<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Escolha ou Morra - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/escolha-ou-morra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/escolha-ou-morra/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 Apr 2022 21:09:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Escolha ou Morra - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/escolha-ou-morra/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Escolha ou Morra (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 21:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Griffin]]></category>
		<category><![CDATA[Asa Butterfield]]></category>
		<category><![CDATA[Choose or Die]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha ou Morra]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Iola Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15436</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por onde começar a falar sobre um filme que se revela repleto de ideias criativas, mas que não consegue apresentar a mesma qualidade em sua execução? Escolha ou Morra, novo terror da Netflix, traz consigo uma premissa até empolgante: quem tiver contato com um suposto videogame, de aparência dos anos 1980, e jogá-lo, terá de fazer escolhas sinistras e dúbias. No entanto, não existe muita saída, pois acontecimentos terríveis ocorrem se o player não selecionar nenhuma opção. A atmosfera quase [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/">Crítica: Escolha ou Morra (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por onde começar a falar sobre um filme que se revela repleto de ideias criativas, mas que não consegue apresentar a mesma qualidade em sua execução? <strong><em>Escolha ou Morra</em></strong>, novo terror da Netflix, traz consigo uma premissa até empolgante: quem tiver contato com um suposto videogame, de aparência dos anos 1980, e jogá-lo, terá de fazer escolhas sinistras e dúbias. No entanto, não existe muita saída, pois acontecimentos terríveis ocorrem se o player não selecionar nenhuma opção.</p>
<p>A atmosfera quase atemporal, mas com inspirações oitentistas, é um ganho aqui. Existem influências de games como <em>Não</em> <em>Convidado</em> (1986) e <em>Pesadelo Pessoal</em> (1989) ou de filmes como <em>A Hora do Pesadelo</em> (1984) e <em>Enigma do Outro Mundo</em> (1982) e são nessas  referências que o longa-metragem guarda algum resquício de qualidade. Todavia, no geral, o que acontece aqui é uma exibição cansativa e confusa, com poucos momentos que valem bastante.</p>
<p>Principalmente em termos de direção, certas sequências do filme, como a cena na lanchonete ou a perseguição da piscina, possuem instantes imageticamente fortes e até esteticamente belos – para quem gosta de produções do gênero, ok? Juntamente com a diretora de fotografia Catherine Derry (<em>Senhoras do Crime</em>), o cineasta Toby Meakins (<em>Breathe</em>) imprime uma sensação de experiência próxima do público com os eventos da trama, através da iluminação e de movimentos e efeitos de câmera.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15451" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1.jpg" alt="Escolha ou Morra" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Contudo, os elementos positivos param por aí. Mas, existe um fator central para a ausência de satisfação com a sessão de<em> <strong>Escolha ou Morra</strong></em>. Desde os primeiros minutos de projeção, a narrativa é posta de maneira descuidada. O prólogo, que tem uma personagem que retorna depois, não cria a suspensão necessária para uma abertura potente, porque existe uma obviedade e pontos anticlimáticos que reduzem a sua força.</p>
<p>Depois desta amostragem inicial, o roteiro consegue piorar. As relações entre as personagens não são bem estabelecidas, o que deixa as figuras ali colocadas como descartáveis. Este fator é um tanto grave, porque em histórias de terror é crucial criar empatia, proximidade ou qualquer artifício que faça a plateia torcer para que tudo fique bem. O mesmo pode ser dito sobre a personalidade da protagonista, Kayla (Iola Evans) e de todes que a cercam. Além disso, a própria construção de universo ficcional é frágil.</p>
<p>O comportamento do jogo não parece tão bem decidido e convenientemente todas as fases são mais fáceis para Kayla do que para seu antecessor. Nem ao menos o vilão que criou o game sabe qual o motivo que fez Kayla vencer (imagina o público!). São por estas razões que é um tanto complicado assistir <strong><em>Escolha ou Morra</em></strong> até o final.</p>
<p>Mas, não há como dizer que ele não vale a pena de jeito nenhum, justamente por conta de sequências específicas, que são visualmente bem executadas e por alguns detalhes que podem agradar fãs de terror, como a presença de Robert Englund – o Fred Kruger, de <em>A Hora do Pesadelo</em> –, que está em cena apenas em voz, mas que é uma das melhores coisas aqui.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Toby Meakins</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Iola Evans, Asa Butterfield, Angela Griffin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/n0J4mNr69iU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/">Crítica: Escolha ou Morra (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
