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	<title>Arquivos Focus Features - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Focus Features - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Obsessão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 02:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O horror trouxe para 2026 a promessa de um ano bem movimentado. Com estreias como Socorro!, Casamento Sangrento: A Viúva e A Maldição da Múmia, o gênero já vem engajando o seu público cativo desde o início do ano e tem mais uma promessa que estreia no Brasil por agora. Uma das mais novas promessas do horror atual tem a sua estreia marcada com seu mais novo filme. Obsessão, do youtuber Curry Barker, chega aos cinemas nesta quinta-feira (14). O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O horror trouxe para 2026 a promessa de um ano bem movimentado. Com estreias como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-socorro/"><em>Socorro!</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-sangrento-a-viuva/"><em>Casamento Sangrento: A Viúva</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-mumia/"><em>A Maldição da Múmia</em></a>, o gênero já vem engajando o seu público cativo desde o início do ano e tem mais uma promessa que estreia no Brasil por agora. Uma das mais novas promessas do horror atual tem a sua estreia marcada com seu mais novo filme. <strong><em>Obsessão</em></strong>, do youtuber Curry Barker, chega aos cinemas nesta quinta-feira (14).</p>
<p>O longa-metragem é mais uma promessa de um cineasta que sai da plataforma de vídeos para ganhar o mundo da sétima arte. Desde a sua exibição no Festival de Toronto no ano passado, <strong><em>Obsessão</em></strong> vem gerando um burburinho no meio do horror como um dos principais filmes do gênero em 2026. Com tudo, parafraseando o tio Ben, com grandes expectativas vêm (a possibilidade de) grandes frustrações. Seria esse o caso desse lançamento?</p>
<p><strong><em>Obsessão</em></strong> narra a vida de Bear (interpretado por Michael Johnston), um jovem apaixonado por sua amiga de infância e colega de trabalho, Nikki (Inde Navarrette). A angústia pelo amor não correspondido e sua falta de coragem em arriscar fazem com que ele recorra, sem muita crença, ao sobrenatural para ter o amor que tanto sonhou. Bear acha, em uma loja de artefatos místicos, um objeto que lhe concederá um único pedido, o de ter o amor por Nikki correspondido. O que ele não esperava é que seu desejo pudesse ter consequências tão brutais.</p>
<p>Sob essa premissa, o longa de Barker mexe com uma base narrativa bem comum entre histórias juvenis: o amor não correspondido da pessoa mais introspectiva/tímida. A proposta em ter isso como um mote narrativo não é o problema, mas como é feito. <strong><em>Obsessão</em></strong> é, apesar de muito bem executado e, por vezes, visualmente chocante, enfadonho.</p>
<figure id="attachment_20643" aria-describedby="caption-attachment-20643" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20643" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261-750x500.jpg" alt="Obsessão (2026)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obsessao-20261.jpg 1199w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20643" class="wp-caption-text">Michael Johnston e Inde Navarrette em cena de &#8216;Obsessão (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Parece que o objetivo do cineasta era construir personagens insuportáveis para tornar tudo ainda mais intenso, revoltante, perturbador e incômodo. O problema é que ele fez isso tão bem em seu roteiro que o longa, em diversos momentos, se torna insustentável de tão irritantes que são seus personagens. <strong><em>Obsessão</em></strong> é uma sessão interminável de raiva e ansiedade com as insanidades vividas por Bear devido ao seu desejo desmedido e imaturo.</p>
<p>Bear age como uma esponja idiota quase que o filme inteiro. Durante as quase 2h de duração de <strong><em>Obsessão</em></strong>, o personagem apenas absorve as pancadas e os absurdos que agora regem sua vida. Nikki, por outro lado, é mostrada com uma instabilidade emocional que provoca verdadeiro desespero &#8211; e beira o absurdo (não no bom sentido). E aqui é importante enaltecer os atores Michael Johnston (<em>Teen Wolf</em>) e Inde Navarrette (<em>Superman &amp; Lois</em>) que conseguem carregar isso com o que os seus personagens insuportáveis lhes restam de carisma. Eles encarnam bem essas personas, mas isso não as salva da tortura que é assistir a essa sinfonia insuportável.</p>
<p>Ainda que existam os méritos em alcançar esse incômodo no espectador, existe uma visão um tanto limitada sobre o (con)texto. Quase como se fosse a percepção de alguém que quis colocar um amor nunca correspondido no papel e fez isso da forma mais birrenta e infantil possível. <strong><em>Obsessão</em></strong> perde muito em suas investidas juvenis na forma com que olha a codependência emocional de um relacionamento juvenil. Com um outro olhar &#8211; menos birrento, talvez -, o projeto poderia ser verdadeiramente denso e aterrador.</p>
<p>O gosto amargo que fica ao final da sessão é exatamente por conta disso. O exagero e os absurdos fazem parte da proposta. Barker deixa claro em vários momentos que quer esgaçar ao máximo os limites do que é posto em tela, mas isso, em certos momentos, faz com que a dramaticidade de alguns ciclos narrativos não tenha força nenhuma. E é aqui que <strong><em>Obsessão</em></strong> perde. O interesse estético e o conhecimento técnico são evidentes por parte do diretor, sua premissa é algo que chama a atenção, mas a ausência de uma profundidade dramática é gritante e isso não tem como resolver &#8211; nem mesmo com um desejo mágico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Curry Barker</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Curry Barker</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter</p>
<p>Assista ao trailer!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/OYueQyeNgOk?si=8VleYzdJA_PHiOoM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os cinemas brasileiros recebem a primeira cinebiografia musical do ano nesta quinta-feira (15). Estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois foi a aposta da Focus Features para a bilheteria do Natal estadunidense e chega no Brasil, pela Universal Pictures, como um dos filmes do verão para se assistir em família. É claro que não uma dramédia qualquer que se leva crianças, mas é um filme que facilmente poderia entrar para o hall [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinemas brasileiros recebem a primeira cinebiografia musical do ano nesta quinta-feira (15). Estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong> foi a aposta da Focus Features para a bilheteria do Natal estadunidense e chega no Brasil, pela Universal Pictures, como um dos filmes do verão para se assistir em família. É claro que não uma dramédia qualquer que se leva crianças, mas é um filme que facilmente poderia entrar para o <em>hall</em> de reprises da Sessão da Tarde em alguns anos. O projeto, ainda que tenha momentos de emoção, é leve e divertido, além de conseguir abarcar um grande público com sua narrativa.</p>
<p><strong><em>Song Sung Blue </em></strong>conta a história do encontro apaixonado entre dois imitadores de celebridades da música que sonhavam em fazer sucesso com suas vozes. Tanto Mike (Jackman) quanto Claire (Hudson) vem ao encontro de almas com suas bagagens e dramas pessoais que fazem a trama girar a partir dos altos e baixos de sua vida a dois. Escrito e dirigido por Craig Brewer (<em>Um Príncipe em Nova York 2</em>, de 2021), o longa-metragem segue essa linha narrativa usual para contar um pouco da vida do casal real &#8216;Raio e Trovão&#8217;. A história escrita por Brewer e baseada na vida de Mike e Claire Sardina não tem nada de extraordinária, mas é extremamente sincera e amorosa.</p>
<p>Ainda que tenha alguns deslizes no ritmo no segundo ato do filme, o roteiro se mantém fiel à clara missão de entreter, emocionar e divertir o público. Tudo isso, é claro, embalado pelas canções de Neil Diamond. E é por meio de suas canções que a narrativa é costurada e guiada pelos altos e baixos da vida e carreira da dupla real. Brewer verdadeiramente não traz nada de novo ou surpreendente em <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong>, mas faz o que se propõe de forma coerente e razoável, criando um resultado que vale a pena.</p>
<figure id="attachment_20373" aria-describedby="caption-attachment-20373" style="width: 2048px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-20373" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Song-Sung-Blue-1-2.jpg" alt="Song Sung Blue (2025)" width="2048" height="1365" /><figcaption id="caption-attachment-20373" class="wp-caption-text">Hugh Jackman em cena de &#8216;Song Sung Blue (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>O verdadeiro destaque de <strong><em>Song Sung Blue</em></strong> é seu elenco &#8211; e esse louro vai além da dupla principal. A direção de elenco acertou em cheio ao reunir um grupo de atores e atrizes que tem uma boa química em cena. A família Sardina é o maior destaque, com um momento de parabenização específico para Ella Anderson (<em>Henry Danger: O Filme</em>, de 2025) que tem ótimos momentos em cena, tanto como destaque, como contracena da dupla principal.</p>
<p>Apoiados por um elenco que dá a base necessária para florescer suas interpretações, Hugh Jackman (<em>Deadpool &amp; Wolverine</em>, de 2024) e Kate Hudson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-glass-onion-um-misterio-knives-out-netflix/"><em>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</em></a>, de 2022) são os pilares de <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong>. Com performances coesas e uma desenvoltura fantástica cantando, a dupla de atores encanta o espectador durante a cinebiografia. Jackman faz uma versão dele mesclada com o verdadeiro Mike Sardina, mas sem perder seu encanto e sua graça pessoal.</p>
<p>Hudson, por outro lado, é mais do que a contracena perfeita. Ela vai além, diante do que a direção e o texto te entregam, dando muito mais do que vida aos sonhos e dores de Claire. Hudson é a estrutura de toda a narrativa. Sem a sua performance, talvez <strong><em>Song Sung Blue</em></strong> não fosse o mesmo. Tanto que, quando a sua personagem cai num momento com mais deslizes de ritmo do roteiro, todo o longa também desaba &#8211; não em um desastre, mas em fragilidades de um roteiro que não é extraordinário. Não à toa, a atriz recebeu 3 indicações por sua atuação, sendo duas delas no Globo de Ouro, em Comédia ou Musical, e no Actors Awards.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Craig Brewer</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Hugh Jackman, Kate Hudson, Ella Anderson, King Princess, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Hudson Hensley, Mustafa Shakir e Cecelia Riddett</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wjStOOUp_4A?si=AJRmrsWlqNa87jRZ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica O Esquema Fenício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 12:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um ano e mais um filme do cineasta Wes Anderson (Asteroid City, de 2023) chega para o público. Desde 2023 que o diretor tem tido lançamentos consecutivos a cada ano, mostrando a sua já conhecida estética de simetria, tons pasteis e situações inusitadas. O Esquema Fenício, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), não foge dessa lógica do diretor. Com situações ainda mais estapafúrdias e um humor ácido, o longa-metragem estreante parece ser um retorno do cineasta aos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ano e mais um filme do cineasta Wes Anderson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/"><em>Asteroid City</em></a>, de 2023) chega para o público. Desde 2023 que o diretor tem tido lançamentos consecutivos a cada ano, mostrando a sua já conhecida estética de simetria, tons pasteis e situações inusitadas. <em><strong>O Esquema Fenício</strong></em>, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), não foge dessa lógica do diretor. Com situações ainda mais estapafúrdias e um humor ácido, o longa-metragem estreante parece ser um retorno do cineasta aos seus tempos de ouro.</p>
<p>O roteiro de Anderson se desenrola a partir das interações entre um pai e uma filha que nunca tiveram uma relação sólida. A estranheza e o distanciamento conduzem o público durante os 105 minutos de duração por meio de inúmeras cenas absurdamente constrangedoras e satíricas. Anderson não deixa nada a desejar em <em><strong>O Esquema Fenício</strong></em>. As situações inusitadas que estabelecem as interações dos personagens definem o tom caótico e bem humorado do longa, fazendo com que os fãs do diretor retornem aos primórdios de sua carreira.</p>
<p>O diretor e roteirista sempre debateu os encontros da vida, ainda mais quando o assunto são os encontros dos desajustados e a tentativa de encontrar seus pares &#8211; mesmo que esses tenham seu próprio sangue. E essa dobradinha entre roteiro e direção continua a permitir que o texto ganhe forma em sua condução narrativa visual. As imagens ditam o que o roteiro expressa. Em <em><strong>O Esquema Fenício</strong></em>, as distância em tela não apenas balanceiam a conhecida simetria das imagens andersianas, mas também exemplificam o abismo que existe entre os personagens de Benicio del Toro (<em>A Crônica Francesa</em>, de 2021) e Mia Threapleton (<em>Firebrand</em>, de 2023).</p>
<figure id="attachment_19514" aria-describedby="caption-attachment-19514" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-19514" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-750x500.jpg" alt="O Esquema Fenício (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/O-Esquema-Fenicio-2.jpg 1680w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19514" class="wp-caption-text">Cena de &#8216;O Esquema Fenício (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Anderson jamais decepciona nessa harmonia entre roteiro e direção. Possam gostar ou não dos seus filmes, achar que eles são desvairados demais ou coisa do tipo, mas é inegável como o cineasta sabe conduzir bem as suas criações com identidade própria. O exagero, os melismas, o humor ácido e insano, tudo isso é formativo de quem é o diretor e o público consegue perceber isso do início ao fim do filme. O longa é um claro exemplo da essência do que é o cinema de Wes Anderson. Sem faltas e com muitos excessos, <em><strong>O Esquema Fenício</strong></em> é a cara de Wes.</p>
<p>Por falar em identidade, a fotografia, a arte e a trilha sonora são elementos essenciais para construir essa cara tão andersiana para as suas obras. No caso desta produção, o cineasta contou com o talento de Bruno Delbonnel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-tragedia-de-macbeth-apple-tv/"><em>A Tragédia de Macbeth</em></a>, de 2021) para conceber os dois momentos imagéticos &#8211; o real e o imaginário do personagem de del Toro &#8211; d&#8217;<em><strong>O Esquema Fenício</strong></em>. A arte foi comandada por Esther Schreiner (<em>Ferrari</em>, de 2023), que se encarrega de dar vida às tonalidades pasteis com uma ludicidade teatral já conhecida das obras do diretor. E, por fim, a composição musical ficou a cargo de Alexandre Desplat (<em>Nyad</em>, de 2023) para embalar o público nessa jornada fantástica e insana.</p>
<p><em><strong>O Esquema Fenício</strong></em> encanta porque, tanto a equipe técnica como o elenco, consegue convencer o espectador da farsa &#8211; aqui usada no sentido teatral da palavra &#8211; mostrada na telona. Wes Anderson é o mestre da farsa cinematográfica e seu novo longa parece abraçar isso como há muito não fazia. A acidez do humor e a sátira ao capitalismo industrial, às trapaças dos magnatas e do governo estadunidense e à disfunção familiar dos personagens centrais promovem um divertimento absurdo. Do início ao fim, o filme se encarrega de entreter por ser e entender que é um grande e hilário absurdo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Wes Anderson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Benicio del Toro, Mia Threapleton, Michael Cera, Riz Ahmed, Tom Hanks, Bryan Cranston, Mathieu Amalric, Richard Ayoade, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Benedict Cumberbatch, Rupert Friend e Hope Davis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wxidk8ygmBo?si=9FiBlC8QLaATCJTC" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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