<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Disney Plus - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/disney-plus/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/disney-plus/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Oct 2022 22:37:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Disney Plus - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/disney-plus/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Lobisomem na Noite</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lobisomem-na-noite/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lobisomem-na-noite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 22:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gael García Bernal]]></category>
		<category><![CDATA[Harriet Sansom Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Donnelly]]></category>
		<category><![CDATA[Lobisomem na Noite]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Giacchino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15970</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lobisomem na Noite é um projeto diferenciado dentro das ambições de construção de universo compartilhado da Marvel. Ainda assim, cabe frisar, tudo aqui possui um certo grau de controle do estúdio. Trata-se do primeiro especial da Marvel no Disney Plus, criado como parte da celebração do Halloween. A obra reverencia a estética do cinema de monstros da Universal nos anos 1930 com sua fotografia em preto e branco, a performance teatralizada de parte do seu elenco e até mesmo recursos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lobisomem-na-noite/">Crítica: Lobisomem na Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Lobisomem na Noite</em></strong> é um projeto diferenciado dentro das ambições de construção de universo compartilhado da Marvel. Ainda assim, cabe frisar, tudo aqui possui um certo grau de controle do estúdio. Trata-se do primeiro especial da Marvel no Disney Plus, criado como parte da celebração do Halloween. A obra reverencia a estética do cinema de monstros da Universal nos anos 1930 com sua fotografia em preto e branco, a performance teatralizada de parte do seu elenco e até mesmo recursos como maquiagem lembram aqueles títulos, como evidencia o visual do lobisomem título. Essa ambição estética cheia de personalidade se alia a sequências violentas nas quais os corpos são mutilados pela criatura do título. Como autoria e violência nunca foram as diretrizes da Disney para o estúdio, o resultado, claro, chama a atenção.</p>
<p>Podemos dizer que <strong><em>Lobisomem na Noite</em></strong> é um dos títulos mais &#8220;fora da curva&#8221; na história da Marvel. Ainda assim, nem toda ideia é exercida com total independência desse grande projeto narrativo que o estúdio sempre tem como horizonte. A violência é permitida em <em>Lobisomem na Noite</em> porque eles contam com uma fotografia em preto e branco que suaviza a visualidade do sangue e da carnificina. Nesse mesmo sentido, por mais que se apresente como uma pocket história isolada, existe em dado momento pontos de conexão com tudo o que foi construído pelo estúdio, ou seja, a ideia de universo expandido está presente de alguma forma também nesse especial.</p>
<p>Mesmo com suas concessões, não podemos afirmar que <strong><em>Lobisomem na Noite</em></strong> peca em suas ambições, pelo contrário. O grande trunfo desse projeto é justamente encontrar uma brecha no esquema pasteurizante do seu estúdio para conseguir fazer um projeto singular e que mexe um pouco com aquela sensação de &#8220;chover no molhado&#8221; que a atual fase da Marvel trouxe para o seu público.</p>
<p>No longa, acompanhamos os preparativos de uma cerimônia que envolve um clã de caçadores de monstros, entre eles, a filha do antigo líder do grupo. Eles se envolverão em uma disputa pelo comando do clã e acabam se deparando com o surgimento de um lobisomem à meia-noite. A história do especial é toda centrada em uma única noite com esses personagens presos nesse cenário e ameaçados pela criatura que surge.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15977" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Elsa-Bloodstone-Lobisomem-na-Noite.jpg" alt="Lobisomem na Noite" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Elsa-Bloodstone-Lobisomem-na-Noite.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Elsa-Bloodstone-Lobisomem-na-Noite-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Elsa-Bloodstone-Lobisomem-na-Noite-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Elsa-Bloodstone-Lobisomem-na-Noite-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong><em>Lobisomem na Noite</em></strong> tem vilões superficiais, especificamente a ex-esposa do líder do grupo de caçadores, mas possui dois protagonistas interessantes que encontram um elo inesperado no desfecho, os personagens de Gael Garcia Bernal e Laura Donnelly. O especial tem senso estético apurado sem soar derivativo ou autoindulgente. É um projeto que sabe delimitar o que é da ordem da inspiração e quando deve alçar voos próprios.</p>
<p>Todo o resultado aqui é mérito do seu diretor Michael Giacchino. Ele fez uma passagem muito segura para outra função no processo de realização cinematográfica &#8211; estamos falando do compositor de trilhas de sucesso como as de Up: Altas Aventuras e Batman (2022). Giacchino já havia dirigido um episódio de Star Trek em 2019 e um curta em 2018, mas aqui ele tem um protagonismo mais determinante na função de diretor.</p>
<p>É claro que, em outro contexto, Giacchino poderia ter dado vazão a ambições maiores que emular planos dos filmes de terror clássicos da Universal ou fazer referência à gradual coloração da imagem de O Mágico de Oz. Porém, dentro dos termos propostos pela Marvel, o diretor faz um projeto que vibra na tela com momentos extasiantes, o principal deles, claro, a transformação e o ataque do lobisomem do título aos membros odiosos do clã. É tão bom que termina e o espectador fica com aquele desejo de que Giacchino poderia ter se alongado mais e ter feito desse material um longa-metragem. Melhor impressão final do que esta, o diretor não poderia ter deixado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Giacchino</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gael García Bernal, Laura Donnelly, Harriet Sansom Harris</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8uzyWaH68XY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lobisomem-na-noite/">Crítica: Lobisomem na Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lobisomem-na-noite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Abracadabra 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 20:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abracadabra 2]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Bette Midler]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Disney Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Doug Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Froy Gutierrez]]></category>
		<category><![CDATA[Kathy Najimy]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Jessica Parker]]></category>
		<category><![CDATA[Whitney Peak]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15946</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançado em 1993, Abracadabra é um dos títulos juvenis mais cultuados dos estúdios Disney. Clássico da Sessão da Tarde no Brasil e sempre lembrado no rol de filmes de Halloween, o filme marcou uma geração. Era inevitável ser criança nos anos de 1990 e não ter sido de alguma maneira fisgado por esse longa. Apesar de ter sido &#8220;abraçado&#8221; por jovens de todo o mundo e da sua sequência constantemente ser pedida por fãs, a Disney sempre desconversou quando o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/">Crítica: Abracadabra 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado em 1993, <em>Abracadabra</em> é um dos títulos juvenis mais cultuados dos estúdios Disney. Clássico da Sessão da Tarde no Brasil e sempre lembrado no rol de filmes de Halloween, o filme marcou uma geração. Era inevitável ser criança nos anos de 1990 e não ter sido de alguma maneira fisgado por esse longa. Apesar de ter sido &#8220;abraçado&#8221; por jovens de todo o mundo e da sua sequência constantemente ser pedida por fãs, a Disney sempre desconversou quando o assunto era uma sequência da história das irmãs Sanderson interpretadas por Bette Midler (<em>A Família Addams</em>, 2019), Sarah Jessica Parker (série <em>Sex and The City</em>) e Kathy Najimy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-crush-para-o-natal-netflix/"><em>Um Crush para o Natal</em></a>). Talvez por falta de confiança em um lançamento nos cinemas (nostalgia não seria o suficiente para atrair mais público para um longa lançado no início dos anos 1990), o projeto só vingou enfim na era dos streamings. Com o lançamento do Disney Plus em 2019,<em><strong> Abracadabra 2</strong> </em>foi um dos primeiros filmes originais a receberem sinal verde nesse novo momento da indústria audiovisual.</p>
<p>A premissa da sequência, a princípio, segue um esquema bem parecido com o primeiro filme. Um grupo de jovens é surpreendido com o aparecimento das irmãs Sanderson em Salem e devem mover esforços para impedir que durante uma noite as bruxas façam um verdadeiro estrago na cidade. Nesse sentido, em alguns momentos, <em><strong>Abracadabra 2</strong></em> soa derivativo, se esforçando pouco para explorar outras possibilidades na trajetória dessas personagens nas telas. O esquema de ação &#8220;crianças fugindo das Sanderson e confabulando armadilhas contra o trio&#8221; segue como engrenagem da comédia dirigida agora por Anne Fletcher (<em>A Proposta</em>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15950" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1.png" alt="Abracadabra 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como elementos adicionais dessa sequência, o público acompanhará a origem das irmãs bruxas, bem como a formação de um novo grupo de jovens mulheres que adquirem poderes fantásticos. A sequência ainda valoriza no terceiro ato os laços afetivos das Sanderson, trazendo como ineditismo a tomada de consciência da arrogante Winifred, personagem de Midler, do afeto que sente pelas irmãs. Nesse sentido, a partir daquilo que desenvolve em seus dois covens de bruxas, <em><strong>Abracadabra 2</strong></em> é um filme que frisa a importância da ideia de sororidade nas relações entre mulheres, o que é uma mensagem bastante positiva para um público mais jovem que faz coro ao espectador mais nostálgico pela volta das Sanderson.</p>
<p>Claro que o ponto alto da produção é o carisma e a personalidade que Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy conferem ao trio de bruxas. Experientes, as atrizes retomam suas antigas criações e o fazem sem maiores dificuldades. Nem parece que já se passaram quase trinta anos do lançamento do longa original, as atrizes dominam totalmente a personalidade daquelas personagens. A dinâmica das Sanderson nas telas segue explorando o choque das bruxas com elementos do mundo contemporâneo, o que rende cenas hilárias envolvendo sensores de lojas e assistentes virtuais, por exemplo. O trio também protagoniza alguns vibrantes números musicais &#8211; e se em 1993 Winifred, Sarah e Mary interpretaram uma versão de &#8220;I put a spell on you&#8221; de Nina Simone (memorável), dessa vez elas performam para o público &#8220;One way or another&#8221; de Blondie.</p>
<p>Tendo potencial para ser mais ambicioso do que é, algo que fica evidente no terceiro ato da história, onde estão as ideias mais originais dessa sequência, <strong><em>Abracadabra 2</em> </strong>é um entretenimento que apesar disso não faz feio com o público. O filme que chega por streaming tem tudo aquilo que é capaz de agradar aos fãs antigos das personagens e conquistar uma nova audiência que não conhece ainda o icônico trio de bruxas da Disney.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Anne Fletcher</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Bette Midler, Kathy Najimy, Sarah Jessica Parker, Doug Jones, Whitney Peak, Froy Gutierrez</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/n_A65ugHwk8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/">Crítica: Abracadabra 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Luca (Disney+)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-luca-disney/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-luca-disney/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 23:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Disney Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Luca]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14196</guid>

					<description><![CDATA[<p>Existe uma máxima entre os cinéfilos que é a de que todo filme Disney/Pixar vai fazer o público chorar. Aqui, não seria diferente. Com uma história singela, mas que apresenta uma progressão cuidadosa, o filme toca o coração ao contar a história de Luca, um jovem que é, na verdade, uma criatura do fundo mar. Quando ele conhece um menino chamado Alberto, que assim como ele também não é humano, a aventura começa. Existe aqui um desenvolvimento lento,  no qual [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-luca-disney/">Crítica: Luca (Disney+)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma máxima entre os cinéfilos que é a de que todo filme Disney/Pixar vai fazer o público chorar. Aqui, não seria diferente. Com uma história singela, mas que apresenta uma progressão cuidadosa, o filme toca o coração ao contar a história de <em><strong>Luca</strong></em>, um jovem que é, na verdade, uma criatura do fundo mar. Quando ele conhece um menino chamado Alberto, que assim como ele também não é humano, a aventura começa. Existe aqui um desenvolvimento lento,  no qual a amizade da dupla e a contextualização sobre a vida e os sentimentos do protagonista são postos em cena.</p>
<p>Devido a este fator, pode-se ficar uma impressão de que o primeiro ato do longa-metragem é um pouco arrastado e dilatado. Ele demora para engatar e a meia hora inicial se torna cansativa. No entanto, este fator não compromete a totalidade da obra, justamente porque através desta estratégia que todo sentimento de empatia e conexão com a narrativa são alcançados. Esta é uma produção sobre liberdade, amizade e a aceitação. Quando se olha para o princípio do enredo é notável a habilidade em pontuar os receios e as forças de cada personagem e como é isto que vai impulsionar a trama até o seu desfecho.</p>
<p>A construção destas figuras é bem elaborada, no sentido de que a personalidade de cada um é explorada, ainda que em menor ou maior grau. De certa maneira, se diminui a distância entre quem assiste com o longa, colocando traços como insegurança e inadequação social nas personagens, por exemplo. Além disso, existe uma vontade de colocar a inclusão social em pauta. Este intento não é completamente atingido, visto que não é convocada uma quantidade relevante de minorias sociais, mas é perceptível a busca por transmitir o discurso de quebra de preconceitos, a partir de suas metáforas e de seu universo de fantasia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14201" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1.jpg" alt="Luca " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A elaboração da união entre Luca, Alberto e a nova parceira de diversão Giulia também fomenta o que está sendo contado. O amadurecimento e a superação das adversidades estão todas ligadas diretamente ao potencial do trio de se entender e se ajudar. É com este trabalho de criação de personagem que a Disney/Pixar emociona o espectador novamente. Ao se sentir tão próximo daquela realidade e encontrar identificações – seja na memória da infância e/ou no relacionamento dos pais com os filhos, para os adultos ou na atualidade, no que está sendo vivido, no presente, para as crianças –, as lágrimas chegam e a animação acalenta o coração. Não há aqui algo novo ou bem diferente sendo apresentado. O conteúdo é simples e segue uma dinâmica bem comum, na qual os acontecimentos são esperados, porém o como é feito é o seu grande ganho.</p>
<p>Nesta lógica, há, contudo, um incômodo. <em><strong>Luca</strong> </em>se passa na Itália e, nitidamente, a equipe sentiu a necessidade de colocar diversos clichês sobre o país, como o consumo intenso de macarrão e frases soltas em italiano. Este não é um traço tão terrível ao ponto de estragar a fruição. A utilização de tipos e personificações estereotipadas estão, costumeiramente, em animações. No entanto, em alguns momentos é enfadonho escutar expressões como “Santa Mozzarella” ou “Mamma Mia”. Até porque, Enrico Casarosa, diretor e um dos roteiristas do filme, é de Gênova. Logo, é curioso observar a presença destes chavões, pois Casarosa, talvez, pudesse trazer um olhar menos distanciado para as características de seu país. Ainda assim, esta é uma sessão que vale por ser calorosa, fofa e bem intencionada.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Enrico Casarosa</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Jacob Tremblay, Maya Rudolph, Emma Berman</p>
<p><strong>Assista ao trailer<a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/criticas/">!</a></strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E7_4ZUpyoWM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-luca-disney/">Crítica: Luca (Disney+)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-luca-disney/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vídeo-crítica: Mulan (2020)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-mulan-2020/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-mulan-2020/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 22:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chovendo Sapos]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Disney Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Mulan]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13614</guid>

					<description><![CDATA[<p>A versão em live action de Mulan finalmente está disponível para o público brasileiro através do Disney Plus. O longa dirigido por Niki Caro, diretora de Terra Fria (2005) e Encantadora de Baleias (2003) é um remake da animação de 1998 do estúdio e nesse vídeo em parceria com o canal Chovendo Sapos no YouTube, comentamos o longa e estabelecemos uma comparação dele com a primeira versão da história. ﻿ Não deixe de se inscrever no canal do Chovendo Sapos no YouTube e de dar o seu like e comentário [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-mulan-2020/">Vídeo-crítica: Mulan (2020)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A versão em <em>live action </em>de <strong><em>Mulan </em></strong>finalmente está disponível para o público brasileiro através do <em>Disney Plus</em>. O longa dirigido por Niki Caro, diretora de <em>Terra Fria </em>(2005) e <em>Encantadora de Baleias </em>(2003) é um <em>remake </em>da animação de 1998 do estúdio e nesse vídeo em parceria com o canal <strong><a href="http://www.chovendosapos.com.br/"><em>Chovendo Sapos </em></a></strong>no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4i0zNgX2YYO7rCxVEPf9yA"><strong><em>YouTube</em></strong></a>, comentamos o longa e estabelecemos uma comparação dele com a primeira versão da história.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HfTLLc97m2Y" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Não deixe de se inscrever no canal do <em>Chovendo Sapos</em> no YouTube e de dar o seu like e comentário por lá, além de compartilhar os vídeos do canal com os amigos.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-mulan-2020/">Vídeo-crítica: Mulan (2020)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/video-critica-mulan-2020/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
