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	<title>Arquivos Demick Lopes - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Demick Lopes - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Filha do Palhaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 14:41:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O realizador cearense Pedro Diógenes (Inferninho) traz em A Filha do Palhaço uma história terna sobre reajustes familiares. No longa, Joana (a revelação Lis Sutter) não foi criada ao lado do pai. Quando Joana ainda era bebê, Renato (Demick Lopes) abandonou esposa e filha para viver a vida com o novo namorado. Desde então, os encontros entre Renato e Joana são esporádicos, entre uma ou duas vezes ao ano. Isso até o momento em que a mãe da adolescente deixa a menina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O realizador cearense Pedro Diógenes (Inferninho) traz em <strong><em>A Filha do Palhaço</em></strong> uma história terna sobre reajustes familiares. No longa, Joana (a revelação Lis Sutter) não foi criada ao lado do pai. Quando Joana ainda era bebê, Renato (Demick Lopes) abandonou esposa e filha para viver a vida com o novo namorado. Desde então, os encontros entre Renato e Joana são esporádicos, entre uma ou duas vezes ao ano. Isso até o momento em que a mãe da adolescente deixa a menina por um tempo mais prolongado com o pai. Nessa temporada, Joana acompanha Renato todas as noites no seu trabalho, onde ganha a vida como drag em shows de comédia para turistas de Fortaleza. Eles então passam a conhecer um ao outro de forma mais íntima, tendo a oportunidade de estabelecer laços nunca antes formados.</p>
<p>Como vem declarando, o cineasta Pedro Diógenes fez <strong><em>A Filha do Palhaço</em></strong> como uma homenagem ao seu falecido primo, Paulo Diógenes, que dava vida à personagem Raimundinha, uma figura conhecida no Ceará. O longa de Diógenes é uma reverência às drags que fazem stand-ups e também faz um retrato sensível sobre a por vezes dolorida jornada de um homem que se assume gay na vida adulta e sua relação com uma família anterior formada no modelo heterossexual. A convivência com o pai faz Joana ter mais empatia por aquele sujeito de quem tem muita mágoa por tê-la abandonado ainda pequena e também é uma oportunidade para Renato assumir a paternidade pelo prisma da sua verdadeira identidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18214" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-9.png" alt="A Filha do Palhaço" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-9.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-9-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-9-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>A estrutura do roteiro de <strong><em>A Filha do Palhaço</em></strong> não subverte manuais, nem contraria outros tantos filmes que abordaram premissas semelhantes, mas é nessa universalidade e simplicidade que o longa de  Diógenes ganha o público. Demick Lopes tem um ótimo desempenho como Renato, seja quando o personagem está nos palcos, seja fora dele, quando lida de maneira desajeitada com a função de pai. Como Renato, Lopes constrói um sujeito simples e leve, que tem a &#8220;carcaça&#8221; e a culpa de quem passou por muitos percalços na vida, mas que não se desumanizou ao longo desse processo, sendo essa postura que possibilita sua reconexão com a filha adolescente Joana. A atriz Lis Satter interpreta esta adolescente com muita sensibilidade e há ainda uma simpática participação de Jesuita Barbosa como um clown chamado Marlon que cruza o caminho dos protagonistas sempre em um bar depois que Renato faz suas apresentações.</p>
<p>Explorando uma narrativa abertamente emotiva sem soar piegas, com emoções fabricadas, Pedro Diógenes faz de <strong><em>A Filha do Palhaço</em></strong> um filme amoroso no qual seus personagens se reajustam com o passado e procuram estabelecer pontes que conduzirá suas relações de forma positiva dali em diante. O cineasta desenvolve de forma humana esse tema, com personagens de carne-e-osso que mobilizam com muita honestidade sentimentos capazes de gerar empatia nos espectadores. É um filme otimista que sinaliza para o público: sempre dá tempo de traçar novos destinos e evitar histórias familiares marcadas por questões mal resolvidas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Pedro Diógenes</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jesuíta Barbosa, Lis Sutter, Démick Lopes</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/53r_7P06mG4?si=HKgZ6Df9xZ7c5Hqs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Fortaleza Hotel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 13:29:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da repercussão de Greta, drama protagonizado por Marco Nanini em 2019, o cineasta cearense Armando Praça entrega para o público uma história protagonizada por duas mulheres. A premissa de Fortaleza Hotel traz para o centro do seu drama Pilar, camareira vivida por Clebia Sousa, e Shin, papel de Yeong-ran Lee, hóspede do hotel onde a primeira trabalha. Shin chega da Seul para levar o corpo do seu marido recém-falecido no Brasil, enquanto Pilar está nos seus últimos dias de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da repercussão de Greta, drama protagonizado por Marco Nanini em 2019, o cineasta cearense Armando Praça entrega para o público uma história protagonizada por duas mulheres. A premissa de <strong><em>Fortaleza Hotel</em></strong> traz para o centro do seu drama Pilar, camareira vivida por Clebia Sousa, e Shin, papel de Yeong-ran Lee, hóspede do hotel onde a primeira trabalha. Shin chega da Seul para levar o corpo do seu marido recém-falecido no Brasil, enquanto Pilar está nos seus últimos dias de serviço, já que está com viagem marcada para Dublin, mas é surpreendida por uma notícia envolvendo a filha. A ideia de Praça com <em><strong>Fortaleza Hotel</strong></em> é cruzar a trajetória dessas duas personagens que vivem em momentos e contextos distintos, mas têm em comum o desejo de viver uma realidade diferente.</p>
<p>Greta tinha como mérito a atuação de Marco Nanini, que entregava uma personagem nuançada, mesmo quando o filme não fazia muito por ele. Em <strong><em>Fortaleza Hotel</em></strong>, Armando Praça, que agora conta com o roteiro de Isadora Rodrigues e Pedro Cândido, tem uma história mais bem amarrada, cujo traço central é a intensificação gradual do drama das duas personagens ao mesmo tempo que consegue estabelecer bem as bases da relação entre elas entre distinções e semelhanças. Enquanto Pilar vive uma situação limítrofe com o envolvimento de sua filha com criminosos, se colocando disposta a tudo para salvá-la e se mudar de vez para Dublin, isso significando se prostituir e cometer um crime, Shin assimila a frustração do seu plano de sair da Coreia rumo ao Brasil dar errado com a morte repentina do esposo.</p>
<p>O acerto do roteiro nessa construção inicial permite que as atrizes Clebia Sousa e Yeong-ran Lee tenham ótimos momentos. Sousa interpreta Pilar como uma mulher cheia de dignidade, mas toma algumas atitudes ao longo da história contrariando os seus próprios valores. É perceptível no trabalho da atriz a luta da sua personagem contra a sua própria índole e como ela entra em conflito com isso. Já Yeong-ran Lee sustenta o luto, a sensação de estafa e desnorteamento de uma mulher em terra estrangeira.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15113" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/FH-3-Foto-de-Jorge-Silvestre.jpg" alt="Fortaleza Hotel" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/FH-3-Foto-de-Jorge-Silvestre.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/FH-3-Foto-de-Jorge-Silvestre-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/FH-3-Foto-de-Jorge-Silvestre-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/FH-3-Foto-de-Jorge-Silvestre-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os momentos em que as atrizes compartilham o mesmo quadro são especiais para o filme, destacando a cena na qual uma ensina para a outra músicas típicas de seus países, algo que destaca no longa o breve apagamento entre as fronteiras culturais, mas também a disposição de partilha naquela situação. É interessante também como nesses momentos de partilha o longa acerta não só na condução da atuação da dupla principal mas do ponto de vista plástico, trazendo sempre na sua fotografia um jogo interessante e simbólico entre as cores rosa e azul.</p>
<p>É uma pena que o desfecho de <em><strong>Fortaleza Hotel</strong></em> não corresponda ao seu desenvolvimento e entregue lacunas em excesso para o espectador. A história de Pilar é encerrada satisfatoriamente, fica perceptível os ciclos que se abrem e se encerram na jornada da personagem, mas a trajetória de Shin fica à deriva, deixando no espectador a sensação de que há um desenvolvimento desigual na história das suas duas figuras centrais. Infelizmente é um longa que deixa o resquício da frustração no público. Sobretudo por ter entregue tanto por tanto tempo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Armando Praça</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Clébia Sousa, Lee Young-Lan, Larissa Góes, Demick Lopes, Ana Marlene, Vanderlei Bernardino, Andrea Piol, João Fontenele, Raphael Souma, Jane Azeredo, Katiana Monteiro, Natasha Faria, Layla Sáh, Fabíola Líper, Tayana Tavares, Ícaro Eloi, Jéssica Teixeira, Yuri Yamamoto</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qVU74yLicdo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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