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	<title>Arquivos Era uma vez em Nova York - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Era uma vez em Nova York</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 15:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1913" aria-describedby="caption-attachment-1913" style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the-immigrant.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1913" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the-immigrant.jpg" alt="the-immigrant" width="604" height="308" /></a><figcaption id="caption-attachment-1913" class="wp-caption-text">Lobo em pele de cordeiro: Bruno (Joaquin Phoenix) consegue que Ewa (Marion Cotillard) entre nos EUA, mas a que custo?</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Era uma vez em Nova York </em>é o tipo de projeto que já nasce com grandes chances de dar certo. O filme tem um excelente diretor, o pouco reconhecido James Gray, mas que dirigiu filmes cultuados por instâncias da crítica como <em>Amantes </em>e <em>Os Donos da Noite </em>e aqui, assim como fez no primeiro longa citado, assina o roteiro com Ric Menello. Além disso, o longa conta com o elenco dosado pela sensibilidade de Marion Cotillard e pela entrega de Joaquin Phoenix. Para completar, uma equipe competente formada, entre outros, pelo diretor de fotografia Darius Khondji (<em>Seven</em>) e pela figurinista Patricia Norris (<em>12 Anos de Escravidão</em>), que fazem uma reconstituição de época apurada, com escolhas que não só nos leva a uma viagem no tempo, mas também dialogam com as emoções dos personagens e com os caminhos que o realizador pretende percorrer na história. No entanto, ao contrário do que vinha acontecendo na carreira de Gray até então &#8211; como já sinalizado, apesar do aval da crítica, a carreira do diretor parecia permanecer em alguma zona desconhecida do grande público -, a morna recepção a <em>Era uma vez em Nova York </em>parece ser justa. Não se trata do melhor exemplar da carreira do seu realizador.</p>
<p>Nova York, 1921. Ewa (Cotillard) é uma polonesa recém chegada que é afastada da irmã pois esta contraiu uma doença pulmonar durante a viagem e, por motivos de segurança, teve que ser isolada em quarentena. A vinda de Ewa para os EUA é obstacularizada ainda por suspeitas de que ela seja uma mulher de &#8220;vida fácil&#8221;. A polonesa é salva por Bruno Weiss (Phoenix) que consegue a liberação dela no país. Contudo, para permanecer em Nova York e vislumbrar a possibilidade de se reencontrar com sua irmã, Ewa terá que trabalhar para Bruno como cortesã junto ao grupo que ele agencia nos becos da cidade. O destino de Ewa se transforma quando ela conhece Orlando (Jeremy Renner), um jovem mágico que se apresenta na casa de shows onde Bruno leva suas garotas. Logo, Bruno e Orlando disputam Ewa, que fica dividida entre a possibilidade de libertar-se daquela vida e a oportunidade de ver novamente Magda, sua irmã doente.</p>
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<figure id="attachment_1914" aria-describedby="caption-attachment-1914" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the-immigrant-jeremy-renner.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1914 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the-immigrant-jeremy-renner-620x298.jpg" alt="the-immigrant-jeremy-renner" width="620" height="298" /></a><figcaption id="caption-attachment-1914" class="wp-caption-text">A terceira ponta do triângulo: O mágico Orlando (Jeremy Renner) apresenta-se a Ewa como sua &#8220;tábua de salvação&#8221;.</figcaption></figure>
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<p>O que mais impressiona em <em>Era uma vez em Nova York </em>é como James Gray se perde nas armadilhas do melodrama de tal maneira que chega um momento do filme em que ele passa a sensação para o espectador de que não sabe resolver sua trama e de que não tem segurança sobre a natureza ou sobre as transformações dos seus personagens. Na dúvida, o cineasta recorre ao clichê da &#8220;moça sofrida&#8221; e joga toda a responsabilidade do filme nos colos de Marion Cotillard, que a despeito da tentativa de construir um personagem minimamente multidimensional (e ela tenta ao retratar Ewa como uma mulher simples e, por vezes, submissa), acaba &#8220;caindo&#8221; em armadilhas que a tornam aborrecida.</p>
<p>Gray até que se redime na sua cena final e consegue, com um duelo entre Joaquin Phoenix e a própria Cotillard, conferir uma certa substância a sua história, mas até chegar a esse momento, o realizador se perde tanto e arrasta tanto a sua trama que o desfecho acaba se tornando um <em>insight </em>tardio. Entre os esforços de Marion Cotillard e Joaquin Phoenix (louváveis), está um Jeremy Renner completamente dispensável, cujo personagem não diz a que veio. Como já mencionado no parágrafo de abertura, o longa vence pelo seu rigor estético, técnico, mas carece de um rumo mais consistente.</p>
<figure id="attachment_1915" aria-describedby="caption-attachment-1915" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the_immigrant.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1915 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/the_immigrant-620x331.jpg" alt="the_immigrant" width="620" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-1915" class="wp-caption-text">Trama emperrada: Diretor não consegue encontrar a solução para diversos problemas, apesar dos esforços da sua equipe técnica e dos seus atores.</figcaption></figure>
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<p>Curioso notar que um diretor que fez um dos filmes mais maduros e realistas sobre os relacionamentos amorosos do cinema contemporâneo, <em>Amantes</em>, evitando por completo o sentimentalismo, mas não abandonando a sensibilidade, tenha sido seduzido pelas teias de um melodrama mal feito em <em>Era uma vez em Nova York. </em>Talvez não seja um terreno para James Gray, talvez ele tenha que retornar a seus dramas policiais familiares ou a simplicidade dos relacionamentos humanos&#8230; Com esse filme, a sensação que fica é de que a responsabilidade de atender a tantas demandas &#8211; demandas essas que talvez nem ele mesmo esperava &#8211; o levou a um labirinto sem saída.</p>
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