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	<title>Arquivos Games - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Hitman &#8211; Agente 47</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 23:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3427" aria-describedby="caption-attachment-3427" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/gallery-hitman1-gallery-image.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3427 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/gallery-hitman1-gallery-image-620x334.jpg" alt="gallery-hitman1-gallery-image" width="620" height="334" /></a><figcaption id="caption-attachment-3427" class="wp-caption-text">Novo agente: O ator Rupert Friend, de Homeland, assume o papel do Agente 47 nessa nova adaptação do game para o cinema</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator">Para quem não está familiarizado, <i>Hitman </i>é uma série de games centrada em um assassino geneticamente condicionado a não apresentar qualquer tipo de afeto. O jogo ganhou uma versão cinematográfica (claro!) em 2007 protagonizada por Timothy Olyphant, Dougray Scott e Olga Kurylenko. O longa de Xavier Gens não era grande coisa e acabou afundando em um merecido  ostracismo não apenas por ação da crítica especializada, mas também dos fãs mais radicais de filmes de ação. Como vivemos num tempo na qual reciclar é a palavra de ordem, Hitman<i> </i>retorna aos cinemas com <i>Hitman &#8211; Agente 47</i>. E se a primeira adaptação do game sofria com a morna frequência da sua narrativa, esse daqui não fica atrás, e o que é pior, ganha a adesão de um tratamento técnico completamente amador.</p>
<p class="separator">Em <i>Hitman &#8211; Agente 47</i>, acompanhamos o personagem título no encalço de uma jovem que é a chave para a realização de um plano maquiavélico de usar a técnica aplicada para a criação dos Agentes com o propósito de formar um exército de assassinos implacáveis. O personagem terá como desafio burlar a proteção que a moça recebe de um homem misterioso que se apresenta como alguém que pode levá-la a seu pai. A trama levará todos às origens do Agente 47 e sua conexão com toda essa trama de transformação do homem em uma máquina de matar sem sentimentos.</p>
<figure id="attachment_3429" aria-describedby="caption-attachment-3429" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/hitman-agent-47-review.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3429 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/hitman-agent-47-review-620x324.jpg" alt="hitman-agent-47-review" width="620" height="324" /></a><figcaption id="caption-attachment-3429" class="wp-caption-text">Personagens ruins, atuações ruins: Zachary Quinto e Hannah Ware não conseguem nem tirar leite de pedra com um roteiro tão raso</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator">Para um longa de ação, <i>Hitman &#8211; Agente 47 </i>é um filme morno e genérico. Contando com o roteiro de Skip Woods (o mesmo do primeiro filme!) e a direção Aleksander Bach, que estreia na função, o longa dá a entender que o seu grande trunfo, responsável pela virada na trama, é a natureza do seu protagonista: O Agente 47 é vilão ou mocinho? Ao definir o rumo do seu filme (o mais óbvio possível), Woods e Bach se perdem em meio a uma história completamente banal e desinteressante, parecida com zilhões de outras tramas do gênero, e personagens mal construídos encarnados por atores em desempenhos esquecíveis, é o caso de Rupert Friend (da série <i>Homeland</i>) como o Agente 47 e de Hannah Ware (de <i>Shame</i>), a mocinha da história &#8211; não vou nem comentar sobre Zachary Quinto (o Spock do novo <i>Star Trek</i>) que tem a difícil missão de vestir a camisa de um rascunho de personagem.</p>
<p class="separator"><i>Hitman &#8211; Agente 47 </i>é um filme que se narrativamente é fraco, com personagens insossos e mal construídos, tecnicamente é ainda pior, já que suas cenas de ação mostram-se mal coreografadas e montadas de maneira confusa. Soma-se a isso a péssima captação de som dos atores que, no nosso caso, não fosse o nosso foco nas legendas e não falarmos a língua de origem da produção, ficaria ainda mais visível e grotesco aos nossos ouvidos.</p>
<figure id="attachment_3428" aria-describedby="caption-attachment-3428" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/gallery-hitman3-gallery-image.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3428 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/gallery-hitman3-gallery-image-620x334.jpg" alt="gallery-hitman3-gallery-image" width="620" height="334" /></a><figcaption id="caption-attachment-3428" class="wp-caption-text">Para todos os lados: O novo Hitman falha narrativa e tecnicamente.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esquecível e burocrático, pouca coisa se salva em <i>Hitman &#8211; Agente 47</i>. Melhor, fazendo um balanço de toda experiência, não consigo enxergar um só elemento positivo no filme, o que é bem triste. Acreditem, esse tipo de conclusão não traz nenhuma satisfação para este que vos escreve. É melancólico ver que tanto trabalho e tanto dinheiro resultou em um filme assim, mas fazer o que, acontece.</p>
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