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	<title>Arquivos Douglas Duan - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Douglas Duan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Festival Cinepe 2023: Eu Nunca Contei a Ninguém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 19:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma equipe super enxuta, formada pelo quarteto Douglas Duan, Kadydja Erlen, Apollo Angelo e Gabriela Melo, a animação Eu Nunca Contei a Ninguém surpreende por sua qualidade técnica, mesclada ao tom sensível que emociona. Narrando a experiência de Luca (Apollo) e seu primeiro contato com uma morte na família, o curta-metragem consegue convocar um equilíbrio único entre realismo, metáforas e o lúdico. Estes elementos todos se dão pela junção do universo do stop-motion &#8211; que foi todo feito com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma equipe super enxuta, formada pelo quarteto Douglas Duan, Kadydja Erlen, Apollo Angelo e Gabriela Melo, a animação <strong><em>Eu Nunca Contei a Ninguém</em></strong> surpreende por sua qualidade técnica, mesclada ao tom sensível que emociona. Narrando a experiência de Luca (Apollo) e seu primeiro contato com uma morte na família, o curta-metragem consegue convocar um equilíbrio único entre realismo, metáforas e o lúdico.</p>
<p>Estes elementos todos se dão pela junção do universo do stop-motion &#8211; que foi todo feito com algodã0 -, que cria este mundo fantástico e imaginativo da criança, mas com interpretações na dublagem que carregam as tonalidades do realismo. Desta maneira, cria-se aqui uma atmosfera rica em sentido e enquanto o público investiga cada detalhe mostrado na tela, ele também passa a se emocionar com os pensamentos de Luca e sua visão sobre os adultos.</p>
<p>Este é o maior ganho do curta, o olhar cuidadoso e detalhista para cada elemento que está sendo posto em cena. A começar pelo roteiro, que convoca diálogos fluidos, sem exposição óbvia das circunstâncias, porém sem tentar esconder o que está acontecendo. Em poucas falas verbais, a plateia entende o protagonista e as pessoas que lhe cercam estão passando.</p>
<p>Há um tom adulto, que vem da escrita de Duan, mas com uma sensibilidade infantil &#8211; no melhor significado da palavra! -, carregando consigo uma espécie de pureza da infância. Este sentimento tão bonito, que se esvai com a dureza da vida adulta, continua com Douglas Duan de alguma forma.</p>
<p>Isto porque o artista capta esta imensidão, presente dentro da percepção que as crianças têm da vida, com propriedade, como na sequência na qual Luca está no carro e reflete sobre como os mais velhos mentem constantemente.</p>
<p>Outro fator tratado com zelo é a direção de arte e de fotografia, realizadas por Duan. Cenografia e figurinos estão em coesão com a iluminação, que trafegam pelas sensações da personagem principal, que vai da dúvida, passando pela empolgação, melancolia e mudança de estado (de tristeza para proteção).</p>
<p>O vermelho e seus tons próximos se fazem presentes durante toda projeção. Esta cor, que permeia a tela e toda mise-en-scène, mostra como esta é uma obra afetiva, que tem calor humano, saltando do ecrã. É uma produção sobre amor incondicional e cumplicidade. O rubro constante vem então fomentar esta emoção, que encontra com o azul claro persistente.</p>
<p>O azulado suave convoca o desalento da perda, juntamente com a serenidade de saber que somos eternos enquanto houver sentimento verdadeiro e possibilidade de reencontro. São notáveis também as atuações do elenco, formado por Douglas, Kadydja e Apollo, com destaque para o último citado, pois ele é um garoto de cinco anos, que demonstra em sua interpretação uma compreensão profunda sobre seu texto.</p>
<p>O artista mirim apresenta carisma, porém ele vai além disso. Apollo reúne a ingenuidade, que vem da sua própria fase de vida, com a firmeza de quem já tem certeza de tudo em tão tenra idade. Douglas e Kadydja ajudam nesta construção, mantendo a impressão de que desejam proteger e fortalecer os laços com este menino, que eles sabem que passa por um momento difícil.</p>
<p>São nas pausas e oscilações das vozes dos atores, que interpretam os adultos nesta trama, que a seriedade do que está ocorrendo é compreensível. Esta noção é colaborada pela montagem. O olhar do público é direcionado pelos cortes, que ampliam as definições do que está ocorrendo. Além disso, há um pequeno espaço criado entre um momento e outro, que pode ser ínfimo, mas que aumenta a criação narrativa, na cabeça de quem de assiste.</p>
<p>É como se existisse uma elaboração conjunta, na qual nem tudo é estampado no ecrã, porém é digerido e imaginado durante a sessão. E é por isso que <em><strong>Eu Nunca Contei a Ninguém</strong></em> contém maestria, entregando cinema de qualidade e arrancando algumas lágrimas dos mais sensíveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Douglas Duan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Apollo Angelo, Kadydja Erlen, Douglas Duan</p>
<p>Confira nossas críticas de Festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
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