<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Gina Prince-Bythewood - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/gina-prince-bythewood/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/gina-prince-bythewood/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Sep 2022 22:17:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Gina Prince-Bythewood - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/gina-prince-bythewood/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: A Mulher Rei</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 22:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Mulher Rei]]></category>
		<category><![CDATA[Adrienne Warren]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gina Prince-Bythewood]]></category>
		<category><![CDATA[Hero Fiennes Tiffin]]></category>
		<category><![CDATA[Jayme Lawson]]></category>
		<category><![CDATA[John Boyega]]></category>
		<category><![CDATA[Lashana Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Sheila Atim]]></category>
		<category><![CDATA[Thuso Mbedu]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15923</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Mulher Rei é um dos filmes mais esperados do ano e não é pra menos. Ninguém menos que Viola Davis (A Voz Suprema do Blues) assumindo o papel da protagonista guerreira, numa comunidade onde as mulheres é que integram a guarda do rei. Lutadoras fortes e destemidas que são respeitadas pelos moradores locais e temidas pelos inimigos. Vale ressaltar que tudo isso é baseado em uma história real. Mas por que será então que nunca ouvimos falar nessa história? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/">Crítica: A Mulher Rei</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Mulher Rei</strong></em> é um dos filmes mais esperados do ano e não é pra menos. Ninguém menos que Viola Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-voz-suprema-do-blues-netflix/"><em>A Voz Suprema do Blues</em></a>)<br />
assumindo o papel da protagonista guerreira, numa comunidade onde as mulheres é que integram a guarda do rei. Lutadoras fortes e destemidas que são respeitadas pelos moradores locais e temidas pelos inimigos. Vale ressaltar que tudo isso é baseado em uma história real.</p>
<p>Mas por que será então que nunca ouvimos falar nessa história? Porque ela é oriunda da África e sabemos muito bem o que o mundo inteiro faz com os países africanos, em termos de esquecimento e anulação cultural. E é justamente esse ponto que <em><strong>A Mulher Rei</strong> </em>decide resgatar e presentear o espectador. Somos imersos na cultura de Daomé do século 17, onde as tribos lutavam entre si para conseguir escravizar uns aos outros e vender para os europeus que chegavam o tempo todo em navios. Cada detalhe vai sendo explorado com cuidado e apreço pela talentosa diretora Gina Prince-Bythewood, que tem um repertório bem eclético na carreira, com longas como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/"><em>The Old Guard</em> </a>e <em>A Vida Secreta das Abelhas</em>.</p>
<p>Nanisca (Davis) é a chefe da tribo de mulheres guerreiras Agojie, que integram a guarda do rei Ghezo (John Boyega, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/"><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></a>). Ela tem o interesse em parar de escravizar os inimigos que perdem suas batalhas e começar a investir o tempo no cultivo de dendê, que acredita que pode render muitos frutos, além de não alimentar o absurdo de subjugar semelhantes e dar aos brancos. Ela conta com duas parceiras importantes, Izogie (Lashana Lynch, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><em>007 &#8211; Sem Tempo Para Morrer</em></a>) e Amenza ( Sheila Atim, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>), que treinam as novatas para virarem combatentes.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15924" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/The-Woman-King-02.jpg" alt="A Mulher Rei" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/The-Woman-King-02.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/The-Woman-King-02-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/The-Woman-King-02-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/The-Woman-King-02-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como disse lá em cima, este é um longa que os espectador aprende muito sobre história e cultura, sem perder o ritmo de um filme de entretenimento. Temos contato com novos nomes típicos da região, costumes, alimentos, roupas, forma de se relacionar. É dada humanidade aos escravos que tanto ouvimos falar desde a época da escola, mas que não tinha cara nem nomes. Eles eram pessoas comuns, com ofícios, família, amigos, que foram retiradas de seus lugares e forçados a servir como escravos. Tudo isso <em><strong>A Mulher Rei</strong></em> deixa bem claro, sem dar meias voltas para tocar no assunto.</p>
<p>Claro que falar da majestade que é a presença de Viola Davis é algo factível, mesmo que desnecessário. Ela tem uma presença de cena impressionante e está completamente despida de qualquer outro papel que tenha realizado. O seu empenho em adquirir o perfil físico da líder se mostrou num resultado impressionante, em cenas de lutas bem arquitetadas e ensaiadas. Dito isso, ela não é o único ponto alto do elenco. Aliás, toda a equipe foi escolhida a dedo e com muita assertividade. Não tem uma única cena em que não somos ofertados com performances incríveis e intensas.</p>
<p>Ainda que fale sobre muitas temáticas importantes e pesadas, o longa não se furta de oferecer humor e leveza ao espectador, tornando a experiência ainda mais agradável. É o tipo de filme que não percebemos o passar o tempo e lamentamos quando chega ao fim. Existe um equilíbrio adequado em <em><strong>A Mulher Rei</strong></em> sobre os momentos de drama, dor, luta, ação, acolhimento, cultura, etc. Prince-Bythewood foi bem coerente em suas escolhas, mostrando uma condução exemplar do roteiro, também assinado por ela.</p>
<p><em><strong>A Mulher Rei</strong> </em>é um filmaço em muitos sentidos, mas certamente o maior deles é o fato de ser uma reverência à cultura africana, aos negros e sua rica história. É uma produção que vem num momento muito importante, onde o racismo está cada vez mais perceptível nos atos diários e nas notícias dos jornais. Uma devoção à comunidade negra e uma lição aos brancos, que deveriam aproveitar essa oportunidade para aprender bastante sobre os diferentes povos e culturas. Nas cenas finais, vemos um singelo tributo aos mortos vítimas de racismo mais recentes e notórios, como é o caso de George Floyd. Excelente escolha para o fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Gina Prince-Bythewood</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Viola Davis, Thuso Mbedu, Lashana Lynch, Sheila Atim, Hero Fiennes Tiffin, John Boyega, Jayme Lawson, Adrienne Warren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IK1sEiHodZg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/">Crítica: A Mulher Rei</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: The Old Guard (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 19:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Gina Prince-Bythewood]]></category>
		<category><![CDATA[Greg Rucka]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Melling]]></category>
		<category><![CDATA[KiKi Layne]]></category>
		<category><![CDATA[Matthias Schoenaerts]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[The Old Guard]]></category>
		<category><![CDATA[Veronica Ngo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12974</guid>

					<description><![CDATA[<p>Existem múltiplos tipos de obras audiovisuais. Algumas são impecáveis esteticamente e cumprem sua função de forma plena. Outras, por mais que tentem imprimir qualidade técnica, falham por não funcionarem na tela de certa maneira, como em uma falta de estabelecimento de tensão em um suspense ou ter o tempo certo em uma comédia. Ainda existem aqueles que, por mais equívocos que possuam aqui e ali, divertem, elencam quesitos positivos e, mesmo que não sejam brilhantes, acabam entregando um resultado aceitável. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/">Crítica: The Old Guard (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem múltiplos tipos de obras audiovisuais. Algumas são impecáveis esteticamente e cumprem sua função de forma plena. Outras, por mais que tentem imprimir qualidade técnica, falham por não funcionarem na tela de certa maneira, como em uma falta de estabelecimento de tensão em um suspense ou ter o tempo certo em uma comédia. Ainda existem aqueles que, por mais equívocos que possuam aqui e ali, divertem, elencam quesitos positivos e, mesmo que não sejam brilhantes, acabam entregando um resultado aceitável. Este último caso é o de <strong><em>The Old Guard</em></strong>, nova produção da Netflix, estrelada por Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Casal Improvável</em></a>).</p>
<p>Começando pelo o que há de melhor no filme, é possível destacar fortemente o desenvolvimento das personagens, principalmente como isto cria um elo de conexão do espectador com a obra. A forma como a vida pregressa das personagens é contada de maneira orgânica e pontual. Depois, traços de suas personalidades apareçam em momentos de conflitos e batalhas é um ganho aqui. O público acaba conseguindo alcançar uma sensação de proximidade com aquelas personas ficcionais e suas escolhas também fazem mais sentido por isso. Como foram muitos séculos de existência, as suas trajetórias ganham força, seja em frases que parecem soltas em cenas espaçadas ou em situações nas quais tudo cessa para que se possa mergulhar no passado. Isto faz com que, ao final da projeção, um senso forte de empatia seja atingido.</p>
<p>Outro fator que chama a atenção é a mescla equilibrada entre enquadramentos com a câmera parada e os que utilizam amplamente diversos movimentos, fomentando as sequências de ação e criando um clima mais intimistas nos instantes de conversa. Como se é sabido, é crucial neste tipo de gênero os respiros bem feitos, daqueles não façam com que o fôlego se perca. Dessa maneira, a diretora Gina Prince-Bythewood (<em>A Vida Secreta das Abelhas</em>) sabe quando priorizar o foco dos momentos introspectivos e das revelações sobre outras épocas, deixando que estas partes sejam realmente dos atores. Já nas batalhas e brigas, panorâmicas, <em>tilts</em>, <em>trackings</em> etc aparecem bastante. Esta dinâmica, inclusive, é acentuada pela iluminação, pelo figurino e o cenário, que têm uma sobriedade maior, com cores mais neutras e/ou lisas, direcionando sempre o olhar para o que está sendo mostrado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13020" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="The Old Guard" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, o roteiro desenvolve bons <em>backgrounds</em> das personagens, mas falta um tanto de vontade em não subestimar o público na construção das relações. Além de uma narração de Theron &#8211; que se perde no meio da exibição &#8211; os diálogos são, muitas vezes, expositivos. Eles explicam e reexplicam elementos que já foram compreendidos ou que poderiam ficar subentendidos. Outro incomodo da narrativa é a quantidade de <em>plots</em> em um único longa. O desespero em colocar premissas que deixem ganchos para uma continuação faz com que o rumo daquele episódio fique um tanto turvo.</p>
<p>O que é extremamente estranho já que quem assina o roteiro é Greg Rucka, criador da HQ que inspirou a adaptação de <strong><em>The Old Guard</em></strong>.  Há muita informação e, até a conclusão do conflito principal, fica uma suspensão estabelecida, porque existem dois caminhos claros que poderiam ser seguidos. E eles ficam se espremendo constantemente, procurando um espaço para ocorrerem com tranquilidade. Esta sede por inserir muitas subtramas diminui o impacto do que está sendo contado, porém, o seu resultado final é uma sessão divertida e empolgante.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Gina Prince-Bythewood </p>
<p><strong>Elenco</strong>: Charlize Theron, Charlize Theron, Harry Melling, Kiki Layne, Chiwetel Ejiofor, Veronica Ngo, Matthias Schoenaerts</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x4_EAlRLY_E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/">Crítica: The Old Guard (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
