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	<title>Arquivos George Clooney - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos George Clooney - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Ingresso Para o Paraíso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 00:24:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ingresso Para o Paraíso chegou aos cinemas prometendo uma ótima interação entre a dupla de sucesso Julia Roberts (O Retorno de Ben) e George Clooney (O Céu da Meia-Noite). Eles já haviam atuado juntos anteriormente em outros quatro filmes: Onze Homens e um Segredo, Doze Homens e Outro Segredo, Jogo do Dinheiro e Confissões de uma Mente Perigosa, então a expectativa era grande para este longa de comédia romântica &#8211; algo que Julia é mestra. No final, o resultado era [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ingresso Para o Paraíso</strong></em> chegou aos cinemas prometendo uma ótima interação entre a dupla de sucesso Julia Roberts (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-ben/"><em>O Retorno de Ben</em></a>) e George Clooney (<em>O Céu da Meia-Noite</em>). Eles já haviam atuado juntos anteriormente em outros quatro filmes: <em>Onze Homens e um Segredo, Doze Homens e Outro Segredo, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogo-do-dinheiro/">Jogo do Dinheiro</a></em> e <em>Confissões de uma Mente Perigosa</em>, então a expectativa era grande para este longa de comédia romântica &#8211; algo que Julia é mestra. No final, o resultado era tudo que nós queríamos.</p>
<p>A história do filme não muito inovadora. Um casal separado que se odeia precisa conviver juntos por conta da filha. Quando a menina decide largar tudo e se casar com um desconhecido em Bali, os dois precisam deixar as diferenças de lado e se unir para demover a garota desta ideia. O resultado é algo previsível desde o começo, o que não quer dizer que seja um problema. Um clichê bem trabalhado pode ser melhor que um roteiro diferentão que se perde na construção.</p>
<p>Aliás, comédia romântica, via de regra, trabalha em cima de clichê. Eu, particularmente, sou uma grande entusiasta do gênero, o que me faz gostar do previsível. O que vale para mim são as interações, a forma como o roteiro vai aprofundar os sentimentos e fazer o espectador comprar a ideia de que aquele elenco realmente forma uma família ou um casal apaixonado. E é isso que temos aqui.</p>
<p>O elenco foi escolhido a dedo e não apenas por conta da dupla principal. A filha deles, Kaitlyn Dever (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/"><em>Fora de Série</em></a>), consegue estabelecer uma ótima química em todas as interações, seja com os pais, com a melhor amiga ou com o boyzinho que ela se apaixona em Bali. Por sinal, a relação dos dois é muito fofa e amorosa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15883" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Y4PJGLT65JFW3ATAEK23IFTLXQ.jpg" alt="Ingresso Para o Paraíso" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Y4PJGLT65JFW3ATAEK23IFTLXQ.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Y4PJGLT65JFW3ATAEK23IFTLXQ-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Y4PJGLT65JFW3ATAEK23IFTLXQ-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Y4PJGLT65JFW3ATAEK23IFTLXQ-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Roberts e Clooney, por sua vez, estão super à vontade. É perceptível que eles se divertiram demais nas gravações, como se estivessem o tempo inteiro interagindo com um grande amigo das antigas, o que só favorece <em><strong>Ingresso Para o Paraíso</strong></em>. Embora os personagens se odeiem, eles se conhecem muito bem. Um sabe a personalidade do outro, os gostos. Mesmo não querendo conviver juntos, eles ainda preservam o conhecimento do outro e a tentativa de sempre ser melhor, no quesito parentalidade.</p>
<p>Ambos os atores conservam a beleza estonteante que sempre tiveram &#8211; eles já ocuparam várias vezes as listas de mulher e homem mais bonitos do mundo. É algo bacana, inclusive, ver comédias românticas voltadas para um público mais coroa, mostrando que o amor e a esperança de uma vida a dois não é algo que morre com o passar do tempo. Eles assumem as rugas, assumem o passar do tempo e seguem plenos em todos os momentos.</p>
<p>Como disse inicialmente, não há nada de muito inovador no roteiro em <em><strong>Ingresso Para o Paraíso</strong></em>, mas todos os clichês são bem trabalhados e envoltos numa fotografia belíssima da Indonésia, com suas praias perfeitas de águas cristalinas, uma boa trilha sonora e um elenco afiado. É um filme leve, gostoso de assistir, se tornando uma excelente pedida para um fim de semana mais calmo. Vale a pena demais!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ol Parker</p>
<p><strong>Elenco:</strong> George Clooney, Julia Roberts, Kaitlyn Dever, Maxime Bouttier, Lucas Bravo, Billie Lourd</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lCOyfItmwlU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Bar Doce Lar (Prime Video)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e Bar Doce Lar soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos acima da média.</p>
<p>No catálogo do Amazon Prime Video, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> narra a típica jornada de rito de passagem de um jovem garoto, interpretado por Tye Sheridan, que pontualmente compartilha o personagem com o menino Daniel Ranieri. O longa é baseado nas memórias do escritor J.R. Moehringer, um rapaz de origem humilde, estudante da Universidade de Yale, cujo tio Charlie (Ben Affleck) foi um ex-combatente do Vietnã que virou gerente de um bar depois do conflito e passou a ser responsável por todo o repertório literário do garoto, preenchendo também a lacuna do pai ausente do rapaz.</p>
<p><em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> traz consigo toda uma atmosfera old fashioned de narrativa cinemagráfica com um pretenso calor humano na construção das suas relações familiares. Não existe problema algum no fato de George Clooney querer contar esse tipo de história mais antiquada para nossos tempos. O problema é que o diretor não consegue conferir nenhuma singularidade que justifique a jornada de Moehringer ganhar tanta pompa que ganha na sua abordagem. Nem mesmo as relações entre o protagonista e as figuras adultas mais relevantes da sua vida como o tio Charlie (um bom momento de Ben Affleck, mas nada que justifique suas recentes indicações a prêmios e uma menção ao Oscar que se anuncia), a mãe interpretada por Lily Rabe e o avô vivido por Christopher Lloyd. Clooney se esforça e constrói toda a narrativa como algo da ordem do singular, que em dado momento revelará sua grande lição de vida, mas no fundo não há um elemento sequer que distinga <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> de outras histórias de amadurecimento de rapazes já contadas à exaustão nas telas. Tudo é um pouco solto e desprovido de relevância.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15059" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg" alt="Bar Doce Lar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Assim, passa a ser óbvio que Affleck se destaque pois é quem tem o personagem mais bem construído da história e o ator, confirmando seu status de estrela hollywoodiana, sustenta com muito charme sua presença em cena.</p>
<p>Há questões incomodas no filme. Uma delas é toda a relação do protagonista com seu pai, uma figura omissa que é estranhamente suavizada ao longo da história e quando revela seu pior lado, tudo parece jogado na tela de maneira muito abrupta e mal construída. Além disso, a escalação do jovem Daniel Ranieri como a versão infantil de Tye Sheridan não convence pela ausência de semelhança física entre os intérpretes de J.R.. Para piorar, Clooney não consegue transitar de maneira fluida entre a infância e o começo da vida adulta do rapaz, a princípio oscila entre os tempos sem nenhuma justificativa aparente e quando passa de vez o bastão para Tye Sheridan o faz sem a menor cerimônia.</p>
<p>Menos ambicioso que os demais momentos de Clooney como diretor, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> tem um resultado esquisito. É um filme que parece não relaxar ou se conter com sua trivialidade e anuncia o tempo todo uma grandiosidade e singularidade na biografia do seu protagonista e nas suas relações que parece não existir de fato. É um resultado tão aquém dos momentos mais inspirados de Clooney&#8230; A recorrência que tem sido trabalhos assim na sua carreira recente acende o sinal de alerta para uma urgente mudança de rumo nas suas próximas produções.</p>
<p><strong>Direção:</strong> George Clooney</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tye Sheridan, Christopher Lloyd, Ben Affleck, Lily Rabe, Daniel Ranieri, Briana Middleton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HDnyQ502Lzc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jogo do Dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 22:05:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A promessa de um longa que traz uma abordagem eficaz do cenário financeiro atual era promissora e se cumpriu de certa forma. Ainda assim, a direção de Jodie Foster deixa a desejar em alguns momentos, mostrando falhas no roteiro e tendência a alguns clichés que poderiam ser evitados. George Clooney interpreta o apresentador Lee Gates, que tem um programa de televisão nada convencional que fala de ações da bolsa. Ele é carismático e exagerado, gritando e usando termos únicos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A promessa de um longa que traz uma abordagem eficaz do cenário financeiro atual era promissora e se cumpriu de certa forma. Ainda assim, a direção de Jodie Foster deixa a desejar em alguns momentos, mostrando falhas no roteiro e tendência a alguns clichés que poderiam ser evitados.</p>
<p>George Clooney interpreta o apresentador Lee Gates, que tem um programa de televisão nada convencional que fala de ações da bolsa. Ele é carismático e exagerado, gritando e usando termos únicos para se referir à questão econômica. Já Julia Roberts vive a diretora do show. Durante mais um dia de trabalho, onde as ações de uma dada empresa caiu bruscamente, um jovem invade os estúdios com uma arma e ameaça matar Lee. Ele coloca um colete cheio de bombas no apresentador e exige que tudo seja transmitido ao vivo pelo canal.</p>
<p>O filme consegue se manter interessante durante todo o tempo, chamando sempre a atenção do espectador. Mas algumas ações controversas faz a gente pensar. Como por exemplo, o fato do cara que ameaça não se tocar que o apresentador usa um ponto eletrônico e escuta a voz da diretora o tempo todo. Além de ser notório, essa é uma informação que a maioria das pessoas tem hoje em dia.</p>
<p>Outra questão que incomoda bastante é a seguinte: o atirador está com o dedo no gatilho da bomba e se ele soltar, Gates explode junto com o estúdio. No entanto, a polícia lá fora afirma que se atirar no colete de Gates em um ponto específico, fará com que a bomba desarme. Fico me perguntando se, já que ele tinha um ponto eletrônico e ouvia tudo, e o atirador é deveras distraído, a polícia não podia simplesmente ensinar o apresentador a desarmar a bomba sem precisar atirar necessariamente nele.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6038" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/14d0d2e139ab67a39c7d1578f4fe34ec7d36952c.jpg" alt="14d0d2e139ab67a39c7d1578f4fe34ec7d36952c" width="610" height="348" /></p>
<p>Ainda assim, o filme tem suas qualidades, como a crítica ao mercado financeiro e como os empresários conseguem lucrar em cima da ruína das pessoas. Além disso, como é possível manipular as ações a partir de atitudes e investimentos estratégicos. Uma pena, no entanto, que isso não seja tão aprofundado quanto poderia. A temática oferece muitas possibilidades, mas Foster optou por tratar de forma mais superficial durante boa parte do longa, trazendo o aprofundamento apenas para o final. Isso traz um tom completamente irregular ao longa, que vai e volta e mostra uma abolição estranha de roteiro.</p>
<p>A tendência ao cliché se mostra principalmente na mudança de percepção do protagonista ao final de tudo, como se fosse um suspiro de lucidez. Faz até sentido na trama, mas soa muito infantil.</p>
<p>Com relação às atuações, uma combinação importante e acertada entre Clooney e Roberts. Sou fã de ambos e vê-los juntos em cena é realmente um deleite para o espectador. Os dois cabem muito bem nos papéis e desenvolvem com muita naturalidade. Destaque também para o jovem atirador, interpretador por Jack O&#8217;Connell. O novato se mostra como uma grata surpresa.</p>
<p>No geral, rola um sentimento de frustração pela expectativa cultivada ao longo de meses assistindo ao trailer nos cinemas. A possibilidade de um super roteiro caiu por terra, nos apresentando um trabalho apenas bom, quando podia ser excelente. Ainda assim, é um entretenimento válido e boa pedida para o feriado.</p>
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		<title>Crítica: Ave, César!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 20:27:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema dos irmãos Joel e Ethan Coen é daquele tipo que possui características tão constantes que até mesmo o público eventual consegue reconhecer as marcas dos títulos do diretor se ao menos teve contato com um de seus filmes. Do irônico, discreto e corrosivo humor com que os cineastas constroem os seus personagens e as situações nas quais eles são inseridos, até às suas incisivas críticas a valores e ciclos da sociedade norte-americana, filmes como Fargo, O Grande Lebowski, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema dos irmãos Joel e Ethan Coen é daquele tipo que possui características tão constantes que até mesmo o público eventual consegue reconhecer as marcas dos títulos do diretor se ao menos teve contato com um de seus filmes. Do irônico, discreto e corrosivo humor com que os cineastas constroem os seus personagens e as situações nas quais eles são inseridos, até às suas incisivas críticas a valores e ciclos da sociedade norte-americana, filmes como <i>Fargo</i>, <i>O Grande Lebowski</i>, <i>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum</i> e até empreitadas mais &#8220;sérias&#8221; dos realizadores como o vencedor do Oscar <i>Onde os fracos não têm vez </i>são títulos unificados e singularizados na recente filmografia norte-americana por apresentarem propostas estilísticas e narrativas bem peculiares dos diretores. <i>Ave, César!</i>, mais recente longa da dupla, claro, segue o mesmo caminho. Portanto, não decepciona em nada os fãs dos cineastas.</p>
<p>No filme, os Coen nos insere nos bastidores do cotidiano dos estúdios de cinema Capitol Pictures na Hollywood dos anos de 1950. Em meio às filmagens de produções grandiosas da época de ouro do cinema norte-americano e o temperamento instável de estrelas e diretores de cinema, acompanhamos a rotina de Edward Mannix (vivido por Josh Brolin), &#8220;cabeça&#8221; do estúdio que, entre suas várias funções, afasta as principais atrações da casa de escândalos midiáticos que possam arruinar suas carreiras e manchar a imagem da Capitol Pictures. Acontece que Mannix não terá um dia de trabalho nada fácil quando descobre que o famoso astro da produção épica &#8220;Ave, César!&#8221;, cujas filmagens estão em andamento, desapareceu misteriosamente após uma ação bem sucedida de uma organização secreta chamada &#8220;Futuro&#8221;.</p>
<p>Funcionando muito bem em duas frentes específicas, a comédia e o suspense policial (ambos adaptados às perspectivas que os cineastas possuem dos dois gêneros, claro), <i>Ave, César! </i>é uma verdadeira ode ao cinema do período que pretende retratar. Além dos gêneros com os quais sua trama central dialoga, <i>Ave, César! </i>oferece ao espectador uma compilação de homenagens interessantes a produções populares do período, como os <i>westerns</i>, os musicais com sapateado, os épicos históricos/religiosos, os melodramas, os filmes com acrobacias e coreografias aquáticas etc. Tudo está em <i>Ave, César! </i>na medida em que acompanhamos a rotina da Capitol Pictures em sequências produzidas com disciplina pelos Coen (cujo estudo de elementos como a fotografia, o tipo de performance dos atores etc. é visível na execução dessas cenas), que contam com o suporte do competente diretor de fotografia Roger Deakins, da equipe de direção de arte e dos figurinos de Mary Zophres.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5899" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/HAIL-CAESAR-12Outubro2015-3.jpg" alt="HAIL-CAESAR-12Outubro2015-3" width="610" height="348" /></p>
<p>Acontece que tudo isso é adorno &#8211; um belíssimo e interessante adorno, é preciso reconhecer &#8211; diante do que parece ser a força motriz de <i>Ave, César!</i>. Através da sua trama policial, os Coen, com a inteligência e perspicácia que lhes são peculiares, nos insere em uma rede de conspirações a respeito dos &#8220;braços&#8221; comunistas que se &#8220;infiltraram&#8221; nos estúdios naquela época, os roteiristas. Nesse mesmo ano, o tema foi tratado no filme que rendeu uma indicação ao Oscar para Bryan Cranston, <i>Trumbo</i>, de uma maneira bem burocrática, é verdade, mas em <i>Ave, César! </i>ganha um tratamento mais interessante e inusitado. A fusão entre a homenagem à era de ouro de Hollywood e o deboche dos realizadores com a paranoia comunista que tomou conta dos EUA naquele período faz de <i>Ave, César! </i>um interessante mosaico sobre a produção cinematográfica do período, mas também da sociedade norte-americana da época e o do <i>modus operandi </i>dos estúdios de cinema.</p>
<p>Com um elenco muito bem em cena, composto por antigos colaboradores dos diretores, como George Clooney (funcionando sempre na medida para os tipos que os realizadores costumam escalá-lo), Josh Brolin, Scarlett Johansson (cada vez mais saindo da moldura na qual foi colocada nos primeiros anos da sua carreira), Frances McDormand e Tilda Swinton, como também novas adições em seus currículos, é o caso de Ralph Fiennes, Christopher Lambert (!!!!), Jonah Hill e Channing Tatum (excelente em sua breve mas importante participação), o destaque ficou para o novato do grupo, o jovem ator de nome praticamente impronunciável, Alden Ehrenreich, conhecido por sua participação em <i>Tetro</i>, filme de Francis Ford Coppola de 2009. Ehrenreich interpreta uma jovem estrela de <i>westerns</i>, marcada por sua inocência e pela sua dificuldade de interpretar, mas que passa a ser a &#8220;galinha dos ovos de ouro&#8221; da Capitol Pictures dirigida pelo personagem de Josh Brolin. Alden Ehrenreich faz um tipo interessante que não só funciona bem no universo dos Coen, atuando na mesma voltagem dos restante dos personagens do filme, como também consegue conferir uma dimensão humana ao criar uma forte empatia com o público desde a sua primeira sequência.</p>
<p>Entre a reverência à antiga Hollywood e a crítica à paranoia comunista, <i>Ave, César! </i>consegue ser mais um acerto de Joel e Ethan Coen. Nada fora da curva, mas nem precisava ser. O filme é coerente com tudo o que os realizadores têm feito até aqui com seus comentários irônicos sobre a sociedade americana e com suas apropriações bem particulares da gramática cinematográfica. É preciso ter muito fôlego, coragem e repertório para chegar tão longe e com tanta maturidade na constância produtiva que os Coen vêm apresentando desde que surgiram no cinema e <i>Ave, César! </i>é outro momento muito bom dos realizadores.</p>
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		<title>Assista ao trailer de Hail, Caesar!, novo filme dos Coen com grande elenco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 17:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Previsto para estrear no primeiro semestre de 2016, a nova comédia dos irmãos Coen Hail, Caesar! acaba de ganhar o seu primeiro trailer. No longa, Clooney vive um homem especializado em proteger celebridades de escândalos da imprensa na Hollywood da década de 1950. Ele é contratado pelos grandes estúdios, interessados em não sujar a carreira dos seus filmes com notícias negativas sobre as suas principais estrelas. Entre velhos conhecidos e novas parcerias dos realizadores, o trailer de Hail, Caesar! dá o devido destaque ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/85342243_everest.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3788" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/85342243_everest-620x305.jpg" alt="_85342243_everest" width="620" height="305" /></a></p>
<p>Previsto para estrear no primeiro semestre de 2016, a nova comédia dos irmãos Coen <strong><em>Hail, Caesar!</em> </strong>acaba de ganhar o seu primeiro trailer. No longa, Clooney vive um homem especializado em proteger celebridades de escândalos da imprensa na Hollywood da década de 1950. Ele é contratado pelos grandes estúdios, interessados em não sujar a carreira dos seus filmes com notícias negativas sobre as suas principais estrelas.</p>
<p>Entre velhos conhecidos e novas parcerias dos realizadores, o trailer de <em>Hail, Caesar!</em> dá o devido destaque ao seu elenco de atores do primeiro escalão do cinema: George Clooney, Scarlett Johansson, Tilda Swinton, Josh Brolin, Channing Tatum, Ralph Fiennes, Frances McDormand e Jonah Hill.</p>
<p>O filme tem previsão de chegar aos cinemas brasileiros em fevereiro de 2016.</p>
<p>Veja o trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kMqeoW3XRa0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Tomorrowland &#8211; Muita expectativa, pouco retorno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 14:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[George Clooney]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Laurie]]></category>
		<category><![CDATA[Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Disney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tomorrowland &#8211; Um Lugar Onde Nada é Impossível é um dos filmes mais aguardados da temporada, com grande elenco e um diretor de peso da Pixar. Sim, este é um filme da Disney e fala muito do universo de seu criador, Walt. A ficção científica para adolescentes propõe o início de uma nova saga juvenil, mas o andamento disso depende dos resultados de bilheteria. O longa é nada mais nada menos que baseado em um parque de diversões da Disney, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2956" aria-describedby="caption-attachment-2956" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/poltrona_tomorrowland.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2956 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/poltrona_tomorrowland.jpg" alt="poltrona_tomorrowland" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2956" class="wp-caption-text">A jovem consegue se transportar através de um pequeno objeto</figcaption></figure>
<p><em>Tomorrowland &#8211; Um Lugar Onde Nada é Impossíve</em>l é um dos filmes mais aguardados da temporada, com grande elenco e um diretor de peso da <em>Pixar</em>. Sim, este é um filme da Disney e fala muito do universo de seu criador, Walt. A ficção científica para adolescentes propõe o início de uma nova saga juvenil, mas o andamento disso depende dos resultados de bilheteria.</p>
<p>O longa é nada mais nada menos que baseado em um parque de diversões da Disney, que leva o mesmo nome e é de estilo futurista. Nesse mundo inusitado criado pelo idealizador Walt Disney, a humanidade vive no seu verdadeiro potencial, com todos os avanços científicos. Uma jovem que adora ciência descobre uma peça que pode transporta-la automaticamente para esta realidade paralela, chamada Tomorrowland. Ela precisa, junto com o criador da peça, desvendar segredos que podem mudar o mundo para sempre.</p>
<p>A história não é nenhuma novidade, o que pode justificar a falta de apelo de público que tem levado pouca gente ao cinema. A superprodução custou mais de US$ 190 milhões e não arrecadou nem US$ 40 milhões no seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos. Isso pode ser considerado um fracasso, mesmo que o momento não seja exatamente positivo para o cinema. Por mais que ele esteja na liderança de bilheterias atualmente, o resultado teria que ser muito superior para compensar todo o dinheiro investido.</p>
<figure id="attachment_2957" aria-describedby="caption-attachment-2957" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/516166.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2957" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/516166.jpg" alt="O universo que ela encontra é completamente utópico" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2957" class="wp-caption-text">O universo que ela encontra é completamente utópico</figcaption></figure>
<p>Este resultado na bilheteria pode ter influenciado, inclusive, em outros filmes dos estúdios. O que se cogita é que a franquia <em>Tron</em> foi cancelada por conta do tropeço de Tomorrowland nas bilheterias. Tudo isso porque o estúdio precisa resolver esse problema financeiro antes de se comprometer com outro grande projeto de alto custo para eles.</p>
<p>Em sites que avaliam a percepção dos espectadores como <em>Rotten Tomatoes</em> e <em>IMDB</em>, a classificação de <em>Tomorrowland</em> não está das melhores, não passando da média 7. No Brasil, como o filme ainda estreia amanhã, precisamos aguardar para saber como será a receptividade do público.</p>
<p>Mesmo com um grande elenco, compreendido principalmente por George Clooney e Hugh Laurie, do seriado House, a história não parece se sustentar a ponto de garantir sua continuação. A possibilidade é que se torne outro filme de grande orçamento com baixo rendimento, como foi o caso de <em>A Bússola de Ouro</em>, que mesmo com Nicole Kidman e Daniel Craig no elenco, não conseguiu nem garantir a finalização da história, que ficou em aberto.</p>
<p>No final das contas, a Disney fez um investimento altíssimo em uma história que não é nem de longe inusitada e que não tem todo esse poder de atração com seu público principal e alvo, que é o juvenil. Os adultos acabam ficando de fora também, uma vez que foca muito nos adolescentes. Essa indecisão de enredo pode comprometer o resultado do filme e até mesmo, o andamento de tantos outros. Vamos conferir nos cinemas para ver!</p>
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