<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Dan Stevens - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/dan-stevens/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/dan-stevens/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 21:45:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Dan Stevens - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/dan-stevens/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Abigail</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 13:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Abigail]]></category>
		<category><![CDATA[Alisha Weir]]></category>
		<category><![CDATA[Angus Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stevens]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Busick]]></category>
		<category><![CDATA[Kathryn Newton]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Durand]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Bettinelli-Olpin]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa Barrera]]></category>
		<category><![CDATA[Radio Silence]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Shields]]></category>
		<category><![CDATA[Tyler Gillett]]></category>
		<category><![CDATA[Universal Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[William Catlett]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17968</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo filme da Radio Silence deu o que falar desde seu anúncio. Inicialmente, Abigail surgiu como um projeto misterioso, em parceria com a Universal Pictures, num processo de remontar os ‘monstros clássicos’ (lobisomem, múmia, vampiro etc) do estúdio centenário. A divulgação desse longa-metragem causou um rebuliço no universo do horror por conta dos possíveis choques de agenda da produtora e suas mentes criativas que, na época, ainda faziam parte do projeto do próximo filme da franquia Pânico. Esses mesmos problemas de agenda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/">Crítica: Abigail</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo filme da Radio Silence deu o que falar desde seu anúncio. Inicialmente, <strong><em>Abigail</em></strong> surgiu como um projeto misterioso, em parceria com a Universal Pictures, num processo de remontar os ‘monstros clássicos’ (lobisomem, múmia, vampiro etc) do estúdio centenário. A divulgação desse longa-metragem causou um rebuliço no universo do horror por conta dos possíveis choques de agenda da produtora e suas mentes criativas que, na época, ainda faziam parte do projeto do próximo filme da franquia <em>Pânico</em>.</p>
<p>Esses mesmos problemas de agenda fizeram com que a produtora de terror e, consequentemente, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-panico-2022/"><em>Pânico</em></a>, de 2022, e <em>Pânico VI</em>, de 2023) abandonassem o sétimo longa do Ghostface. Em contrapartida, a reimaginação de um dos monstros mais clássicos da história do cinema (e, por tabela, do horror) foi anunciada: <strong><em>Abigail</em></strong> seria um filme sobre uma criança vampira (e bailarina).</p>
<p>Um grupo de criminosos desconhecidos (Melissa Barrera, Dan Stevens, Kathryn Newton, William Catlett, Kevin Durand e Angus Cloud) é contratado para raptar a filha de um magnata em troca de um resgate no valor de 50 milhões de dólares. Apesar do sequestro dar certo, logo o grupo percebe que não estão fazendo refém uma criança como outra qualquer. Durante a madrugada, eles começam a perceber que existe algo de errado com a operação. Quando Abigail (Alisha Weir) se solta das algemas, ela começa seu jogo de gato e rato com suas presas.</p>
<p>O longa é um retorno às características criativas da Radio Silence. A narrativa, escrita por Stephen Shields e Guy Busick (velho colaborador dos diretores), retoma o humor ácido e escrachado que a produtora precisou conter durante os filmes de <em>Pânico</em> que produziu. <strong><em>Abigail</em></strong> se aproxima mais de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-casamento-sangrento-telecine-play/"><em>Casamento Sangrento (2019)</em></a> do que dos dois <em>slashers</em>, justamente por ter como cerne da produção a mesclagem do horror com o humor.</p>
<p>Esse tom domina o longa do início ao fim e leva o espectador para lugares inusitados. O absurdo nunca é demais quando o assunto é uma vampira bailarina caçando seu jantar. Sabendo disso, Matt e Tyler aproveitam ao máximo as possibilidades cênicas e de efeito que podem criar à frente de <strong><em>Abigail</em></strong>.</p>
<p>É essa mesma atmosfera de comicidade e tensão que amarra os 109 minutos de filme. É preciso ter em mente, contudo, que essa jornada não é para todos. Há quem vá achar <strong><em>Abigail</em></strong> um grande besteirol ou, até mesmo, há quem possa querer eliminar a possibilidade de classificação do filme como um longa de horror – ainda que exista o subgênero terrir (terror + riso) que englobe esse tipo de histórias.</p>
<figure id="attachment_17969" aria-describedby="caption-attachment-17969" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17969" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-750x500.jpg" alt="Abigail (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17969" class="wp-caption-text">Alisha Weir e Kathryn Newton em cena de &#8216;Abigail&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p>Para aqueles, no entanto, que gostam de uma montanha-russa de emoções, como a de <em>Um Lobisomem Americano em Londres (1981)</em>, <em>Todo Mundo Quase Morto (2004)</em>,<em> Freaky – No Corpo de um Assassino (2020)</em> ou <em>Renfield (2023)</em>, <strong><em>Abigail</em></strong> é a escolha ideal para o final de semana. O projeto te deixa roendo as unhas e, logo em seguida, te faz gargalhar alto no meio da sessão. Independente do tipo de público que você se encaixe, o filme dividirá opiniões por sua abordagem não tão convencional.</p>
<p>Para além dessas questões de estrutura narrativa, a direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett acerta ao orquestrar, de forma equilibrada, momentos cômicos, tensos e <em>gore</em>. Eles se mostram, mais uma vez, fãs do gênero o qual trabalham, recheando sua nova obra com referências e homenagens aos filmes que inspiraram <strong><em>Abigail</em></strong>. Tudo isso sem perder de vista a essência de seus trabalhos e, por consequência, de sua produtora. Identidade é uma palavra que define o que projeto é para a carreira dos diretores.</p>
<p>Outro elemento fundamental para o funcionamento dessa ode aos filmes de vampiro é o elenco. O <em>casting</em> não poderia ter sido melhor escolhido. Tanto o núcleo dos sequestradores, com Melissa Barrera (<em>In the Heights</em>, de 2021), Dan Stevens (<em>Godzilla e Kong: O Novo Império</em>, de 2024), Kathryn Newton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-formiga-e-a-vespa-quantumania/"><em>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</em></a>, de 2023), William Catlett (<em>Raio Negro</em>, de 2018-2021), Kevin Durand (<em>Locke &amp; Key</em>, de 2021-2022) e Angus Cloud (<em>Euphoria</em>, de 2019-2022), como a atriz-mirim, Alisha Weir (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-matilda-o-musical/"><em>Matilda: O Musical</em></a>, de 2022), dominam <strong><em>Abigail</em></strong>, cada um em seu tempo.</p>
<p>É preciso, contudo, destacar o trabalho de Melissa, Kathryn, Kevin e Alisha. Os quatro simplesmente roubam a atenção em seus respectivos papéis. Seja pelo <em>timing</em> do humor, pela força do drama ou pela tensão palpável do terror, são seus personagens que abraçam o espectador logo de início. Inclusive, em alguns momentos de <strong><em>Abigail</em></strong>, os quatro se separam em duas duplas para entregar algumas das melhores cenas do projeto.</p>
<p>Seja no embate entre a sofrida Joey, de Melissa Barrera, e a perversa Abigail, de Alisha Weir, ou até mesmo nas desventuras e desacertos de Sammy e Peter (respectivamente, Kathryn Newton e Kevin Durand), <strong><em>Abigail</em></strong> hipnotiza o público durante a duração. E, ainda que seja veterana no cinema, é louvável o desempenho maduro e potente da atriz irlandesa de 9 anos ao dar vida à vampira bailarina.</p>
<p>O que fica é essa mistura de possibilidades que é tão a cara da Radio Silence. Assim como fez em <em>Casamento Sangrento</em>, a produtora brinca com os tropos, as características e até mesmo os limites do gênero ao produzir uma história como essa. Ainda que os <em>Pânicos</em> e o longa de 2019 sejam mais fechados em si, <strong><em>Abigail</em></strong> não deixa a desejar e sabe exatamente onde quer chegar. Por essa razão, apesar dos alívios cômicos serem constantes, quando é hora de investir no terror e no <em>gore</em>, o roteiro, a direção e o departamento de arte não medem esforços para criar cenas cada vez mais bizarras e sangrentas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Melissa Barrera, Dan Stevens, Alisha Weir, Kathryn Newton, William Catlett, Kevin Durand, Angus Cloud, Giancarlo Esposito e Matthew Goode</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/q2YY3SQjj_c?si=DbNo-fEEfQvIdOxa" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/">Crítica: Abigail</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Colossal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 14:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Colossal]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stevens]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Sudeikis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7766</guid>

					<description><![CDATA[<p>Colossal provavelmente ficará com o título de filme com a premissa e o desenvolvimento mais absurdos de 2017. Ainda que o longa do diretor espanhol Nacho Vigalondo (de Perseguição Virtual) não seja isento de deslizes, não há como negar que estamos diante de uma obra que prima pela criatividade ao contar a história de uma jovem desempregada com sintomas de depressão e alcoolismo que se vê ligada ao ataque de um monstro gigante em Seul, capital da Coreia do Sul. Conceitualmente, Vigalondo, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/">Crítica: Colossal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Colossal </i>provavelmente ficará com o título de filme com a premissa e o desenvolvimento mais absurdos de 2017. Ainda que o longa do diretor espanhol Nacho Vigalondo (de <i>Perseguição Virtual</i>) não seja isento de deslizes, não há como negar que estamos diante de uma obra que prima pela criatividade ao contar a história de uma jovem desempregada com sintomas de depressão e alcoolismo que se vê ligada ao ataque de um monstro gigante em Seul, capital da Coreia do Sul.</p>
<p>Conceitualmente, Vigalondo, também roteirista do filme, faz de <i>Colossal </i>um longa que se apropria do cinema oriental marcado pelas histórias de monstros gigantes que invadem cidades ou disputam esse espaço com outras criaturas, mas no fundo o realizador quer falar de questões íntimas da sua protagonista, vivida por uma inspirada Anne Hathaway. Usando tais referências como metáforas para os conflitos existenciais e de relacionamento da mesma, Vigalondo realiza um filme perspicaz, engraçado e sensível, ainda que arque com as consequências inevitáveis de ir ao extremo com o absurdo da sua história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Colossal</i> Anne Hathaway vive Gloria, uma mulher que se desentende com seu namorado Tim (Dan Stevens, da série <i>Downton Abbey</i>) porque não consegue arrumar emprego e costuma varar a madrugada regada a álcool. Quando os dois se separam, Gloria pega suas coisas e retorna a cidadezinha em que fora criada, se reencontrando com Oscar, papel de Jason Sudeikis (de <i>Quero Matar Meu Chefe</i>), um amigo de infância. A personagem de Hathaway acaba conseguindo um emprego de garçonete no bar de Oscar e encontrando uma estranha conexão entre sua vida e o reiterado aparecimento de um monstro em Seul. Aos poucos o espectador percebe que o que o realizador está sinalizando com sua premissa, que posteriormente revela elementos ainda mais fantásticos, é que tudo é pretexto para construir uma narrativa de amadurecimento e evolução da própria protagonista da história lutando contra monstros internos (vícios, depressão, medos etc) e externos (relacionamentos com homens abusivos ou omissos) algo que cria paralelo com a clássica disputa entre <i>kaijus</i> (os monstros orientais do cinema &#8211; por vezes com robôs gigantes) pelo controle de uma metrópole. No final das contas, <i>Colossal </i>acaba sendo um filme que narra a tomada de rédeas da própria vida por Glória.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7768" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/07colossal-master768-v3.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como sinalizado no início, <i>Colossal </i>não é isento de deslizes. Seu roteiro por vezes se perde nas tentativas de construir uma certa logicidade a sucessão de seus acontecimentos fantásticos. Acontece que o longa possui méritos que superam em larga escala suas falhas. A maneira como Vigalondo estabelece o encontro entre a história de Gloria e as aparições do seu<i> kaiju</i> é curiosa e serve de fato para construir uma protagonista complexa, que está bem distante do protótipo da heroína romântica e que por apresentar falhas tem muito a evoluir até o desfecho do filme, ganhando gradualmente autonomia. Muitas vezes  por não se levar tão a sério e por trazer o verniz do fantástico, <i>Colossal </i>traz como risco a dificuldade de se vender para sua plateia, é &#8220;fora da casinha&#8221; demais para o público adolescente que lota os multiplexes, mas também pop demais para públicos que procuram um cinema mais refinado (ou que crê ser mais intelectualmente refinado que outros cinemas). <i>Colossal</i> pode ser satisfatório para ambos se for assistido sem resistências e com muita tolerância para os caminhos tortuosamente esquisitos de sua história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Encontrando uma forma curiosa e singular de contar a trajetória da sua protagonista e extrair reflexões profundas sobre a psicologia e as relações sociais da mesma, mas também oferecendo ao público um outro modo de fazer o cinema <i>kaiju</i>, <i>Colossal </i>não será um filme que deixará o espectador em cima do muro ao final da sessão. Ame-o ou deixe-o, uma coisa é certa, Nacho Vigalondo não escolheu caminhos muito óbvios em um filme que mantém a gente curioso a respeito do lugar para onde irá nos levar depois de surpreender a gente com sua anarquia peculiar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MU6YXhgLEN4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/">Crítica: Colossal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Bela e A Fera</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 04:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela e A Fera]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stevens]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Watson]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7502</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Disney consegue nos levar para os lugares mais encantados e inimagináveis do mundo. Retomar uma história que fez tanto sucesso há 26 anos e, desta vez, com atores de verdade, é uma tarefa incrível e audaciosa. Mas estamos falando de Disney, não é?! E Disney não brinca em serviço. O enredo já é conhecido, mas não menos interessante: Bela é uma jovem considerada estranha pelas pessoas da pequena vila que mora por adorar ler e não gostar do galante [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/">Crítica: A Bela e A Fera</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Disney consegue nos levar para os lugares mais encantados e inimagináveis do mundo. Retomar uma história que fez tanto sucesso há 26 anos e, desta vez, com atores de verdade, é uma tarefa incrível e audaciosa. Mas estamos falando de Disney, não é?! E Disney não brinca em serviço.</p>
<p>O enredo já é conhecido, mas não menos interessante: Bela é uma jovem considerada estranha pelas pessoas da pequena vila que mora por adorar ler e não gostar do galante Gaston, solteiro almejado por muitas. Bela se vê tendo que ocupar o lugar de seu pai quando o mesmo é capturado por uma Fera. Ela então passa a morar no castelo, como prisioneira.</p>
<p>Difícil saber por onde começar a falar de um filme que já começa com uma belíssima cena musical de abertura. Cores dançando pela tela, trajes milimetricamente pensados, cenário cuidadoso e uma fotografia deslumbrante. Tudo isso consegue fazer com que o espectador se insira na atmosfera do longa sem a menor dificuldade e fique 100% imerso.</p>
<p>O diretor Bill Condon, responsável pelo musical <i>Chicago</i>, relembrou toda sua experiência sonora e aplicou neste filme. As tomadas são entusiasmantes e efusivas, mas na medida certa, sem exagero. É como se ele conseguisse recuperar todo o nosso espírito infantil de quando assistimos o desenho animado quando éramos crianças.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7504" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/174979.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Diferente de <i>Malévola</i>, por exemplo, que trouxe uma história completamente diferente daquela apresentada no desenho animado,<i> A Bela e a Fera </i>é extramente fiel à obra original,inclusive nos diálogos. Apesar disso, que considero um ótimo detalhe que deve agradar a boa maioria dos fãs, a produção também traz um material original que é capaz de conectar ainda mais a trajetória de Bela como protagonista.</p>
<p>As cenas de música são realmente um espetáculo à parte, de encantar o espectador, que se pega sorrindo em diversos momentos. O cuidado pode ser visto também no luxo das roupas e decoração, além dos efeitos visuais. A Fera realmente está cheia de facetas que a tornam um protagonista real e não apenas de apoio para Bela.</p>
<p>Emma Watson, por sinal, está a verdadeira Bela. É quase impossível perceber qualquer traço de Hermione nela, o que mostra que a atriz conseguiu se desvencilhar muito bem do papel que a lançou. A união dela com Kevin Klein, que interpreta Maurice, o pai, também é certeira, assim como Luke Evans no papel de Gaston. Já Dan Stevens, que aparece apenas no início e no final, depois que deixa de ser Fera, também traz todo o requinte da história, com seu ar de nobreza europeia.</p>
<p>Quanto ao personagem homossexual, jamais conseguirei compreender tamanho alvoroço. A Disney vem inserindo cada vez mais a diversidade em seus filmes, mostrando a todos as múltiplas diferenças que a sociedade tem. Ainda assim, o faz de maneira cautelosa e suave, sem ser agressivo. Ela nunca esquece que seu público é, em sua maioria, crianças.</p>
<p>A Disney vem retomando alguns clássicos e transformando em <i>live-action</i>, porque já percebeu que o público de antigamente compra a ideia e o atual também se interessa por tais histórias. <i>Cinderela</i> e agora <i>A Bela e a Fera </i>são exemplos disso. É uma sensação de puro encantamento e emoção assistir à essa história novamente, sob um ângulo mais completo e gracioso. É como se fizéssemos parte de tudo isso. Mas efetivamente fizemos, não é verdade?! Vale cada segundo.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/yzHuQPgO3Gs?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/">Crítica: A Bela e A Fera</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira primeiro teaser trailer do longa A Bela e a Fera!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-a-bela-e-a-fera/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-a-bela-e-a-fera/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 19:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela e A Fera]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stevens]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Watson]]></category>
		<category><![CDATA[Ian McKellen]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Evans]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6023</guid>

					<description><![CDATA[<p>Finalmente saiu o primeiro teaser trailer do super aguardado longa de live-action da Disney, A Bela e a Fera. Os fãs podem conferir detalhes minuciosos do cenário do castelo onde a Bela conhece a Fera, além de ouvir a voz dos personagens Lumiere e Maurice se assustando com a chegada de uma “garota”. O vídeo já nos apresenta de cara a trilha sonora original, arrepiando qualquer espectador mais sensível. O filme será lançado apenas em março de 2017 e conta [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-a-bela-e-a-fera/">Confira primeiro teaser trailer do longa A Bela e a Fera!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente saiu o primeiro teaser trailer do super aguardado longa de live-action da Disney, <strong><em>A Bela e a Fera</em></strong>. Os fãs podem conferir detalhes minuciosos do cenário do castelo onde a Bela conhece a Fera, além de ouvir a voz dos personagens Lumiere e Maurice se assustando com a chegada de uma “garota”. O vídeo já nos apresenta de cara a trilha sonora original, arrepiando qualquer espectador mais sensível.</p>
<p>O filme será lançado apenas em março de 2017 e conta com a presença de Emma Watson (Bela), Dan Stevens (Fera), Luke Evans (Gaston), Josh Gad (Lefou), Kevin Kline (Maurice) e Ewan McGregor (Lumiere). Emma Thompson e Ian McKellen também participam da trama. A direção fica por conta de Bill Condon (<em>A Saga Crepúsculo: Amanhecer</em>).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Confira o trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OKn53ajIiIg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-a-bela-e-a-fera/">Confira primeiro teaser trailer do longa A Bela e a Fera!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-a-bela-e-a-fera/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
