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	<title>Arquivos Danny Boyle - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Danny Boyle - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Yesterday: O Melhor e o Pior do Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 22:22:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz nos cinemas de Salvador a comédia romântica Yesterday. Dirigida por Danny Boyle (Quem Quer Ser um Milionário?) e roteirizado por Richard Curtis (Simplesmente Amor), o longa conta a história de um músico fracassado, vivido pelo estreante Himesh Patel, que acaba conseguindo atingir uma fama colossal, graças a um apagão que acontece no mundo, fazendo com vários sucessos mundiais sumissem do mapa, incluindo The Beatles. Aproveitando disto, o jovem compositor decide inventar que os trabalhos do grupo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz nos cinemas de Salvador a comédia romântica <strong><em>Yesterday</em></strong>. Dirigida por Danny Boyle (<em>Quem Quer Ser um Milionário?</em>) e roteirizado por Richard Curtis (<em>Simplesmente Amor</em>), o longa conta a história de um músico fracassado, vivido pelo estreante Himesh Patel, que acaba conseguindo atingir uma fama colossal, graças a um apagão que acontece no mundo, fazendo com vários sucessos mundiais sumissem do mapa, incluindo <em>The Beatles</em>. Aproveitando disto, o jovem compositor decide inventar que os trabalhos do grupo musical inglês são seus!</p>
<p>Com estes ingredientes, tanto de equipe como de temática, pode-se criar certa expectativa em relação ao filme. De fato, há uma aura e uma capacidade de grandeza envolvidas nela, porém, apesar de tudo isso, a obra não alcança todo o potencial que possui e entrega um resultado mediano. A opinião geral de <strong><em>Yesterday</em> </strong>pode ser conferida na crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-yesterday/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>neste link</strong></em></a>. Mas, pelo fato da projeção possuir momentos e elementos fortíssimos e questões decepcionantes, que deixam um possível <em>hit</em> virar uma Sessão da Tarde medíocre, o Coisa de Cinéfilo resolveu montar um especial com o melhor e o pior da projeção.</p>
<p><strong>Confira!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11195" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2504_D006_00245R.0-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2504_D006_00245R.0.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2504_D006_00245R.0-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2504_D006_00245R.0-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>O Pior</strong> – Com o produto potente nas mãos, Danny Boyle e Richard Curtis poderiam ter aproveitado toda a capacidade de contar histórias que eles possuem. Boyle dirigiu sucessos como <em>127 horas, Cova Rasa e Trainspotting: Sem Limites</em>. Curtis escreveu roteiros como os de  <em>Quatro Casamentos e um Funeral, Um Lugar Chamado Notting Hill</em> e <em>Questão de Tempo</em>. Com isso, a ideia de dois artistas fortes assim se reunirem parece uma chance única de criar uma obra irretocável. Além disso, <em><strong>Yesterday</strong> </em>tem em sua base duas coisas que já tiveram e têm muito sucesso na indústria midiática mundial: romance e <em>Beatles</em>!!</p>
<p>Contudo, a promessa de trazer uma bela trama de amor, embalada nas canções da banda inglesa, não se realiza completamente. Ok, as músicas são lindas e emocionam. Isso já se é sabido, porque os sucessos do grupo musical possuem esta capacidade. Mas, a dinâmica de Himesh Patel com a Lily James (<em>Cinderela</em>) não funciona na tela. Individualmente, os dois constroem personagens bem delineadas. Ambos são doces, gentis, trabalhadores, mas de energia leve e por isso seriam, teoricamente, almas gêmeas. Isto está impresso no jeito que trazem o corpo para cena, os olhares que direcionam para câmera e como dizem o texto. Quando estão juntos, no entanto, a relação lembra algo mais fraternal.</p>
<p>Outro fator que incomoda são algumas quebras nas decisões deles. Apesar da fuga do clichê do gênero, algumas decisões também amornam a vontade do espectador de <em>shippar</em> a dupla. Até certo momento, tudo parece tão frio que desempolga. Não porque eles são ingleses, porque já existem filmes diversos da Inglaterra, com cenas belíssimas, fortes e emocionantes. Não parece ser também pelo caminho de tentar ser original no enredo. As escolhas poderiam ser outras, com mais paixão no protagonista e sua mocinha.</p>
<p><strong>O Melhor</strong> – Obviamente, o que mais aparece de qualidade durante a projeção são as músicas dos <em>Beatles</em>!! Mas, não apenas ela e como também o local onde foram colocadas. Desde a primeira canção que aparece, quando a personagem do Patel, o Jack Malik, descobre que ninguém lembra da banda, até nos momentos virada da trama com <em>A Day in the Life</em> ou como fazem tirada com hinos como <em>Hey Jude</em> e, também, no desfecho com <em>Ob-La-Di, Ob-La-Da</em> etc, a junção da banda com a hora correta em colocá-la é um grande acerto. Principalmente porque estes instantes são o que fogem do tédio do restante da exibição, conectando o público de volta com a narrativa e com os envolvidos nela.</p>
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		<title>Crítica: Yesterday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 21:04:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Yesterday tem um ponto de partida bastante simpático e promissor para a sua história. O filme conta a história de um aspirante a músico que após um incidente de proporções mundiais descobre que todos a sua volta desconhecem os Beatles, ou seja, que uma das maiores bandas (se não a maior) do mundo nunca existiu. Se apropriando do repertório dos músicos o rapaz passa a ter fama mundial, mas acaba pagando por um preço bastante caro, acaba abrindo mão da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Yesterday</strong> </em>tem um ponto de partida bastante simpático e promissor para a sua história. O filme conta a história de um aspirante a músico que após um incidente de proporções mundiais descobre que todos a sua volta desconhecem os Beatles, ou seja, que uma das maiores bandas (se não a maior) do mundo nunca existiu. Se apropriando do repertório dos músicos o rapaz passa a ter fama mundial, mas acaba pagando por um preço bastante caro, acaba abrindo mão da jovem por quem sempre foi apaixonado.</p>
<p>A produção inglesa tem a direção de Danny Boyle (de filmes de propostas díspares como <em>Quem Quer Ser Um Milionário?</em> e <em>Trainspotting</em>) e o roteiro de Richard Curtis (o mesmo de <em>Simplesmente Amor</em>). Com um tom de comédia romântica bem intencionada, <em><strong>Yesterday</strong> </em>tenta disfarçar o vazio de sua narrativa, uma bobagem, com uma estratégia muito fácil e até injusta com a concorrência. Shows bem registrados ao som de covers dos Beatles &#8211; o tipo de recurso fácil para se apoiar &#8211; e cenas gatilho de declarações de amor que, no fim das contas, não faz muito sentido porque o longa não constrói um romance dos mais consistentes. É como se a todo instante o longa apelasse para gatilhos que mascaram o quanto a produção é oca.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11158" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0296607.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0296607.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0296607.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0296607.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro de Curtis parece andar em círculos com uma história que não sai da sua premissa (a hipótese sobre um futuro sem Beatles) e um protagonista que não evolui nesse conflito e que acaba envolvido num enlace amoroso com a personagem de Lily James que é só artifício. Existe o ensaio do desenvolvimento de temas interessantes e que poderiam render muito (a aspiração do homem comum com a fama do ídolo e a posterior descoberta de que essa vida não é necessariamente sinônimo de felicidade), mas o próprio potencial disso parece se perder da vista dos seus realizadores.</p>
<p>Danny Boyle tem seus momentos no filme &#8211; na verdade, diria que parte do que torna a produção assistível se deve ao diretor -, mas <strong><em>Yesterday</em> </strong>não é um filme vibrante. O que fica como registro da produção ao final da sessão é o repertório dos Beatles e isso não é trabalho de Boyle ou Curtis, mas dos próprios músicos. Nem mesmo como reverência à banda o longa vale como registro já que a única cena que faz menção a isso aparece lá pelas tantas na história e não tem muita conexão com o todo, mais interessado na paixonite do seu protagonista do que em qualquer legado musical da banda.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Danny Boyle<br />
<strong>Elenco:</strong> Himesh Patel, Lily James, Ed Sheeran, Sophia Di Martino, Ellise Chappell, Meera Syal, Harry Michell, Vincent Franklin, Joel Fry, Michael Kiwanuka</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/My6JcAB3NIY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: T2 Trainspotting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 23:18:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em T2 Trainspotting um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, Trainspotting: Sem Limites, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por Quem quer ser um Milionário? e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor indie da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em <i>T2 Trainspotting </i>um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, <i>Trainspotting: Sem Limites</i>, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por <i>Quem quer ser um Milionário? </i>e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor <i>indie</i> da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, fazendo com que o que fora apresentado como arrojado tempos atrás em <i>Trainspotting </i>seja considerado repetição atualmente. Com uma trama baseada no livro homônimo de Irvine Welsh, o filme de 1996<i> </i>contava a história de um grupo de rapazes de Edimburgo na Escócia viciados em heroína, construindo uma jornada de recuperação de um deles, Renton, papel de Ewan McGregor. O filme é cultuado até hoje por conseguir captar o espírito de uma geração e dimensionar para as telas o vício pelas drogas, com imagens lisérgicas e montagem &#8220;nervosa&#8221; que acompanhava uma câmera igualmente inquieta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tentando explorar o consumo do sexo (prostituição, pornôs na internet etc.) como a compulsão dos nossos tempos, <i>T2 Trainspotting </i>até deixa a desejar nesse quesito, já que usa isso apenas como pano de fundo para o seu interesse primeiro, seus personagens. Baseado em <i>Pornô, </i>também de Irvine Welsh, o esforço de dimensionar sensorialmente um vício cede lugar para a narrativa desse grupo de agora quarentões tentando ajustar mágoas e dívidas do passado. Acontece que, ainda que explore pouco esse universo do comércio sexual que o cerca, sendo bastante tímido nesse departamento, a continuação dirigida por Danny Boyle não deixa de ser menos interessante por demonstrar um engajado movimento de levar seus personagens a lugares nunca antes visitados, oferecendo um ponto de vista amadurecido sobre suas vidas, escolhas, relações, um mergulho profundo e consciente que talvez a juventude de vinte anos atrás não poderia proporcionar</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>T2 Trainspotting</i> acompanhamos Renton retornando a Edimburgo com a vida refeita e livre das drogas. Após os eventos do primeiro filme, os demais rapazes não tiveram o mesmo destino, lidando com atividades clandestinas, passando por dificuldades para superar o vício e cheios de problemas familiares. Na medida que Renton retorna ao convívio social com seus amigos, ele revela o verdadeiro motivo da sua volta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7512 size-thumbnail" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/t2-jb-01780-edit-610x343.jpg" alt="" width="610" height="343" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em seus aspectos formais, <i>T2 Trainspotting </i>resgata a abordagem do longa de 1996, abusando de uma montagem acelerada e de diversificadas propostas de câmera. Enquanto lá isso tudo surgia como um experimentalismo de Boyle, que bebia da proposição de um cinema inclinado para a estética clipeira, aqui esses artifícios surgem como uma forma de demarcar o território para que o espectador reconheça aquele <i>modus operandi </i>de contar uma história nos moldes <i>Trainspotting</i>, algo que, inclusive já foi exaustivamente apropriado. Como já destacado, <i>T2 Trainspotting </i>cresce aos olhos do espectador pelo olhar que tem para seus personagens e sua história vinte anos depois, uma perspectiva que retoma o passado para avançar na sua reflexão a respeito de novas preocupações, entre elas a paternidade e o legado que esses personagens deixarão para os seus filhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> No lugar de uma continuação que resgata tramas e sujeitos por mero fetiche nostálgico, o longa tem como mérito trazer os mesmos personagens de antes porém com uma perspectiva diferente de si, algo que acaba justificando a existência da sequência não apenas por um ponto de vista mercadológico ou pelo apelo afetivo  que o primeiro longa tem com seus fãs. Em <i>Trainspotting</i> e ao longo da própria carreira de Danny Boyle, o que antes era anarquia estética e narrativa, hoje é cosmetizado pelo próprio cineasta, foi banalizado por um incontável número de filmes que o sucedeu e é usado aqui como assinatura. Diferente do longa de 1996, <i>T2 Trainspotting </i>não afirma seu brilho pelo arrojo formal, mas pela sua narrativa, demonstrando uma compreensão mais madura de Boyle para aqueles personagens que ajudou a dar forma vinte anos atrás com os icônicos desempenhos de Ewan McGregor, Ewen Bremner, Robert Carlyle e Jonny Lee Miller (ainda ótimos), uma mudança de prioridade válida, pertinente e bem aplicada pelo cineasta.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pFHOzN3Yk1M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Steve Jobs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2016 23:55:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando faleceu em 2011, o co-fundador da Apple Steve Jobs instantaneamente tornou-se tema de inúmeras publicações interessadas em sua biografia. Não demorou muito também para que o setor cinematográfico escolhesse Jobs como protagonista de projetos de documentários e longas de ficção que teriam como centro narrativo a sua trajetória e vida pessoal. Tratava-se de um movimento natural dada a magnitude e a representatividade da figura de Jobs no final do século XX e início do século XXI, afinal estamos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4327" aria-describedby="caption-attachment-4327" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4327 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/20-fall-preview-movies-steve-jobs-michael-stuhlbarg-michael-fassbender-kate-winslet.w750.h560.2x-620x320.jpg" alt="20-fall-preview-movies-steve-jobs-michael-stuhlbarg-michael-fassbender-kate-winslet.w750.h560.2x" width="620" height="320" /><figcaption id="caption-attachment-4327" class="wp-caption-text">Três atos: Roteiro de Aaron Sorkin constroi uma interessante estrutura para o filme.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando faleceu em 2011, o co-fundador da Apple Steve Jobs instantaneamente tornou-se tema de inúmeras publicações interessadas em sua biografia. Não demorou muito também para que o setor cinematográfico escolhesse Jobs como protagonista de projetos de documentários e longas de ficção que teriam como centro narrativo a sua trajetória e vida pessoal. Tratava-se de um movimento natural dada a magnitude e a representatividade da figura de Jobs no final do século XX e início do século XXI, afinal estamos falando do homem que revolucionou a indústria dos computadores em diversas frentes e que mantinha um certo interesse midiático por controversos aspectos da sua vida pessoal e profissional &#8211; os mais evidentes deles eram os seus atritos com antigos companheiros de trabalho como Steve Wozniak, amigo pessoal de Jobs e peça fundamental na concepção de computadores pessoais da Apple II (modelo da empresa na década de 1970), e o antigo CEO da Apple John Sculley. Assim, multiplicaram-se os livros, documentários e filmes de ficção que buscavam explorar os meandros da ascensão de Jobs, mas talvez nenhuma dessas obras seja tão eficiente quanto<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs</i>, filme de Danny Boyle, que traz o ator Michael Fassbender na pele do empresário e inventor.</p>
</div>
<div>
<p><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>traz os bastidores de três momentos importantes na vida do seu biografado: em 1984, acompanhamos o fundador da Apple no lançamento do Macintosh, no qual vislumbrava-se o potencial comercial de uma máquina cujas funções eram comandadas pelos usuários através do<span class="apple-converted-space"> </span><i>mouse</i>; o ano de 1988, quando Jobs foi desvinculado da Apple e fundou a Next, uma empresa especializada no desenvolvimento de computadores voltados para instituições de educação superior; e 1998, época em que Steve retornou a Apple e apresentava ao público o iMac. Nos três períodos, o espectador acompanha os passos da vida e da carreira de Jobs e a maneira como ele lidava com alguns dos mais importantes relacionamentos da sua vida, entre eles,  a sua complicada relação com a filha Lisa e os atritos o antigo companheiro da Apple Steve Wozniak.</p>
</div>
<figure id="attachment_4328" aria-describedby="caption-attachment-4328" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4328 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/stevejobsfrançoisduhameluniversal-620x310.jpg" alt="stevejobsfrançoisduhameluniversal" width="620" height="310" /><figcaption id="caption-attachment-4328" class="wp-caption-text">Performance equilibrada: Um dos méritos do filme é o seu elenco, principalmente Michael Fassbender que evita a caricatura na pele de Steve Jobs</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para começar, o longa beneficia-se pelo incrível roteiro escrito pelo sempre afiado Aaron Sorkin, baseado no livro de Walter Isaacson. Por mais que o diretor Danny Boyle faça aqui um dos seus trabalhos mais equilibrados da sua recente filmografia, fica evidente que o realizador interfere muito pouco no trabalho do seu roteirista ao transformar<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>em uma grande peça de teatro filmada. Boyle interfere muito pouco em cena e demonstra muita maturidade ao entender que  no caso de<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>quanto menos interferência visual, melhor.</p>
<p>Com o roteiro usualmente verborrágico de Aaron Sorkin (tal qual seus trabalhos em<span class="apple-converted-space"> </span><i>A Rede Social<span class="apple-converted-space"> </span></i>de David Fincher ou na série<span class="apple-converted-space"> </span><i>West Wing</i>) e a interessante estrutura em três atos,<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>funciona como uma encenação teatral na qual os atores ocupam praticamente um mesmo espaço, basicamente os interiores dos grandes auditórios e salas de apresentação que Jobs escolhia para fazer os seus anúncios<i> </i>empresariais. Dessa forma, o que se vê são atores entrando e saindo de cena em três décadas diferentes e todas as ações e dinâmicas centradas nos relacionamentos dos seus personagens com o Steve Jobs interpretado por Michael Fassbender. Assim,<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>beneficia-se pela estrutura do seu roteiro, que soube dar conta das principais questões que rondaram a vida do seu biografado sem recorrer à clássica cartilha das biografias cinematográficas: o nascimento, a vida, a obra e a morte do protagonista. O roteiro do filme, aliado ao tom da interpretaçao dos seus atores, também acerta ao evitar transformar seus personagens em vilões ou mocinhos, ou seja, não se perde em meio a um &#8220;fascínio adolescente&#8221; pela figura de Steve Jobs. Tanto ele, quanto os demais personagens da obra tem muitas camadas e cada um traz em si defeitos e qualidades que os tornam humanos e por isso mesmo fascinantes para o público nos três atos do filme.</p>
<figure id="attachment_4329" aria-describedby="caption-attachment-4329" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4329 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/stevejobsass-620x349.jpg" alt="stevejobsass" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4329" class="wp-caption-text">Biografia: Filme acerta ao evitar o &#8220;lugar comum&#8221; das cinebiografias.</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Por todo o cuidado que Danny Boyle tem com o texto de Aaron Sorkin e o destaque que ele dá aos duelos de palavras entre os seus personagens, o desempenho dos atores de<span class="apple-converted-space"> </span><i>Steve Jobs<span class="apple-converted-space"> </span></i>acaba tendo importância fundamental para o êxito do filme e não há um só integrante do elenco que se saia mal. A começar pelo seu protagonista, Michael Fassbender que acerta imensamente ao evitar o <i>overacting </i>ou buscar trejeitos ou transformações físicas e vocais muito drásticas em sua performance, uma muleta recorrente em trabalhos de atores que se dedicam a interpretar personagens reais, principalmente figuras históricas como Steve Jobs (foi o caso da péssima composição de Ashton Kutcher em <i>Jobs</i>, cinebiografia mal sucedida do mesmo personagem). Fassbender acerta ao ter como principal preocupação do seu trabalho as palavras de Aaron Sorkin e os vestígios da natureza de Steve Jobs que cada uma delas oferece, sendo fiel ao biografado não por uma fisicalidade, mas por conseguir dimensiona-lo como homem, empresário, inventor, pai e amigo e, desta forma, aproximar intimamente o público da sua personalidade. Ao lado de Fassbender estão atores que conseguem magistralmente dar conta de personagens igualmente interessantes e multifacetados que engrandecem ainda mais o desempenho do  seu protagonista, entre eles, Kate Winslet, Seth Rogen, Jeff Daniels, Michael Stuhlbarg e Katherine Waterston.</p>
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<p>Mostrando-se como um rica e profunda biografia, que surpreende a plateia pela estrutura extremamente sagaz do seu roteiro, <i>Steve Jobs </i>fisga o público não apenas por ter como epicentro uma figura conhecida, uma vantagem que parte das cinebiografias ruins conseguem usufruir, mas porque é um grande filme. Com um elenco talentoso que aproveita cada cena do elegante e inteligente roteiro de Aaron Sorkin e com um diretor  como Danny Baoyle que mostra-se inteligente o suficiente para saber que muitas vezes é preciso que o cineasta saia de cena para que parte da sua equipe brilhe e revele o verdadeiro poder da sua obra, <i>Steve Jobs </i>é um longa repleto de virtudes.</p>
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		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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