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	<title>Arquivos Gerard Butler - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Gerard Butler - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Invasão a Londres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Bassett]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão a Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Morgan Freeman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme com muita testosterona. É isso que você pode esperar de Invasão a Londres. Se o primeiro filme, Invasão à Casa Branca, já era suficientemente surreal, esse extrapola qualquer limite da noção. Ainda assim, não podemos afirmar que seja um filme ruim, longe disso. Mas também não está nenhum pouco próximo de ser um filme bom. A história é muito simples. O primeiro-ministro britânico morre de parada cardíaca e todos os principais líderes mundiais vão ao seu velório. Claro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-invasao-a-londres/">Crítica: Invasão a Londres</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme com muita testosterona. É isso que você pode esperar de<em> Invasão a Londres</em>. Se o primeiro filme, <em>Invasão à Casa Branca</em>, já era suficientemente surreal, esse extrapola qualquer limite da noção. Ainda assim, não podemos afirmar que seja um filme ruim, longe disso. Mas também não está nenhum pouco próximo de ser um filme bom.</p>
<p>A história é muito simples. O primeiro-ministro britânico morre de parada cardíaca e todos os principais líderes mundiais vão ao seu velório. Claro que a maior preocupação de todos os envolvidos é que essa concentração de pessoas importantes acaba atraindo atentados terrorista. Mike Banning, que já defendeu o presidente dos EUA no primeiro filme, retorna como um agente poderoso e com ar de invencível, que vai salvar a pátria mais uma vez.</p>
<p>Aliás, já que citei a pátria, começo falando dela. É sabido que o povo americano é bastante apaixonado por seu país. Mas esse filme não consegue enxergar esse limite de forma alguma. É de um patriotismo exagerado, colocando o presidente dos EUA acima de Deus e de todos, fazendo com que as pessoas desejem loucamente matá-lo. Isso fica muito claro quando os terroristas atacam Londres e conseguem matar 4 ou 5 líderes mundiais, mas o presidente americano sai vivo. Qualquer pessoa razoável pensaria que “deixa para outra oportunidade”. Mas não, né?! O presidente americano tem que morrer, nem que precise sitiar a cidade inteira como se estivesse na guerra.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5875" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/london-has-fallen.jpg" alt="london-has-fallen" width="610" height="348" /></p>
<p>Outro detalhe é o excesso de testosterona. É uma disputa constante para ver quem é o mais machão da história e chega uma hora que isso simplesmente fica cansativo demais.</p>
<p>O roteiro também não é lá grandes coisas, mas o primeiro filme também não era, então não rolou essa pretensão. O que incomoda, na verdade, é o mesmo motivo que conforta: a ação. Se por um lado ela é completamente sem sentido e previsível, por outro ela consegue manter o espectador entretido do começo ao fim, sem entediar. Por isso, afirmo que o longa não é de todo ruim. É possível se salvar alguma coisa, embora eu tenha sérias dificuldades de enxergar que coisa é essa.</p>
<p>O elenco, por exemplo, é bem interessante, composto por Gerard Butler, Aaron Eckhart, Morgan Freeman e Angela Bassett. Ou seja, muita gente de peso que consegue aliviar a decepção de quem assiste. Quando nada, pelo menos estamos assistindo boas performances.</p>
<p>Para quem curte um filme de ação e não está tão preocupado com o roteiro, é uma boa pedida para o fim de semana.</p>
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		<title>Crítica: Deuses do Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 10:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Proyas]]></category>
		<category><![CDATA[Brenton Thwaites]]></category>
		<category><![CDATA[Deuses do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Geoffrey Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolaj Coster-Waldau]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4609" aria-describedby="caption-attachment-4609" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4609 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/2EDCF1E700000578-3336938-_We_re_sorry_The_studio_and_director_behind_the_Gerard_Butler_mo-a-5_1448662441909-620x357.jpg" alt="2EDCF1E700000578-3336938-_We_re_sorry_The_studio_and_director_behind_the_Gerard_Butler_mo-a-5_1448662441909" width="620" height="357" /><figcaption id="caption-attachment-4609" class="wp-caption-text">Precisando de um novo agente: Gerard Butler se mete em mais uma enrascada ao aceitar protagonizar o longa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que os primeiros trailers de <i>Deuses do Egito </i>foram lançados na rede, o mais recente longa do diretor Alex Proyas, o mesmo de <i>O Corvo</i>, <i>Eu Robô </i>e <i>Presságio</i>, todos passatempos bem &#8220;bacaninhas&#8221;, as primeiras impressões do público não foram nada positivas. O longa parecia ser uma tentativa desastrada de fazer da mitologia egípcia um universo fértil para a realização de um épico de aventura feito praticamente em CGI, ou seja, mais um entre tantos da leva que sucedeu <i>300</i>, de Zack Snyder. Como julgar um filme pelo trailer é um pecado que qualquer apaixonado por cinema não pode cometer, teríamos que chegar aos cinemas com pelo menos um pouquinho de esperança de que o longa não fosse de todo ruim e que todos os efeitos especiais mal feitos e exagerados exibidos na peça publicitária da obra fossem superados por algum elemento extra-técnico. Infelizmente, não é isso que vivenciamos em <i>Deuses do Egito</i>, provavelmente um sério candidato a filme mais desastroso a ser batido em 2016.</p>
<figure id="attachment_4610" aria-describedby="caption-attachment-4610" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4610 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/190139_godsofegypt-mv-8-620x349.jpg" alt="190139_godsofegypt-mv-8" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4610" class="wp-caption-text">Exageros: Produção é marcada pela excessiva grandiloquência</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No longa, Nikolaj Coster-Waldau (da série <i>Game of Thrones</i>) vive o deus Horus, cujo trono é usurpado pelo poderoso deus Set, papel de Gerard Butler (precisando de um novo agente para ontem, tamanha a quantidade de filmes ruins que anda fazendo), que transforma toda a sociedade egípcia em um verdadeiro caos. Nesse cenário, Bek, um jovem comum, junta suas forças com Horus para formar um grupo de resistência contra os mandos e desmandos de Set, pondo fim a essa era de escuridão no Egito.</p>
<p><i>Deuses do Egito </i>é um filme que esquece qualquer tipo de sutileza, ou seja, tudo no longa é marcado pelo exagero, pela opulência e, por isso mesmo, pela cafonice. Do figurino aos sets construídos praticamente por recursos digitais, passando pela trilha sonora composta em tom de grandiloquência por um Marco Beltrami irreconhecível (como pode o compositor responsável recentemente pelas trilhas irretocáveis de <i>Dívida de Honra </i>e <i>Expresso do Amanhã </i>cometer um trabalho tão ruim?), tudo em <i>Deuses do Egito </i>privilegia a megalomania. O longa de Proyas parece gritar no ouvido e nos olhos do espectador a todo momento a sua ambição de grande produção. Todo o exagero dos elementos que envolvem <i>Deuses do Egito </i>poderia se justificar caso o filme fizesse piada da sua própria existência, mas não é isso que vemos em cena, pelo menos, não na maioria das vezes. Em inúmeros momentos, Alex Proyas parece realmente acreditar estar conduzindo uma produção no naipe das melhores do seu gênero.</p>
<figure id="attachment_4611" aria-describedby="caption-attachment-4611" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4611 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/190139_godsofegypt-mv-9-620x334.jpg" alt="190139_godsofegypt-mv-9" width="620" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-4611" class="wp-caption-text">Roteiro: Trama não tem estrutura e é recheado de chavões.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Operando os aspectos visuais e narrativos do seu espalhafatoso longa-metragem de ação com a discrição de um elefante, Alex Proyas faz seu filme assemelhar-se a um desfile de escolas de samba ruim, com direito a um enredo infeliz, alegorias e fantasias que gritam suas respectivas breguices e um samba que não faz sentido do início ao fim da sua passagem pela Sapucaí. O roteiro do longa escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, os mesmos do igualmente ruim <i>Drácula &#8211; A História Nunca Contada</i>, não tem estrutura ou coerência alguma e ainda carrega o quanto pode a trama de frases de efeito e momentos que beiram o risível.</p>
<p>Transformando suas figuras mitológicas em criaturas de armadura cromada que são apenas um dos sinais de mau gosto da sua trama, <i>Deuses do Egito </i>é um filme que confunde os seus excessos em todos os departamentos criativos com a oferta de um espetáculo cinematográfico empolgante para a sua plateia. No final das contas, o que o espectador tem é um filme que em todos os níveis não faz o menor sentido, sobretudo como entretenimento.</p>
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