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	<title>Arquivos Comédia Romântica - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Comédia Romântica - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Dublê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 19:55:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do fenômeno do Barbenheimer, Ryan Gosling (O Primeiro Homem, de 2018, e Barbie, de 2023) e Emily Blunt (O Retorno de Mary Poppins, de 2018, e Oppenheimer, de 2023) passaram a pleitear espaço nas mídias para o seu próximo trabalho, dessa vez juntos. Com seus nomes mais em alta do que nunca, a dupla de intérpretes estrela O Dublê, o novo longa-metragem do diretor David Leitch (Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw, de 2019, e Trem-Bala, de 2022), levemente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Depois do fenômeno do Barbenheimer, Ryan Gosling (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><i><span style="font-weight: 400;">O Primeiro Homem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-barbie/"><i><span style="font-weight: 400;">Barbie</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) e Emily Blunt (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-mary-poppins/"><i><span style="font-weight: 400;">O Retorno de Mary Poppins</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/"><i><span style="font-weight: 400;">Oppenheimer</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) passaram a pleitear espaço nas mídias para o seu próximo trabalho, dessa vez juntos. Com seus nomes mais em alta do que nunca, a dupla de intérpretes estrela </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">, o novo longa-metragem do diretor David Leitch (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><i><span style="font-weight: 400;">Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trem-bala/"><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022), levemente inspirada na série de TV de mesmo nome dos anos 1980. O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira (2) como uma promessa de ser um dos maiores sucessos de ação do ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além do burburinho do projeto que surge por conta de suas estrelas, ainda há algo de muito pessoal sobre o longa para o diretor. Além de cineasta e ator, David também é coordenador de dublê e performer nesse setor. Ou seja, </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> tem uma força pessoal sobre enaltecer um dos departamentos negligenciados quando se pensa na indústria de Hollywood. Com isso, o filme é uma viagem intensa e cômica tanto no universo do trabalho dos dublês, como na própria arte de se fazer cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">, Colt Seavers (Gosling) é um dublê de ação que se vê metido numa confusão gigantesca. Enquanto ele tenta reatar sua paixão com a diretora estreante Jody Moreno (Blunt), Colt  investiga o desaparecimento da estrela do filme de sua amada, o famoso ator Tom Ryder (Aaron Taylor-Johnson). O problema é que ele precisa fazer tudo isso em segredo, na esperança de salvar o primeiro filme de Jody antes que descubram que o ator sumiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os trailers, as entrevistas e tudo mais que se sabe da produção antes de assistí-la, indica que o público está indo para uma sessão de algo que se assemelha a uma versão mais família de </span><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala (2022)</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dois-caras-legais/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Caras Legais (2016)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> ou uma mistura dos dois. O resultado de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> é, no entanto, algo ainda mais satisfatório. Mesmo que fosse um mix entre os dois longas &#8211; um deles estrelados também pelo Gosling -, o novo filme de David Leitch já seria interessante e engraçado o suficiente para fazer uma arrecadação interessante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que o roteiro de Drew Pearce (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-artemis/"><i><span style="font-weight: 400;">Hotel Artemis</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018) entrega ao espectador, contudo, é algo infinitamente melhor do que se poderia imaginar. </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> tem uma energia similar a de </span><i><span style="font-weight: 400;">As Panteras</span></i><span style="font-weight: 400;"> dos anos 2000. Abraçando o exagero, o humor sem amarras e ainda adicionando o mundo do cinema em sua estrutura, a produção é um mergulho no que há de melhor na filmografia do diretor e do roteirista, além de ter a dupla de protagonistas fazendo algo que ambos brilham, que é comédia.</span></p>
<figure id="attachment_18025" aria-describedby="caption-attachment-18025" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18025" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-750x500.jpg" alt="O Dublê (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2.jpg 1125w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18025" class="wp-caption-text">Ryan Gosling e Emily Blunt em cena de &#8216;O Dublê&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> é simplesmente um caldeirão de referências, piadas e cenas de ação monumentais que resultam num filme surpreendentemente divertido. É um encontro entre </span><i><span style="font-weight: 400;">Missão: Impossível (1996-)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Chumbo Grosso (2007)</span></i><span style="font-weight: 400;">. É um roteiro que não tem medo de ser exagerado quando precisa. Além disso, o texto é recheado de autorreferências e brincadeiras sobre o fazer cinema e alguns filmes bem conhecidos do público &#8211; incluindo uma constante e hilária sátira a odisseia espacial de Dennis Villeneuve (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><i><span style="font-weight: 400;">Duna</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2021, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna-parte-2/"><i><span style="font-weight: 400;">Duna: Parte 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco é outro ponto alto de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">. Parece que ele foi escolhido a dedo. Ryan Gosling está no tipo de papel que nasceu pra fazer. Ele brilha como ninguém em comédias, especialmente quando essas têm camadas que permitem que o ator possa brincar com o roteiro. Emily Blunt completa a realeza desse relacionamento em tela que, ainda que não soubéssemos, era o que o público mais precisava. Também é preciso parabenizar os trabalhos de Hannah Waddingham (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/"><i><span style="font-weight: 400;">Abracadabra 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022) e Winston Duke (</span><i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/">Pantera Negra 1</a> e 2</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2018 e 2022) que também brilham no filme e arrematam o público com momentos divertidíssimos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa explosão de sentimentos e diversidade de gêneros é a força de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">. Ele é um filme de ação ao mesmo tempo que é de comédia e de suspense. O roteiro consegue misturar os três bem e é coeso o suficiente para não perder o público, mesmo que às vezes brinque com os limites do crível ou exagerado. Mas isso faz parte do show. Essa é a essência do projeto e, provavelmente, vai ser isso e seus nomes estelares que farão deste um projeto extremamente lucrativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E assim a narrativa de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> entrega tudo o que o espectador quer: romance, drama, ação, aventura e mistério. Tudo isso com direito a um vislumbre do que é a arte de fazer cinema &#8211; sem falar nas constantes referências visuais, sonoras e de discurso a outros sucessos da telona. É um filme para família que diverte até a barriga doer, mas não perde a qualidade e nem se coloca menor do que nenhum outro filme. E, quem sabe, o longa pode até chegar a temporada de premiação com direito a algumas nomeações.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Ryan Gosling, Emily Blunt, Aaron Taylor-Johnson, Hannah Waddingham, Teresa Palmer, Stephanie Hsu e Winston Duke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/3ArnMu7JKyU?si=DZEZoMRE7lx7nJZL" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Alguém Avisa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 19:36:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nova comédia romântica natalina do Hulu, Alguém Avisa? é tudo que se espera de um título do gênero. A trilha sonora, de Amie Doherty (Eu, Tonya) e Lesley Barber (Manchester à Beira-Mar), é um dos destaques aqui e reúne canções típicas do Natal, como “My Favorite Time of the Year” e “Jingle Bells”. É notável como as músicas ambientam o espectador, fazendo com que este se sinta imerso neste universo ficcional. Mas, o melhor é que elas não chegam tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nova comédia romântica natalina do Hulu, <strong><em>Alguém Avisa?</em></strong> é tudo que se espera de um título do gênero. A trilha sonora, de Amie Doherty (<em>Eu, Tonya</em>) e Lesley Barber (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-manchester-a-beira-mar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Manchester à Beira-Mar</em></a>), é um dos destaques aqui e reúne canções típicas do Natal, como “My Favorite Time of the Year” e “Jingle Bells”. É notável como as músicas ambientam o espectador, fazendo com que este se sinta imerso neste universo ficcional. Mas, o melhor é que elas não chegam tão incisivamente, ao ponto de parecer algo forçado para criar clima, apenas.</p>
<p>Outro fator que contribui para a sensação de festas de final de ano é a direção de arte. As cores e objetos costumeiros estão ali, porém há um cuidado em suavizar estes elementos, a fim de não tirar o foco do que está sendo contado. Um exemplo é a cena na qual a protagonista, Abby (Kristen Stewart, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>As Panteras</em></a>), conversa com o melhor amigo John (Daniel Levy), em um café. Pequenos toques de verde, azul, amarelo e dourado se fazem presentes, mas o que importa é o diálogo entre a dupla. De toda forma, estes detalhes são o que engrandecem a obra.</p>
<p>Dentro de toda essa construção, de instalação de atmosfera, há um equilíbrio. O longa fala justamente da quebra da manutenção de certo tradicionalismo hipócrita da sociedade, que faz com que pessoas tenham receio de se desconstruir e de lutar contra o status quo, demorando para que revelem quem são de verdade. Logo, o que fica aqui impresso é certa dualidade de um mundo que artificial e decorado, com o que habita os sentimentos das personagens.</p>
<p>Nesta lógica, há uma progressão narrativa em <strong><em>Alguém Avisa? </em></strong>onde o passado e o presente se encontram e decisões precisam ser tomadas. Abby tem uma namorada, a Harper (Mackenzie Davis, <em>Tully</em>), que não saiu do armário para a família. O casal vai passar o Natal com os pais, irmãs e sobrinhos de Harper. Neste contexto, Abby se sente sufocada com este segredo e começa a desconhecer sua companheira. Naquele local, Harper parece ser outra. É a partir disso, que surge Riley (Aubrey Plaza, <em>Tirando o Atraso</em>), ex de Harper. O público, então, passa a acompanhar o afastamento entre Abby e Harper e a aproximação entre Riley e Abby.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13580" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Alguém Avisa?" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A química entre Stewart e Plaza é forte, o que contribui para a <em>shippagem</em> das duas. As sequências crescem bastante quando elas estão juntas. As interpretações, que, no geral, são positivas, têm uma qualidade ainda mais superior quando as atrizes contracenam. Os olhares, gestos e movimentações são rica, porque imprimem cada identificação e desconforto que acaba surgindo entre Abby e Riley. Apesar da dinâmica forte delas, o desfecho acaba se encaixando bem na proposta do filme. Mesmo que a escolha mais ousada fosse outra, explorar as dificuldades e processos de se assumir para os parentes acaba sendo mais importante e forte.</p>
<p>Estas tensões são fomentadas pela direção de Clea Duvall (<em>A Intervenção</em>), que não traz nada de inventivo, contudo, consegue um resultado eficaz, principalmente em termos de decupagem. A proximidade com as personagens e as suas emoções vêm muito das escolhas de plano e enquadramento de Duvall. Isto cresce mais ainda com a inserção de alguns cortes secos, que aumentam tanto os momentos cômicos, quanto os de suspensão.</p>
<p>Apesar de<strong> <em>Alguém Avisa?</em></strong> reunir bastante pontos positivos, o texto peca, em alguns momentos, por se expositivo. Quando quem assiste é subestimado a complexidade da trama é subtraída. A reiteração, se não aparece para causar algum efeito específico, tende a interromper a lógica de velocidade estabelecida, interferindo diretamente no ritmo como um todo. No entanto, este fator não compromete a produção, que vale a pena ser conferida não apenas pela sua doçura no trato das relações humanas, mas também pelo seu cuidado em evocar a técnica como fomento e diálogo direto com a história trazida na tela.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Clea Duvall</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Kristen Stewart, Mackenzie Davis, Aubrey Plaza, Mary Steenburgen, Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber, Jake McDorman, Clea Duvall</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BN9vUWwtZOk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/">Crítica: Alguém Avisa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Dica do dia: Desperados (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:59:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre irregularidades, inverossimilhanças e diálogos expositivos, Desperados consegue, surpreendentemente, trazer um resultado divertido. A começar pelo trio protagonista formado por Wesley (Nasim Pedrad, Aladdin), Brooke (Anna Camp, A Escolha Perfeita 3) e Kaylie (Sarah Burns, Big Little Lies). Individualmente falando, as atuações não são fortes e recorrem aos caminhos mais fáceis, como na acentuação das palavras repetidamente e uma movimentação de cena &#8220;suja&#8221;. No entanto, a dinâmica que elas estabelecem entre si é positiva, pois consegue passar certa intimidade e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre irregularidades, inverossimilhanças e diálogos expositivos, <strong><em>Desperados</em> </strong>consegue, surpreendentemente, trazer um resultado divertido. A começar pelo trio protagonista formado por Wesley (Nasim Pedrad, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Aladdin</em></a>), Brooke (Anna Camp, <em>A Escolha Perfeita 3</em>) e Kaylie (Sarah Burns, <em>Big Little Lies</em>). Individualmente falando, as atuações não são fortes e recorrem aos caminhos mais fáceis, como na acentuação das palavras repetidamente e uma movimentação de cena &#8220;suja&#8221;. No entanto, a dinâmica que elas estabelecem entre si é positiva, pois consegue passar certa intimidade e cumplicidade. Isto é algo que vale ressaltar em uma produção onde a direção de atores parece frágil, pois o elenco não tem unidade nas atuações. Seja pelas escolhas de tom, que destoam das próprias cenas em algumas partes ou pelo trato do texto, falta processo e estudo.</p>
<p>A sensação é quase de que está se acompanhando improvisações e que a compreensão do roteiro ainda não foi alcançada. Ainda assim, há qualidade em uma outra relação na narrativa. A química entre Wesley e Sean (Lamorne Morris, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-yesterday/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Yesterday</em></a>) é instantânea na tela. É impressionante como, mesmo após a sequência da primeira interação da dupla, a roteirista Ellen Rapoport (<em>The Starlet</em>) tenta “enganar” o espectador e dar diversas voltas, apenas para revelar no final o que já estava claro em menos de dez minutos de projeção. Além disso, a personagem de Morris acaba sendo jogada em múltiplos momentos e situações, sem uma razão aparente a não ser por convir para Rapoport. </p>
<p>Ainda pensando no trabalho textual, é curioso notar as reiterações que o longa faz. Depois de já estar bem claro o desespero de Wesley, por exemplo, seja no título da obra e nas conversas da personagem com suas melhores amigas e no telefone, a equipe achou necessário reforçar isto visualmente. Vários planos detalhes da residência da moça são mostrados, objetos de despedidas de solteira, de convite de chás de bebês e etc, como se ela fosse uma pessoa enlouquecida por não estar em um casamento e, de certo modo, até com rancor de quem está casado. É um tanto triste este elemento tendencioso, já que roteiro e direção são assinados por duas mulheres.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12994" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/4277932.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Desperados" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/4277932.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/4277932.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/4277932.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A cineasta Lauren Palmigiano (<em>Mr Mom</em>) fomenta estereótipos, principalmente em questões de enquadramentos que passam um tom tão forte de distanciamento para com Wesley, que acaba sendo colocada em um lugar de ridicularização. Até em seu desfecho, quando faz uma<em> mise-em-scéne</em> que joga com as relações de poder entre mulheres diante de um homem, a direção carrega um olhar que reproduz um discurso de que a força feminina é mais intensa quando ela está ao lado de um homem que ama (eca?). Existe também uma questão de falta de ritmo que permeia <strong><em>Desperados</em></strong>. É como se ele passasse tanto tempo procurando colocar ações frenéticas que quando chega o respiro, as situações perdem a graça. Se uma história é contada sem equilibrar tensões e angústias com relaxamento, uma hora vai ficar exaustivo de acompanhá-la e/ou quando o freio for pisado a queda será sentida.</p>
<p>Por fim, os velhos e conhecidos clichês sobre o México &#8211; local que o grupo vai para tentar salvar o namoro de Wesley &#8211; e seus habitantes apareceram o tempo inteiro para lembrar como estadunidenses não conhecem nada que vá além de seus umbigos. Apesar de todos os problemas apontados, existe uma criação de empatia que se estabelece com as personagens, despertando uma vontade de descobrir o desfecho. Quando existe esse apego durante a exibição, é mais fácil também de rir das piadas. O <em>timing</em> cômico é uma das maiores qualidades do filme. A habilidade em naturalizar passagens perturbadoras é sempre algo bacana, porque se as sequências não forem orgânicas, perde-se o propósito inicial e essencial da comédia.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lauren Palmigiano</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Nasim Pedrad, Robbie Amell, Anna Camp, Sarah Burns, Heather Graham, Lamorne Morris</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GT3LdQkWSWc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-desperados-netflix/">Dica do dia: Desperados (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Especial: 5 Comédias Românticas Imperdíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 19:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda estamos em clima de Dias dos Namorados, isso é verdade! E na próxima semana estreia o longa Casal Improvável, com Seth Rogen e Charlize Theron, uma comédia romântica deliciosa que conquistou nossos corações e deve conquistar o seu também. Com todo esse clima de amor no ar, resolvemos fazer um especial sobre os melhores filmes do gênero para você se apaixonar pelo mozão (verdadeiro ou fictício) novamente. E uma boa comédia romântica tem que ter o quê? Comédia e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda estamos em clima de Dias dos Namorados, isso é verdade! E na próxima semana estreia o longa <em>Casal Improvável</em>, com Seth Rogen e Charlize Theron, uma comédia romântica deliciosa que conquistou nossos corações e deve conquistar o seu também.</p>
<p>Com todo esse clima de amor no ar, resolvemos fazer um especial sobre os melhores filmes do gênero para você se apaixonar pelo mozão (verdadeiro ou fictício) novamente.</p>
<p>E uma boa comédia romântica tem que ter o quê? Comédia e romance na medida certa. Parece redundante dizer isso, o fato é que a fórmula é bem simples, mas precisa de um equilíbrio para ser bem sucedida. Ao mesmo tempo que queremos rir com os protagonistas, também precisamos nos apaixonar por eles.</p>
<p>Para isso, amigos animados ajudam muito, colocando o personagem e o espectador para cima. Um problema no meio do caminho do casal, que pode separá-los. Um &#8220;vilão&#8221; simples, que às vezes é apenas uma mentira. Uma corrida de aeroporto no final do filme. A trilha sonora que toca nossa alma. Tudo isso favorece o espectador a se apaixonar. E é justamente isso que esperamos de comédia romântica.</p>
<p><strong>Confira a nossa lista e se apaixone pelos longas!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10698" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/o_amor_nao_tira_ferias_high-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/o_amor_nao_tira_ferias_high.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/o_amor_nao_tira_ferias_high-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/o_amor_nao_tira_ferias_high-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>5 &#8211; O Amor Não Tira Férias</strong></p>
<p>Ô filme gostoso de assistir! Neste longa, Kate Winslet e Cameron Diaz se unem através de um ponto em comum: a desilusão amorosa. Depois que resolvem trocar de casas pelo período de festas de fim de ano, elas começam a descobrir um novo mundo e conhecer novas pessoas. O que era para ser um retiro de descanso do amor, acaba se tornando a descoberta deste verdadeiro sentimento. O longa nos oferece casais fofos, com Jack Black e Jude Law na jogada, cenas românticas e graciosas, além de uma fotografia muito bonita. Não tem como ficar fora da lista!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10699" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>4 &#8211; 10 Coisa Que Eu Odeio em Você</strong></p>
<p>Casal adolescente que se odeia mas depois se ama? AMAMOS! E é bem por aí que a história deste filme vai. Uma menina desesperada para namorar descobre que só vai ter essa autorização do pai caso a sua irmã mais velha também namore. Só que a garota tem um temperamento fortíssimo e ninguém quer conta. O menino que é apaixonado pela irmã mais nova resolve, então, pagar para um dos <em>bad boys</em> do colégio seduzir a &#8220;megera&#8221; mais velha. O longa nos oferece o casal Heath Ledger e Julia Stiles que tem uma química incrível, nos proporcionando cenas inesquecíveis como a que ele canta no treino e a que ela lê a lista de coisas que odeia nele. Coisa linda!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10700" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/509971.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/509971.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/509971.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/509971.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>3 &#8211; Simplesmente Amor</strong></p>
<p>Este é um filme com várias histórias acontecendo ao mesmo tempo e falando sobre uma temática principal: o amor. Um ótimo roteiro criado por Richard Curtis, também responsável pelos próximos dois filmes desta lista (será que amamos este homem? Com certeza!). <em>Simplesmente Amor</em> consegue conectar todas as suas histórias paralelas de maneira muito suave e certeira. São casais interessantes e improváveis, que nos conquistam cada um de sua forma. A paixão de momento, a madura, a juvenil, a corriqueira, a desilusão. Tudo isso envolto em mais um clima delicioso de se ver em cena, que é o natalino. É para rir, chorar, se apaixonar e terminar o filme efetivamente acreditando no amor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10701" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/value-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>2 &#8211; Questão de Tempo</strong></p>
<p>Um dos filmes mais recentes da nossa lista, lançado em 2013, <em>Questão de Tempo</em> é um dos que possui o roteiro com maior diferencial. O protagonista vivido por Domhnall Gleeson descobre a capacidade de voltar no tempo, uma habilidade que herdou do pai, vivido por Bill Nighy. Ele então decide que vai encontrar o amor de sua vida e viver uma linda história. Ele se depara com Rachel McAdams no meio do caminho e as coisas começam a acontecer a partir daí. O filme fala muito mais do que o amor romântico. Ele trata do amor familiar, tornado os parentes muito próximos e presentes na trama. Tem uma fotografia belíssima e um casal que nos oferece cenas de tirar o fôlego. Vale a pena demais conferir!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10702" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/notting-hill-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/notting-hill.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/notting-hill-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/notting-hill-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>1 &#8211; Um Lugar Chamado Notting Hill</strong></p>
<p>O rei dos filmes de comédia romântica só poderia ser <em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>. Sabe aquele combo inicial que eu falei que é importante para o gênero? Amigos legais, vilão simples, corrida para encontrar o amor no final das contas, trilha sonora que toca a alma. Tudo isso nós temos em <em>Notting Hill</em> e de uma maneira maravilhosa. A construção do amor de Anna e William é tão cuidadosa em cena que o espectador efetivamente se apaixona por eles e torce. São emoções sinceras, embalados por músicas maravilhosas e cenários incríveis. É o tipo de filme que a gente indica para aquela pessoa que diz que amor verdadeiro não existe. Difícil terminar de assistir esse longa sem se apaixonar. Além de rir com as piadas sarcásticas, choramos de emoção pelo casal principal. E temos ainda o combo de Julia Roberts com Hugh Grant, que além de terem uma química incrível, são responsáveis por fazer a gente chorar e se apaixonar o tempo todo (vide <em>Uma Linda Mulher</em> e <em>Quatro Casamentos e Um Funeral</em>). Se ainda não assistiu, CORRE!!!</p>
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		<title>Crítica: Deixa Rolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 14:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Deixa Rolar]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Monaghan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada como uma comédia romântica bestinha para alegrar nossos dias, né?! Deixa Rolar segue bastante esse perfil, sem grandes roteiros incríveis, mas deixando o espectador satisfeito mesmo assim. A história é muito simples. Chris Evans protagoniza um jovem que é super mulherengo e não acredita no amor. Ele é escritor e o chefe cobra que ele escreva sobre uma comédia romântica. Com muita dificuldade de falar sobre o assunto, ele é surpreendido por uma moça que faz finalmente seu coração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/deixarolar-9-650x400.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2997 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/deixarolar-9-650x400.jpg" alt="deixarolar-9-650x400" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Nada como uma comédia romântica bestinha para alegrar nossos dias, né?! <em>Deixa Rolar</em> segue bastante esse perfil, sem grandes roteiros incríveis, mas deixando o espectador satisfeito mesmo assim.</p>
<p>A história é muito simples. Chris Evans protagoniza um jovem que é super mulherengo e não acredita no amor. Ele é escritor e o chefe cobra que ele escreva sobre uma comédia romântica. Com muita dificuldade de falar sobre o assunto, ele é surpreendido por uma moça que faz finalmente seu coração balançar. O longa é a saga dele em tentar conquistar a garota, que não é nem um pouco o estilo que ele estava acostumado.</p>
<p>Clichê, claro. Sabemos que não tem nada de novo, é bem verdade. Mas isso não significa que ele não seja bom. Primeiro que o casal tem uma química interessante. Michelle Monaghan também é uma velha conhecida do mundo de comédias românticas, tendo grande destaque em <em>O Melhor Amigo da Noiva</em>, com Patrick Dempsey. Evans é mais famoso pelo herói <em>Capitão América</em>, mas mesmo assim protagonizou o <em>Qual o Seu Número?</em>, que foi muito bem recebido pelo público.</p>
<p>A história flui em um ritmo bem divertido. Por ser escritor, o protagonista costuma escutar muitas histórias e se colocar no lugar dos personagens. Só que isso é transmitido para a tela, com cenas bem interessantes que compõem graciosamente o filme como um todo. A trilha sonora é outro quesito importante. Não que ela tenha destaque ou seja sensacional, mas casa perfeitamente com as imagens, as cenas, os takes.</p>
<p>O que talvez não funcione muito bem é a mudança de perfil do protagonista. Em um momento ele é aquele clássico descrente do amor para logo em seguida, sem nenhuma construção clara, ele já estar apaixonado e correndo atrás da mocinha. Isso certamente poderia ter acontecido com mais fluidez.</p>
<p>É uma comédia romântica bem água com açúcar, mas entretém e cumpre seu objetivo. É super leve, diverte, dá pra dar umas boas risadas e tudo mais. Não há como dizer que é ruim. A sensação do filme é muito positiva.</p>
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		<title>Memória: Um Lugar Chamado Notting Hill, com Julia Roberts e Hugh Grant</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/memoria-um-lugar-chamado-notting-hill-com-julia-roberts-e-hugh-grant/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 19:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Roberts]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>
		<category><![CDATA[Um Lugar Chamado Notting Hill]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 15 anos era lançado o romance “Um Lugar Chamado Notting Hill”. Primeiro longa do diretor Roger Michell (“Um Final de Semana em Hyde Park”), o filme traz um clássico modelo de filmagem britânica, misturando atores locais e americanos e seguindo uma narrativa acompanhada de linda trilha sonora. No enredo, Will, interpretado pelo galã de comédia romântica Hugh Grant, é o dono fracassado de uma livraria especializada em turismo. Sua vida segue rotineira depois que ele se divorciou da mulher, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/notting2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-498 aligncenter" alt="notting2" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/notting2.jpg" width="596" height="337" /></a></p>
<p>Há 15 anos era lançado o romance “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>”. Primeiro longa do diretor Roger Michell (“<em>Um Final de Semana em Hyde Park</em>”), o filme traz um clássico modelo de filmagem britânica, misturando atores locais e americanos e seguindo uma narrativa acompanhada de linda trilha sonora. No enredo, Will, interpretado pelo galã de comédia romântica Hugh Grant, é o dono fracassado de uma livraria especializada em turismo. Sua vida segue rotineira depois que ele se divorciou da mulher, que o traiu. Em estado de quase depressão, ele pouco conhece do mundo artístico ao seu redor, quando se depara com Anna, famosa atriz americana, vivida pela belíssima Julia Roberts. Claro que, inicialmente, ele não a reconhece, mas se encanta de cara com sua beleza. Depois de um incidente com um copo de suco de laranja e um beijo roubado, ela liga para sua casa, dando início a um romance tímido.</p>
<p>Possivelmente por conta do sotaque fortíssimo da maior parte do elenco, o filme aconchega e mescla a frieza do inglês com a sua vivacidade no relacionamento. Os amigos de Will são importantíssimos na trama, superando os papéis de coadjuvantes. A louca irmã que só se dá mal em namoros (Emma Chambers), a amiga que foi seu primeiro amor e agora vive numa cadeira de rodas (Gina McKee), o amigo que “roubou” sua paixão (Tim McInnerny), o conhecido perdedor (Hugh Bonneville) e o colega de quarto completamente sem noção e hilário (Rhys Ifans). Seguindo uma narrativa leve e envolvente, o longa traz com naturalidade um possível conto de fadas, onde um reles empresário falido consegue conquistar uma artista super famosa e viver uma história de amor. É interessante observar o equilíbrio que o diretor traz ao não colocar nenhum dos dois protagonistas em posição de superioridade, colocando-os em patamar horizontal no relacionamento. Embora Anna mude completamente a vida de Will, ele também traz o “pé no chão” que ela precisa para dar sentido a dela.</p>
<p>Uma das comédias românticas mais lindas dos últimos tempos, “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>” chama a atenção para a possibilidade de criar um filme do gênero que possua conteúdo e não beire o patético. É perceptível a qualidade do longa e como ele se destaca das produções que o seguiram. Atenção especial para trilha sonora que encanta a cada cena. Uma excelente pedida para o fim de semana.</p>
<p><strong>Os envolvidos 15 anos depois</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/roger-michell-hyde-park-on-hudson.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-500" alt="roger-michell-hyde-park-on-hudson" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/roger-michell-hyde-park-on-hudson.jpg" width="480" height="300" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Roger Michell</strong></p>
<p>Depois do sucesso de “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>”, o diretor acumulou uma filmografia nada excepcional que inclui “<em>Amor Para Sempre</em>” (2004), onde ele repetiu a parceria com Rhys Ifans, e “<em>Uma Manhã Gloriosa</em>” (2010), que se anunciou como uma comédia romântica diferente, mas caiu no usual e não impressionou. Michell se redimiu com “<em>Um Final de Semana em Hyde Park</em>” (2012), no entanto, continuou deixando na expectativa o público que assistiu e se encantou com sua obra-prima.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/hugh.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-502" alt="hugh" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/hugh.jpg" width="480" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Hugh Grant</strong></p>
<p>Seguindo sua tendência de atuar em comédias românticas, Grant teve altos e baixos na carreira, de “<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>” para cá. Apesar do fracasso de “<em>Amor à Segunda Vista</em>” (2002), ele conseguiu emplacar ótimos personagens em “<em>Simplesmente Amor</em>” (2003) e “<em>O Diário de Bridget Jone</em>” (2001 &#8211; e continuações). Contrastando com seu perfil mulherengo e cafajeste na vida real, no cinema ele tende a interpretar o bom moço que sofre para conseguir manter um relacionamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/julia-roberts-in-paris.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-501" alt="julia-roberts-in-paris" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/julia-roberts-in-paris.jpg" width="480" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julia Roberts</strong></p>
<p>Apesar do seu nome de peso e enorme sucesso nos anos 90 (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por “<em>Uma Linda Mulher</em>” (1990) e a estatueta por “<em>Erin Brokovich &#8211; Uma Mulher de Talento</em>” (2000)), Roberts passou um período em baixa no final dos anos 2000. Logo após seu papel como Anna, ela emplacou “<em>A Mexicana</em>” (2001), “<em>O Sorriso de Mona Lisa</em>” (2002) e “<em>Closer – Perto Demais</em>” (2004), mas esteve também no chato “<em>Duplicidade</em>” (2009) e no indeciso “<em>Amor, Felicidade ou Casamento</em>” (2010). Na cerimônia do Oscar deste ano, ela concorreu ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel impressionante em “<em>Álbum de Família</em>”, mostrando que voltou aos tempos áureos com toda força.</p>
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