> e <em>Macbeth</em>.</p>
<p>O trágico imprenso em um corpo rígido que parece querer explodir. Mas, o realismo, tão caro ao audiovisual, também está ali e ela conversa com a câmera com seus olhares pulsantes, seus distanciamentos e afastamentos. O seu corpo é preciso e os gestos limpos. Eles estão ali e não sobram, porque a sua partitura é consciente e revela esta habilidade de Grace em articular o que vai ser dito com o como o vai ser feito.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13486" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1484260289140.jpg" alt="Vaga Carne" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1484260289140.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1484260289140-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1484260289140-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1484260289140-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Nestas sequências de solilóquios de Grace, que deixam o público sem ar, o equilíbrio de suas explosões e contensões tão intensas é encontrado através da escolha em colocar uma plateia participante, que interage com a protagonista. Os planos nestas figuras, majoritariamente, são fixos, quase neutros. Desta maneira, a forma de ler estes olhares fica muito mais para quem assiste, o que cria uma complexidade maior para a narrativa.</p>
<p>Outro elemento que fomenta as emoções da personagem principal e do que ela deseja passar é a iluminação. A luz amplia e reduz o espaço, num jogo que transforma aquele local em vários. O rosto de Passô também ganha com esta estratégia, pois há uma seleção do que será revelado. Juntamente com isto, a decupagem reforça esta escolha. Assim, cada plano contribui para o enredo de <em><strong>Vaga Carne</strong></em> e, ao mesmo tempo, pode parecer uma outra história, dando fôlego para a obra.</p>
<p>Quando se aproxima do desfecho, há uma leve queda rítmica em <em><strong>Vaga Carne</strong></em>. Algumas repetições de ações e falas criam certo cansaço. No entanto, o encerramento é tão surpreendente que esta pequena falha não compromete o resultado total. O desfecho da projeção consegue fechar o ciclo, amarrando o discurso e deixando com que o argumento realizando durante os 40 minutos de projeção seja fortalecido.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Grace Passô e Ricardo Alves Jr</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Grace Passô, Zora Santos, André Novais Oliveira</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WXzXGYAlSpw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Confira nossas crítica de festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/"><em><strong>aqui</strong></em></a>!</p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-internacional-de-mulheres-no-cinema-vaga-carne/">Festival Internacional de Mulheres no Cinema: Vaga Carne</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Especial Cinema Nacional: Atrizes brasileiras que você precisa conhecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:20:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2019, as notícias sobre o cinema brasileiro têm sido intensas. De um lado, questões como cortes de verbas na Ancine, censuras não disfarçadas; do outro, resistência e ocupação de salas de exibição. Um dos mais célebres filmes do ano, Bacurau, arrecadou quase 10 milhões de reais, até a primeira semana de outubro, de acordo com o site da Rolling Stone. Junto a este elemento, os cinemas soteropolitanos contaram, logo no início do mês, com doze projeções nacionais, sendo cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2019, as notícias sobre o cinema brasileiro têm sido intensas. De um lado, questões como cortes de verbas na Ancine, censuras não disfarçadas; do outro, resistência e ocupação de salas de exibição. Um dos mais célebres filmes do ano, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Bacurau</em></a>, arrecadou quase 10 milhões de reais, até a primeira semana de outubro, de acordo com o site da <em>Rolling Stone</em>.</p>
<p>Junto a este elemento, os cinemas soteropolitanos contaram, logo no início do mês, com doze projeções nacionais, sendo cinco estreias (<em>Greta</em>, <em>Luna</em>, <em>Morto Não Fala</em>, <em>Amor Assombrado</em> e <em>Aparecida – Um Musical</em>). Por fim, a Bahia ainda recebeu e receberá no estado inteiro festivais de cinema que fomentam o audiovisual brasileiro, como o Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontece em Salvador, entre os dias 30 de outubro até 06 de novembro.</p>
<p>Ufa! Pensando em tudo isto, o <em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong> </em>resolveu reunir especiais com elementos importantes e/ou curiosos do cinema do Brasil. A primeira lista tem o foco em grandes atrizes do país que estão presentes em diversos curtas e longas-metragens no mundo inteiro. O talento brazuca é vasto e por este motivo a procura da lista foi fazer com que nomes conhecidos pelo público especializado se alastrassem pelo consumidor mais geral. Confira!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone" src="http://br.web.img3.acsta.net/newsv7/19/07/03/21/49/1647456.jpg" alt="Especial Cinema Nacional" width="1280" height="720" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Grace Passô</strong></p>
<p>Nascida em Minas Gerais, a artista é vinda do teatro e acumula diversas funções nesta área e no audiovisual. Atriz, diretora e dramaturga, Grace Passô possui em sua trajetória a adaptação da obra clássica grega Medeia, a qual intitulou <em>Mata Teu Pai</em>, vencedora o Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto, em 2017. Em 2019, o espetáculo sob direção, <em>Contrações</em> ficou em cartaz em Salvador. Já na sua carreira cinematográfica, esteve em filmes como <em>Praça Paris</em> (2017), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xiv-panorama-internacional-coisa-de-cinema-temporada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Temporada</em> </a>(2018) e <em>No Coração do Mundo</em> (2019). Neste último, o ponto alto é a sua atuação no desfecho da trama, algo que pode remeter a uma cena trágica <em>shakesperiana</em>, por possuir intensidades e camadas dentro da construção da cena que angustiam o espectador e são o arremate climático da projeção. Passô ainda recebeu diversos prêmios, incluindo troféu no Festival do Rio e no de Brasília.<strong> Personagem preferido:</strong> Juliana – <em>Temporada</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" src="https://24horasnews.com.br/imagem/resize/1110/550/imagens/2019/04/25/gilda-nomacce-e-como-o-cinema-balizou-sua-vocacao-para-ser-atriz.jpg" alt="Resultado de imagem para gilda nomacce" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gilda Nomacce</strong></p>
<p>Natural de São Paulo, Gilda Nomancce começou sua carreira na televisão nos anos 1990, com participações em telenovelas e programas da TV Globo. Mas, a artista conta também com um trabalho no teatro e mais de 65 créditos dentro do cinema. Em 2011, venceu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, no Festival de Brasília, por seu papel em <em>Trabalhar Cansa</em>, de Juliana Rojas e Marco Dutra. A sua presença em filmes de gênero também é algo notável em sua carreira, com interpretações em produções como <em>Quando eu Era Vivo</em> (2014), <em>As Boas Maneiras</em> (2017) e <em>Lilith</em> (2018). O seu olhar marcado para tela é algo recorrente e a sensação que o espectador pode ter ao encontrar sua performance durante uma exibição é algo próximo do mistério e da intensidade. <strong>Personagem preferida</strong>: Silvia –<em> Tea for Two</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone" src="https://noticiasdetv.com/wp-content/uploads/2016/12/Karine-Teles.jpg" alt="Especial Cinema Nacional" width="1800" height="1200" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Karine Teles</strong></p>
<p>Bastante premiada e com dois longas importantes em cartaz desde o mês passado (<em>Bacurau</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hebe-a-estrela-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Hebe</em></a>), a carioca Karine Teles possui uma trajetória intensa como atriz e roteirista. No ano de 2015, se destacou pelo papel de Barbara, em <em>Que Horas Ela Volta?</em> e com Sumara, da novela <em>A Regra do Jogo</em>. Por seu trabalho na produção <em>Benzinho,</em> recebeu troféu no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, em 2019 e no Festival de Gramado, em 2018. Atualmente, ela também está em <em>Malhação – Toda Forma de Amar</em>, interpretando Regina. Outro ponto alto recente seu foi a sua participação no mais novo clipe de Letrux, chamado <em>Vai Render</em>. A sua capacidade de tratar emoções tidas popularmente como intensas de maneira suave chama a atenção de quem a assiste. Um exemplo pode ser a sua cena em <em>Bacurau</em> quando profere palavras intensas e assustadoras para dois moradores da cidade, porém com um tom cotidiano, que poderia ser qualquer coisa menos uma ameaça. <strong>Personagem Preferida</strong>: Raquel &#8211; <em>Quinze</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone" src="https://thumbs.web.sapo.io/?epic=MzRkm4onR3x4+pJLiF13fWlhw1iuh3kAWMqW3X1rWuudD42JqUYitBkjazz/8hNfdjzdiggqDfOXOqEr18Ds7wnIMD7VaXSX95y/LNu/D+1eYFo=&amp;W=2100&amp;H=0&amp;delay_optim=1" alt="Especial Cinema Nacional" width="1920" height="1080" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julia Katharine</strong></p>
<p>Atriz, roteirista e diretora, Julia Katharine possuiu a honra de receber o Prêmio Helena Ignez, da própria artista que dá nome ao troféu, na Mostra de Cinema de Tiradentes, em 2018. Além disso, Katharine é a primeira cineasta transexual a ter um filme no circuito comercial: o curta <em>Tea for Two</em>. Recentemente, ela esteve na Bahia, na Mostra Cinema Conquista, na qual realizou a oficina “Roteiro Colaborativo para o Novo Cinema”. Com sua voz rouca e uma postura que mistura doçura e melancolia, o espectador pode ficar instigado para acompanhar os rumos possíveis da interpretação de Julia, que revela uma atuação que entrega aos poucos suas camadas. <strong>Personagem Preferida</strong>: Angélica – <em>Filme-Catástrofe</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone" src="https://scontent.fssa2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/262619_407484936039614_1200374432_n.jpg?_nc_cat=110&amp;_nc_oc=AQk2g85Hqv9exg9qTxt6BOwkrcUyjG3Od7SqF4Vu90u8ILJjnjjAFjWktzS4qa2k7s8&amp;_nc_ht=scontent.fssa2-1.fna&amp;oh=9584532b3a5a1f37e3bb801abbcfd111&amp;oe=5E385332" alt="Especial Cinema Nacional" width="746" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Luciana Souza</strong></p>
<p>Baiana e advinda do Bando de Teatro Olodum, a atriz é mais conhecida por suas participações na televisão, nos palcos e pelo seu papel no longa <em>Ó Paí, Ó</em>, no qual deu vida a Dona Joana. Além de intérprete, ela reúne funções como diretora, educadora e é formada em Filosofia e em Dança. Em 2019, seu maior destaque foi no longa <em>Bacurau</em>, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. A maior característica de sua performance é a tonicidade empregada em seu corpo na criação de seus papéis. Desta maneira, Souza parece trazer sempre a sensação de que está presente em cena e que vive plenamente a sua interpretação. <strong>Personagem Preferida</strong>: Isa – <em>Bacurau</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone" src="https://supercinemaup.com/wp-content/uploads/2017/12/animal-cordial-cr%C3%ADtica-super-cinema-up-1-1280x640.jpg" alt="Especial Cinema Nacional" width="1280" height="640" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Luciana Paes</strong></p>
<p>Formada pela Escola de Artes Dramáticas da USP, Luciana Paes vem do teatro, mas também possui experiências na TV e uma carreira no cinema. Ela faz parte da Companhia Hiato que esteve, em Salvador, em 2010, com o espetáculo <em>O Jardim</em>, no Festival Internacional de Artes Cênicas (FIAC) – abro um parêntese para dizer que foi a melhor peça que eu já assisti em toda minha vida. Um de seus maiores destaques comerciais atuais é seu papel no seriado<em> 3%</em>, da <em>Netflix</em>. Além disso, a sua filmografia conta com produções aclamadas pela crítica como <em>Sinfonia da Necrópole</em> (2014) e <em>O Animal Cordial</em> (2017) e agraciadas pelo público como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-toc-transtornada-obsessiva-compulsiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva</em></a> (2017) e <em>Uma Quase Dupla</em> (2018). Em 2018, a intérprete venceu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, no Festival de Brasília, por seu papel em A Sombra do Pai. O destaque de sua interpretação pode ser a linha tênue que ela estabelece entre as emoções que passa, que podem ser jocoso x sério, gentil x grosseira, atenciosa x distraída. Este fator pode fazer com o que o público não saiba ao certo as intenções das figuras que Paes interpreta.<strong> Personagem Preferida</strong>: Claudia – <em>Piscina</em>.</p>
<ul>
<li>Obviamente, o cinema nacional está repleto de figuras talentosas e de impacto para a cultura do país. Esta lista pode ser considerada um <em>start</em> para você ir garimpando o que há de melhor nas produções brasileiras. Duas dicas fundamentais de onde encontrar filmes que vão além do grande circuito e até dele mesmo são o Porta Curtas e o <a href="https://globosatplay.globo.com/canal-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Canal Brasil</strong></em></a>, além, claro, dos festivais de audiovisual que correm por aí.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-cinema-nacional-atrizes-brasileiras-que-voce-precisa-conhecer/">Especial Cinema Nacional: Atrizes brasileiras que você precisa conhecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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