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	<title>Arquivos David F. Sandberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos David F. Sandberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Until dawn (HBO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 11:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptação do videogame homônimo, Until Dawn realiza uma das façanhas mais difíceis para um terror slasher. Há aqui uma mistura de imagens gráficas e sanguinolência com desenvolvimento de personagens e figuras centrais carismáticas. Apesar de sua qualidade ir progressivamente caindo durante a sessão, o espectador fica conectado com a trama, na maior parte da projeção, e a produção é daquelas que ficam na memória por um bom tempo. A conexão com a protagonista e seus coadjuvantes, de fato, é a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Adaptação do videogame homônimo, <em>Until Dawn</em> realiza uma das façanhas mais difíceis para um terror slasher. Há aqui uma mistura de imagens gráficas e sanguinolência com desenvolvimento de personagens e figuras centrais carismáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Apesar de sua qualidade ir progressivamente caindo durante a sessão, o espectador fica conectado com a trama, na maior parte da projeção, e a produção é daquelas que ficam na memória por um bom tempo.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A conexão com a protagonista e seus coadjuvantes, de fato, é a responsável por isso. </span>No entanto, a partir da metade da história, o longa passa a ser repetitivo. Obviamente, existe a estrutura do looping. Mas, o que incomoda é a falta de avanço da narrativa em si.</p>
<p style="font-weight: 400;">As personagens não se transformam diante da jornada que vivem. <span style="font-weight: 400;">Quando a trama não avança e o mistério a ser descoberto fica truncado, parece que a produção fica em um beco sem saída.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Isso porque a resolução do conflito parece óbvia e a premissa — salvar a irmã da protagonista — se esvai e a importância dela desaparece praticamente. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É como se fosse um “poxa, entramos em toda essa loucura para buscar Melanie (Maia Mitchell, subaproveitada, diga-se de passagem), mas agora a gente tá indo ali embora, pode ficar morta aí”.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> Sendo assim, o plot se enfraquece e a empatia com o enredo também. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda nessa lógica de pensar o impacto para o espectador, a direção poderia ser mais inventiva. Alguns momentos de câmera parada, com pequenas intervenções, diminuem a emoção das cenas.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para elevar o potencial da suspensão, David F. Sandberg (<em>Shazam!</em>) teria que trabalhar mais na encenação. </span>No entanto, os planos abertos, com câmera parada, na realidade, tornam os acontecimentos mais óbvios.</p>
<p style="font-weight: 400;">Contudo, é a montagem que salva algumas dessas escolhas equivocadas de Sandberg. A precisão dos cortes, ajuda nos sustos e na qualidade da criação do medo. Desta forma, <em>Until Dawn</em> tem altos e baixos.</p>
<p style="font-weight: 400;">No geral, o longa pode ser considerado uma adaptação okay. Todavia, com alguns ajustes técnicos, a produção poderia ser ainda melhor.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Direção: David F. Sandberg</span></p>
<p>Elenco: Ella Rubin, Michael Cimino, Odessa A&#8217;zion</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Until Dawn: Noite de Terror | Trailer Oficial Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/BPhIXLMEBLE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Shazam! Fúria dos Deuses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 23:15:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Shazam! Fúria dos Deuses finalmente chega aos cinemas e já vem trazendo uma boa proposta de discussão sobre o que é filme de super-herói. E por mais que eu não seja a maior entusiasta do gênero, te afirmo que isso, sim, é um filme de super-herói, que deixa os últimos longas da Marvel no chinelo. Afinal, quando a DC se dedica a um projeto, normalmente faz algo muito melhor do que a sua concorrente. (neste momento, os marvetes estão me [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Shazam! Fúria dos Deuses</strong></em> finalmente chega aos cinemas e já vem trazendo uma boa proposta de discussão sobre o que é filme de super-herói. E por mais que eu não seja a maior entusiasta do gênero, te afirmo que isso, sim, é um filme de super-herói, que deixa os últimos longas da Marvel no chinelo. Afinal, quando a DC se dedica a um projeto, normalmente faz algo muito melhor do que a sua concorrente. (neste momento, os marvetes estão me xingando kkkkk).</p>
<p>Shazam (Zachary Levi, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>) lida com a má fama que ele e seus irmãos heróis estão adquirindo na cidade, por conta do rastro de destruição que deixam no caminho de seus resgates. Ele quer fazer a coisa certa, mas não sabe exatamente como e seus traumas do passado acabam tornando o caos ainda mais pesado e difícil de lidar. Afinal, ele ainda é um adolescente (Asher Angel)!</p>
<p>Em meio a esses dilemas juvenis, ele começa a receber mensagens do Mago (Djimon Hounsou, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/"><em>As Panteras</em></a>), que o tenta avisar que, ao quebrar o cajado de energia, ele abriu o portal dos mundos e agora as deusas, filhas do deus Atlas, estão buscando vingança pela perda de seu mundo. Sem saber para onde ir e o que fazer, ele se junta com os irmãos para tentar bolar um plano!</p>
<p>O filme vai nos inserido gradualmente naquela realidade que Billy vive no momento. Ele e os irmãos vivenciam as dúvidas que qualquer jovem tem naquela idade, como lidar com o bullying na escola, decidir o que fazer de faculdade, o primeiro amor, as descobertas dos próprios gostos. Tudo isso nos leva a ficar imersos na atmosfera da história, nos envolvendo novamente e rapidamente com os personagens, que trazem muito carisma na personalidade e nas atuações.</p>
<p>É preciso ter em mente que a proposta de longas do protagonista é ser algo mais leve, porque a própria história pede isso. <strong><em>Shazam! Fúria dos Deuses</em></strong> segue muito bem essa linha, duelando entre a leveza e a ação nata de super-heróis. Então intercalamos cenas de muita correria, disputa e voos bacanas com adolescentes entediados com a própria vida. O filme não tem pressa, mas ao mesmo tempo não perde tempo com inutilidades.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16526" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943.jpg" alt="Shazam! Fúria dos Deuses" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, acho que é justamente o maior mérito deste longa. Saber dosar os momentos e não se exceder em nada. Com muita facilidade ele envolve o espectador em uma trama gostosa de acompanhar e que nos faz ter interesse cena após cena. E a sutileza com que isso acontece é incrível.</p>
<p>Para lidar com os nossos heróis, temos vilãs de peso e que, de fato, infringem medo. Você sente o poder delas logo no começo, especialmente que existe ali uma hierarquia de perigo. Lucy Liu (<em>O Plano Imperfeito</em>), Helen Mirren (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-mentira/"><em>A Grande Mentira</em></a>) e Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) formam um trio improvável de antagonista que, surpreendentemente, funciona muito bem. Cada uma traz uma faceta diferente dos deuses e seus reais poderes.</p>
<p>Tudo isso é abarcando por ótimas escolhas da direção. David F. Sandberg (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-annabelle-2-a-criacao-do-mal/"><em>Annabelle 2 &#8211; A Criação do Mal</em></a>) traz uma linearidade simples e efetiva ao contar uma história como ela de fato é. Ele não duvida nem um pouco da esperteza do espectador, mas também não abusa da sua paciência, com milhares de plots que precisam se conectar do mais absoluto nada. Sendo assim, mesmo uma pessoa que não tenha assistido o primeiro filme de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><em>Shazam!</em></a> conseguirá se entreter e se interessar pela história. E isso é um grande mérito!</p>
<p>Sandberg consegue, inclusive, ir criando uma grande expectativa do surgimento de um personagem importante do universo DC, ao mesmo tempo em que deixa o espectador nessa dúvida. Sem dar spoilers, mas é muito legal quando este momento acontece. Um grande serviço aos fãs, especialmente depois das notícias do reebot que vai reiniciar quase todos os personagens, perdendo assim seus artistas já conhecidos.</p>
<p>Dito isso, <em><strong>Shazam! Fúria dos Deuses</strong></em> é um filme que definitivamente funciona demais! Ele entretém, mescla bem a fase adolescente com os heróis adultos, tem ótimas antagonistas, uma história redondinha e aquele clima pulsante de empolgação no ar. É definitivamente um acerto que acredito que todo mundo deveria ter o prazer de conferir nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David F. Sandberg</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Zachary Levi, Asher Angel, Jack Dylan Grazer, Rachel Zegler, Adam Brody, Ross Butler, D.J. Cotrona, Grace Caroline Currey, Meagan Good, Lucy Liu, Djimon Hounsou, Helen Mirren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YYY6Ln53XtI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: SHAZAM!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 15:29:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A jornada de um herói pode ser contada de diversas maneiras. A própria expressão imagética dessa figura não tem normas pré estabelecidas e pode percorrer qualquer caminho. Da Grécia antiga até as mais recentes narrativas cinematográficas dos grandes estúdios, as possibilidades se tornaram infinitas de representar uma personagem heroica. A partir desses novos cenários, o Universo Estendido da DC (DCEU) reformulou o seu caminho e encontrou uma nova forma de construir suas histórias. Aquaman foi o primeiro a iniciar essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada de um herói pode ser contada de diversas maneiras. A própria expressão imagética dessa figura não tem normas pré estabelecidas e pode percorrer qualquer caminho. Da Grécia antiga até as mais recentes narrativas cinematográficas dos grandes estúdios, as possibilidades se tornaram infinitas de representar uma personagem heroica. A partir desses novos cenários, o Universo Estendido da DC (DCEU) reformulou o seu caminho e encontrou uma nova forma de construir suas histórias.</p>
<p><em>Aquaman</em> foi o primeiro a iniciar essa nova linha de pensamento da DC Films. O longa-metragem sobre o rei de Atlântida abriu portas e deu pistas sobre o que os fãs poderiam esperar das próximas produções. Com a estreia de <em><strong>SHAZAM</strong></em>!, o público pode conferir a confirmação de suas expectativas. O DCEU parece, enfim, ter encontrado o seu caminho. A produção estreia nesta quinta-feira (4) e promete alavancar o futuro do universo.</p>
<p>Billy Batson (Asher Angel) vive mudando de lares adotivos. Logo após chegar na casa dos Vasquez, ele acaba entrando numa briga para defender um dos outros adotados. Fugindo dos valentões, Billy acaba encontrando um antigo mago (Djimon Hounsou) que o transformará num super-herói adulto todas as vezes que ele invocar o nome do ancião. Para entender o que aconteceu, Billy decide contar para Freddy (Jack Dylan Grazer), seu novo irmão adotivo que entende tudo de heróis, sobre o seu super e mágico alter ego chamado Shazam (Zachary Levi). Tudo parecia uma diversão para os dois garotos – os quais passavam os dias testando os poderes de Shazam – até o momento que seu adversário, o Dr. Thaddeus Silvana (Mark Strong), surge na tentativa de roubar os seus poderes. Agora o adolescente terá que enfrentar o poderoso vilão para salvar a cidade, a nova família e a si mesmo.</p>
<p>Apesar das evidentes mudanças mostradas em <em>Aquaman</em>, o tom do novo longa da DC Films é completamente diferente das outras produções do universo. <strong><em>SHAZAM</em></strong>! tem uma natureza cômica sem igual. O filme resgata um olhar mais leve sobre as histórias de super herói sem perder as características do universo e a profundidade dos assuntos abordados. A película retrata aspectos da infância, questões sobre o sentimento do que é uma família e trata, também, sobre o sentido de pertencimento. Tudo isso em meio a uma estrutura engraçada que, por si só, se destaca. O caminho escolhido para <strong><em>SHAZAM!</em> </strong>foi um dos melhores acertos da Warner Bros. desde que a produtora resolveu refazer as <em>hqs</em> dos componentes da Liga da Justiça.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10373" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="SHAZAM!" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro é uma adaptação muito correta e funciona como uma narrativa inteligente. Henry Gayden escreveu uma enxuta e agradável história capaz de captar um público variado. Para aqueles que leram os quadrinhos do herói, <em><strong>SHAZAM!</strong></em> é um presente que leva o fã de volta as páginas das <em>hqs</em> – com algumas alterações que são compreensíveis e que conseguem desenhar o futuro da narrativa. Para o espectador que vai aos cinemas pelo simples fato de ser um filme de herói, esse terá uma sessão surpreendentemente divertida. O longa dirigido por David F. Sandberg (<em>Quando as Luzem se Apagam</em>, de 2016, e <em>Annabelle 2</em>, de 2017) é uma das jornadas de herói mais criativas e engraçadas já feitas.</p>
<p>O maior suporte dessa estrutura plenamente sutil, criativa e divertida é o elenco. O trio Zachary Levi, Asher Angel e Jack Dylan Grazer toma conta da narrativa com performances extraordinárias. A consonância entre as atuações de Levi e Angel é assombrosa. Quando eles trocam de lugar em cena – seja Billy virando o Shazam ou o contrário – os trejeitos, a fala e o olhar permanecem. A conexão entre os dois atores faz a narrativa crescer de maneira quantitativamente exponencial. Para agregar ainda mais as cenas deles, Grazer completa o trio trazendo a sua presença de cena. A personagem dele representa a comédia, a consciência heroica e, principalmente, é uma expressão do desejo de toda criança. Grazer entra em cena para personificar o sonho infantil de ser um herói.</p>
<p>A estreia de<strong><em> SHAZAM!</em> </strong>é um momento glorioso da DC. Como o segundo acerto dessa nova jornada, a bilheteria promete ser tão boa quanto a de <em>Aquaman</em> e <em>Mulher-Maravilha</em>. As críticas elogiaram incontestavelmente a produção – mais até do que o filme estrelado por Jason Momoa – e isso, somado aos acertos do filme, farão desse um dos expoentes da nova fase da DC. <em><strong>SHAZAM!</strong></em> funcionará como a ponte para fazer o espectador voltar a confiar nas produções do universo – o qual deve crescer e prosperar daqui para frente. A película estrelada por Zachary Levi inicia definitivamente a nova era da DCEU com a esperança de que o que está por vir sempre será melhor.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David F. Sandberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Zachary Levi, Asher Angel, Mark Strong, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Ian Chen, Faithe Herman, Adam Brody, Ross Butler, Michelle Borth, Meagan Good, D.J. Cotrona</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/A60Q8S-ohNA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Annabelle 2 &#8211; A Criação do Mal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-annabelle-2-a-criacao-do-mal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 23:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Annabelle 2: A Criação do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[David F. Sandberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A princípio quando a Warner anunciou o nome de David F. Sandberg como diretor de Annabelle 2: A Criação do Mal, segundo filme sobre a boneca amaldiçoada que é parte do universo de horror derivado de Invocação do Mal, confesso que não fui tomado por muita animação com o projeto. O diretor tinha no seu histórico o longa Quando as Luzes se Apagam, que a despeito do ótimo curta que o originou é um filme do gênero que não fez muito a minha cabeça [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A princípio quando a Warner anunciou o nome de David F. Sandberg como diretor de <i>Annabelle 2: A Criação do Mal</i>,<i> </i>segundo filme sobre a boneca amaldiçoada que é parte do universo de horror derivado de <i>Invocação do Mal</i>, confesso que não fui tomado por muita animação com o projeto. O diretor tinha no seu histórico o longa <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, que a despeito do ótimo curta que o originou é um filme do gênero que não fez muito a minha cabeça (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/" data-blogger-escaped-target="_blank">leia aqui</a>, e o primeiro longa da boneca lançado em 2014, <i>Annabelle</i>, é bem decepcionante. As preocupações foram vãs, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é um filme de terror e tanto e vale principalmente pelo excelente trabalho do seu diretor.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, acompanhamos eventos que antecederam <i>Annabelle</i> quando um artesão de bonecas e sua esposa são surpreendidos pela morte brutal da sua única filha. Doze anos depois dos eventos, o casal recebe em sua casa uma freira e um grupo de órfãs desabrigadas. Aos poucos, estranhos eventos começam a ocorrer no local quando o quarto da filha do casal é violado por uma das garotas. Mais que isso prometo não adiantar para não estragar a experiência do leitor com o filme.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos pontos positivos de <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é a maneira como David F. Sandberg lida com os eventos demoníacos que tomam conta da propriedade rural que serve de cenário para o filme. O longa literalmente não dá trégua ao espectador após a sua meia hora inicial, importante para a apresentação das suas personagens e entrega de vários elementos que mais tarde serão reunidos de forma que façam a trama ganhar sentido e lugar no universo de horror compartilhado de <i>Invocação do Mal</i>. Assim como os filmes de James Wan, <i>Invocação do Mal </i>e <i>Invocação do Mal 2</i>, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>apresenta um cuidado exímio na maneira como exibe e esconde elementos que acionam a sensação de horror no espectador, criando sequência atrás de sequência marcada pela tensão das suas personagens no encontro com manifestações que não são desse mundo.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8104" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Annabelle-2-7-culturageek.com_.ar_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que o ritmo do filme e o manejo que ele tem dos seus momentos de tensão demonstram um fôlego imenso do longa com sua sucessão de eventos, não é algo frenético e propenso aos famigerados sustos gratuito, são cenas cuja reação das suas personagens ao sobrenatural e sua descoberta gradual aderem à trama e também à construção delas como protagonistas desse conto macabro. Um dos acertos é concentrar seus eventos nas crianças da história, algo que sempre rende ótimos exemplares do gênero que exploram o medo infantil em espaços aparentemente inofensivos durante a noite.  Há em <i>Annabelle 2 </i>ainda um uso inteligente de elementos como a luz e sua ausência, bem como signos religiosos presentes em todo o seu cenário, cujos objetos e cômodos trazem detalhes de cruzes, algo que dialoga com a presença do catolicismo em toda a sua história já que o casal vivido por Anthony LaPaglia e Miranda Otto são religiosos e o grupo de órfãs vem de uma casa dirigida por freiras.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Apagando de vez a péssima impressão do frustrante <i>Annabelle</i>, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é um ótimo exemplo de como uma continuação pode corrigir os péssimos rumos e a impressão ruim do seu antecessor. O filme ganha com a direção de David F. Sandberg que demonstra habilidade para construir uma atmosfera assustadora e ter fôlego para manter o espectador grudado na sucessão ininterrupta de eventos macabros que tomam conta da vida das suas personagens. Se for para ser como <i>Annabelle 2</i>, que James Wan e cia. expandam o universo de horror de <i>Invocação do Mal </i>para a direção que quiserem. Por esse caminho está ótimo e os fãs do gênero agradecem.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><b>Assista ao trailer do filme: </b></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EWjq_8ijmvo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Quando as Luzes se Apagam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 22:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[David F. Sandberg]]></category>
		<category><![CDATA[Lights Out]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Bello]]></category>
		<category><![CDATA[Quando as Luzes se Apagam]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Palmer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2013, Lights Out, um curta-metragem com uma ideia bastante simples dirigido pelo pouco conhecido David F. Sandberg, viralizou na internet e se tornou uma das peças audiovisuais mais apavorantes daquele ano. No filme, uma mulher é aterrorizada por uma aparição que fica à sua espreita assim que as luzes se apagam e o fenômeno sobrenatural acontece justamente no momento em que ela vai dormir. Por isso a ideia é simples e eficiente no seu gênero, trata-se de uma situação que mexe com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2013, <i>Lights Out</i>, um curta-metragem com uma ideia bastante simples dirigido pelo pouco conhecido David F. Sandberg, viralizou na internet e se tornou uma das peças audiovisuais mais apavorantes daquele ano. No filme, uma mulher é aterrorizada por uma aparição que fica à sua espreita assim que as luzes se apagam e o fenômeno sobrenatural acontece justamente no momento em que ela vai dormir. Por isso a ideia é simples e eficiente no seu gênero, trata-se de uma situação que mexe com um dos nossos medos mais primários. O diretor e produtor James Wan, que naquele ano havia feito para a Warner o sucesso <i>Invocação do Mal</i>, ficou interessado na ideia de Sandberg e logo o chamou para conduzir um longa-metragem derivado do conceito do seu famoso curta. Assim nasce <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, que se apropria dessa ideia do temor pelo que se esconde no apagar das luzes, mas que, apesar de apresentar uma premissa bastante inventiva e que sugere contornos mais dramáticos à ideia original, não consegue produzir o mesmo efeito que o curta <i>Lights Out </i>conseguia com bem menos história e desenvolvimento de personagem. (Assista ao curta no final da postagem)</p>
</div>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, somos apresentados a Rebecca, uma jovem que, após desentendimentos com sua mãe, mora sozinha, com uma vida independente e afastada dos seus familiares. A moça acaba tendo ciência de que o seu irmão mais novo Martin começa a ser vítima de uma estranha aparição e que sua mãe segue apresentando problemas de ordem psiquiátrica que podem pôr em risco a vida do garoto. Rebecca retorna ao seu lar com o propósito de resgatar o seu irmão daquela situação, mas acaba descobrindo fatos que explicam os fenômenos paranormais que tomam conta da casa, informações que podem salvar a sua família dessa maldição.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6555" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/maria_2.jpg" alt="maria_2" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O caminho que o roteirista Eric Heisserer encontra para justificar o longa-metragem é válido, ele se apoia em dinâmicas familiares fragilizadas e marcadas por mágoas e traumas entre mãe e filha. Seguindo o &#8220;caminho do ouro&#8221; que James Wan costuma trilhar em suas fitas de terror, <i>Quando as Luzes se Apagam </i>escolhe o drama familiar como pilar da sua trama, um elemento que sempre apresenta o potencial de conectar o espectador com uma história do gênero, ou seja, de fazer o público  se preocupar com o destino dos personagens diante de fenômenos que estão além do seu domínio de ação e compreensão e que podem levá-los a um destino trágico. Acontece que todas as relações familiares de <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, bem como suas respectivas tensões, não dão liga em função da superficialidade com que a trama aborda seus personagens e suas relações. O roteiro de Heisserer parece ter se ocupado de trilhar todos os caminhos que levariam o filme a provocar um envolvimento afetivo do espectador com aquelas personagens, mas tudo parece tão na superfície, inclusive a interpretação dos seus atores (a exceção da mãe vivida pela sempre competente Maria Bello), que o público fica indiferente ao imbróglio familiar. Não nos importamos com a mágoa que Rebecca tem da sua mãe Sophie, por exemplo, porque jovem atriz Teresa Palmer não dá conta da intensidade de sentimentos que tomam de assalto a sua personagem e o filme não consegue retirar esse conflito do terreno dos sentimentos óbvios e aparentes.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A direção de Sandberg, por sua vez, acerta na produção localizada de determinados instantes de horror e na construção imagética de determinadas cenas, utilizando com inteligência o recurso da luz e dos vultos, por exemplo. Em outros momentos, o filme apresenta uma completa apatia na produção das suas sequências de maior tensão e até mesmo um certo pieguismo no seu departamento dramático, o que torna o longa emocionalmente artificial. O curioso é que tais oscilações não são vistas, por exemplo, no próprio curta <i>Lights Out</i>, dirigido pelo mesmo Sandberg e que deixa os nervos do espectador à flor da pele do início ao fim da sua execução com muito pouco material humano em uso.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Transformando o seu eficiente curta em um longa de terror genérico, <i>Quando as Luzes se Apagam </i>não chega a ser um fiasco, mas é uma experiência do gênero que não tem muita energia ou brilho.  Apesar das ideias interessantes que procura agregar ao conceito simples e certeiro do seu produto de origem (é louvável a história de fundo que Heisserer encontra para a aparição que assombra a família de Rebecca e que justifica sua preferência pelo escuro, por exemplo), o filme não é um dos melhores representantes da excelente safra de longas do gênero que temos visto de uns anos para cá.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao curta <em>Lights Out</em>:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FUQhNGEu2KA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aH3lLOumNoQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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