<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Criolo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/criolo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/criolo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Dec 2019 13:48:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Criolo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/criolo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: O Juízo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 13:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Criolo]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Camargo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Eiras]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Torres Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Kênia Bárbara]]></category>
		<category><![CDATA[Lima Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[O Juízo]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12015</guid>

					<description><![CDATA[<p>Temos vivido um momento do gênero horror marcado por uma alta produtividade ou, pelo menos, de um destaque maior dos seus títulos. O Brasil não escapa desse momento com títulos importantes nos últimos anos, como As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida, e Morto não fala, de Dennison Ramalho. Andrucha Waddington (Sob Pressão) e Fernanda Torres (A Mulher Invisível) embarcaram na primeira empreitada pelo gênero com O Juízo, ele na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/">Crítica: O Juízo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos vivido um momento do gênero horror marcado por uma alta produtividade ou, pelo menos, de um destaque maior dos seus títulos. O Brasil não escapa desse momento com títulos importantes nos últimos anos, como <em>As Boas Maneiras</em>, de Juliana Rojas e Marco Dutra, <em>A Sombra do Pai</em>, de Gabriela Amaral Almeida, e <em>Morto não fala</em>, de Dennison Ramalho.</p>
<p>Andrucha Waddington (<em>Sob Pressão</em>) e Fernanda Torres (<em>A Mulher Invisível</em>) embarcaram na primeira empreitada pelo gênero com <em><strong>O Juízo</strong></em>, ele na direção e ela no roteiro. Surpreendentemente, o resultado do filme é marcado por algumas irregularidades que prejudicam de maneira severa a obra, pelo ponto de vista da construção da sua trama.</p>
<p>O longa conta a história de um homem (Felipe Camargo, <em>O Rastro</em>) que muda-se com sua esposa (Carol Castro, <em>Um Suburbano Sortudo</em>) e filho (Joaquim Torres Waddington) para uma propriedade rural herdada. Lá ele se depara com o &#8220;passado maldito&#8221; dos seus antepassados, que volta para lhe atormentar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12016" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Juízo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Felipe Camargo protagoniza a história ao lado de Carol Castro, mas há coadjuvantes de luxo no longa, como Fernanda Montenegro (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-vida-invisivel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Vida Invisível</em></a>) e Lima Duarte (<em>Colegas</em>). Todo o elenco está muito bem no filme e faz aquilo que seus personagens demandam, conferindo autenticidade aos sentimentos das suas personagens e ao desenvolvimento deles ao longo da história. Vale destacar a participação de Criolo (<em>Jonas</em>) no projeto, com uma interpretação muito marcante e objetiva. O problema do título, definitivamente, não está nesse departamento.</p>
<p>Waddington consegue conferir uma atmosfera soturna em <strong><em>O Juízo</em></strong>, que encontra eco no isolamento social desses personagens. Tudo nessa ambiência rural mitológica brasileira representada por esse casarão de passado escravocrata. Ele manifesta-se de maneira sobrenatural para cobrar a dívida dos seus personagens brancos. O problema é que o roteiro escrito por Torres anda em círculos, &#8220;cozinhando&#8221; o espectador até oferecer aquilo que de fato interessa a história. Ao mesmo tempo, Waddington não consegue resolver esse impasse do script com soluções visuais que poderiam tornar a narrativa, ao menos, visualmente simbólica, avançando algum tipo de acréscimo imagético ao filme.</p>
<p>Assim, <em><strong>O Juízo</strong></em> acaba resultando em um capítulo frágil na carreira dos seus responsáveis com credenciais acima da média. Falta ao longa, o vigor cinematográfico marcante em alguns filmes da carreira de Waddington, em especial, <em>Eu Tu Eles</em> e <em>Casa de Areia</em>. Além disso, o projeto também carece da cadência narrativa que Torres usualmente confere em seus textos.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andrucha Waddington<br />
<strong>Elenco:</strong> Felipe Camargo, Carol Castro, Joaquim Torres Waddington, Criolo, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Fernando Eiras, Kênia Bárbara</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AseYLSef7f8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AseYLSef7f8">.</a></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/">Crítica: O Juízo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Tudo que Aprendemos Juntos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-que-aprendemos-juntos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-que-aprendemos-juntos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 22:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Criolo]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda de Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Lázaro Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Corveloni]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo que Aprendemos Juntos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4045</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Tudo que Aprendemos Juntos apresenta um Sérgio Machado que bebe de várias fontes para contar os eventos reais por trás da formação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis. A mais óbvia são as clássicas e edificantes narrativas sobre o poder da educação centradas em um icônico personagem já visto em filmes como Sociedade dos Poetas Mortos, o professor que torna-se inspiração para um grupo de jovens. Aliado a isso está o contexto problemático da exclusão social no Brasil, o crime como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-que-aprendemos-juntos/">Crítica: Tudo que Aprendemos Juntos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4047" aria-describedby="caption-attachment-4047" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/lazaro-ramos-vive-laerte-professor-que-ensina-musica-classica-a-jovens-de-heliopolis-em-tudo-que-aprendemos-juntos-1444413313460_956x500.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4047 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/lazaro-ramos-vive-laerte-professor-que-ensina-musica-classica-a-jovens-de-heliopolis-em-tudo-que-aprendemos-juntos-1444413313460_956x500-620x324.jpg" alt="lazaro-ramos-vive-laerte-professor-que-ensina-musica-classica-a-jovens-de-heliopolis-em-tudo-que-aprendemos-juntos-1444413313460_956x500" width="620" height="324" /></a><figcaption id="caption-attachment-4047" class="wp-caption-text">Emoção: Trama do filme de Sérgio Machado percorre caminhos conhecidos mas consegue envolver espectador com mensagem importante</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i data-blogger-escaped-style="font-style: italic;">Tudo que Aprendemos Juntos </i>apresenta um Sérgio Machado que bebe de várias fontes para contar os eventos reais por trás da formação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis. A mais óbvia são as clássicas e edificantes narrativas sobre o poder da educação centradas em um icônico personagem já visto em filmes como <i>Sociedade dos Poetas Mortos</i>, o professor que torna-se inspiração para um grupo de jovens. Aliado a isso está o contexto problemático da exclusão social no Brasil, o crime como alternativa de vida sedutora para uma juventude com pouca perspectiva e o universo elitizado da música erudita. A combinação de tudo isso traz um dos longas mais eficientes da carreira do baiano Sérgio Machado, que tem no currículo produções como <i>Cidade Baixa</i> e<i> Quincas Berro D&#8217;Água</i>.</p>
<figure id="attachment_4046" aria-describedby="caption-attachment-4046" style="width: 615px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/lazaro-ramos-em-cena-de-acorda-brasil-de-sergio-machado-1422533564047_615x300.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4046 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/lazaro-ramos-em-cena-de-acorda-brasil-de-sergio-machado-1422533564047_615x300.jpg" alt="lazaro-ramos-em-cena-de-acorda-brasil-de-sergio-machado-1422533564047_615x300" width="615" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-4046" class="wp-caption-text">Oportunidade: Filme utiliza a clássica narrativa em torno da transformação mobilizada pelo conhecimento e pela arte</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Tudo que Aprendemos Juntos </i>é, inicialmente, centrado na vida de Laerte, um dedicado e talentoso violinista interpretado por Lázaro Ramos que encontra dificuldades para passar no teste da OSESP, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Como um meio de sobrevivência, Laerte acaba aceitando o emprego de professor em uma escola pública da periferia de São Paulo para ensinar música a um grupo de adolescentes. A experiência que a princípio mostra-se completamente desestimulante pelo desinteresse do grupo nas aulas e pela convivência diária com o crime organizado da favela passa a fazer nascer no violinista um interesse pelos jovens a partir da descoberta de um talento excepcional na classe. Daí em diante, os garotos e Laerte aprenderão lições importantes que os farão enxergar outras possibilidades na vida e conferir importância a determinadas coisas que antes não tinham valor ou sentido.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Mesmo tendo em mãos um tipo de história aparentemente &#8220;batida&#8221; e com sério risco de tornar-se piegas em determinado momento, a condução de Sérgio Machado e o roteiro lúcido escrito por Maria Adelaide Amaral, Marta Nehring, Marcelo Gomes e pelo próprio diretor tornam <i>Tudo que Aprendemos Juntos </i>um filme capaz de gerar um envolvimento emocional espontâneo e intenso no espectador. Os roteiristas e o diretor constroem uma história que sai da banalidade para ir gradativamente ganhando o coração da plateia na medida em que consegue passar uma mensagem simples, repetida, é verdade, mas como muita lucidez, sensibilidade e sempre pertinente: a de que a educação e a arte são chaves de transformação humana.</p>
</div>
<figure id="attachment_4048" aria-describedby="caption-attachment-4048" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-violin-teacher-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4048 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-violin-teacher-1-620x341.jpg" alt="the-violin-teacher (1)" width="620" height="341" /></a><figcaption id="caption-attachment-4048" class="wp-caption-text">Do erudito ao popular: Turma de jovem músicos da periferia consegue formar a Orquestra de Heliópolis</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem maiores elucubrações ou experimentações visuais e narrativas, Sérgio Machado realiza um filme repleto de momentos emocionantes e pungentes apoiados em uma interpretação certeira de Lázaro Ramos e do seu elenco de jovens talentos. Assim, <i>Tudo que Aprendemos Juntos </i>é um tipo de filme que já vimos alguma vez em algum lugar com outras caras (talvez gringas) na pele dos seus personagens e cuja mensagem nos soa familiar, mas que sempre que realizada de maneira emocionalmente sincera como Sérgio Machado faz do início ao fim da sua história evidencia um reforço de consciência sobre o que realmente é importante no mundo e faz a vida das pessoas melhorarem.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-que-aprendemos-juntos/">Crítica: Tudo que Aprendemos Juntos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-que-aprendemos-juntos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
