<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Emma Stone - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/emma-stone/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/emma-stone/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 04 Jul 2024 23:05:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Emma Stone - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/emma-stone/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>39º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara: Tipos de Gentileza</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/39o-festival-internacional-de-cinema-de-guadalajara-tipos-de-gentileza/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/39o-festival-internacional-de-cinema-de-guadalajara-tipos-de-gentileza/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 23:05:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[39 FICG]]></category>
		<category><![CDATA[39º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[FICG]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalajara]]></category>
		<category><![CDATA[Hong Chau]]></category>
		<category><![CDATA[Hunter Schafer]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Plemons]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Alwyn]]></category>
		<category><![CDATA[Mamoudou Athie]]></category>
		<category><![CDATA[Margaret Qualley]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Gentileza]]></category>
		<category><![CDATA[Williem Dafoe]]></category>
		<category><![CDATA[Yorgos Lanthimos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18376</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há quem ame Yorgos Lanthimos. Há quem não o suporte. Intenso, provocativo e inventivo, o cineasta grego é um dos nomes pontuais do cinema hollywoodiano contemporâneo. Com uma produção vasta, que ocupa festivais e premiações globais, bem como as salas de bilheteria (Pobres Criaturas, por exemplo, custou $35 milhões e faturou $10 milhões), suas produções mais conhecidas são certamente renomadas, indo de Dente Canino (2009), passando por O Lagosta (2015) e A Favorita (2018), até Pobre Criaturas (2023), seu cinema [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/39o-festival-internacional-de-cinema-de-guadalajara-tipos-de-gentileza/">39º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara: Tipos de Gentileza</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem ame Yorgos Lanthimos. Há quem não o suporte. Intenso, provocativo e inventivo, o cineasta grego é um dos nomes pontuais do cinema hollywoodiano contemporâneo. Com uma produção vasta, que ocupa festivais e premiações globais, bem como as salas de bilheteria (Pobres Criaturas, por exemplo, custou $35 milhões e faturou $10 milhões), suas produções mais conhecidas são certamente renomadas, indo de <em>Dente Canino</em> (2009), passando por <em>O Lagosta</em> (2015) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a> (2018), até <em>Pobre Criaturas</em> (2023), seu cinema é marcado pelo o uso da grande angular, da exploração de trocas repentinas de enquadramento, luz e temperatura, bem como pelo amor para com as histórias peculiares e extracotidianas.</p>
<p>Gostando ou não de Lanthimos, é impossível dizer que suas obras passam despercebidas. É por este motivo que uma expecatativa foi criada em torno de seu novo longa-metragem: <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong>. No entanto, aparentemente confuso com sua própria estética e seu grande desejo de transformar roteiros em imagens, talvez tenha faltado ao diretor se perguntar se não seria um bom momento para tirar umas férias, respirar e criar apenas quando estivesse refrescado e respirado. Isto porque tanto em sua direção, quanto em seu roteiro &#8211; escrito ao lado de Efthimis Filippou -, falta respiro, seja criativo ou técnico.</p>
<p>Contando três histórias distintas, mas repetindo o mesmo elenco em todas elas, as três tramas carecem de progressão e uma própria noção do que quer ser contado. Por esta razão, as personagens se tornam planas, bem como as suas motivações soam como esvaziadas. Falta tempo de tela, e de reflexão dos próprios autores da produção, sobre gênesis das figuras dramáticas e as relações que elas estabelecem entre si. Desta maneira, toda a concepção visual elaborada por Yorgos, ainda que estimulante em termos estéticos, não ganha a força que geralmente possui, justamente porque a decupagem não está à serviço da história.</p>
<p>O espectador aqui acompanha somente trajetórias focadas em efeitos e não em investigação. E o que tudo isso quer dizer? A ficção, antes de mais nada, em sua maioria, é sobre humanos, ainda que com metáforas e outros recursos que possam ser utilizados. Se não há uma profundidade no enredo e nas personagens, o imagético se esvazia. Mesmo que possam haver trabalhos artísticos que tenham apenas esta função (e isto é raro), sobretudo no cinema e, mais ainda, no cinema de Lanthimos, é preciso imbricar técnica e discurso. No longa, ainda que ele busque lançar um olhar sob as facetas mais sombrias, irônicas, hipócritas, egoístas e perversas da sociedade, a multiplicidade destas personalidades não são inseridas nelas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18427" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1.png" alt="Tipos de Gentileza" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>De certa maneira, quando são postas no ecrã situações extremas de violência verbal e física, esse lado da humanidade emerge. No entanto, para inserir três curtas e chamar eles de longa, seria preciso criar uma unidade entre elas e que as mesmas fossem redondas, bastando-se em termos narrativos. A primeira necessidade se cumpre, pois em termos de argumentação e identidade visual, <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong> se completa em si. Já a segunda parte não acontece, porque são produtos inacabados que Yorgos oferta para o público. A sensação ao final da sessão é um vazio que se alastra.</p>
<p>Se personagens dependentes emocionalmente, que se submetem à condiçõe humilhantes, porque precisam da aprovação de alguém &#8211; de uma seita, do chefe, da esposa etc. -, o relacionamento do opressor com o oprimido tem que ser retratado em cena. O jogo de mise-en-scène, dos diálogos e textos não verbais devem marcar esta estratégia, porém para além dos rompantes e das reviravoltas. Falta uma jornada nestes cenários disruptivos, uma Bella Baxter, que descobre o mundo, um David, que quer curar seu coração partido para se encaixar no planeta, uma Abigail, que quer vencer na vida, porque a pobreza lhe convoca desconforto.</p>
<p>Falta Yorgos dentro do próprio Yorgos. Falta a mágica de ver personagens desabrocharem, falharem, tramarem, mas com um objetivo certeiro, que se desenha no ecrã, tal qual uma pintura, criada ao vivo para o comprador. Ainda que Hollywood exija de seus supostos gênios uma produtividade incessante e que Lanthimos seja portador de um dom para instaurar e/ou subverter lógicas do cinema dos Estados Unidos, com toda a sua mente estrangeira, o esgotamento alcança até o mais talentoso artista. Por isso que <strong><em>Tipos de Gentileza</em></strong> é um exercício árduo de espectatorialidade.</p>
<p>A plateia não tem tempo hábil de se conectar com nada que está sendo colocado em cada sequência do filme. Sem digerir uma peripécia mal contada, logo é exposto para a próxima e para a próxima aventura tola, que poderia sim ser um acontecimento cinemaográfico, caso fosse não um, mas três filmes, pensados, estudados, calmamente desenvolvidos. Uma pena&#8230;sobretudo para Jesse Plemons que esbanja talento em cada aparição apresentada, sendo o único a criar papéis realmente distintos entre si.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Yorgos Lanthimos</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jesse Plemons, Emma Stone, Williem Dafoe, Margaret Qualley, Hong Chau, Joe Alwyn, Mamoudou Athie, Hunter Schafer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iO_w4L662ac?si=c8zf4jteEgDk_ngL" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/39o-festival-internacional-de-cinema-de-guadalajara-tipos-de-gentileza/">39º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara: Tipos de Gentileza</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/39o-festival-internacional-de-cinema-de-guadalajara-tipos-de-gentileza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Cruella</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cruella/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cruella/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 00:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Gillespie]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cruella]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Beecham]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Fry]]></category>
		<category><![CDATA[Kirby Howell-Baptiste]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Strong]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Walter Hauser]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14177</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trilhar um caminho que já foi percorrido por Glenn Close (Era Uma Vez Um Sonho) não é exatamente uma tarefa fácil. Mas Emma Stone (Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes) mostrou que não é apenas mais uma garota privilegiada de Hollywood, ao encarnar a pele da vilã Cruella, no filme que mostra a história da sua origem como antagonista. A ideia principal do longa é mostrar o surgimento de uma das vilãs mais emblemáticas dos clássicos da Disney. Cruella é sarcástica [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cruella/">Crítica: Cruella</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trilhar um caminho que já foi percorrido por Glenn Close (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-era-uma-vez-um-sonho-2020/"><em>Era Uma Vez Um Sonho</em></a>) não é exatamente uma tarefa fácil. Mas Emma Stone (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/"><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></a>) mostrou que não é apenas mais uma garota privilegiada de Hollywood, ao encarnar a pele da vilã Cruella, no filme que mostra a história da sua origem como antagonista.</p>
<p>A ideia principal do longa é mostrar o surgimento de uma das vilãs mais emblemáticas dos clássicos da Disney. Cruella é sarcástica e impaciente. Trajada sempre na elegância, ela não tem escrúpulos algum no trato com as pessoas, muito menos com os animais. Seu olhar é maquiavélico e sempre revela uma loucura insana que corre nas suas veias.</p>
<p>Mas o que a levou a ser assim? É nisso que o filme se foca.</p>
<p>Uma garotinha que sofria <em>bullying</em> desde cedo, por conta de seu cabelo diferente e multicolorido, assiste ao assassinato brutal da mãe e acaba caindo na vida do crime como única alternativa à vida naquele momento. Foi assim que se deu início à história de Estella e os percalços que a levaram a se tornar posteriormente em Cruella.</p>
<p>A menina tem um talento nato para moda e sonha em trabalhar em um dos ateliês mais famosos da época, sob a tutela da famosa Baronesa Von Hellman (Emma Thompson). O roteiro segue um caminho um pouco óbvio de tentar humanizar a personagem que sempre foi tida por sua insanidade e crueldade.</p>
<p>A relação com os cachorros neste filme é bem diferente do que estamos habituados. Ela chega a ter um cachorrinho que a acompanha em muitos momentos. Bem diferente do ódio pelos dálmatas que víamos anteriormente. Embora isso seja toscamente pontuado no filme, é um dos principais pontos para criar empatia por parte do público.</p>
<p><strong>Roteiro sem a escuridão necessária</strong></p>
<p>Cruella é uma das vilãs mais insanas que a Disney já produziu, inclusive foi alvo de muitos questionamentos por se tratar de uma personagem dentro de um longa infantil. O roteiro deste live-action não honra a intensidade da personagem. Ele passeia muito displicente por vários espectros, tornando-a comum e apenas mais uma fruto das dores de um passado de vida castigada.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14180" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/8599bff493-1.jpg" alt="Cruella" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/8599bff493-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/8599bff493-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/8599bff493-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/8599bff493-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Cruella, a original, claramente tem traços de psicopatia que não são perpetuados ao longo da maior parte do filme. Quando chegamos na última parte do longa, o roteiro decidir plantar essa ideia em nossas cabeças, mas já é tarde demais. Podemos fazer um paralelo com “Coringa” (2019), filme protagonizado pelo genial Joaquin Phoenix, que tem a mesma proposta de contar a história de um vilão. Lá, no entanto, o roteiro se equilibra perfeitamente entre a loucura patológica de Arthur Fleck e os episódios cruéis de sua vida, que despertaram ainda mais a sua ira.</p>
<p>Aqui em <em><strong>Cruella</strong></em>, o que vemos é uma falta de maturidade na vilã. O roteiro passa muito tempo criando empatia por parte do espectador, que, ao final, não consegue mais visualizar a personagem como verdadeiramente cruel.</p>
<p><strong>Emma consegue superar Gleen Close?</strong></p>
<p>Quando surgiu o primeiro vislumbre do roteiro deste novo live-action, a primeira pergunta que surgiu para todos foi: quem viverá o papel icônico de Cruella? Gleen Close já o havia feito no longa “Os 101 Dalmatás” (1996), e protagonizou a vilã de maneira formidável.</p>
<p>Close pegou essa aura insana do desenho animado e conseguiu transpor com perfeição ao live-action, conferindo mais alguns detalhes que eram perdidos na animação. Sua risada foi marcante o suficiente para gerar o terror nas crianças e a cena dela dirigindo raivosa em seu carro, correndo atrás dos cachorrinhos, é realmente incomparável.</p>
<p>Mas o que Stone fez por Cruella? Trouxe uma nova roupagem mais fashionista para a protagonista. Ela foca na moda e nos apresenta momentos similares ao ótimo filme “O Diabo Veste Prada”, com desfiles e looks deslumbrantes. Além disso, Emma é uma excelente atriz que se dedica completamente à construção de seus papéis. Somos presentados com uma cena-chave na mudança da personalidade de Estella, em que notamos a vilã surgindo na decepção da jovem castigada pela vida.</p>
<p>Ainda assim, carece mais intensidade na personagem, falta um pouco de alma na atuação de Stone. Por mais que a proposta do filme seja a construção da vilã, se torna pouco convincente que ela seja a Cruella que conhecemos, já que o ódio e a crueldade não exalam de seus poros. Mas atribuo isso muito mais ao roteiro do que à atuação em si.</p>
<p><strong>Então, o que esperar?</strong></p>
<p><em><strong>Cruella</strong></em> tem muitos pontos positivos que o tornam um filme interessante de se conferir. Envolvido numa trilha sonora excelente e cuidadosamente escolhida, a aura punk da personagem e o estilo de Emma Stone conferem uma boa experiência ao espectador. No entanto, é preciso se descolar da ideia da Cruella que conhecemos, porque qualquer expectativa criada pode levar a um nível de frustração que interfira na experiência.</p>
<p>Texto originalmente publicado no <a href="https://www.ibahia.com/coisa-de-cinefilo/coisa-de-cinefilo/noticia/o-que-esperar-de-cruella-da-disney/"><strong><em>site iBahia</em></strong></a>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Craig Gillespie</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Emma Stone, Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Emily Beecham, Joel Fry, Mark Strong, Kirby Howell-Baptiste</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ndDeNIOgsYo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cruella/">Crítica: Cruella</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cruella/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 01:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abigail Breslin]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Rosario Dawson]]></category>
		<category><![CDATA[Ruben Fleischer]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Harrelson]]></category>
		<category><![CDATA[Zoey Deutch]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbilândia - Atire Duas Vezes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11649</guid>

					<description><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/">Crítica: Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong> é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência.</p>
<p>Já plenamente acostumados com as realidades de Zumbilândia, Tallahassee, Columbus, Wichita e Little Rock seguem caçando zumbis e buscando um lugar para se acomodar com segurança. Depois que eles finalmente chegam à Casa Branca e conseguem criar uma realidade praticamente normal, outros problemas de relacionamento vão surgindo. Paralelo a isso, os zumbis estão igualmente evoluindo, tornando-se cada vez mais difíceis de matar.</p>
<p>Não havia necessidade de uma continuação, é verdade. Mas ao menos eles conseguiram cumprir vários quesitos importantes com esse longa. O primeiro foi conseguir reunir o elenco original e o mesmo continuar funcionando tantos anos depois. Especialmente porque Abigail Breslin (<em>Pequena Miss Sunshine</em>) era uma criança na época e agora é adulta. Ou seja, mudou não apenas o físico como o estilo de atuação.</p>
<p>O quarteto principal foi apoiado por um ótimo grupo de coadjuvantes, que surgiam de repente e sempre com um elemento para acrescentar. A melhor de todas, definitivamente, é Zoey Deutch (<em>Artista do Desastre</em>), no papel da boba Madison. Poderíamos ter um problema aqui de subjugar a mulher e o esterótipo da loira burra. No entanto, o filme é debochado e o personagem acaba funcionando como uma alfinetada no que ele representa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11651" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-750x500.jpg" alt="Zumbilândia - Atire Duas Vezes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, o deboche e o humor ácido é o que sustenta <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong>. Há algum tempo eu não dava tanta risada como neste filme. Risada sincera e divertida. É exatamente o que o longa é. Não vá esperando um grande roteiro, pois esse é bem clichê. Como a maioria das continuações não pensadas, ele começa com tudo certo (como foi deixado no filme anterior) e aí surge um problema, que foi uma criação aleatória do roteiro, que acaba desencadeando os eventos futuros. No que isso resulta? Um claro problema de ápice na história.</p>
<p>É exatamente esse o problema mais sério do longa. Ele caminha com muita linearidade, quando era para ser uma escalada para a glória, por assim dizer. Desta forma, o espectador tem uma impressão de monotonia, que não existe efetivamente. Mas é o que o ritmo nos induz.</p>
<p>Nada disso impede que <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>funcione plenamente. É um filme que com certeza segue o caminho do antecessor e se apoia na sua trajetória, mas, ao mesmo tempo, tem função independente. Traduzindo: se você assistiu ao primeiro, excelente; mas se não assistiu, não vai deixar de entender o que acontece ali na narrativa. O que é muito bom, especialmente para uma continuação que surge tanto tempo depois, com novos públicos de interesse.</p>
<p>O compromisso claro deste filme é com a diversão e isso ele consegue cumprir com qualidade. Com a mistura de muito sangue, tiro, porrada e risada, <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>consegue se tornar leve. Uma distração despretensiosa para o fim de semana, que certamente vai agrada muitas gerações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ruben Fleischer<br />
<strong>Elenco:</strong> Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin, Rosario Dawson, Zoey Deutch, Luke Wilson, Bill Murray</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HW5rL3QtL_E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/">Crítica: Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Atriz Coadjuvante</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2019-melhor-atriz-coadjuvante/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2019-melhor-atriz-coadjuvante/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Feb 2019 15:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Favorita]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Marina de Tavira]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Weisz]]></category>
		<category><![CDATA[Regina King]]></category>
		<category><![CDATA[Roma]]></category>
		<category><![CDATA[Se a Rua Beale Falasse]]></category>
		<category><![CDATA[Vice]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9967</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Coisa de Cinéfilo está reunindo as principais categorias de indicações do Oscar 2019 e fazendo uma breve análise sobre os concorrentes. Por aqui, olho de perto as cinco atrizes que disputam a estatueta dourada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo elas: Marina de Tavira, por Roma; Emma Stone e Rachel Weisz, por A Favorita; Regina King, por Se a Rua Beale Falasse e Amy Adams, por Vice. A categoria de coadjuvante é importante pois oferece suporte fundamental para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2019-melhor-atriz-coadjuvante/">Especial Oscar 2019: Melhor Atriz Coadjuvante</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coisa de Cinéfilo está reunindo as principais categorias de indicações do Oscar 2019 e fazendo uma breve análise sobre os concorrentes. Por aqui, olho de perto as cinco atrizes que disputam a estatueta dourada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo elas: Marina de Tavira, por <em>Roma</em>; Emma Stone e Rachel Weisz, por <em>A Favorita</em>; Regina King, por <em>Se a Rua Beale Falasse</em> e Amy Adams, por <em>Vice</em>.</p>
<p>A categoria de coadjuvante é importante pois oferece suporte fundamental para os papéis principais. São elas que vão ajudar a tecer a trama e conduzir a história para onde ela deve caminhar. A maioria das atrizes em questão o fazem tão bem que, em alguns momentos, conseguem brilhar mais que os protagonistas, presenteando os espectadores com grandes atuações.</p>
<p>Com estilos de filmes bem diferentes (com exceção de Stone e Weisz que estão concorrendo pelo mesmo longa), as atrizes nos apresentam atuações muito distintas e contundentes. O perfil de mulheres fortes, no entanto, é um ponto comum entre todas. Suas personagens são precisas, articuladoras, humanas, vorazes e descobrem, ao longo das histórias, toda a força que carregam em si. Por isso, essa é uma categoria que merece muito a atenção do espectador, pelo alto nível dos trabalhos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9982" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/roma-1.jpg" alt="Marina de Tavira" width="610" height="348" /><br />
<strong>5 &#8211; Marina de Tavira, por Roma</strong><br />
A atriz Marina de Tavira é a concorrente de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme <em>Roma</em>, um dos mais fortes da premiação. Ela, no entanto, é o ponto mais fora da curva desta categoria, deixando alguns críticos intrigados com a sua nomeação. Marina interpreta a patroa no longa citado e tem uma progressão interessante na trama, saindo da mulher iludida para aquela que percebe a sua força e passa a mandar na situação. A questão, no entanto, é que não é uma atuação memorável ou de grande destaque. O filme <em>Roma</em>, como um todo, não favorece os atores, já que o foco é mesmo na incrível direção de Alfonso Cuarón. E se a protagonista já deixa a dúvida se realmente merecia a indicação, a coadjuvante certamente não deveria estar nesta posição. Soa mais como um <em>hype</em> da academia que realmente gostou muito do filme e quis incluí-lo em tudo que podia.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9983" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/005_tf_03726.jpg" alt="Emma Stone" width="610" height="348" /><br />
<strong>4 &#8211; Emma Stone, por A Favorita</strong><br />
Emma Stone surge como uma das concorrentes do filme <em>A Favorita</em> nesta categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela interpreta Abigail, uma jovem de origem humilde e alpinista social que vai construindo seu caminho no palácio da rainha Ana e ganhando notoriedade. Esperta e ambiciosa, logo ela começa a criar problemas que vão trazer algum benefício para si. Emma está em um bom momento de sua carreira, vindo de longas como <em>Guerra dos Sexos</em> e <em>La La Land &#8211; Cantando Estações</em>, além de já acumular, aos 30 anos, diversas indicações em premiações importantes. No entanto, seu papel em <em>A Favorita</em>, embora muito bom e preciso, tem muito de sua personalidade. Somos lembrados o tempo todo de que é Emma Stone interpretando aquela personagem. E por isso, coloco ela na 4ª posição na corrida pelo Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Seria preciso diversificar um pouco mais seu estilo de atuação para conquistar ainda mais o espectador.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9984" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0045474.jpg" alt="Regina King" width="610" height="348" /><br />
<strong>3 &#8211; Regina King, por Se a Rua Beale Falasse</strong><br />
A atriz Regina King interpreta a mãe dedicada e forte da protagonista de <em>Se a Rua Beale Falasse</em>, um longa que fala sobre o racismo presente na sociedade, dando foco em um período pesado dos Estados Unidos. King está completamente de corpo e alma no papel, brilhando em cada cena que aparece e ajudando a conduzir a trama. Ela é sofrida e forte, ao mesmo tempo. Daqueles personagens que passam por momentos difíceis, mas não se deixam abalar a maior parte do tempo. Ela ganhou, inclusive, o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante no início do ano pelo papel. O que a faz descer um pouco na minha lista é o tempo em tela. Por mais incrível que seja sua atuação, Regina some boa parte do filme e até mesmo suas cenas são breves. Talvez, se somar o tempo, ela não tenha mais de 10 minutos no total. A sensação que fica para o espectador é &#8220;quero mais&#8221;, &#8220;preciso de mais&#8221;. Embora ainda acredito que ela seja uma forte concorrente e tenha chances reais de ganhar, por aqui eu vejo por bem colocá-la na terceira posição.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9985" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0353335.jpg" alt="Amy Adams" width="610" height="348" /><br />
<strong>2 &#8211; Amy Adams, por Vice</strong><br />
A candidata ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante do filme <em>Vice</em> é Amy Adams. No longa que conta a história de Dick Cheney, ex-vice presidente dos Estados Unidos na época de George W. Bush, ela interpreta a esposa do político. Muito além de uma companheira, Lynne Cheney é uma articuladora voraz e tem protagonismo importante na história. Adams confere seu tom ao papel, mas dando espaço suficiente para que a personagem da vida real se manifeste. Este não é o melhor papel de sua carreira, é verdade, mas isso não tira o brilho do que nos foi apresentado. Amy está completa como Lynne e funciona ainda melhor como parceira em tela de Christian Bale, que vive Dick nas telonas. A evolução da personagem na trama é ótima de se acompanhar, tornando-a uma boa candidata ao prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9986" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/the-favourite-trailer-yogos-lanthimos-rachel-weisz-copy.jpg" alt="Rachel Weisz" width="610" height="348" /><br />
<strong>1 &#8211; Rachel Weisz, por A Favorita</strong><br />
No longa <em>A Favorita</em>, a atriz Rachel Weisz interpreta Lady Sarah, uma duquesa influente e braço direito da rainha Ana &#8211; vivida por Olivia Colman -, que manipula a monarca em benefício próprio, além de nutrir um sentimento profundo de amor pela mesma. Weisz, que é a segunda concorrente do longa, está em um dos seus melhores papéis. Ela consegue criar todos os tipos de sentimentos no espectador, que a ama e a odeia na mesma proporção. A medida que a personagem evolui e vai mostrando suas camadas, vemos a fragilidade e força da mesma. Somos presenteados a todos os momentos com grandes cenas e uma atuação impecável. Embora não seja exatamente a favorita a ganhar a estatueta nesta categoria, Rachel se mostra a maior merecedora, por um trabalho forte, contundente e sem arestas. Seria uma escolha honrosa da Academia.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2019-melhor-atriz-coadjuvante/">Especial Oscar 2019: Melhor Atriz Coadjuvante</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2019-melhor-atriz-coadjuvante/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Favorita</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 21:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Favorita]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Colman]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Weisz]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Yorgos Lanthimos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9825</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aos olhos do cineasta grego Yorgos Lanthimos, A Favorita destaca o jogo de posições aspiradas por Abigail (Emma Stone) e Sarah (Rachel Weisz) na corte da rainha Anne (Olivia Colman) na Inglaterra do século XVIII. Debilitada física e psicologicamente, a monarca se divide entre as atenções que lhes são prestadas pelas duas criadas, que captam a carência emocional da rainha e enxergam nela uma oportunidade de sobreviver numa sociedade que não lhes dá outra alternativa. Bem diferente do filme anterior [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/">Crítica: A Favorita</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos olhos do cineasta grego Yorgos Lanthimos, <strong><em>A Favorita</em></strong> destaca o jogo de posições aspiradas por Abigail (Emma Stone) e Sarah (Rachel Weisz) na corte da rainha Anne (Olivia Colman) na Inglaterra do século XVIII. Debilitada física e psicologicamente, a monarca se divide entre as atenções que lhes são prestadas pelas duas criadas, que captam a carência emocional da rainha e enxergam nela uma oportunidade de sobreviver numa sociedade que não lhes dá outra alternativa.</p>
<p>Bem diferente do filme anterior do diretor (<em>O Sacrifício do Cervo Sagrado</em>), <strong><em>A Favorita</em></strong> é mais direto no seu diálogo com o público e retoma uma ironia comum ao realizador, desta vez, voltada para os hábitos da monarquia e seus ricos paparicadores. O filme é pouco dotado do hermetismo peculiar ao cineasta &#8211; como se cada passo da sua câmera evidenciasse seu anseio de mostrar eficiência no ofício -. Longe dos simbolismos, <strong><em>A Favorita</em></strong> é uma narrativa bem clara a respeito do que e de como quer dialogar com seu público.</p>
<p>O filme combina rigor estético na concepção visual de seus figurinos e cenários, bem como na utilização de luzes naturais para compor a sua fotografia. Ao mesmo tempo em que esses elementos transmitem o luxo do universo que Lanthimos está abordando em <strong><em>A Favorita</em> </strong>também estão em diálogo com a ironia do diretor na sua leitura sobre os personagens e algumas de suas situações.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9826" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/578XdFpbdZS0pRn5wZlXX1KsvAp.jpg" alt="a favorita" width="610" height="348" /></p>
<p>O destaque cabe mesmo ao seu elenco feminino. Emma Stone e Rachel Weisz estão bem como as duas criadas da rainha, mas parte do filme é mesmo tomada por Olivia Colman, que consegue fazer um retrato inteligente de Anne. Ao mesmo tempo que Colman adere sua composição à assinatura irônica do diretor, a atriz consegue compreender a melancolia de uma mulher insegura na sua posição e completamente marcada pela solidão afetiva. A fluidez com que Colman transita entre o humor e a tragédia da sua protagonista é um dos pontos altos do filme e Lanthimos sabe valorizar isso reservando planos que existem somente para destacar as expressões da atriz.</p>
<p>Mesmo realizando seu exemplar mais &#8220;palatável&#8221; com<strong><em> A Favorita</em></strong> (variando, inclusive, na autoria do seu roteiro, que aqui não é do seu parceiro habitual Efthymis Filippou), Yorgos Lanthimos segue fazendo um cinema interessante, marcado por personagens cheios de variantes. No fim das contas, o filme acaba se revelando uma comédia sobre a sociedade de uma época que flui de maneira carismática na maior parte do tempo e que pode surpreender com o peso da sua dramaticidade no desfecho. É um filme também de grandes desempenhos femininos, em especial, da inglesa Olivia Colman, que merece mais destaque no cinema depois daqui.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/et_9k6BU_is" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/">Crítica: A Favorita</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: La La Land &#8211; Cantando Estações</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 02:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[La La Land]]></category>
		<category><![CDATA[La La Land - Cantando Estações]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7201</guid>

					<description><![CDATA[<p>Musical é um gênero particularmente complicado de se trabalhar e difícil de agradar a grande maioria dos espectadores. Primeiro, porque a grande massa tende a não gostar (pelo menos é o que afirma). Segundo, porque quando diz que gosta, alega que &#8220;não precisa ter tanta música assim&#8221;. Ou seja, é deveras decepcionante para qualquer fã mais entusiasmado ou roteirista que se deixa levar pelo encantamento do gênero, trabalhar um longa original. O que posso afirmar com toda propriedade é que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/">Crítica: La La Land &#8211; Cantando Estações</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Musical é um gênero particularmente complicado de se trabalhar e difícil de agradar a grande maioria dos espectadores. Primeiro, porque a grande massa tende a não gostar (pelo menos é o que afirma). Segundo, porque quando diz que gosta, alega que &#8220;não precisa ter tanta música assim&#8221;. Ou seja, é deveras decepcionante para qualquer fã mais entusiasmado ou roteirista que se deixa levar pelo encantamento do gênero, trabalhar um longa original. O que posso afirmar com toda propriedade é que <em>La La Land &#8211; Cantando Estações</em> retoma completamente o estilo antigo de musical, com produções clássicas e mesclando com dança no melhor do estilo de Fred Astaire.</p>
<p>Se qualquer outro filme demora para engatar ou mostrar seu propósito, <em>La La Land</em> deixa claro para o que veio logo na primeiríssima cena, deixando o espectador completamente encantado e de queixo caído. Damien Chazelle, que ficou conhecido e foi premiado por <em>Whiplash &#8211; Em Busca da Perfeição</em>, traz um trabalho de qualidade ainda superior, do mesmo gênero, mas de estilo completamente diferente, mostrando todo seu potencial na categoria. Ele assume tanto a direção quanto o roteiro de ambos os longas e já ganhou o Globo de Ouro há duas semanas nesta película em questão. A precisão e o cuidado na criação do plano-sequência inicial de forma lúdica é incrível e perfeccionista.</p>
<p>A dinâmica do casal principal, protagonizado por Emma Stone e Ryan Gosling, é doce e envolvente. Além dos personagens conquistarem o público, os atores desempenham esse papel de forma precisa, convincente, forte, e não há ninguém mais que pudesse estar ali, senão eles dois. Ela é uma aspirante à atriz que vive fazendo testes e sendo reprovada em todos, tendo que se sustentar com o dinheiro que ganha em um cafeteria. Já ele é um músico excelente que ama Jazz e que se sujeita a trabalhar em qualquer lugar para ser reconhecido e conseguir montar seu próprio bar.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7203" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/la-la-land-emma-stone-ryan-gosling.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Embora o filme se passe nos tempos atuais, ele tem um toque vintage ou retrô (precisaria da ajuda de um profissional para definir a terminologia correta), remontando aos anos 70, 80 e 90 em vários momentos, desde as vestimentas, aos papos, falas, músicas, conversas, móveis, carros, etc. Essa montagem bastante poética acrescenta muito conteúdo à narrativa do filme, que conta ainda com uma direção de fotografia fantástica. Os cenários escolhidos da Hollywood antiga/atual é de fazer qualquer espectador se apaixonar.</p>
<p>A forma como o filme funciona, de forma lúdica, interativa, emocionante e efusiva, é única e mantém o espectador empolgado. Ele tem a leveza e a ingenuidade dos longas antigos, como <em>Cantando na Chuva</em>, por exemplo. Não é tão apelativo, não foca na vida sexual do casal principal. Suaviza a parte sexual e exalta o romance. Um perfil muito comum dos filmes antigos.</p>
<p><em>La La Land &#8211; Cantando Estações</em> é vibrante, cheio de cores, canções lindas e animadoras. O tipo de filme que certamente já virou um clássico obrigatório para os cinéfilos de plantão. Ele tem dividido opiniões, é bem verdade, mas acredito que não seja por sua qualidade inquestionável, mas pelo alvoroço em torno dele. Não sabemos ainda se o Oscar prestará tal homenagem, mas certamente este musical já ganhou seu espaço na calçada da fama.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0KpWc-cwQtY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/">Crítica: La La Land &#8211; Cantando Estações</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 12:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro González Iñárritu]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Riseborough]]></category>
		<category><![CDATA[Birdman]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Norton. Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Watts]]></category>
		<category><![CDATA[Zach Galifianakis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2686</guid>

					<description><![CDATA[<p>Birdman é uma das apostas mais fortes do Oscar deste ano, concorrendo a nada menos que 9 estatuetas em categorias principais como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. O longa, no entanto, ganhou pouco espaço nas salas de cinema brasileiras, já que tivemos uma avalanche de estreias nas últimas semanas. Uma pena é verdade, já que existe uma grande chance de que ele seja colocado de lado por muitos espectadores mais desavisados. O filme narra a história de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/">Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/birdman_lullydeverdade_02.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2687 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/birdman_lullydeverdade_02.jpg" alt="birdman_lullydeverdade_02" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Birdman é uma das apostas mais fortes do Oscar deste ano, concorrendo a nada menos que 9 estatuetas em categorias principais como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. O longa, no entanto, ganhou pouco espaço nas salas de cinema brasileiras, já que tivemos uma avalanche de estreias nas últimas semanas. Uma pena é verdade, já que existe uma grande chance de que ele seja colocado de lado por muitos espectadores mais desavisados.</p>
<p>O filme narra a história de Riggan Thomson, um ator que fez muito sucesso no passado ao atuar em um filme de super-herói, como o personagem Birdman. Desde então, ele não consegue se desvencilhar do ícone e resolve recusar participação no quarto longa da série. A partir daí, sua carreira começa a cair, fazendo com que Riggan retorne para os palcos da Broadway, se esforçando como diretor, ator e produtor para fazer sucesso com uma peça.</p>
<p>O estilo de gravação escolhido pelo diretor Alejandro González Iñárritu é um dos primeiros pontos que chama a atenção do espectador. Com aproximações de câmera, closes nas reações dos personagens e a utilização da ferramenta como olhar do protagonista, a técnica faz com que o espectador se sinta muito mais inserido na narrativa e perceba de perto o sentimento dos atores. Além disso, o plano sequência, onde o cineasta opta por poucos cortes durante as cenas, traz mais veracidade à composição. Aliás, Iñárritu mostra toda sua capacidade profissional neste filme, quando sai de dramas como Babel e Biutiful, para fazer uma comédia dramática no melhor estilo, trazendo pontos importantes de discussão, como a fama e o declínio dela.</p>
<p>Bom, esse é o lado irônico e sarcástico do diretor. Ele mostra um ator que teve fama e sucesso, mas que ficou estigmatizado por um personagem de quadrinhos e agora tem dificuldade de desvincular a imagem e fazer outros papéis de relevância. O fato é extremamente comum na indústria cinematográfica americana, o que serve de alfinetada para ela e para os próprios críticos que rotulam um ator por conta de papéis específicos que ele realiza, às vezes em momentos iniciais de sua carreira. A escolha do ator principal foi propositalmente pensada (ou não). Mas o fato é de Michael Keaton foi (e ainda é) por muito tempo lembrado por seu papel em Batman, perdendo algumas oportunidades e deixando de ser escalado em tantos outros papéis relevantes.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2688 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman.jpg" alt="Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Outro aspecto que merece muito destaque é a trilha sonora do filme. Todas as cenas são acompanhadas de batidas fortes e contundentes, como uma representação da angústia e ansiedade dos personagens. Além disso, em muitos momentos bandas são inseridas nas cenas, como plano de fundo para a narrativa, destacando ainda mais o detalhamento da trilha sonora. Não é à toa que o filme foi indicado em duas categorias por conta disso (Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som).</p>
<p>No entanto, embora tecnicamente o filme seja muito bom, as atuações é que são as cerejas do bolo. A começar por Emma Stone. Ela interpreta a filha do protagonista que acabou de sair de uma clínica de reabilitação por conta do abuso de bebidas alcóolicas e drogas. Ainda revoltada com tudo que aconteceu e distante do pai pelas ausências dele na infância, ela é a personificação da garota problemática. Assim como a maioria dos personagens principais, Emma tem um solo de interpretação fantástico, onde mostra toda sua revolta contra o pai. Simplesmente excelente, o que vale sua indicação como Melhor Atriz Coadjuvante ao Oscar.</p>
<p>Os atores que mais contracenam são Michael Keaton e Edward Norton. Devo dizer, inclusive, que quando estão juntos, o espectador tem dificuldade em dissociar quem é o principal e quem é o coadjuvante. Como protagonista, Keaton consegue levar o espectador do amor ao ódio em poucos minutos na busca incessante de Riggan pela fama perdida, em uma mistura constante de ilusão e realidade. Um aspecto que compõe o background do personagem é o fato dele ter “poderes mágicos”. Uma relação precisa e acertada com o fato dele tentar superar um super-herói, mas ao mesmo tempo aproveitando de sua principal característica. Já Norton atrai a atenção de qualquer pessoa com uma interpretação impecável. Seguindo um padrão desnorteado, de um cara que é excelente profissional e péssimo como pessoa, ele varia o humor conforme toca a música (referência não por acaso à trilha sonora). Quando a dupla se une, o resultado é apenas espetacular.</p>
<p>Com um trabalho meticuloso e detalhista, onde cada peça se encaixa com perfeição e a construção de cenas e personagens vai muito além do que seu resultado, o diretor Iñárritu nos oferece um filme repleto de aspectos detalhados, com um elenco integrado e equilibrado, e discussões importantes sobre a relação da sociedade com as questões emocionais de analogia com a fama, a percepção do seu redor e a tomada de decisões. Com um ritmo frenético e envolvente, Birdman se apresenta como uma excelente opção e forte concorrente ao Oscar, mostrando que a comédia também é capaz de sair do comum e trazer excelência digna de indicação pela Academia.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/">Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Magia ao Luar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-magia-ao-luar/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-magia-ao-luar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 22:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Magia ao Luar]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=1841</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Virou recorrente, mas é necessário dizer: um filme razoável do Woody Allen é melhor do que boa parte dos melhores filmes de muitos realizadores. E não deixa de ser verdade. Dirigindo um filme por ano desde os anos de 1970, o cineasta norte-americano possui uma vitalidade que, a despeito de seus detratores, se mantém acesa. Ainda que, em sua atual, a qualidade das produções formem um ciclo com ótimos filmes, como Blue Jasmine (2013) e Meia Noite em Paris [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-magia-ao-luar/">Crítica: Magia ao Luar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1842" aria-describedby="caption-attachment-1842" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1842 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-1-620x310.jpg" alt="magic in the moonlight 1" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-1842" class="wp-caption-text">Espiritualidade e ciência: Sophie (Emma Stone) tem uma de suas visões na presença do incrédulo Stanley (Colin Firth)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Virou recorrente, mas é necessário dizer: um filme razoável do Woody Allen é melhor do que boa parte dos melhores filmes de muitos realizadores. E não deixa de ser verdade. Dirigindo um filme por ano desde os anos de 1970, o cineasta norte-americano possui uma vitalidade que, a despeito de seus detratores, se mantém acesa. Ainda que, em sua atual, a qualidade das produções formem um ciclo com ótimos filmes, como <em>Blue Jasmine </em>(2013) e <em>Meia Noite em Paris </em>(2011), seguidos de outros não tão bons, como <em>Para Roma com Amor </em>(2012) e <em>Você vai conhecer o homem dos seus sonhos </em>(2010), Woody Allen tem sempre alguma coisa a dizer, não se esgota intelectualmente. E considerando a escassez de ideias da cinematografia  contemporânea que tem aberto espaço cada vez mais para propostas de gosto duvidoso, sobretudo direcionada para públicos mais jovens com a pretensão de ser mais do que realmente é, isso é um grande conforto.</p>
<p>Dita essa rotineira introdução para todo filme do Allen avaliado como mediano, vamos a <em>Magia ao Luar</em>, mais recente trabalho do cineasta, que se enquadra nesse grupo, o que, óbvio, não o desmerece de forma alguma. O longa acompanha um aristocrata inglês que se apresenta como oriental em um show de mágica e é convidado por um colega para conhecer uma garota que tem exercido um grande fascínio em uma família muito rica. A jovem afirma ter visões do futuro e do passado e acaba, junto com sua mãe, arrancando a confiança de uma crédula viúva e do seu filho, um rapaz que acaba pedindo sua mão em casamento. Cético, o protagonista passa a se afeiçoar pela garota e, pouco a pouco, começa a desconfiar de que suas próprias convicções estão equivocadas.</p>
<figure id="attachment_1843" aria-describedby="caption-attachment-1843" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1843 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight2-620x348.jpg" alt="magic in the moonlight2" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-1843" class="wp-caption-text">Romance entre gerações diferentes: Temas recorrentes na carreira de Woody Allen dão contorno ao seu novo filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como segue a tradição na filmografia de Woody Allen, o protagonista vivido por Colin Firth é uma representação do próprio cineasta e das suas angústias. O personagem não acredita em qualquer questão que não possa ser explicada pela ciência, pela lógica, enfim, por qualquer ferramenta tradicionalmente associada a razão. O contato com a jovem que alega possuir dons telepáticos, vivida por Emma Stone, faz com que esse personagem duvide, por um instante, das suas próprias convicções. É a velha e frágil oposição entre a razão e a emoção, a ciência e a religião, a cognição e o afeto, a matéria e a espiritualidade. Dois lados de uma disputa postos em confronto para confirmarmos que não, um não pode viver sem o outro. Allen não abandona suas convicções, muito mais próximas das convicções do personagem interpretado por Firth, nem deixa de apresentar alguns traços recorrentes de suas representações (as classes mais baixas como ignorantes, enquanto as classes mais altas ou são retratadas como indivíduos sofisticados e intelectualmente superiores ou são apresentadas como alienadas e presas fáceis de golpistas), mas suas provocações direcionadas ao espectador continuam pertinentes, sobretudo em tempos nos quais tudo é entregue de maneira tão mastigada ao espectador.</p>
<p>O filme se excede no seu tempo de projeção e é muito mais linear do que o usual, sem grandes picos dramáticos. Talvez a química entre o diretor e Colin Firth (representação dele) não seja tão intensa do que a que existe entre o cineasta e Emma Stone, que parece ter nascido para trabalhar com Allen, já que apresenta todas as características inerentes de algumas de suas musas mais icônicas, sobretudo aquelas dos primeiros anos do realizador (Diane Keaton e Mia Farrow). O restante do elenco tem bons momentos, como é o caso de Jacki Weaver (a viúva), Marcia Gay Harden (a mãe de Stone) e Simon McBurney (o amigo de Firth). Além dos ótimos <em>insights </em>do roteiro, outra qualidade de <em>Magia ao Luar </em>é sua reconstituição de época promovida pelo trabalho em conjunto de figurinistas, diretores de arte e pela fotografia, fazendo o espectador ser inserido na década de 1920 sem artificialismos ou exibicionismos estéticos.</p>
<figure id="attachment_1844" aria-describedby="caption-attachment-1844" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1844 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-3.jpg" alt="magic in the moonlight 3" width="620" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1844" class="wp-caption-text">Nova musa: Emma Stone (ao lado de Marcia Gay Harden) teve uma química tão boa com o cineasta que estará no seu filme de 2015</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, mais para o bem do que para o mal, <em>Magia ao Luar </em>apresenta temáticas rotineiras na carreira do diretor, personificadas pelo romance entre um homem mais velho (Firth) e uma mulher bem mais nova (Stone), outra recorrência, se prolonga um pouco mais do que deveria na projeção, é verdade, mas que não deixa de mostrar a força da assinatura de Woody Allen e sua lucidez e propriedade intelectual. Não querendo apelar para trocadilhos baratos, mas já apelando, é a magia, o toque do diretor, sua assinatura, que sempre funciona e torna, independente das comparações que façamos dentro da sua própria filmografia (o que, por si só, já é um sinal positivo), um filme de Woody Allen uma experiência agradável e acima da média sempre.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-magia-ao-luar/">Crítica: Magia ao Luar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-magia-ao-luar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-espetacular-homem-aranha-2-a-ameaca-de-electro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-espetacular-homem-aranha-2-a-ameaca-de-electro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2014 18:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=792</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Esta nova série do Homem-Aranha divide muitas opiniões, mas sempre tende mais para o lado positivo. Pelo menos com relação à bilheteria, a segunda versão com Andrew Garfield no papel principal agradou muito mais ao público do que a antiga com Tobey Maguire. A justificativa esteja, talvez, finalmente sendo explicada neste segundo capítulo. O que mais define este filme é a construção do personagem principal, levando ele a ser o que o primeiro protagonista já chegou sendo. Peter Parker [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-espetacular-homem-aranha-2-a-ameaca-de-electro/">Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_796" aria-describedby="caption-attachment-796" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/homem-aranha-2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-796 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/homem-aranha-2.jpg" alt="homem-aranha-2" width="529" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-796" class="wp-caption-text">Embate entre socialmente desajustados? Peter Parker (Andrew Garfield) enfrenta o vilão Electro (Jamie Foxx) no segundo filme de Marc Webb.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta nova série do Homem-Aranha divide muitas opiniões, mas sempre tende mais para o lado positivo. Pelo menos com relação à bilheteria, a segunda versão com Andrew Garfield no papel principal agradou muito mais ao público do que a antiga com Tobey Maguire. A justificativa esteja, talvez, finalmente sendo explicada neste segundo capítulo.</p>
<p>O que mais define este filme é a construção do personagem principal, levando ele a ser o que o primeiro protagonista já chegou sendo. Peter Parker curte sua situação como super-herói ao mesmo tempo em que lida com a contradição de colocar sua amada, Gwen Staci, em perigo, mesmo que tenha prometido ao pai da moça que se afastaria dela. O tom cômico de Garfield continua trazendo leveza ao super-herói, mesmo em momentos em que ele tem que lidar com grandes vilões.</p>
<p>Certo que provavelmente este tom cômico seja exacerbado no início do longa, mas ele caminha para a mudança definitiva no final (calma, sem spoilers). Esta mudança, inclusive, é que deve levar a uma realidade mais parecida com aquela que o Homem-Aranha se propõe nos HQs. A expectativa é esta.</p>
<figure id="attachment_794" aria-describedby="caption-attachment-794" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/emma-andrew-beijo-11.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-794 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/emma-andrew-beijo-11.jpg" alt="emma-andrew-beijo (1)" width="529" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-794" class="wp-caption-text">Parker não resiste aos encantos da Gwen Stacy de Emma Stone. E o público?</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste segundo episódio, o Homem-Aranha lida com o surgimento de dois vilões: Electro e a transformação de seu amigo de infância, Harry Osborn. A construção de dois antagonistas pesa um pouco na narrativa em si, já que traz mais de um ápice ao filme. No entanto, se o espectador entender que esta película funciona mais como uma transição, o enredo prossegue mais suave.</p>
<p>Emma Stone, apesar de linda e boa atriz, continua deixando o espectador com saudade da Mary Jane de Kirsten Dunst. Sua aceitação completa da relação com Peter Parker e sua ausência quando assume o papel de Homem-Aranha irrita. Mesmo quando ela questiona suas atitudes, acaba retornando e permitindo que ele continue agindo daquela forma. O desfecho traz um alívio para esta questão e uma esperança de um futuro melhor para série.</p>
<p>Os efeitos visuais são realmente muito bons. É perceptível que houve um altíssimo investimento neste quesito e completamente justificável, já que o filme necessita disso. A trilha sonora também foi levada em conta e muito bem escolhida, trazendo um tom de grandiosidade à obra.</p>
<figure id="attachment_795" aria-describedby="caption-attachment-795" style="width: 529px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-Espetacular-Homem-Aranha-2-set-06mai2013-08-1.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-795 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-Espetacular-Homem-Aranha-2-set-06mai2013-08-1.jpg" alt="O-Espetacular-Homem-Aranha-2-set-06mai2013-08 (1)" width="529" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-795" class="wp-caption-text">Relacionamento entre Parker e seu amigo de infância Harry Osborne é mais um dos conflitos que o filme tenta administrar.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A sensação é que o filme caminha com calma. E isso é bom, por um lado, já que a proposta é justamente de construção de um personagem, assim como tem feito todos os últimos filmes da série 007, com Daniel Craig. Mas também é ruim, porque não empolga nem emociona tanto quanto poderia. É como se o diretor Marc Webb pisasse em ovos e tivesse muito medo de arriscar, já que a série anterior arriscou tanto que resultou em um desastre de bilheteria no terceiro episódio. Mas não arriscando, ele fica apenas no previsível.</p>
<p>A superioridade deste filme sobre o primeiro, no entanto, é notável. É como se ele justificasse tudo que aconteceu anteriormente e prometesse uma mudança brusca no terceiro episódio. O que acredito sinceramente que empolgou bastante os fãs mais assíduos dos quadrinhos. O que se espera, no entanto, é que ele saia deste lugar de conforto e arrisque, tendo a chance de agradar muito mais.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-espetacular-homem-aranha-2-a-ameaca-de-electro/">Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-espetacular-homem-aranha-2-a-ameaca-de-electro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
