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	<title>Arquivos DVD - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos DVD - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Batman &#8211; A Piada Mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 21:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Batman: A Piada Mortal]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Hamill]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Liu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicada originalmente em 1988, Batman: A Piada Mortal foi uma HQ importante para a sua época e até hoje uma das leituras obrigatórias a respeito da relação entre o Homem-Morcego e seu principal inimigo, o Coringa. Roteirizada por Alan Moore e concebida visualmente pelas artes de Brian Bolland, a HQ apresentava uma história curta que iniciava com o Batman buscando o paradeiro do Coringa no Arkham e finalizava com um confronto entre os dois em um parque de diversões após uma série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicada originalmente em 1988, <i>Batman: A Piada Mortal</i> foi uma HQ importante para a sua época e até hoje uma das leituras obrigatórias a respeito da relação entre o Homem-Morcego e seu principal inimigo, o Coringa. Roteirizada por Alan Moore e concebida visualmente pelas artes de Brian Bolland, a HQ apresentava uma história curta que iniciava com o Batman buscando o paradeiro do Coringa no Arkham e finalizava com um confronto entre os dois em um parque de diversões após uma série de episódios sinistros que tiveram como vítimas o Comissário Gordon e sua filha Barbara, a Batgirl, claro que todos eles provocados pelo palhaço do crime.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em sua essência, a história tinha como intuito entender a natureza da violência e da loucura (como as melhores tramas protagonizadas pelo Homem-Morcego) e revelar ao leitor como, no fundo, o maior herói e o mais assustador criminoso de Gotham City acabavam sendo feitos da mesma matéria. &#8220;Só é preciso um dia ruim para reduzir o mais são dos homens a um lunático&#8221;, diz o Coringa em determinado momento da história. É este conceito que norteia toda a HQ e é em cima dele que algumas das mais importantes histórias sobre o Batman trabalham desde então. Só para citar um dos casos mais populares, <i>Batman: O Cavaleiro das Trevas </i>de Christopher Nolan bebe um pouco dessa fonte para construir a relação do seu protagonista com o Coringa de Heath Ledger.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dando continuidade ao seu catálogo de animações baseadas, em sua maioria, em clássicas HQs da DC Comics, a Warner traz finalmente ao público <i>Batman:</i> <i>A Piada Mortal</i>. O principal desafio da equipe de Sam Liu, que já havia feito para o estúdio de animação o ótimo <i>Batman: Ano Um </i>e <i>Grandes Astros: Superman</i>, era transformar uma HQ tão econômica quanto <i>A Piada Mortal </i>em um filme de 76 minutos. A solução encontrada por Liu, pelo roteirista Brian Azzarello (também famoso no universo DC, mas por seu trabalho em HQs) e pela equipe de animadores foi criar uma trama que antecedesse os acontecimentos de <i>A Piada Mortal </i>e que envolvesse Barbara Gordon, protagonista de um acontecimento responsável pelo desenrolar de todo o conflito da trama central.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O grande problema da versão animada de <i>Batman: A Piada Mortal </i>é não conseguir fazer com que esta trama nova seja orgânica a sua história principal. Isso se torna um grande &#8220;abacaxi&#8221; para o filme tendo em vista que o prólogo da Batgirl domina os trinta minutos iniciais da animação<i>. </i></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6478" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/batman.jpg" alt="batman" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A nova perspectiva para os eventos lançada pelo filme de Liu traz um relacionamento amoroso entre Barbara e Bruce, seguido de uma grande desilusão amorosa que faz a personagem chegar ao abismo do descontrole emocional e desistir de realizar as suas rondas noturnas ao lado do Batman. Além de ser uma ideia completamente trôpega, todo esse conflito amoroso e seu desenlace traumático sequer é utilizado pelo filme nos seus trinta minutos finais, dominado por uma adaptação fidelíssima a HQ <em>A Piada Mortal</em>. Tal omissão torna os eventos exibidos na meia hora inicial da história até mesmo ofensivo pelo ponto de vista de Barbara, já que tudo corre como se nada tivesse acontecido e Bruce Wayne sai ileso da história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na parte em que a animação segue à risca o que está nas HQs de Alan Moore e Brian Bolland, o que vemos é uma transposição eficiente de todas as qualidades da trama de origem, inclusive o seu excelente e instigante final inconcluso. Contudo, isso gera um problema para <i>Batman: A Piada Mortal</i> já que a fidelidade é tão excessiva que faz os realizadores esquecerem de resgatar o que traria brilho a animação, o encontro entre a sua trama original e a que todos nós já conhecemos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman: A Piada Mortal</i> acaba sendo dois filmes em um, sendo que um deles é marcado pelo mau gosto em forma de uma pretensa originalidade e outro pela adaptação fiel e elegante de um clássico das HQs. No saldo, torna-se um filme esquisito, cujo início não dialoga com o seu desfecho e seu fim parece não ter relação alguma com o <i>start </i>da sua trama.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No caso, as inserções de Liu e Azzarello que envolvem a trama de Barbara Gordon seriam bem-vindas se alguns movimentos fossem realizados em prol de mudanças severas no material base, a HQ de Moore e Bolland, inserindo determinadas questões propostas pela relação de Batman e Batgirl no início da fita. Ao optar pela fidelidade canina na metade final da sua fragmentada e confusa animação, os realizadores fizeram uma colcha de retalhos desastrada, revelando que determinadas polêmicas foram levantadas desnecessariamente e que o que o filme possuía de original foi proposto apenas para preencher a duração protocolar de uma fita do seu porte.</p>
<p><strong>O dvd de <em>Batman: A Piada Mortal </em>estará a venda a partir do dia 04 de agosto nas lojas de todo o país. </strong></p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vlnM01KpgIU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso e Especialista em Crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2016 12:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista em Crise]]></category>
		<category><![CDATA[John Cusack]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Dano]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Bullock]]></category>
		<category><![CDATA[The Beach Boys - Uma História de Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso Por motivos comerciais, provavelmente, Love and Mercy, um dos longas norte-americanos do circuito indie mais comentados no ano passado, ganhou no Brasil o título de The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso. Quem dá de cara pela primeira vez com o filme pode pensar que se trata de um longa sobre a trajetória de uma das bandas mais influentes da cultura estadunidense, os Beach Boys. Cabe sublinhar, todavia, que esse filme de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso</strong></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Por motivos comerciais, provavelmente, <i>Love and Mercy</i>, um dos longas norte-americanos do circuito <i>indie </i>mais comentados no ano passado, ganhou no Brasil o título de <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso</i>. Quem dá de cara pela primeira vez com o filme pode pensar que se trata de um longa sobre a trajetória de uma das bandas mais influentes da cultura estadunidense, os Beach Boys. Cabe sublinhar, todavia, que esse filme de Bill Pohland tem como principal interesse apenas um dos elementos do grupo, Brian Wilson. Alternando sua história entre o passado do músico, encarnado por um excelente Paul Dano, e uma fase mais madura, na qual ele ganha a interpretação de John Cusack (tão bom em cena quanto sua versão mais jovem), <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>explora a personalidade do seu protagonista virando-a do avesso.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nas passagens do filme sobre o jovem Brian Wilson vemos o músico apresentar os sinais do que mais tarde viria a ser diagnosticado como um quadro peculiar de esquizofrenia durante a concepção de <i>Pet Sounds</i>, álbum que é considerado por muitos como a obra-prima dos Beach Boys. Nessa fase também percebemos o perfeccionismo de Wilson e como o mesmo guiou toda a concepção do disco, um marco responsável por oferecer novas perspectivas para a banda que ganhou popularidade com o <i>surf rock</i>. Quando acompanhamos a versão mais velha de Wilson, vemos o quadro clínico do músico se agravar, sobretudo em função das estranhas interferências do seu médico particular Dr. Eugene Landy, vivido aqui por Paul Giamatti. Wilson, então,  acaba encontrando refúgio em sua relação amorosa com uma simpática vendedora de carros chamada Melinda Ledbetter interpretada por Elizabeth Banks.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O mergulho que <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>faz na vida do seu protagonista é eficiente por dispensar qualquer rede de segurança e também por conseguir ser terno com o seu biografado. Pohland consegue ser fiel, retratando Wilson de forma humana, sem deixar de expor sua admiração por aquela figura, algo que em momento algum é revertido em uma abordagem omissa ou covarde a respeito de tudo que acontecera na vida do integrante dos Beach Boys. Entre a fidelidade aos fatos e o afeto por seu protagonista, <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>encontra um interessante equilíbrio sustentado sobretudo pelas performances do seu elenco exemplar. Pohland é certeiro desde a escolha dos atores que dão vida às duas versões de Wilson retratadas no filme, Paul Dano e John Cusack, até à presença solar de Elizabeth Banks, que mesmo dando vida a já clássica figura da esposa ou namorada dedicada do artista em completa instabilidade psicológica consegue oferecer elementos que enriquecem a sua personagem e aproximam o público do drama vivido pelo protagonista do filme. Do grupo, talvez, Paul Giamatti destoe um pouco ao transformar Eugene Landy em um vilão histriônico, mas nada que não possamos dar um desconto.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dosando muito bem a maneira como se aproxima do processo criativo de <i>Pet Sounds</i> e do drama pessoal de Brian Wilson, <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>é uma cinebiografia marcada pelo bom senso dos seus realizadores. É um filme que reverencia o seu protagonista e tem um genuíno afeto por ele, mas não adota uma postura subserviente na maneira como lida com esse sentimento, sabendo explorar os demônios pessoais do seu biografado e também cativar o público com a costura de relações, situações e personagens capazes de produzir identificação e empatia com o espectador. O longa não chega a promover grandes revoluções na proposta, mas possui propósitos muito sinceros e consegue executá-los em uma narrativa comedida e regular em suas duas horas de duração.</p>
<p><strong>Assista ao trailer aqui: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wrBKiDMZN40" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Especialista em Crise</strong></p>
<p>Lançado em outubro de 2015 durante a temporada de prêmios norte-americana, <i>Especialista em Crise </i>foi um fiasco nas diversas frentes em que precisava obter êxito: não foi muito bem nas bilheterias (uma decepção que acumulou cerca US$ 7 milhões em sua carreira, algo preocupante se considerar que leva no seu cartaz o nome de Sandra Bullock, uma atrizes mais rentáveis do cinema atualmente), recebeu muitas críticas negativas e não ganhou indicação alguma a prêmios, nem mesmo ao Globo de Ouro que sempre costuma ser mais &#8220;generoso&#8221; nas suas categorias de atuação quando vê um longa estrelado por uma grande estrela (que, se indicada, trará mais audiência ao evento televisionado). Assim, é natural que <i>Especialista em Crise </i>chegue no Brasil e em outros países diretamente em DVD ou serviços de <i>streaming, </i>mas não apenas por isso. Este filme de David Gordon Green, de longas tão heterogêneos como <i>Segurando as Pontas</i>, <i>Sua Alteza? </i>e <i>Joe, </i>é um título que trata de temas tão específicos e de uma maneira tão estranha que é difícil vê-lo funcionar em todas as plateias. Como lançar um filme nas salas de cinema hoje em dia é uma tarefa que requer cálculo e preocupação redobrada com os riscos de prejuízo para as distribuidoras, o destino de <i>Especialista em Crise </i>em nosso país parece mais do que compreensível.</p>
<p>No filme, Sandra Bullock interpreta Jane &#8220;Calamidade&#8221;, uma competente consultora de imagem especializada em reverter quadros de baixa popularidade envolvendo políticos em processos eleitorais. Após um tempo afastada da profissão por motivos de saúde, Jane retorna ao jogo para ficar à frente da equipe de um candidato a presidência na Bolívia que precisa urgentemente de ajuda. O longa é baseado no documentário <i>Our Brand is Crisis </i>(mesmo título original deste filme), de 2005, dirigido por Rachel Boynton, que trata sobre estas manobras de construção (ou destruição) de imagens políticas em eleições na América do Sul. Em <i>Especialista em Crise</i> o resultado dessa adaptação é estranho, tendo em vista que, produzido pelo ator George Clooney, o filme acaba ganhando inafastáveis ares de discurso democrata. Acontece que nem a direção de David Gordon Green  nem o roteiro de Peter Straughan conseguem ser muito incisivos nas críticas que claramente pretendem traçar para todo o cenário político abordado no longa. Os comentários do diretor e do roteirista sobre as ações questionáveis desses estratagemas eleitoreiros são feitos na superfície e quando ganham o seu momento para se reverterem em discursos mais enérgicos diluem-se em um desfecho que não é dos mais satisfatórios. Além disso, todo <i>Especialista em Crise </i>é calcado na rivalidade entre as personagens da Sandra Bullock e do Billy Bob Thornton que jamais é trabalhada a contento pelo roteirista e por seu diretor, deixando o filme ainda mais frouxo em seus propósitos e na sua fluidez. No final, nem mesmo Sandra Bullock, que, por sinal, consegue um resultado muito interessante na construção da sua personagem através de recursos bastante sutis, já que o roteiro não é capaz de desenvolvê-la a contento, consegue manter o espectador instigado pelo discurso político burocrático e repetido de <i>Especialista em Crise</i>.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EoCXHnGXnzc" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Azul é a Cor Mais Quente tem Blu-Ray negado por conta de sexo explícito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 18:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Azul é a Cor Mais Quente]]></category>
		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
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		<category><![CDATA[Sexo Explícito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para os fãs de blu-ray, uma má notícia: o filme “Azul é a Cor Mais Quente” teve sua divulgação proibida na mídia mais atual. O longa francês foi vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2013 e recebeu ótimas críticas de veículos especializados. O público que assistiu a película no circuito de arte também conferiu e aprovou. Mas nada disso foi suficiente para a única produtora de blu-rays do Brasil aprovar o conteúdo. A Sonopress, empresa vinculada ao Polo Industrial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/blue-is-the-warmest-colour_bx_imovision_pi.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-422 aligncenter" alt="blue-is-the-warmest-colour_bx_imovision_pi" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/blue-is-the-warmest-colour_bx_imovision_pi.jpg" width="482" height="298" /></a></p>
<p>Para os fãs de blu-ray, uma má notícia: o filme “<em>Azul é a Cor Mais Quente</em>” teve sua divulgação proibida na mídia mais atual. O longa francês foi vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2013 e recebeu ótimas críticas de veículos especializados. O público que assistiu a película no circuito de arte também conferiu e aprovou. Mas nada disso foi suficiente para a única produtora de blu-rays do Brasil aprovar o conteúdo.</p>
<p>A Sonopress, empresa vinculada ao Polo Industrial de Manaus, afirmou que o conteúdo do filme é inapropriado por conta das várias cenas de sexo explícito, alegando que estariam violando cláusulas de contrato que a impossibilita de publicar conteúdo sexual. A distribuidora do filme, Imovision, lamentou a decisão e revelou ainda que o título foi negado por outras empresas. &#8220;Fico preocupado não como fornecedor, mas sim como consumidor. Não é um filme pornô. Na França o filme recebeu classificação indicativa de 12 anos, aqui foi 18. Até aí tudo bem, mas agora o blu-ray ser proibido? Porque isso é um tipo de censura. Qual o critério?&#8221;, questiona Jean Thomas Bernardini, presidente da distribuidora.</p>
<p>Por hora, “<em>Azul é a Cor Mais Quente</em>” terá que se contentar com a replicação em DVD, já que existem outras empresas fora do Polo Industrial de Manaus que fazem a produção da mídia. O longa conta a história de Adele, uma jovem que se apaixona por uma mulher mais velha, Emma, e inicia uma intensa relação que a ajuda a descobrir seus próprios desejos e a amadurecer.</p>
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