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	<title>Arquivos Darci Shaw - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 19:16:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-bebe-de-bridget-jones/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Bebê de Bridget Jones</em></a>) é a favorita para ganhar o Oscar 2020 de melhor atriz por interpretar Judy Garland em <em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</strong></em>, filme que narra o último ano na vida da artista que ficou célebre ainda criança ao protagonizar <em>O Mágico de Oz</em>, mas foi sugada até a medula por uma indústria que exigiu dela juventude, beleza e talento. De certa maneira, a trajetória de Zellweger e Garland se encontram quando pensamos como a atriz, um dos nomes mais importantes do início dos anos 2000 por seu trabalho em filmes como <em>O Diário de Bridget Jones</em>, <em>Chicago</em> e <em>Cold Mountain</em>, foi demandada o quanto pôde por Hollywood, cedendo inclusive aos apelos de perfeição estética, com suas já reconhecidas intervenções plásticas, e depois foi descartada e ridicularizada por esse mesmo sistema que a criou.</p>
<p>Zellweger se retirou de cena e em recente entrevista declarou ter passado por um período de depressão, o que a fez se submeter a uma espécie de <em>rehab</em> de Hollywood. Assim como Garland, Zellweger absorveu as consequências do que é para uma mulher envelhecer na indústria do entretenimento e, nesse sentido, não há como assistir à cena final de Judy, olhar para o melancólico desfecho da sua protagonista, e também não pensar que na tela estamos vendo uma grande atriz no auge da sua experiência, dando tudo de si em uma performance que marca em definitivo o seu merecido retorno aos grandes holofotes. A narrativa de <em>comeback</em> de Renée Zellweger nesse Oscar é construída como uma espécie de compensação das faltas de Hollywood com Judy Garland.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>não é um filme perfeito e nem a interpretação de Zellweger é, mas a maneira como a atriz se entrega em cena, cobrindo algumas faltas do seu roteiro e dando o melhor de si é absolutamente admirável. O diretor Rupert Goold dirige uma história que simplifica a biografia de Garland a duas passagens notórias da sua vida: os primeiros passos da atriz mirim, regulada pelos olhos dos produtores de Hollywood, da imprensa e da sua mãe; e sua conturbada passagem pelos palcos de Londres aos 46 anos de idade, lidando com todas as sequelas da sua juventude, as crises de ansiedade, a depressão e o vício em álcool.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12320" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg" alt="Judy - Muito Além do Arco-Íris" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No primeiro feixe narrativo, Judy acerta pelo primor plástico da sua propositalmente artificial direção de arte que remete a coloridos sets da era de ouro de Hollywood. No entanto, aqui, peca por girar em círculos com temas como a cultura das celebridades e os efeitos nocivos em jovens estrelas sem nunca se aprofundar bastante no tópico. Esses <em>flashbacks</em> de Judy até que são marcados por boas intenções, com um tom maior de inventividade e até fantasia, mas as sequências são encenadas com um pouco de ingenuidade da parte de Rupert Gold.</p>
<p>O melhor de Judy está mesmo na fase madura de Garland porque o show é completamente de Renée. O que é mais fascinante no desempenho de Renée em Judy é a maneira como a atriz se realiza nas performances da sua protagonista, condensando emoções difíceis e complexas em sua interpretação musical. Os melhores momentos do longa são aqueles que percebemos como Zellweger incorpora Garland em trejeitos, sobretudo quando a artista está nos palcos, sem abandonar as assinaturas usuais das suas performances, para muitos estridente e cheia de maneirismos. Caso o trabalho de Zellweger te incomode justamente por essas marcas, pode esquecer que Judy o fará vê-la de outra forma porque, apesar do esforço de &#8220;se apagar&#8221; na composição da personagem, segue sendo uma interpretação com a assinatura de Renée.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>é um filme que tem intenções nobres, mas simplifica a exposição da sua crítica e do seu estudo de personagem às usuais <em>headlines</em>: a mídia gananciosa e Hollywood sugam o quanto podem o viço das suas estrelas. Há muito mais camadas na biografia de Garland que isso e o longa poderia explorá-las, mas não o faz, anda em círculos com essa construção. Renée Zellweger, por sua vez, entrega tudo de si, captando a alma da artista biografada. A esperança que fica é que histórias como as de Garland não se repitam e que a consagração de Zellweger não se restrinja a essa narrativa de <em>comeback</em> em 2019-2020, nos apresentando agora, quando a atriz está chegando na casa dos cinquenta anos, todo um horizonte a ser explorado pelo seu já mais do que comprovado talento.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rupert Goold<br />
<strong>Elenco:</strong> Renée Zellweger, Finn Wittrock, Jessie Buckley, Rufus Sewell, Michael Gambon, Darci Shaw, Richard Cordery, Royce Pierreson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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