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	<title>Arquivos Ed Begley Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Desconhecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 11:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Centenas de milhares de longas-metragens de terror são lançados durante o ano, mas, por falta de investimento, muitos filmes de qualidade acabam se perdendo ou ficando limitados aos festivais de cinema. A prova disso para a realidade das produções brasileiras foi o ponto fora da curva feito pela campanha de Ainda Estou Aqui (2024) que, por ter verba, conseguiu ter fôlego para alcançar altos voos que poucos sonham &#8211; rendendo para o país o primeiro Oscar de Melhor Filme de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de milhares de longas-metragens de terror são lançados durante o ano, mas, por falta de investimento, muitos filmes de qualidade acabam se perdendo ou ficando limitados aos festivais de cinema. A prova disso para a realidade das produções brasileiras foi o ponto fora da curva feito pela campanha de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/"><em>Ainda Estou Aqui (2024)</em></a> que, por ter verba, conseguiu ter fôlego para alcançar altos voos que poucos sonham &#8211; rendendo para o país o primeiro Oscar de Melhor Filme de Língua Não Inglesa.</p>
<p>É claro que ser um projeto brasileiro, latino, tudo se torna ainda mais difícil. No entanto, alguns projetos independentes dos Estados Unidos também acabam se perdendo no processo e não saindo de seu país. Outros, já conseguem elaborar um processo de distribuição internacional, mesmo que tardia, como é o caso de <strong><em>Desconhecidos</em></strong>. Com sua primeira exibição em setembro de 2023 num festival de cinema no Texas e o lançamento oficial nos EUA em agosto do ano passado, o filme só conseguiu chegar aos cinemas brasileiros na quinta-feira (03).</p>
<p>Apesar do &#8216;atraso&#8217; para ser conhecido pelo público brasileiro, <strong><em>Desconhecidos</em></strong> ainda foi capaz de ir além na peneira &#8211; coisa que muitos não conseguem. Com sua estreia no Brasil, os fãs de suspense e terror poderão conhecer o trabalho do diretor e roteirista JT Mollner, que ganhou visibilidade desde o lançamento no <em>Fantastic Fest</em>. O sucesso do filme nos Estados Unidos foi tamanho que o cineasta está entre os cotados para dirigir o próximo longa da franquia <em>O Massacre da Serra Elétrica</em> que está em desenvolvimento. O mais novo lançamento é o segundo longa-metragem da carreira de Mollner.</p>
<p>Dentre essas centenas de milhares de produções do gênero que estreiam todo ano, alguns realmente fazem um favor para o público caindo no esquecimento. Enquanto isso, outras fazem falta se não alcançam mais pessoas, seria o caso de <strong><em>Desconhecidos</em></strong> se não tivesse chegado aos cinemas nacionais. A sorte dos fãs do terror é a distribuição brasileira pela Paris Filmes para que os espectadores conhecessem um possível expoente do horror. O trabalho do cineasta estadunidense é impressionante e de tirar o fôlego.</p>
<p>Além de dirigir, Mollner também é o responsável por assinar o roteiro do projeto com sua narrativa chocante. A história é dividida em capítulos e contada de forma não linear, o que intensifica a tensão e mantém os <em>plots</em> ainda mais escondidos. Essa receita gera um resultado inesperado para o público. <strong><em>Desconhecidos</em></strong> é daqueles filmes que sabem utilizar o tempo do texto ao seu favor por entender que cinema é ritmo.</p>
<figure id="attachment_19276" aria-describedby="caption-attachment-19276" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19276" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2-750x500.jpg" alt="Desconhecidos (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Strange-Darling-2.jpg 1350w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19276" class="wp-caption-text">Willa Fitzgerald em cena de &#8216;Desconhecidos (2024)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Assim como uma orquestra segue o tempo da regência, um filme precisa saber se guiar por suas nuances narrativas. Esse objetivo só é alcançado, contudo, quando as figuras que escrevem e dirigem a história estão em consonância e conseguem comandar a engrenagem com maestria. No caso de <strong><em>Desconhecidos</em></strong>, JT Mollner tanto é o regente da obra, como seu compositor. Centralizando o cerne do processo criativo primário desse longa independente, o cineasta elabora uma produção que demonstra sua qualidade técnica e criativa no cinema.</p>
<p>A precisão do roteiro e direção de Mollner são acompanhados por uma equipe técnica e um elenco que apenas faz o filme crescer. A belíssima fotografia de Giovanni Ribisi, a montagem certeira de Christopher Robin Bell e o rico design de produção de Priscilla Elliott elevam ainda mais o potencial de <strong><em>Desconhecidos</em></strong>. Ao aliar uma narrativa coesa e forte com uma técnica maravilhosa e um elenco potente, o resultado não poderia ser diferente.</p>
<p>Para completar a qualidade vista em tela, é preciso falar do elenco principal, especialmente a dupla de protagonistas. Kyle Gallner (<em>Sorria</em>, de 2022, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/"><em>Sorria 2</em></a>, de 2024), o novo queridinho do horror consegue levar o público em sua rede de possibilidades para as ações do seu personagem, chamado de &#8216;O Demônio&#8217;. Ele convida o espectador com seu carisma para, logo depois, nos chocar com seu alcance cênico e visceral. Sua entrega em <strong><em>Desconhecidos</em></strong> prova mais uma vez o seu inegável talento.</p>
<p>A performance de Gallner, no entanto, nada seria sem a troca com sua protagonista, nomeada de &#8216;A Dama&#8217;. Willa Fitzgerald (<em>A Queda da Casa de Usher</em>, de 2023) em cena é algo de outro mundo. Quem diria que a jovem travada da primeira temporada de <em>Scream (2015-2016)</em> tinha todo esse potencial dentro dela. Fitzgerald é uma força da natureza ao longo dos 90 minutos de filme. <strong><em>Desconhecidos </em></strong>é o que é e causa esse frenesi em quem assiste porque a estrela do projeto foi capaz de incorporar o que o texto e a direção exigia.</p>
<p>É inspirador ver a destreza de Willa em cada sequência da produção. A atriz só mostra seu crescimento desde a série <em>slasher</em>, seguida de sua performance interessante na minissérie de Mike Flanagan, culminando num trabalho verdadeiramente de tirar o fôlego. Existem filmes que podem ter toda a qualidade técnica e criativa, mas que não alcançariam seu potencial total sem aquela interpretação certa. É isso que Willa Fitzgerald entrega para <strong><em>Desconhecidos</em></strong>, a atuação perfeita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> JT Mollner</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Willa Fitzgerald, Kyle Gallner, Barbara Hershey e Ed Begley Jr.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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