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	<title>Arquivos Danilo Grangheia - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Sequestro do Voo 375</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 13:47:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sequestro do Voo 375 narra um episódio verídico ocorrido no Brasil em 1988 quando um maranhense fez passageiros e tripulação de um voo da Vasp para o Rio de Janeiro reféns a fim de fazer o avião atingir o Palácio do Planalto em Brasília e matar o então presidente José Sarney. O filme de Marcos Baldini (o mesmo diretor de Bruna Surfistinha) é uma produção Star que chega aos cinemas com ambições de ser o Voo United 93 brasileiro. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O Sequestro do Voo 375</em></strong> narra um episódio verídico ocorrido no Brasil em 1988 quando um maranhense fez passageiros e tripulação de um voo da Vasp para o Rio de Janeiro reféns a fim de fazer o avião atingir o Palácio do Planalto em Brasília e matar o então presidente José Sarney. O filme de Marcos Baldini (o mesmo diretor de Bruna Surfistinha) é uma produção Star que chega aos cinemas com ambições de ser o Voo United 93 brasileiro. A comparação é curiosa porque, como o próprio filme de Baldini contextualiza antes dos seus créditos finais, o caso do sequestro do avião da Vasp foi uma das inspirações de Osama Bin Laden no ataque ao World Trade Center em 2001.</p>
<p>No intuito de ser um genuíno thriller, <strong><em>O Sequestro do Voo 375</em></strong> é um longa extremamente bem executado, sobretudo do ponto de vista técnico. Baldini também consegue ser objetivo ao desenvolver a trama e distribui muito bem a sua atenção pelo mosaico de personagens envolvidos no caso, administrando o estado de nervos elevados que toma conta de espaços diversos como a cabine onde estão o piloto e o sequestrador, as interações da tripulação e dos passageiros e a torre de controle onde as comunicações com o voo, e consequentemente a negociação, foram feitas. Todas essas múltiplas frentes de ação do filme são bem ritmadas pelo diretor que faz um trabalho muito competente no gênero. Narrativamente, <em>O Sequestro do Voo 375</em> prende o espectador e, do ponto de vista técnico, o filme exibe toda a sua ação com bastante credibilidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17559" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-2.png" alt="O Sequestro do Voo 375" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A condução do roteiro de autoria de Lusa Silvestri e Mikael de Albuquerque também é certeira por contextualizar muito bem o sequestro e suas raízes na situação do país, sendo extremamente cuidadoso no tratamento dos seus personagens, evitando, por exemplo, vilanizar a figura de Nonato, o sequestrador do voo. Ainda que vez ou outra exagere no tom grandiloquente e na personificação do heroísmo representado pelo piloto Murilo, o filme evita qualquer abordagem rasa do episódio. <strong><em>O Sequestro do Voo 375</em></strong> tem seus melhores momentos quando aproxima a realidade das suas três figuras centrais, o piloto Murilo, Nonato e a negociadora Luzia, entendendo o episódio como uma consequência do caldeirão de problemas estruturais da sociedade brasileira, afinal o que motiva o sequestro é o descontentamento com as promessas não cumpridas pelo governo federal de Sarney. .</p>
<p>Além do trabalho excepcional de Baldini, dos seus roteiristas e de toda a equipe técnica, cabe destacar o desempenho comprometido dos integrantes do elenco do filme. Danilo Grangheia tem ótimos momentos como o piloto Murilo, administrando muito bem o medo e o senso de responsabilidade do personagem diante daquela situação. Grangheia tem ótimas cenas com Jorge Paz, intérprete de Nonato, outro destaque do elenco. Paz segue as orientações do projeto e evita vilanizar o personagem Nonato, transformando-o em um sujeito que se transforma em alguém perigoso por força de circunstâncias. Também cabe destacar o trabalho de Roberta Gualda como Luzia, assumindo com profissionalismo e empatia toda a negociação com Nonato.</p>
<p><strong><em>O Sequestro do Voo 375</em></strong> acerta por ser um filme repleto de tensão, mas que não explora de maneira sensacionalista o episódio que retrata. Marcus Baldini sabe contextualizar o sequestro do voo da Vasp na década de 1980 e ainda reserva um olhar humano para suas personagens, sem que para isso carregue em um melodrama, que, no caso, não seria bem-vindo. Nesse sentido, mais que um acerto técnico, como anda sendo &#8220;vendido&#8221;, <em>O Sequestro do Voo 375</em> sabe alicerçar o seu drama em bases histórico-sociais muito sólidas, garantindo uma experiência surpreendente para quem esperava muito pouco do longa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Marcus Baldini</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Danilo Grangheia, Jorge Paz, Roberta Gualda</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-WItUHprYsw?si=zCxqVFzAumfqkDx-" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Roubo da Taça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 04:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Caíto Ortiz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Danilo Grangheia]]></category>
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		<category><![CDATA[Milhem Cortaz]]></category>
		<category><![CDATA[O Roubo da Taça]]></category>
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		<category><![CDATA[Taís Araújo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme com pouco alarde, divulgação tímida e combinação de elenco diferente. Caminhando devagar, O Roubo da Taça conseguiu se mostrar um bom filme do cenário nacional, que aproveita vários aspectos da nossa cultura em prol da narrativa principal. Além disso, a dinâmica de cenas e personagens é muito interessante e acaba atraindo o espectador desavisado. A comédia é sobre um fato histórico muito conhecido, o roubo da cobiçada taça Jules Rimet, no Rio de Janeiro, em 1983. O corretor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme com pouco alarde, divulgação tímida e combinação de elenco diferente. Caminhando devagar, <em>O Roubo da Taça</em> conseguiu se mostrar um bom filme do cenário nacional, que aproveita vários aspectos da nossa cultura em prol da narrativa principal. Além disso, a dinâmica de cenas e personagens é muito interessante e acaba atraindo o espectador desavisado.</p>
<p>A comédia é sobre um fato histórico muito conhecido, o roubo da cobiçada taça Jules Rimet, no Rio de Janeiro, em 1983. O corretor de seguros Peralta tem a ideia absurda de invadir a CBF e roubar a réplica desse tesouro nacional, para pagar uma dívida de jogo. Mas acaba levando a taça original, dando início a uma série de confusões inacreditáveis. Para completar, ele tem uma esposa gostosona e muito esperta que vai articulando cada passo desta história.</p>
<p>Embora o roteiro pareça simplório (e ele até é, em certo ponto), várias questões do povo brasileiro são mostradas nas cenas. O jeitinho brasileiro, aquela velha fama de que tudo pode ser resolvido, a ineficácia de nossa polícia na hora de investigar um crime, a capacidade da imprensa de focar em um único tema, a malandragem, etc. Tudo isso é analisado de forma leve e engraçada pelo diretor Caíto Ortiz, mas nem por isso menos verídica.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6678" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/maxresdefault-2.jpg" alt="maxresdefault-2" width="610" height="348" /></p>
<p>Além disso, ele teve um cuidado enorme na criação dos cenários e figurino dos personagens. Até os alimentos e os rótulos das comidas foram cuidadosamente pesquisados, o que dá mais veracidade e embasamento à trama. Por duas horas, o espectador consegue realmente se transportar para os anos 1980 no Brasil.</p>
<p>A sintonia do elenco reflete todo este cuidado com o roteiro. Todos estão muito bem, conferindo um equilíbrio à trama. A graça e a atrapalhação andam de mãos dadas, proporcionando cenas realmente cômicos para o espectador. Nada forçado, fluindo muito naturalmente.</p>
<p>O cuidado no estilo de gravação, nas tomadas escolhidas, muda o filme de uma produção banal para um longa realmente bom, tanto no aspecto técnico quanto de enredo. Ele funciona muito bem como um todo e tem um equilíbrio agradável que envolve o espectador.</p>
<p>Uma grata surpresa que mostra o quanto nosso cinema tem um potencial imenso, muitas vezes pouco explorado. Uma pena que teve uma divulgação tímida. Torço para que chame a atenção dos espectadores nas salas de cinema.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4P2qsnGOv28" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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