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	<title>Arquivos Dor e Glória - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Dor e Glória - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 17:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas apostas sobre essa aclamada cerimônia que acontecerá neste domingo (9).</p>
<p>Apesar de sua pompa, o Academy Awards guarda resquícios de imperdoáveis e contestáveis resultados. Anualmente existe uma categoria na qual o resultado gera um certo descontentamento entre público e crítica. Aqui vamos pensar sobre as atuações masculinas em papéis principais. E, com toda a incerteza do Oscar, questionaremos se, de fato, um ator como Joaquin Phoenix sairá invicto da temporada de premiações.</p>
<p>Apesar de Phoenix ser o favorito absoluto, é inevitável que algumas atuações sejam sentidas por não estarem na lista de indicados. Taron Egerton tem um desempenho primoroso interpretando Elton John em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><strong><em>Rocketman</em></strong></a>. Seu nome apareceu em outros prêmios, mas a Academia o deixou de fora dessa disputa. Outro ator esnobado pelo Oscar foi o veterano Christian Bale. O ator britânico esteve na disputa na maior parte da temporada de premiações por seu papel no esquecível <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em><strong>Ford vs. Ferrari</strong></em></a>. Mesmo com um filme questionável, Bale entrega um trabalho brilhante, digno de uma indicação no Academy Awards.</p>
<p>Por fim, Adam Sandler é um dos nomes de maior polêmico deste ano. O ator, conhecido por suas comédias besteirol, mostrou, mais uma vez, o seu poder cênico ao dar vida à personagem principal do longa-metragem <em>Joias Brutas</em>, dos irmãos Safdie. Sandler entrega uma performance completa e digna de atenção, a qual fez dele um dos indicados no Critics Choice Awards. Contudo, o estereótipo de ator de “filmes medíocres” segue Sandler e o priva de oportunidades de trabalho como essas. Este é um dos nomes que merecem futuras oportunidades e, quem sabe, as tendo, ele possa estar competindo e sendo homenageado por seu trabalho espetacular.</p>
<p>Agora, ao pensar o quadro de indicados, a lista do quinteto do Oscar 2020, na categoria “Melhor Ator”, é composta por Adam Driver, Jonathan Pryce, Antonio Banderas, Leonardo DiCaprio e Joaquin Phoenix. Ironicamente, dos cinco atores, apenas um deles já ganhou uma estatueta e, só três já haviam sido indicados no Oscar. Portanto, apesar das faltas, esse é um grupo interessante, onde todos os artistas tiveram desempenhos brilhantes em seus respectivos trabalhos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12417" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Adam Driver, por exemplo, é um dos atores que já havia sido indicado no Academy Awards. Ele é um dos casos de Hollywood que tem um crescimento exponencial invejável. As interpretações e papéis de Driver só melhoram com o tempo. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em><strong>História de um Casamento</strong></em></a>, Driver brilha. Sua consistência cênica é impecável, assim como a construção de sua personagem. Apesar disso, ele é um dos que está mais longe da corrida pelo ouro cinematográfico.</p>
<p>Na frente do Kylo Ren de Star Wars está Jonathan Pryce. O ator, mesmo com sua longa carreira, foi indicado pela primeira vez neste ano. Sua interpretação do Papa Francisco lhe rendeu aclamações mundiais e merecidas. O domínio da cena mostrado por Pryce é simples, porém preciso. O seu olhar fala a cada segundo do filme. Suas nuances muito bem exploradas só ajudaram a elevar a qualidade de <strong><em>Dois Papas</em></strong> &#8211; em especial nas cenas onde as crenças de Francisco e Bento XVI entrem em atrito. Ao lado de seu parceiro de cena, Jonathan Pryce deu uma aula de simplicidade em frente às câmeras. Ele faz o público lembrar que você não precisa de muito para expressar um turbilhão de emoções. Ainda assim, Pryce também longe de ser um dos favoritos.</p>
<p>Na caminhada rumo a uma possível disputa &#8211; e reviravolta na dinâmica das premiações -, Antonio Banderas, se mostra mais forte e capaz de parear com DiCaprio e Phoenix. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dor-e-gloria/"><em><strong>Dor e Glória</strong></em></a>, o ator espanhol supera qualquer trabalho anterior. O filme não seria nada sem a sensibilidade de Banderas. Ele consegue prender você desde o primeiro instante. Até por ser um filme esteticamente diferente do que se espera de Pedro Almodóvar, os olhares se volta de forma mais minuciosa para o desempenho cirúrgico de Antonio. A palavra que define sua performance nessa produção é maturidade. Existe uma aura que paira sobre essa personagem que só o tempo, talento e dedicação podem proporcionar. O espanhol mostrou,mais uma vez, a razão que faz Almodóvar fazer dele o seu ator-parceiro. Banderas é impecável e capaz de criar o que for.</p>
<p>Na disputa final temos um embate de gigantes e velhos conhecidos do público, de Hollywood e do Oscar. Dicaprio e Phoenix estão no topo dessa disputa por seus desempenhos singularmente belos. O astro hollywoodiano Leonardo DiCaprio tem uma longa trajetória tanto no cinema como no Academy Awards. Com uma vitória, ele chegou a sua sexta indicação pelo seu papel de Rick Dalton em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a>. DiCaprio construiu um dos personagens mais completos de sua carreira. Sua performance no nono filme de Quentin Tarantino é uma dádiva para os amantes do cinema e uma inspiração para seus colegas de profissão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O texto ajudou absurdamente o ator a criar e estampar toda a emoção e o envolvimento necessário que a trama requisitava. Mas Leonardo foi além. Ele usa a metalinguagem, contida no subtexto de Rick Dalton, para inspirar. É bonito de ver DiCaprio dando vida as crises de profissionais e de meia idade de um ator consagrado de Hollywood. Essa brincadeira proporcionada pelo roteiro deu vida a uma das cenas mais sensíveis de Tarantino que marcam qualquer pessoa que assiste ao filme. E mesmo com DiCaprio não sendo o favorito para levar a estatueta para casa, seu desempenho merece ser louvado.</p>
<p>Agora chegamos a estrela dessa lista. Joaquin Phoenix é um ator de muita sensibilidade e poderio cênico. Desde seus primeiros trabalhos, ele sempre mostrou a sua capacidade de ir além. E o que Phoenix faz em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em><strong>Coringa</strong></em> </a>é exatamente isso, ir ainda mais além. Ele transcende qualquer barreira do público, do filme e até mesmo do personagem e apresentou uma das performances mais lindas do cinema nos últimos anos. Um detalhe importante é o estigma que seu papel carrega desde o início. Ter a missão de interpretar uma das personagens mais famosas e aclamadas de um universo é uma tarefa difícil. Quando isso é alinhado à comparação imediata com o desempenho de um colega, as coisas se intensificam.</p>
<p>Heath Ledger deu vida ao Coringa em 2008. Sua brilhante atuação lhe rendeu um Oscar póstumo e uma marca na história da DC e do cinema. O trabalho de Phoenix não consistia em apenas criar a sua versão da personagem, mas mostrar que ele conseguia colocar a sua marca nessa persona tão cheia de estigmas e fazer um filme solo da personagem valer a pena. E o resultado disso é uma das experiências cinematográficas mais marcantes. Ter o privilégio de assistir Joaquin brincar com uma complexidade de estados mentais, tipos de características e emoções é único. Ele faz qualquer defeito no filme sumir porque sua atuação é o que resta na memória do público. A ininterrupta imagem de uma performance colossal.</p>
<p>Apesar da esmagadora possibilidade de vitória, a corrida pela estatueta Melhor Ator nunca está 100% garantida. A imprevisibilidade do Oscar é algo instigante e provocador. O que resta é esperar para ver quais surpresas a noite de 9 de fevereiro guarda<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a> Vejamos se Phoenix sairá invicto desta temporada de premiações ou se outro colega levará o prêmio para casa. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>MIB: Homens de Preto &#8211; Internacional é o destaque nas estreias do cinema esta semana (13/06). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 20:22:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MIB: Homens de Preto &#8211; Internacional Direção: F. Gary Gray Elenco: Tessa Thompson, Chris Hemsworth, Liam Neeson Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas agora precisa lidar com a maior das ameaças: um traidor, justo quando a agência torna-se internacional. É neste contexto que Em (Tessa Thompson) tenta se tornar agente, já que teve uma experiência extraterrestre quando jovem e não teve sua memória apagada. Quem irá auxiliá-lo nesta jornada é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>MIB: Homens de Preto &#8211; Internacional</strong><br />
<strong>Direção:</strong> F. Gary Gray<br />
<strong>Elenco:</strong> Tessa Thompson, Chris Hemsworth, Liam Neeson</p>
<p>Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas agora precisa lidar com a maior das ameaças: um traidor, justo quando a agência torna-se internacional. É neste contexto que Em (Tessa Thompson) tenta se tornar agente, já que teve uma experiência extraterrestre quando jovem e não teve sua memória apagada. Quem irá auxiliá-lo nesta jornada é o atrapalhado agente H (Chris Hemsworth). Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mib-homens-de-preto-internacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3lMGr3OuUG0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10682" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Dor e Glória</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Pedro Almodóvar<br />
<strong>Elenco:</strong> Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia</p>
<p>Ovacionado em sua première no Festival de Cannes e vencedor do Prêmio do Júri pela interpretação de Antonio Banderas, o filme retrata a história de Salvador Mallo. Ao mesmo tempo em que enfrenta seu próprio declínio físico, Mallo se vê envolto em memórias de sua infância, juventude e vida adulta. Na recuperação de seu passado, ele encontra a urgente necessidade de narrá-lo e, nessa necessidade, encontra também sua salvação. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dor-e-gloria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4IhyLHoSeLY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10686" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Obsessão</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Neil Jordan<br />
<strong>Elenco:</strong> Isabelle Huppert, Chloë Grace Moretz, Maika Monroe</p>
<p>Frances (Chloë Grace Moretz) é uma jovem mulher cuja mãe acabou de falecer. Acabando de se mudar para Manhattan e cheia de problemas com o pai, ela forma uma amizade improvável com Greta (Isabelle Huppert), uma viúva bem mais velha que ela. Porém, conforme as duas se tornam melhores amigas, as atenções da viúva se mostram muito mais sinistras do que ela imaginava. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/X5jvZP-Hots" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10693 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/0498395.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="A Lenda de Golem" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/0498395.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/0498395.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/0498395.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Lenda de Golem</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Doron Paz, Yoav Paz<br />
<strong>Elenco:</strong> Hani Furstenberg, Ishai Golan, Brynie Furstenberg</p>
<p>Desde que perderam um bebê, o que Hanna (Hani Furstenberg) e seu marido Benjamin (Ishai Golan) mais querem é tentar ter outro filho. Para tal, ela conta com a fé que tem em Deus, e por isso estuda diariamente a Torá, mesmo que na comunidade aonde viva essa prática seja restita aos homens. Quando uma epidemia assola a região e a culpa recai imediatamente sobre os judeus, Hanna tenta usar de seu misticismo para convocar um golem, sem saber que a criatura é muito mais perigosa do que pensa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/F3DVdwbrjvc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10694" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1661533.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1661533.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1661533.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1661533.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Fora de Série</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Olivia Wilde<br />
<strong>Elenco:</strong> Beanie Feldstein, Kaitlyn Dever, Billie Lourd</p>
<p>Melhores amigas e alunas fora de série, Amy (Kaitlyn Dever) e Molly (Beanie Feldstein) sempre focaram em tirar as melhores notas e se destacar dos demais alunos. O que nenhuma delas esperava era que seus colegas que só queriam curtir, fossem aprovados nas mesmas universidades que elas. Ao perceber que poderiam ter se divertido entre uma prova e outra, elas decidem correr atrás do prejuízo e recuperar os anos perdidos de diversão em uma única noite. A tarefa dessa vez é um pouco diferente: aproveitar ao máximo os últimos momentos do ensino médio e provar que podem ser as melhores em tudo, até mesmo quando o assunto é festa!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kPNlvxfwJXQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10695" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/101692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/101692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/101692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/101692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Eu Não Sou Uma Bruxa</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Rungano Nyoni<br />
<strong>Elenco:</strong> Margaret Mulubwa, Henry B.J. Phiri, Gloria Huwiler</p>
<p>Depois de um incidente banal em sua vila, Sulha, uma menina de 8 anos é acusada de bruxaria. Após um rápido julgamento, a garota se torna culpada e é levada em custódia pelo Estado, sendo exilada para um campo de bruxas no meio do deserto, onde ela irá aprender as regras da sua nova vida como bruxa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rnQmq_Jci-c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dor e Glória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 00:48:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antonio Banderas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo filme do diretor Pedro Almodóvar, Dor e Glória, estreia nesta quinta-feira, 13 de junho, e é um retrato da vida do melancólico do cineasta Salvador Mallo (Antonio Banderas). Por conta de um episódio trágico em sua vida, ele acaba revisitando momentos que determinaram seu presente e o moldaram na maneira de ser. Almodóvar sinalizou durante a produção do roteiro, que ele refletia muito a sua história e coisas que teria vivido no passado. O diretor fala sobre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo filme do diretor Pedro Almodóvar, <em><strong>Dor e Glória</strong></em>, estreia nesta quinta-feira, 13 de junho, e é um retrato da vida do melancólico do cineasta Salvador Mallo (Antonio Banderas). Por conta de um episódio trágico em sua vida, ele acaba revisitando momentos que determinaram seu presente e o moldaram na maneira de ser.</p>
<p>Almodóvar sinalizou durante a produção do roteiro, que ele refletia muito a sua história e coisas que teria vivido no passado. O diretor fala sobre a homossexualidade, descoberta do amor precoce e o maduro, definição de propósito de vida, crises existenciais. Tudo isso pincelado com muita naturalidade em um roteiro que flui tão fácil quanto a própria vida cotidiana.</p>
<p>E esse é o ponto mais alto do longa. O perfil autobiográfico nos oferece elementos fortes das escolhas que levaram o diretor a ser quem é na atualidade. Ele aprofunda com muito cuidado a relação estreita com a mãe, Jacinta, vivida por Penélope Cruz, que desde a sua infância batalhou para que tivesse as melhores oportunidades possíveis. Esse relacionamento, inclusive, é o que determina momentos profundos de reflexão ao protagonista.</p>
<p>Além disso, temos a relação de Salvador com ele mesmo. E essa é a relação mais interessante da trama. A maneira como ele reage aos diversos elementos que são inseridos em sua narrativa e como isso molda a sua personalidade. São muitos detalhes que vão tecendo essa trama madura de Almodóvar.</p>
<p>A partir deste pontos, a trama vai se desdobrando na relação carnal e afetiva do protagonista. Ele mostra a homossexualidade com cuidado e como ela teria surgido. A descoberta da criança e o primeiro interesse que Salvador teria tido. Ainda assim, não se priva de ser honesto com a exposição da relação homossexual, sem oferecer rodeios.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10682" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3827734.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Almodóvar pincela as cenas com memórias afetivas de seu passado. Cheiros, sabores, imagens e nuances. A lembranças que vão surgindo para o personagem, mesmo que de forma não-linear, é o que vai definindo o tom da trama. Associado a isso, uma produção visual que combina com a variações emocionais da personagem. Cores vivas do presente e do passado, em contraposição ao obscuro afetivo. É um trabalho cuidadoso não apenas na narrativa.</p>
<p>A medida que as camadas vão sendo expostas, as inquietações do protagonistas vão sendo sanadas e colocadas de uma nova perspectiva. O filme tem o cuidado real de trazer veracidade psicológica à evolução do personagem, o que torna ele ainda mais meticuloso no seu roteiro.</p>
<p>A força motriz por trás de tudo isso é a relação com a arte. A arte que inquieta o protagonista e o compele a sair de sua zona de conforto, imposta pela situação de saúde em que se encontra. Esse é o mote principal do roteiro. Ele faz com que a produção artística seja o maior motivador e transformador de Salvador.</p>
<p>Na atuação, Antonio Banderas definitivamente nos presenteia com uma das melhores atuações de sua carreira, o que rendeu o Prêmio de Interpretação Masculina no Festival de Cinema de Cannes deste ano. Penélope Cruz também está excelente no papel da mãe do protagonista.</p>
<p>Por fim, Almodóvar deixa em aberto o que seria ficção e o que seria realidade neste longa. <em><strong>Dor e Glória</strong></em> é uma obra contundente e forte, que leva o espectador a experienciar a trajetória realista, sofrida e, ao mesmo tempo, colorida de seu protagonista. Uma verdadeira conversa entre a dor e a glória, como a leitura de um diário íntimo de alguém. Certamente um filme que vale a pena a sua atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Pedro Almodóvar<br />
<strong>Elenco:</strong> Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia, Penélope Cruz, Julieta Serrano, Nora Navas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4IhyLHoSeLY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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