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	<title>Arquivos David O. Russell - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos David O. Russell - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>A carreira de Jennifer Lawrence – De Tributo à Matriarca Bilionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2016 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Inverno da Alma]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Vorazes]]></category>
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		<category><![CDATA[O Lado Bom da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
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		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men: Primeira Classe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz Jennifer Lawrence, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em Joy &#8211; O Nome do Sucesso. Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como Monk e Company Town. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz <strong>Jennifer Lawrence</strong>, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>.</p>
<p>Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como <em>Monk</em> e <em>Company Town</em>. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público intitulado <em>The Big Engvall Show</em>. O programa ficou no ar por dois anos e foi a primeira personagem de destaque da artista.</p>
<p>O próximo papel que Lawrence faria seria Ree, em <em>Inverno da Alma</em> (Winter’s Bone, 2010). A interpretação lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar, em 2011, e é considerada por alguns críticos como uma das melhores interpretações de sua carreira. Naquele ano, o prêmio ainda não foi seu. A estatueta foi para Natalie Portman, por <em>Cisne Negro</em>.</p>
<p>Depois da indicação, a atriz bombou nas telonas, mesclando participações em sucessos de público e filmes prestigiados pela crítica. No que diz respeito aos<em> blockbusters</em>, Jennifer têm dois longas importantes: a nova trilogia <em>X-Men</em> e a saga <em>Jogos Vorazes</em>. No primeiro, ela interpreta a já conhecida personagem Mística. Porém, diferentemente de Rebecca Romijn (<em>X-Men,</em> 2000-2006), na encarnação da atriz a sensualidade não é o único elemento explorado na &#8220;vilã&#8221;.</p>
<figure id="attachment_4678" aria-describedby="caption-attachment-4678" style="width: 760px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4678 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Jennifer-Lawrence-as-Mystique-580x400.jpg" alt="Jennifer-Lawrence-as-Mystique" width="760" height="448" /><figcaption id="caption-attachment-4678" class="wp-caption-text">Vilã ou mocinha: Mística de Lawrence possibilitou ao público conhecer as camadas da personagem que inicialmente tornou-se célebre na versão da atriz Rebecca Romijn.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lawrence trouxe diversas camadas para a personagem, fazendo uma Mística &#8211; também conhecida como Raven Darkhome &#8211; sem muitos maniqueísmos, demonstrando inseguranças, balanceando o peso e a leveza na interpretação. Essas características a humanizam, deixando o público mais próximo da Raven do que da sua figura de Mutante do passado. A atriz tem força em cena e possui uma grande química com os dois principais parceiros de cena: James McAvoy (Professor Xavier) e Michael Fassbender (Magneto). É quase impossível não <em>shippar</em> Mística com os dois, principalmente em <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em> (2011).</p>
<figure id="attachment_4679" aria-describedby="caption-attachment-4679" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4679 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence-552x400.jpg" alt="SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence" width="552" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4679" class="wp-caption-text">Triângulo: Lawrence ao lado dos seus parceiros de cena em Jogos Vorazes em apresentação do filme na Comic Con. Da esquerda para a direita, Liam Hemsworth, Josh Hutcherson e Lawrence.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro longa com múltiplos <em>ships</em> de uma personagem da Jennifer é <em>Jogos Vorazes</em>, no qual a intérprete faz Katniss Everdeen. Os fãs se dividiam entre torcedores de Peeta Mellark (Josh Hutcherson), de Gale Hawthorne (Liam Hemsworth) e Finnick Odair (Sam Claflin). A película foi um estrondoso sucesso de público, com destaque para <em>Em Chamas</em> (2013), que arrecadou quase 900 milhões de dólares, mundialmente, durante seu tempo de exibição nos cinemas.</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="http://rainhadobaille.files.wordpress.com/2013/02/o-lado-bom-da-vida-pipoca-cafe-e-cinema.jpg" alt="" width="600" height="316" /><figcaption class="wp-caption-text">Parceria duradoura: O Lado Bom da Vida foi o primeiro filme protagonizado pela atriz ao lado de Bradley Cooper e sob a batuta de David O.Russell, os demais seriam Trapaça e Joy &#8211; O Nome do Sucesso.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, Jennifer Lawrence não fica apenas nos filmes <em>blockbusters</em>. Com <em>O Lado Bom da Vida</em> (2012),<em> Trapaça</em> (2013) e <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em> (2015), a atriz foi todas as três vezes ao Oscar e ganhou uma estatueta na edição de 2013 do prêmio. Além da Academia, a intérprete recebeu diversos outros prêmios, como Globo de Ouro e SAG Awards. Apesar de todas essas películas serem comandadas pelo mesmo cineasta, David O. Russell, Lawrence demonstrou uma versatilidade em sua atuação nesses papéis.</p>
<p>Seja em longas de ação, drama ou aventura, Jennifer Lawrence se tornou um nome importante em Hollywood, conquistando o coração do público, dos críticos e da Academia. As suas próximas estreias são <em>X-Men: Apocalipse</em>, em maio desse ano, e <em>Passengers</em>, ao lado de Chris Pratt, previsto para dezembro. Com o gancho da indicação da moça ao Oscar 2016 por <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>, o Coisa de Cinéfilo traz um perfil de duas de suas personagens: Katniss Everdeen e Joy Mangano.</p>
<p>Qual a sua preferida?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5b/Katniss_Everdeen.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Katniss Everdeen</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong>Jogos<em> Vorazes </em>(2012); <em>Jogos Vorazes &#8211; Em Chamas </em>(2013); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 </em>(2014); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 2 </em>(2015)</p>
<p>Personagem vinda da trilogia de livros <em>Jogos Vorazes</em>, Katniss Everdeen é o Tributo mais amado e odiado da narrativa. Pertencente ao Distrito 12, a menina se sacrifica para proteger sua irmã, se voluntariando para participar da 74ª edição dos Jogos, criados pelo vilão Snow (Donald Sutherland), presidente da Capital. Ao lado do seu parceiro, o padeiro Peeta Mellark (Josh Hutcherson), ela passa por muitos sufocos, batalhas, sofrimentos e indecisões amorosas durante a saga.</p>
<p><strong>Pontos positivos</strong> <strong>da personagem: </strong>Guerreira, corajosa, inteligente, sagaz, honesta, protetora, madura, sensível.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem: </strong>Teimosa, arrogante, impulsiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://www.acontece.com/cache/acontece_magazine_20151222_cinema-10_images_thumb_large740_0.jpg" alt="" width="579" height="311" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Joy Mangano</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong><em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </em>(2015)</p>
<p>A personagem interpretada por Lawrence nesse terceiro filme da atriz com David O.Russell foi baseado na inventora Joy Mangano, que construiu um império bilionário por meio de suas criações. No filme, o público tem contato com passagens breves da infância da moça, pulando para sua na fase adulta, na qual ela luta para não cair na mediocridade e alcançar seus sonhos. Com produtos criados para facilitar o cotidiano doméstico, Joy, com muito carisma e personalidade, trilha o caminho de seus sonhos. Mas, claro, antes de tudo isso, a garota precisou lidar com os problemas familiares, os parceiros desonestos e muitas dúvidas que passavam por sua cabeça. Por esse papel, Jennifer Lawrence com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia Musical e é indicada ao Oscar 2016 na categoria Melhor Atriz.</p>
<p><strong>Pontos positivos da personagem:</strong> Honesta, dedicada, inteligente, engraçada, carismática.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem:</strong> Insegurança.</p>
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		<title>Crítica: Joy &#8211; O Nome do Sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 23:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando começou sua carreira nos anos de 1990 com filmes como Procurando Encrenca ou Três Reis, David O. Russell não dava sinais do tipo de diretor que se tornaria com títulos como O Vencedor, O Lado bom da Vida e Trapaça, longas que lhe renderam três indicações quase que consecutivas ao Oscar de melhor filme e melhor diretor. Naquela época, O. Russell tratava-se &#8220;apenas&#8221; de uma promessa do circuito indie que começava a cair nas graças da crítica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4401" aria-describedby="caption-attachment-4401" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4401 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hoy2-1024x475-620x319.jpg" alt="hoy2-1024x475" width="620" height="319" /><figcaption id="caption-attachment-4401" class="wp-caption-text">Família disfuncional: Como é tradicional dos filmes de David O.Russell núcleo familiar de Joy é um dos enfoques do realizador</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando começou sua carreira nos anos de 1990 com filmes como <i>Procurando Encrenca </i>ou <i>Três Reis</i>, David O. Russell não dava sinais do tipo de diretor que se tornaria com títulos como <i>O Vencedor</i>, <i>O Lado bom da Vida </i>e <i>Trapaça</i>, longas que lhe renderam três indicações quase que consecutivas ao Oscar de melhor filme e melhor diretor. Naquela época, O. Russell tratava-se &#8220;apenas&#8221; de uma promessa do circuito <i>indie </i>que começava a cair nas graças da crítica e chamar a atenção da mídia especializada pelo seu temperamento forte e por suas constantes discussões com seus atores nos sets dos seus longas, como aquela que protagonizou com George Clooney em <i>Três Reis </i>e a mais famosa com Lily Tomlin em <i>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</i>. Desde que começou a seguir um certo tipo de fórmula que tem agradado os votantes do Oscar, os filmes do O. Russell parecem não ser mais os mesmos, mas também adquiriram uma estranha constância nas suas estruturas e apresentações de narrativas e personagens. O mais novo título dessa safra do realizador, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</i>, contudo, parece não ter agradado tanto a Academia quanto os filmes anteriores do diretor, tanto que dele apenas a sua protagonista mereceu uma indicação ao prêmio. A exclusão é merecida, mas não podemos deixar de mencionar que <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>apresenta na sua estrutura e abordagem narrativa riscos muito maiores que os títulos anteriores do diretor.</p>
<figure id="attachment_4403" aria-describedby="caption-attachment-4403" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4403 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/joy-02-620x298.jpg" alt="joy-02" width="620" height="298" /><figcaption id="caption-attachment-4403" class="wp-caption-text">Parceiros habituais: Em seu novo longa, O.Russell volta a trabalhar com antigos colaboradores como Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert DeNiro</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>No longa, Jennifer Lawrence, que ganhou o Oscar de melhor atriz com <i>O Lado bom da Vida</i>, dirigido por O. Russell, e também esteve em <i>Trapaça</i>, interpreta Joy, uma jovem mãe de dois filhos divorciada que assume a responsabilidade de dar suporte para a sua grande e complicada família, mas que encontra-se em uma fase da vida na qual faz um balanço a respeito daquilo que ela esperava ser quando se tornasse adulta e a mulher que ela é de fato. Em meio a essa crise pessoal, Joy inventa um utensílio de limpeza doméstica que pode tirar ela e a sua família de alguns problemas financeiros, tornando-se o nome central de um negócio que viria a ser extremamente lucrativo no futuro.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>David O. Russell adorar trazer como centro das suas histórias famílias disfuncionais formadas por diversos personagens, por vezes, reunidos em um mesmo ambiente. O olhar de O.Russell para esses núcleos familiares é sempre muito forte em seus filmes, foi assim em <i>O Vencedor</i>, em <i>O Lado bom da Vida </i>e isso se repete em <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</i>. Porém, se em dada medida, isso era bem administrado pelo diretor nos outros dois filmes, aqui tudo fica um pouco disperso. Parece muito claro que o filme é de Jennifer Lawrence e do grande feito da sua personagem e são nos momentos em que o realizador centra sua narrativa em Joy que o longa tem os seus melhores momentos. Ao tentar suprir a demanda da apresentação dos familiares da protagonista e suas dinâmicas com ela, tudo fica um tanto quanto disperso, e a centralidade de Joy nesse núcleo disfuncional parece ser &#8220;engolida&#8221; por uma série de personagens que, se parecem interessantes ao próprio filme conferindo um certo humor à história, tem um tempo de cena escasso o suficiente para fazer com que o espectador compreenda muito pouco sobre eles. O caso mais emblemático é o da personagem de Diane Ladd, intérprete da avó de Joy, uma personagem cuja importância é sempre sublinhada pelo longa, mas cujo laço com a protagonista, factualmente, é pouco trabalhado na obra. Quanto aos demais, interpretados por atores do calibre de Robert DeNiro, Virginia Madsen e Édgar Ramirez, tem todos os seus momentos, mas na ânsia de suprir todos eles o diretor acaba não conseguindo desenvolver substancialmente nenhum. Uma pena, pois é através deles e dos seus respectivos laços com Joy que dimensionamos de fato o lugar e a importância dessa personagem nesse núcleo familiar, algo que é dito com frequência ao longo do filme, mas cuja extensão jamais é sentida pelo público.</p>
</div>
<figure id="attachment_4402" aria-describedby="caption-attachment-4402" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4402 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/jennifer-lawrence-channels-joy-mangano-in-joy-teaser-trailer.jpg" alt="jennifer-lawrence-channels-joy-mangano-in-joy-teaser-trailer" width="600" height="325" /><figcaption id="caption-attachment-4402" class="wp-caption-text">Estrela: Jennifer Lawrence é a grande atração do filme na pele de Joy</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Há ainda em <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>o mérito de querer transformar uma história real com mensagens motivacionais e personagens inspiradoras em uma narrativa que fuja dos recursos convencionais a esse tipo de história. Portanto, nada de trilhas grandiloquentes, narrativa linear, muitos picos dramáticos&#8230; O filme de David O. Russell procura se distanciar do lugar comum, o que é particularmente muito bom e interessante. É uma pena que o diretor esgarce sua narrativa a tal ponto que em dado momento fica difícil entender exatamente onde ele quer chegar com a história de Joy. De irretocável mesmo, só a ótima interpretação de Jennifer Lawrence, que se está longe de ter um desempenho tão formidável quanto aquele que a revelou para os holofotes de Hollywood em <i>Inverno da Alma </i>em 2010, pelo menos está magnética e consegue modular com destreza todos os caminhos percorridos por sua personagem ao longo do filme.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao querer transformar a trajetória edificante da sua protagonista em um longa que foge da abordagem comumente conferida a narrativas baseadas em fatos reais, David O.Russell acaba transformando o seu filme em uma &#8220;faca de dois gumes&#8221;: Se por um lado é louvável que o diretor proponha um modo diferente de contar um modelo de história com propósitos e caminhos largamente conhecidos pelo grande público, por outro, o resultado não parece plenamente satisfatório, afinal, na ânsia de ser muito mais do que ele é, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>acaba mostrando-se como um filme de narrativa relativamente frouxa. Um pouquinho mais ousado do que o que o realizador mostrou em filmes como <i>Trapaça</i>, <i>O Lado bom da Vida </i>e <i>O Vencedor</i>, <i>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </i>é um filme que percorreu formatos e caminhos interessantes, mas cujo resultado &#8211; que está longe do fiasco cinematográfico, diga-se de passagem &#8211; não chega a impressionar.</p>
</div>
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		<title>Radar do Oscar: Trailers de The Dressmaker e Joy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 15:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Com a chegada do segundo semestre, a temporada de blockbuster cede lugar à temporada dos filmes com cheiro de Oscar nos Estados Unidos. Esta semana, dois deles tiveram seus trailers divulgados. Ambos são estrelados por atrizes que já ganharam a estatueta na categoria principal. A primeira delas é Kate Winslet (O Leitor), que nos últimos anos não foi muito feliz em suas tentativas, haja vista a repercussão moderada de Refém da Paixão e Um Pouco de Caos. A inglesa protagoniza The Dressmaker, drama sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3157" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture-620x324.jpg" alt="Fashionable-Fridays-Kate-Winslet-Dressmaker-Australian-Couture" width="620" height="324" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a chegada do segundo semestre, a temporada de blockbuster cede lugar à temporada dos filmes com cheiro de Oscar nos Estados Unidos. Esta semana, dois deles tiveram seus trailers divulgados. Ambos são estrelados por atrizes que já ganharam a estatueta na categoria principal.</p>
<p>A primeira delas é Kate Winslet (<em>O Leitor</em>), que nos últimos anos não foi muito feliz em suas tentativas, haja vista a repercussão moderada de <em>Refém da Paixão </em>e <em>Um Pouco de Caos</em>. A inglesa protagoniza <em><strong>The Dressmaker</strong>, </em>drama sobre uma australiana que retorna a sua cidade natal, um povoado rural, para mostrar a todos que conseguiu vencer na vida como uma estilista de alta costura.</p>
<p>O filme é dirigido e roteirizado por Jocelyn Moorhouse (<em>Colcha de Retalhos</em>) e tem Judy Davis (<em>Para Roma com Amor</em>), Liam Hemsworth (<em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1</em>) e Hugo Weaving (<i>V de Vingança</i>) no elenco.</p>
<p>Assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uPCyjqGH914" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/joyheader.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3158" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/joyheader-620x344.jpg" alt="joyheader" width="620" height="344" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo trailer é de <em>Joy</em>, terceira parceria entre o diretor David O.Russell, os atores Bradley Cooper e Robert DeNiro e a vencedora do Oscar Jennifer Lawrence. Após <em>O Lado bom da Vida </em>e <em>Trapaça </em>o quarteto se reunirá para contar a história real de uma jovem que tornou-se uma pioneira no mundo dos negócios por conseguir conciliar a maternidade com a sua vida como empresária formando uma das maiores dinastias de empreendedoras dos EUA.</p>
<p>Além de Lawrence e Cooper, o elenco de <em>Joy </em>trará Virginia Madsen (<em>Sideways &#8211; Entre umas e outras</em>), Isabella Rossellini (<em>O Homem Duplo</em>) e  Édgar Ramírez (<em>A Hora mais Escura</em>).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SN4MLMHET7w" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Tanto <em>Joy </em>quanto <em>The Dressmaker </em>não têm previsão para chegar nos cinemas brasileiros em 2015. É possível que, como de praxe, suas distribuidoras deixem para lançá-los na proximidade do Oscar 2016, ou seja, no início de 2016.</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 21:03:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[12 Anos de Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Payne]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-375" alt="american-hustle-david-o-russel-christian-bale" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David O. Russell</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “<em>O Vencedor</em>”, em 2010, e “<em>O Lado Bom da Vida</em>”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com sucesso, rendendo à jovem sua primeira estatueta em tão pouco tempo de profissão. Ele também já trabalho três vezes com Mark Wahlberg, como no filme “<em>Três Reis</em>”, de 1999, “<em>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</em>”, de 2004, e “<em>O Vencedor</em>”, ao lado de Christian Bale, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Apesar do pouco tempo de produção e direção, o cineasta já mostrou para o que veio e está entrando no rol de melhores da sua geração. “Eu faço todo filme e cena como se fossem meus últimos”, pontuou certa feita. Seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”, no entanto, não é memorável e dificilmente levará a melhor no prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-376" alt="gravity3" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alfonso Cuarón</strong> – “<em>Gravidade</em>”</p>
<p>O cineasta Alfonso Cuarón começou como um dos favoritos para ganhar o prêmio de Melhor Diretor no Oscar, mas recentemente perdeu espaço para Steve McQueen, com “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. O mexicano eclético pode ser visto na direção de filmes com orçamento independente, como “<em>Biutiful</em>” e “<em>O Labirinto do Fauno</em>”, e até em grandes produções cinematográficas, como “<em>007 – Quantum of Solace</em>” e “<em>Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban</em>”, provando que consegue fazer excelentes trabalhos sob qualquer circunstância. Em “<em>Gravidade</em>”, ele mostra uma produção bem diferente e propriamente sua, com um filme que consegue prender o espectador com apenas um personagem e basicamente o mesmo cenário o tempo todo. Vale ressaltar que ele já levou o Globo de Ouro por seu trabalho neste filme e ainda “disputa” para levar o Oscar. Nos resta aguardar para saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-377" alt="3944" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve McQueen</strong> – “<em>12 Anos de Escravidão</em>”</p>
<p>O diretor Steve McQueen é o atual favorito para o Oscar de Melhor Diretor por “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. Apesar de seu trabalho ter sido criticado em muitos momentos e divido opiniões de público e imprensa, o cineasta prova que a dedicação leva à perfeição. Com apenas três filmes no seu acervo cinematográfico, com “<em>Fome</em>”, de 2008, e “<em>Shame</em>”, de 2011, a qualidade do seu trabalho mostra que ele é grande merecedor da indicação. Em todos os casos, o britânico lidou com orçamentos apertados, com US$ 20 milhões em “<em>12 Anos de Escravidão</em>”, por exemplo, sendo que os filmes costumam ter mais de US$ 100 milhões para a produção. Ainda assim, ele mostra um filme emocionante e com conteúdo forte, trazendo à tona mais uma vez, porém com diferencial, o debatido tema da escravidão e relação com os negros nos Estados Unidos. Como ator favorito declarado, ele tem Michael Fassbender, que esteve presentes em todos os seus trabalhos nos principais papéis e concorre ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-379" alt="????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alexander Payne</strong> – “<em>Nebraska</em>”</p>
<p>O diretor Alexander Payne ficou conhecido por seu trabalho em “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>” e “<em>Eleição</em>”. Nos dois filmes, o cineasta foi indicado a diversas premiações, como Melhor Roteiro Adaptado no Oscar, tanto para “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>”, quanto para “<em>Os Descendentes</em>”, com quem fechou parceria com George Clooney e também concorreu como Melhor Diretor. Nascido na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o diretor traz um filme com apelo pessoal e a sutileza do uso de preto e branco na tela, que reforça a narrativa do longa, que conta a história de um senhor que recebeu uma carta de promoção e acredita ter ganhado uma bolada em dinheiro. Apontado como um de seus melhores trabalhos, “<em>Nebraska</em>” concorre a seis indicações e conta com o apoio de críticos especializados, que ressaltam a delicadeza do filme e personagens envolventes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-380" alt="margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Martin Scorsese</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Martin Scorsese retoma a muitíssimo bem sucedida parceria com Leonardo DiCaprio e apresenta “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, um filme que passeia pela ironia e sátira de uma realidade bem americana. Apesar de ter sido indicado a premiações diversas vezes, entre Globo de Ouro, Oscar e BAFTA, o cineasta conquistou pela primeira vez o Oscar de Melhor Diretor apenas em 2007, com o filme “<em>Os Infiltrados</em>”. No seu acervo, grandes sucessos do cinema como “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>”, “<em>O Aviador</em>”, “<em>Gangues de Nova York</em>”, “<em>A Ilha do Medo</em>”, entre outros. A parceira com DiCaprio aconteceu pela primeira vez em “<em>Gangues de Nova York</em>”, em 2002, e já se repetiu por outros quatro filmes, substituindo seu antigo pupilo, que era o ator Robert De Niro. Com quase 3h de duração, “<em>O Lobo de Wall Street</em>” prova que quando o filme é excelente, o tempo torna-se irrelevante e traz para DiCaprio a tão sonhada possibilidade de ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator.</p>
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