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	<title>Arquivos Fede Alvarez - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Fede Alvarez - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Alien &#8211; Romulus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 20:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alien &#8211; Romulus é o mais bem-sucedido longa da franquia Alien em termos criativos depois de Aliens: O Resgate (1986) de James Cameron. Alien &#8211; Romulus acerta naquilo que foi fundamental para o êxito do inaugural Alien: O Oitavo Passageiro (1979) de Ridley Scott: compreender o universo como propício para o gênero terror. O filme dirigido pelo uruguaio Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) acerta ao perceber o sci-fi como um tipo de narrativa que pode fazer um híbrido peculiar junto ao horror, sem se preocupar com ambições megalomaníacas que tanto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-romulus/">Crítica: Alien &#8211; Romulus</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Alien &#8211; Romulus</strong></em> é o mais bem-sucedido longa da franquia Alien em termos criativos depois de <em>Aliens: O Resgate</em> (1986) de James Cameron. <em>Alien &#8211; Romulus </em>acerta naquilo que foi fundamental para o êxito do inaugural <em>Alien: O Oitavo Passageiro</em> (1979) de Ridley Scott: compreender o universo como propício para o gênero terror. O filme dirigido pelo uruguaio Fede Alvarez (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-homem-nas-trevas/"><em>O Homem nas Trevas</em></a>) acerta ao perceber o sci-fi como um tipo de narrativa que pode fazer um híbrido peculiar junto ao horror, sem se preocupar com ambições megalomaníacas que tanto prejudicaram a franquia ao longo dos anos, como foi o caso do mal-fadado Prometheus de 2012.</p>
<p>Os eventos de <em><strong>Alien &#8211; Romulus</strong></em> são ambientados entre os longas de Ridley Scott e James Cameron. Fede Alvarez apresenta um grupo de jovens protagonistas que vivem colonizadores. Eles se unem para uma empreitada no espaço e acabam se deparando com a estação abandonada por Ripley, personagem eternizada por Sigourney Weaver no primeiro filme. Lá, esses novos personagens acabam testemunhando o nascimento de novos xenomorfos.</p>
<p><em><strong>Alien &#8211; Romulus</strong></em> é um longa extremamente bem dirigido cujo mérito é administrar com precisão as tensões da sua história. O filme sabe gerar expectativa no público e mantê-lo cativo aos seus eventos com uma trama que funciona em um modus operandi bastante simples: aquele do filme no qual um grupo de personagens tenta escapar com vida de um monstro predador que está a sua caça em um ambiente de proporções limítrofes, como é o caso da estação espacial que volta a ser cenário da franquia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18642" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-4-1.png" alt="Alien - Romulus" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-4-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-4-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-4-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A mesma lógica que garantiu o resultado de <em>Alien: O Oitavo Passageiro</em> em 1979 é aplicada aqui. Nesse sentido, por exemplo, Fede Alvarez sabe muito bem utilizar a criatura a favor do filme, economizando suas entradas, valorizando a revelação completa da sua aparência e potencializando características que dimensionam para o público a certeza de ameaça que ele representa para seus personagens humanos. O xenomorfo é o principal catalizador das tensões e instabilidades desse exemplar da franquia e o seu diretor sabe manipular isso com muita segurança.</p>
<p>Com uma carreira ascendente em Hollywood depois de projetos como Priscilla e Guerra Civil, Cailee Spaeny interpreta uma boa heroína nesse longa da franquia Alien, funcionando como termômetro para as tensões do público, o que também é um acerto de Fede Alvarez. <em><strong>Alien &#8211; Romulus</strong></em> é basicamente um trabalho de uma direção que acerta na condução de recursos basilares do gênero horror e faz a alegria dos fãs originais de uma série cinematográfica que por tantos anos &#8220;penaram&#8221; para ver algo decente com este universo ser feito nas telas novamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Fede Alvarez</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Cailee Spaeny, David Jonsson, Archie Renaux</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aNkMiJ_7LA0?si=JGGRtdUisrFvX1sy" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Homem nas Trevas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 01:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Zovatto]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Minnette]]></category>
		<category><![CDATA[Fede Alvarez]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Levy]]></category>
		<category><![CDATA[O Homem nas Trevas]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Lang]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma notória carreira como curta-metragista, o diretor uruguaio Fede Alvarez teve a sua estreia em longas com um grande desafio: conduzir um remake do cultuado Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio, um dos filmes mais célebres da carreira de Sam Raimi antes de se aventurar na trilogia do Homem-Aranha com Tobey Maguire. Chegando aos cinemas em 2013, o longa, intitulado apenas como A Morte do Demônio, não fez feio entre os críticos e os fãs mais ardorosos do clássico dos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma notória carreira como curta-metragista, o diretor uruguaio Fede Alvarez teve a sua estreia em longas com um grande desafio: conduzir um <i>remake </i>do cultuado <i>Uma Noite Alucinante:</i> <i>A Morte do Demônio</i>, um dos filmes mais célebres da carreira de Sam Raimi antes de se aventurar na trilogia do Homem-Aranha com Tobey Maguire. Chegando aos cinemas em 2013, o longa, intitulado apenas como <i>A Morte do Demônio</i>, não fez feio entre os críticos e os fãs mais ardorosos do clássico dos anos de 1980. Claro que enfrentou toda a natural resistência pela qual passam os <i>remakes</i>, mas não fez feio. Passar por essa prova de fogo com o mínimo de reconhecimento não deixa de ser atestado da competência de Alvarez que fez o que se propôs e o que esteve ao alcance das suas possibilidades em <i>A Morte do Demônio</i>. Liberto dessas amarras comparativas, Alvarez retorna aos cinemas com <i>O Homem nas Trevas</i>, também produção de Sam Raimi, mas uma trama completamente original que confirma o domínio que o realizador possui à frente de histórias repletas de tensão e violência.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme tem início com as ações de um trio de adolescentes que invadem casas e levam os pertences das suas vítimas. Como último ato criminoso do grupo, eles decidem planejar um assalto na casa de um homem cego. Acontece que eles são surpreendidos pela reação da vítima e acabam trancafiados na residência do homem, correndo sério risco de não sair de lá com vida, já que o proprietário acaba revelando-se um psicopata cheio de estratégias para proteger o seu patrimônio.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Calcado nessa dinâmica do jogo de &#8220;gato e rato&#8221;, <i>O Homem nas Trevas </i>tem como trunfo o habilidoso tratamento que Fede Alvarez tem da sua claustrofóbica dinâmica entre os personagens e o único cenário em que transitam, a casa do personagem que dá título ao filme no Brasil. Alvarez enche o seu longa de ritmo com uma montagem eficiente que, ao mesmo tempo, dá conta das múltiplas perspectivas para um mesmo acontecimento (predador e presas) e confere uma tensão ascendente a sua história. O realizador encontra soluções  visuais interessantes, como a abertura do filme que gradualmente fecha o plano após uma panorâmica que investe na silenciosa vizinhança do homem cego interpretado por Stephen Lang. Trata-se de um domínio da linguagem audiovisual que, infelizmente, poucos colegas que se aventuram pelo gênero têm.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"> <img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DontBreatheTrio.0.jpg" alt="DontBreatheTrio.0" width="610" height="348" /></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O roteiro de Alvarez e Rodo Sayagues também demonstra fôlego para engajar o público no desenrolar da sua trama ao criar situações que sempre surpreendem e testam os seus personagens. Com recursos mínimos e marcado basicamente pelas ações dos seus protagonistas, o filme não perde tempo com subterfúgios como dramas pessoais rasos ou tentativas de ir além das &#8220;fronteiras&#8221; do seu próprio gênero. Alvarez e Sayagues acertam na objetividade com que conduzem seus propósitos de costurar um <i>thriller</i>, calcado na ação dos sujeitos que fazem parte daquela história, mas também por conseguirem prender os olhos do espectador nos acontecimentos exibidos em tela. É a simplicidade executada com muita destreza.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Marcado por uma performance interessante de Stephen Lang, <i>O Homem nas Trevas </i>é, na verdade, um grande cartão de visitas para o seu realizador Fede Alvarez, que demonstra domínio da narrativa audiovisual em uma fita dinâmica e pulsante na produção dos seus efeitos. Levando protagonistas e plateia ao extremo, ao final de <i>O Homem nas Trevas </i>não resta pedra sobre pedra do lado de cá e de lá da tela. Para nós, a sensação que fica é de plena satisfação com a experiência cinematográfica vivida. Já da parte do trio de jovens invasores, fica a lição: nunca subestime um senhor cego que tem um rottweiler como bichinho de estimação.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uKY0dYfOibI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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