<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Eric Bana - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/eric-bana/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/eric-bana/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 16:10:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Eric Bana - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/eric-bana/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica O Jogo do Predador (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-jogo-do-predador-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-jogo-do-predador-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Apex]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Bana]]></category>
		<category><![CDATA[O jogo do predador]]></category>
		<category><![CDATA[Taron Egerton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20651</guid>

					<description><![CDATA[<p>Charlize Theron embarca neste suspense que, ao tentar não entregar um resultado genérico, apresenta justamente isso. O Jogo do Predador é mais um filme de psicopata, que persegue uma mocinha durona.  O que acontece aqui é que projeção não sustenta o que conseguiu apresentar em sua abertura. Porque é preciso admitir que quando a obra foca, em seus primeiros minutos, na relação do casal Sasha (Theron) e Tommy (Eric Bana), ela prende a atenção. Tudo parece ser instigante no enredo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-jogo-do-predador-netflix/">Crítica O Jogo do Predador (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Charlize Theron embarca neste suspense que, ao tentar não entregar um resultado genérico, apresenta justamente isso. <em>O Jogo do Predador</em> é mais um filme de psicopata, que persegue uma mocinha durona. </span></p>
<p>O que acontece aqui é que projeção não sustenta o que conseguiu apresentar em sua abertura. Porque é preciso admitir que quando a obra foca, em seus primeiros minutos, na relação do casal Sasha (Theron) e Tommy (Eric Bana), ela prende a atenção.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tudo parece ser instigante no enredo naquele momento. Tanto o teor da conversa, os anos de relacionamento da dupla, quanto o local do diálogo: uma montanha na neve. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os dois não apenas falam sobre presente, passado e possibilidades de futuro, como dormem no meio da escalada, em uma tenda, fixada na própria montanha! A impossibilidade de deslocamento, as tensões espaciais e os sentimentos de Sasha e Tommy geram empatia no público e convocam um clima de suspensão.</span></p>
<p>Todavia, após a morte de Tommy, a trama se perde. A pior parte dessa lógica é que o que vem depois do luto de Sasha é o plot real do longa-metragem e a maior parte da sessão.</p>
<p>No entanto, com previsibilidade e falas preguiçosas, a produção fica difícil de acompanhar. <span style="font-weight: 400;">Os momentos que essa característica negativa mais se destacam são os que acontecem no acampamento de Ben (Taron Egerton).<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tentativa de criar um jogo mental entre as personagens não funciona, porque o texto é caricato e repetitivo. Serial killer obcecado pela mãe e que gosta de criar padrões nas mortes das vítimas? Zero novidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, tudo bem, não precisava ser tão inventivo assim, porém é necessário explorar progressões e camadas das personagens. Mas, esse elemento não se faz presente apenas no roteiro.</span></p>
<p>Além disso, a marcação de cena entrega uma espécie de <em>deja vu</em>. É como se quem assiste soubesse quem vai para esquerda ou direita, quem vai correr e como vai fazer isso, cada passinhos… Esse fato é curioso porque a trama tenta surpreender com sequências como a dentro da caverna e depois que Sasha foge de lá.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, o desfecho ainda se torna torturante porque depois que (alerta de spoiler) o vilão morre, o espectador ainda tem que ver tudo que Sasha vai fazer. Nada na obra pode ficar subentendido. Lembra aquela conversa de artistas de Hollywood sobre o pedido das repetições e obviedades nas histórias para os streamings?</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Isso não é novidade e já ocorria na televisão aberta, ok. E essa discussão é extensa. Mas, o que importa aqui é que, de fato, essa estratégia é utilizada. As cenas se parecem umas com as outras, as personagens não são desenvolvidas e o consumidor é subestimado na contemporaneidade. </span></p>
<p>De toda maneira, pelo menos a equipe abusa das temperaturas quentes e a fotografia vai além das luzes chapadas de atualmente. Isso e o fato do filme Theron com Bana no começo já são ganhos extraordinários para o cenário que o cinema estadunidense vive.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Baltasar Kormákur</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Charlize Theron, Eric Bana, Taron Egerton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="O JOGO DO PREDADOR | Trailer (2026) Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/oMBKd-kpk70?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-jogo-do-predador-netflix/">Crítica O Jogo do Predador (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-jogo-do-predador-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Segredos do Passado</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-segredos-do-passado/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-segredos-do-passado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 22:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Bana]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Genevieve O'Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Keir O'Donnell]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Connolly]]></category>
		<category><![CDATA[Segredos do Passado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15939</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com Segredos do Passado, o cineasta australiano Robert Connolly (de Sonhos de Papel) oferece para o público uma trama familiar protagonizada por um policial que acerta as contas com o passado ao retornar para sua cidade natal no interior da Austrália. O suspense com grande preocupação no desenvolvimento do arco de redenção do seu protagonista pode até soar batido na sua premissa e até frustra o espectador pelas suas resoluções, mas tem o mérito de fisgar sua atenção desde o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-segredos-do-passado/">Crítica: Segredos do Passado</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com <em><strong>Segredos do Passado</strong></em>, o cineasta australiano Robert Connolly (de <em>Sonhos de Papel</em>) oferece para o público uma trama familiar protagonizada por um policial que acerta as contas com o passado ao retornar para sua cidade natal no interior da Austrália. O suspense com grande preocupação no desenvolvimento do arco de redenção do seu protagonista pode até soar batido na sua premissa e até frustra o espectador pelas suas resoluções, mas tem o mérito de fisgar sua atenção desde o princípio e de trazer um ótimo momento para o ator Eric Bana, subaproveitado nos cinemas após seus primeiros bons anos com longas como <em>Hulk</em> (2003), <em>Troia</em> (2004) e <em>Munique</em> (2005).</p>
<p>Em <em><strong>Segredos do Passado</strong></em>, Bana interpreta o policial Aaron Falk. Ele retorna para sua cidade natal depois de anos afastado para prestar homenagem e dar suas condolências à família de um amigo de infância morto de maneira brutal. O morto é acusado de ter cometido suicídio logo depois de matar a própria esposa e filho. Falk é convocado pelos pais do morto para investigar o caso e acaba confrontando novamente o julgamento de pessoas da cidade que suspeitam até hoje do seu envolvimento na morte de uma namorada de adolescência.</p>
<p>Baseado no romance de Jane Harper, Connolly conduz a história de um homem tentando recobrar a sua honra. A partir do crime que se apresenta ao espectador no início de <strong><em>Segredos do Passado</em></strong>, o protagonista encontra uma oportunidade de extirpar de vez algumas dúvidas que ele mesmo tem sobre o seu passado gatilhadas pelas suspeitas envolvendo o seu amigo de juventude. Como transita o tempo todo entre linhas do tempo, o longa recorre com uma certa constância a flashbacks que atravessam a investigação das mortes mais recentes. Nas mãos de um cineasta menos habilidoso, o flashback poderia ser um incomodo em <em>Segredos do Passado</em>, mas como há dois mistérios a serem desvendados e Connolly os conduz com uma tensão crescente, o recurso narrativo flui de maneira orgânica. O único ponto em falso desses flashbacks é a escalação de Joe Klocek para interpretar a versão jovem do personagem de Eric Bana quando ele não se parece em nada com o ator.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15942" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/3596899.jpg" alt="Segredos do Passado" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/3596899.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/3596899-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/3596899-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/3596899-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que também funciona muito bem em <strong><em>Segredos do Passado</em></strong> é a interpretação do próprio Eric Bana. O título original <em>The Dry</em> é uma referência ao clima e à geografia seca da região que serve de cenário para o filme, mas também pode ser interpretado como uma referência ao estado do seu protagonista desde os traumáticos eventos da sua juventude. Como era de se esperar em casos como o seu, ele é um sujeito que parece profundamente afetado por questões mal resolvidas da adolescência, ainda assim, aparenta sublimá-las quando dá continuidade a sua vida. Bana traz para Aaron Falk uma concentração, equilíbrio, controle e ponderação que destacam no profissionalismo com o qual encara seu ofício um instrumento de cura emocional ou disfarce dos eventos da sua juventude.</p>
<p>É uma pena que, com tantos predicados, a história não seja capaz de entregar para o público e para seus personagens os desfechos mais satisfatórios. O desenlace dos dois casos investigados pelo protagonista vai para caminhos rasos, o que enfraquece um pouco a ótima execução vista durante boa parte da produção. Há tempo para se redimir. Com o sucesso boca a boca de <strong><em>Segredos do Passado</em></strong>, já existe uma continuação adaptada de outra história de Jane Harper e que também foi comandada por Robert Connolly e protagonizada por Eric Bana retornando como o agente Aaron Falk chamada Force of Nature com previsão de estreia para 2023.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Robert Connolly</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Eric Bana, Genevieve O&#8217;Reilly, Keir O&#8217;Donnell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QG9CC-Mc1Zk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-segredos-do-passado/">Crítica: Segredos do Passado</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-segredos-do-passado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
